542 resultados para Slave insurrections.


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The recent reorientation of early modern studies draws attention to the Renaissance stage as a site of exploration of images of the Islamic world. This article examines the use of ancient and contemporary Persia in William Cartwright’s The Royall Slave (1636), in which Persia figures as a convenient space through which to examine political issues relevant to the audience at home in England. Assessing the construction of idealized societies and rulers in the play, The Royall Slave is a contemporary Court and academic drama that demonstrates its importance as one of a number of synchronous texts that represent Persia.

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Although cluster environments have an enormous potential processing power, real applications that take advantage of this power remain an elusive goal. This is due, in part, to the lack of understanding about the characteristics of the applications best suited for these environments. This paper focuses on Master/Slave applications for large heterogeneous clusters. It defines application, cluster and execution models to derive an analytic expression for the execution time. It defines speedup and derives speedup bounds based on the inherent parallelism of the application and the aggregated computing power of the cluster. The paper derives an analytical expression for efficiency and uses it to define scalability of the algorithm-cluster combination based on the isoefficiency metric. Furthermore, the paper establishes necessary and sufficient conditions for an algorithm-cluster combination to be scalable which are easy to verify and use in practice. Finally, it covers the impact of network contention as the number of processors grow. (C) 2007 Elsevier B.V. All rights reserved.

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Com o objetivo de investigar a origem da mutação bS na população da região norte do Brasil, foram analisados polimorfismos de DNA no complexo de genes b da hemoglobina em 30 pacientes com anemia falciforme na população de Belém, a capital do Estado do Pará. Sessenta e sete por cento dos cromossomos bS analisados apresentaram o haplótipo Bantu, 30% o haplótipo Benin e 3% o haplótipo Senegal. A origem da mutação bS na população de Belém, estimada de acordo com a distribuição de haplótipos, não está de acordo com a esperada com base em dados históricos sobre o tráfico de escravos para a região norte, os quais indicam uma reduzida contribuição de escravos da região do Benin. Essas diferenças podem ser atribuídas ao tráfico interno de escravos, bem como ao posterior fluxo de populações imigrantes, particularmente de nordestinos. A distribuição de haplótipos em Belém não difere significativamente da observada em outras regiões brasileiras, muito embora os dados históricos sugiram que a maioria dos escravos procedentes da região do Atlântico-Oeste africano, onde predomina o haplótipo Senegal, foi trazida para o norte do Brasil, enquanto que o nordeste (Bahia, Pernambuco e Maranhão) recebeu o maior contingente de escravos oriundos da região centro-oeste africana, onde o haplótipo Benin é o mais comum. Nós sugerimos que as diferenças regionais quanto à procedência dos escravos africanos também foram modificadas pelo tráfico de escravos estabelecido entre as diferentes regiões brasileiras e posteriormente pelos movimentos migratórios.

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words and music by J. Rumshisky

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by Henry E. O'Neill

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Durante el siglo XX el estudio de los tres grandes levantamientos de esclavos de fines de la República Romana ha girado en torno al debate suscitado por la definición de su carácter, "revolucionario" o "reformista", con lo cual se ha trasladado el imaginario contemporáneo de revolución al mundo antiguo. La historiografía occidental ha mostrado un llamativo consenso: los esclavos no tenían la intención de abolir la esclavitud, sus levantamientos carecieron de un fin revolucionario, por consiguiente fueron simplemente "rebeliones". El presente trabajo se propone repensar la temática de las insurrecciones serviles sicilianas narradas por Diodoro, tomando distancia del tradicional énfasis dicotómico (revolución-rebelión) y centrándose en una problemática que en líneas generales ha sido omitida o poco considerada por la historiografía, esto es, la participación y apoyo de sectores libres empobrecidos en las revueltas serviles. Demostraremos dicha participación; definiremos quiénes fueron estos "libres pobres"; apoyaremos la línea historiográfica que postula la existencia de una colaboración entre esclavos rebeldes y libres pobres en las revueltas, haciendo hincapié en la asamblea que se congrega en el teatro de Enna al comienzo de la primera insurrección; y sugeriremos pensar la acción de los esclavos rebeldes en las revueltas conforme al concepto de bandidos sociales