999 resultados para Revolução informacional
Resumo:
Neste artigo, apresentamos um estudo de caso centrado na análise do comportamento informacional de uma amostra dos alunos frequentadores da rede municipal de bibliotecas escolares do concelho de Vila de Conde. Procurámos conhecer as competências dos discentes para utilizarem as colecções e os recursos tecnológicos disponíveis no espaço da biblioteca escolar, em particular as formas de pesquisa de informação ou de localização e de uso dos documentos em livre acesso. Neste contexto, enfatiza-se o papel central da Ciência da Informação e dos seus profissionais na biblioteca escolar, em especial na transmissão de competências de literacia da informação.
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Informação e da Documentação
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Relatório de Estágio apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Estudos dos Media e do Jornalismo
Resumo:
O presente volume surgiu na sequência do seminário “Visões da Revolução: A Imprensa em Portugal, Espanha e Brasil” organizado no âmbito da atividade do Grupo de História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais e que contou com a participação de Luciana Soutelo, Rita Luís e Carla Luciana Silva e com o comentário de Ricardo Noronha e Raquel Varela em abril de 2012. Neste seminário procurou-se entender a imprensa escrita, e os meios de comunicação em geral, como um objeto historiográfico em si mesmo e não apenas como fonte. Entendendo, na esteira de Gramsci, os meios de comunicação como espaços de disputa da hegemonia. A imprensa atua como espaço de relações sociais, dando voz a determinados sujeitos e retirando o espaço de outros. Sendo parte de um aparelho de hegemonia, ela atua na sua dupla dimensão: a formação de consenso sobre determinadas ideias; o apoio ativo a medidas repressivas e coercitivas, fechando-se assim o círculo da hegemonia. Não se trata apenas de estratégias manipuladoras de opinião, mas de formas de estabelecimento de consensos, muitas vezes passivos, e que reproduzem uma lógica de dominação de classe. Assim, a imprensa não está longe de propiciar um retrato fidedigno da realidade: de mostrar posições, que muitas vezes são expressões de frações de classe organizadas.
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O presente volume surgiu na sequência do seminário “Visões da Revolução: A Imprensa em Portugal, Espanha e Brasil” organizado no âmbito da atividade do Grupo de História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais e que contou com a participação de Luciana Soutelo, Rita Luís e Carla Luciana Silva e com o comentário de Ricardo Noronha e Raquel Varela em abril de 2012. Neste seminário procurou-se entender a imprensa escrita, e os meios de comunicação em geral, como um objeto historiográfico em si mesmo e não apenas como fonte. Entendendo, na esteira de Gramsci, os meios de comunicação como espaços de disputa da hegemonia. A imprensa atua como espaço de relações sociais, dando voz a determinados sujeitos e retirando o espaço de outros. Sendo parte de um aparelho de hegemonia, ela atua na sua dupla dimensão: a formação de consenso sobre determinadas ideias; o apoio ativo a medidas repressivas e coercitivas, fechando-se assim o círculo da hegemonia. Não se trata apenas de estratégias manipuladoras de opinião, mas de formas de estabelecimento de consensos, muitas vezes passivos, e que reproduzem uma lógica de dominação de classe. Assim, a imprensa não está longe de propiciar um retrato fidedigno da realidade: de mostrar posições, que muitas vezes são expressões de frações de classe organizadas. Posteriormente decidiu-se alargar o âmbito do debate de forma a incorporar outras prespectivas teóricas e centros produtores de visões sobre a revolução portuguesa de 1974-1975, fossem eles imprensa escrita, meios audiovisuais, editoras, materiais de educação, etc., para que fosse abordada tanto a repercussão coeva do processo revolucionário em meios de comunicação; como a sua memória e/ou o seu uso público em diferentes meios. O resultado deste alargamento é o presente volume.
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Dissertação de mestrado em Comunicação, Arte e Cultura
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El treball se centra en l'anàlisi de les causes de la baixa participació en les sessions de formació d'usuaris per part dels estudiants, professors i investigadors universitaris de la Biblioteca de Física i Química de la Universitat de Barcelona. Es remarca la importància d'aquesta formació en la cerca, selecció i difusió de la informació així com la inclusió d'un programa d'alfabetització informacional. Es presenten possibles solucions i propostes per tal d'augmentar aquesta assistència (major difusió, publicitat...), amortitzar els recursos i serveis que preparen els bibliotecaris i en definitiva fidelitzar aquests usuaris.
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Las bibliotecas de la Universidad Politécnica de Catalunya (UPC) han desarrollado un completo mapa de formación para el desarrollo de habilidades informacionales dentro de los planes curriculares de grado, posgrado, máster y doctorado. En el presente artículo se describe la consolidación de acciones vinculadas a las competencias informacionales como parte de la estrategia de las bibliotecas para dar respuesta a los retos de aprendizaje e investigación de la Universidad, se exponen ejemplos de recursos utilizados y se plantean los retos de futuro para cada dimensión formativa.
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DURANTE LA CELEBRACIÓN EN LA UNIVERSITAT DE BARCELONA (marzo de 2008) de la Conferencia de primavera de la EUA (European University Association), se ha definido la estrategia a seguir para consolidar los retos del EEES (Espacio Europeo de Educación Superior) y del EEI (Espacio Europeo de Investigación).
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A partir da globalização, o autor discute o papel da sociedade da informação na construção de uma sociedade global voltada para o bem comum. Aborda principalmente a questão das telecomunicações e suas relações com o mercado, a necessidade de regulamentação para a área, a Internet, a promoção e o fortalecimento do domínio público, além de temas como competitividade e interesse público. O papel da UNESCO na sociedade da informação e a busca por um sentido humanista para o processo de globalização também são discutidos.
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No processo de construção do conhecimento, os sujeitos interagem entre si, inseridos nos ambientes da cultura. Isso se dá com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e informação, que se tornam relevantes na produção e utilização das informações no contexto da educação formal. Com o apoio dos recursos tecnológicos, o homem recria seus espaços culturais, amplia o acervo de conhecimentos e suas formas de circulação, como também explora novas possibilidades de apreensão e ressignificação do mundo, transformando a aquisição do conhecimento em um processo dinâmico e complexo.
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Embora reconhecendo a grande contribuição que a informática está dando para a humanidade, o autor atrai a atenção do público sobre aspectos patogênicos e letais de certas aplicações junto de diversas tecnologias. O autor demonstra que existe o que ele chama de normose informacional, que se apresenta sob duas formas: a informatose e a cibernose. Depois de ter definido os critérios de diagnóstico de uma normose, ele demonstra com vários exemplos concretos estes aspectos patogênicos e letais da informática, e sugere o que ele chama de normoterapia.