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Análise da composição celular e imunodetecção de MIF em linfonodos de cães com Leishmaniose Visceral
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Os transtornos de ansiedade apresentam a maior incidência na população mundial dentre os transtornos psiquiátricos, e a eficácia clínica das drogas ansiolíticas é baixa, em parte devido ao desconhecimento acerca das bases neuroquímicas desses transtornos. Para uma compreensão mais ampla e evolutivamente substanciada desses fenômenos, a utilização de espécies filogeneticamente mais antigas pode ser uma aproximação interessante no campo da modelagem comportamental; assim, sugerimos o uso do paulistinha (Danio rerio Hamilton 1822) na tentativa de compreender a modulação de comportamentos tipo-ansiedade pelo sistema serotonérgico. Demonstramos que os níveis extracelulares de serotonina no encéfalo de paulistinhas adultos expostos ao teste de preferência claro/escuro [PCE] (mas não ao teste de distribuição vertical eliciada pela novidade [DVN]) apresentam-se elevados em relação a animais manipulados mas não expostos aos aparatos. Além disso, os níveis teciduais de serotonina no rombencéfalo e no prosencéfalo são elevados pela exposição ao PCE, enquanto no mesencéfalo são elevados pela exposição ao DVN. Os níveis extracelulares de serotonina estão correlacionados negativamente com a geotaxia no DVN, e positivamente com a escototaxia, tigmotaxia e a avaliação de risco no PCE. O tratamento agudo com uma dose baixa de fluoxetina (2,5 mg/kg) aumenta a escototaxia, a tigmotaxia e a avaliação de risco no PCE, diminui a geotaxia e o congelamento e facilita a habituação no DVN. O tratamento com buspirona diminui a escototaxia, a tigmotaxia e o congelamento nas doses de 25 e 50 mg/kg no PCE, e diminui a avaliação de risco na dose de 50 mg/kg; no DVN, ambas as doses diminuem a geotaxia, enquanto somente a maior dose diminui o congelamento e facilita a habituação. O tratamento com WAY 100635 diminui a escototaxia nas doses de 0,003 e 0,03 mg/kg, enquanto somente a dose de 0,03 mg/kg diminui a tigmotaxia e a avaliação de risco no PCE. No DVN, ambas as doses diminuem a geotaxia, enquanto somente a menor dose facilita a habituação e aumenta o tempo em uma “base” (“homebase”). O tratamento com SB 224289 não produziu efeitos sobre a escototaxia, mas aumentou a avaliação de risco na dose de 2,5 mg/kg; no DVN, essa droga diminuiu a geotaxia e o nado errático nas doses de 2,5 e 5 mg/kg, enquanto a dose de 2,5 mg/kg aumentou a formação de “bases”. O tratamento com DL-para-clorofenilalanina (2 injeções de 300 mg/kg, separadas por 24 horas) diminuiu a escototaxia, a tigmotaxia e a avaliação de risco no PCE, aumentou a geotaxia e a formação de bases e diminuiu a habituação no DVN. Quando os animais são pré-expostos a uma “substância de alarme” co-específica, observa-se um aumento nos níveis extracelulares de serotonina associados a um aumento na escototaxia, congelamento e nado errático no PCE; os efeitos comportamentais e neuroquímicos foram bloqueados pelo pré tratamento com fluoxetina (2,5 mg/kg), mas não pelo pré-tratamento com WAY 100,635 (0,003 mg/kg). Animais da linhagem leopard apresentam maior escototaxia e avaliação de risco no PCE, assim como níveis teciduais elevados de serotonina no encéfalo; o fenótipo comportamental é resgatado pelo tratamento com fluoxetina (5 mg/kg). Esses dados sugerem que o sistema serotonérgico dessa espécie modula o comportamento no DVN e no PCE de forma oposta; que a resposta de medo produzida pela substância de alarme também parece aumentar a atividade do sistema serotonérgico, um efeito possivelmente mediado pelos transportadores de serotonina, e ao menos um fenótipo mutante de alta ansiedade também está associado a esses transportadores. Sugere-se que, de um ponto de vista funcional, a serotonina aumenta a ansiedade e diminui o medo em paulistinhas.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Pós-graduação em Odontologia - FOAR
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Estudos têm demonstrado que o reconhecimento inicial de microrganismos é mediado por receptores celulares expressos em células da imunidade inata denominados receptores de reconhecimento de padrões (PRRs). Assim, a interação entre moléculas de superfície dos patógenos e receptores homólogos presentes na membrana celular de monócitos, modula a fagocitose, a ativação da célula e conseqüentemente a produção de citocinas. Trabalhos têm demonstrado a importância da estimulação de receptores toll-like 2 e 4 (TLR2 e TLR4), receptores de manose (MR) e dectina-1 de monócitos, tanto em infecções bacterianas como fúngicas, culminando com indução de produção de várias citocinas. A IL-18 é uma citocina indutora de IFN-g e possui uma ação extremamente importante, por ser capaz de promover tanto uma resposta do tipo Th1 ou Th2, dependendo do contexto de estimulação e do microambiente de citocinas. Em trabalho recente demonstramos que a IL-18 possui uma ação importante sobre o aumento da expressão de MR em monócitos humanos, e o reconhecimento do Paracoccidioides brasiliensis via esse receptor causaria aumento do crescimento fúngico no interior da célula. Dessa forma, os objetivos do presente projeto foram: 1) Avaliar a ação da IL- 18 sobre a expressão do receptor dectina-1 por monócitos humanos desafiados in vitro com diferentes cepas do P. brasiliensis; b) Avaliar a participação da dectina-1 na indução da produção de IL-18, TNF-a e IL-10 por monócitos desafiados in vitro com diferentes cepas do P. brasiliensis. Assim, monócitos de indivíduos normais tratados in vitro com IL-18 foram desafiados com diferentes de cepas do P. brasiliensis, e a expressão do receptor dectina-1 foi avaliada pela técnica de citometria de fluxo. A dosagem de IL-18, TNF-a e IL-10 no sobrenadante de cultura de monócitos desafiados com P. brasiliensis foi realizada utilizando a técnica de ELISA . Os resultados mostraram que a ...
