1000 resultados para Extrato de planta


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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Pós-graduação em Agronomia (Energia na Agricultura) - FCA

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A alelopatia é um importante mecanismo que influencia a estabilidade de agroecossistemas. A identificação desse caráter, em muitos casos, realiza-se via análise dos efeitos de extratos brutos polares. No presente trabalho, caracterizou-se a atividade alelopática do cipó-d'alho (Mansoa standleyi - Bignoniaceae), analisando-se, comparativamente, o extrato hidroalcoólico e o óleo essencial das folhas da planta, procurando-se estabelecer a necessidade de se considerar, em estudos dessa natureza, a abordagem envolvendo extratos apolares. Realizaram-se bioensaios de germinação e desenvolvimento da radícula e do hipocótilo de malícia (Mimosa pudica), em períodos de dez dias, empregando-se concentrações de 0,5%, 1,0% e 2,0%. Foram identificados, ainda, os principais constituintes químicos do óleo essencial. Os resultados indicaram que tanto o extrato hidroalcoólico como o óleo essencial apresentaram potencial para inibir a germinação e o desenvolvimento da radícula e do hipocótilo. O extrato hidroalcoólico manifestou maior potencial inibitório sobre a germinação, enquanto o óleo essencial promoveu inibições mais expressivas sobre o desenvolvimento da radícula e do hipocótilo. Os efeitos estiveram positivamente associados à concentração, com efeitos máximos e mínimos obtidos nas concentrações de 2,0% e 0,5%, respectivamente. Compostos sulfurados, como o dissulfeto de dialila (42,15%) e o trissulfeto de dialila (11,25%), isoladamente ou em associação, estão envolvidos nos efeitos alelopáticos promovidos pelo óleo essencial. Adicionalmente, os resultados obtidos apontam para a necessidade de se considerar a utilização de extratos apolares quando da análise da atividade alelopática de uma dada planta, especialmente se não houver informações sobre a produção de óleo essencial pela planta prospectada.

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A Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por várias espécies de parasitas do gênero Leishmania. A quimioterapia é o único tratamento efetivo para a doença, mas essas drogas são, em geral, tóxicas e requer um longo período de tratamento. Produtos naturais provenientes de plantas oferecem novas perspectivas e representam uma importante fonte de novos agentes leishmanicidas. Assim, é de grande importância avaliar os efeitos do extrato aquoso da raiz de Physalis angulata, planta amplamente utilizada pela medicina popular, em formas promastigotas e amastigotas de Leishmania (Leishmania) amazonensis e sua ação sobre a célula hospedeira. As fisalinas D, E, F e G foram demonstradas pela primeira vez na raiz de P. angulata pela análise cromatográfica. Uma atividade antiproliferativa e uma inibição dose dependente de promastigotas 74,1% e 99,8 % (IC50 35,5 μg/mL) e amastigotas 70,6% e 70,9% (IC50 32.0 μg/mL) foram observadas quando os parasitas foram tratados com 50 e 100 μg/mL do extrato, respectivamente. A análise da atividade microbicida da célula hospedeira infectada com L. amazonensis mostrou que extrato foi capaz de reverter o efeito causado pelo parasito de inibir a produção de espécies reativas de oxigênio. O tratamento com o extrato também induziu alterações morfológicas importantes em formas promastigotas avaliadas por microscopia óptica, microscopia eletrônica de transmissão e varredura. Foram observadas alterações na morfologia, na divisão celular, principalmente na fase de citocinese, na membrana flagelar, na bolsa flagelar e alterações em organelas importantes, como o cinetoplasto, onde ocorreu duplicação irregular e alteração do seu tamanho. Já por citometria de fluxo foi possível confirmar que o tratamento induziu uma exposição de fosfatidilserina e diminuição no volume celular de promastigotas tratadas. Com relação à célula hospedeira, o extrato promoveu alterações no citoesqueleto, o aumento número de projeções citoplasmáticas, do volume celular e de vacúolos e da habilidade de espraiamento sem causar efeito citotóxico ou alteração ultraestrutural em macrófagos tratados com o extrato. Assim, estes resultados demonstram que o extrato aquoso da raiz de P. angulata foi eficaz na ativação da célula hospedeira e na inibição do crescimento do protozoário, o que representa uma fonte alternativa e promissora de agente leishmanicida.

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Introdução: Petiveria alliacea L