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Pre-eclampsia (PE) is a complication of human pregnancy characterized by hypertension and proteinuria after 20 weeks of gestation. Its incidence varies from 5% to 7% of pregnancies and is a major cause of morbidity and maternal and fetal mortality. This is a multisystemic disease, with focus on vascular dysfunction and is closely related to the exacerbated activation of the immune system. In addition to increased activation of monocytes and granulocytes, there is an elevated production of proinflammatory cytokines in pregnant women with PE. The nuclear transcription factor-kB (NF-kB) is present in the cells of the immune system and is responsible for transcription of genes related to inflammation. Whereas the PE is associated with intense inflammatory response, the use of substances modulating the activity of NF-kB factor could be useful in alleviating the inflammation present in these patients. Silibinin is the main component of silymarin, a polyphenolic extract obtained from fruits and seeds of Sylibum marianum with potent hepatoprotective, anti-inflammatory and anti-fibrotic activities. The silibinin mechanism of action includes the ability to inhibit NF-kB activation and, consequently, its migration to the nucleus. The objective of this study was to assess whether silibinin modulates the activity of NF-kB and the production of inflammatory cytokines in mononuclear cells of patients with PE. We evaluated 34 pregnant women with PE, 20 normotensive pregnant women (GN) and 15 non-pregnant women (NG). Peripheral blood mononuclear cells (PBMC) were obtained from those groups of women and cultured in the presence or absence of silibinin (5 uM or 50 uM) and stimulated or not with lipopolysaccharide (LPS) for 18 h to obtain supernatant for determination of tumor necrosis factor-alpha (TNF-α) and interleukin-1 (IL-1β) by enzyme immunoassay (ELISA). The cells were...(Complete abstract click electronic access below)
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O remodelamento da matriz extracelular (MEC), um importante componente dos organismos multicelulares, relaciona-se diretamente com o desenvolvimento embrionário, a angiogênese, a morfogênese de órgãos e a formação de cartilagens. Especificamente nos ovários, este remodelamento permite a ocorrência dos diversos eventos observados no ciclo ovariano, a citar: o crescimento folicular, a ovulação e a formação e regressão do corpo lúteo. A reorganização tecidual advinda destes eventos é regulada, em parte, pela ação de enzimas proteolíticas conhecidas como metaloproteinases de matriz (MMPs) e de seus inibidores (TIMPs e RECK) (revisado por Curry et al., 2003). Atualmente, o remodelamento da MEC pelo sistema MMPs/TIMPs é fortemente correlacionado com a expressão de alguns genes, tais como o gene Basigin (BSG), que induz a expressão de MMPs durante o ciclo ovariano em ratos (Smedts et al., 2005), ou o gene SPARC, que modula a expressão do TGF-β, fator de crescimento este associado ao aumento da agressividade tumoral (Podhajcer et al., 2008). A expressão do gene RECK foi descrita em diversos processos de remodelamento tecidual fisiológicos. Porém, uma diminuição em sua expressão, juntamente com o aumento na expressão das MMPs, tem sido associada com tumores mais agressivos e metastáticos (Meng et al., 2008). No entanto, apesar de RECK e SPARC estarem amplamente associados com remodelamento tecidual em diversas patologias, ainda não foi descrita a associação destes com remodelamento tecidual promovido pelo sistema MMPs/TIMPs que ocorre naturalmente durante a dinâmica ovariana. Considerando este quadro, o trabalho aqui proposto tem por objetivo analisar a expressão gênica de algumas MMPs- (-2, -9, -13, -14 e -19), e alguns de seus inibidores (TIMPs -1, -2, e -3 e RECK) e correlacioná-la com a expressão de SPARC e BSG durante a foliculogênese ovariana de ratas... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)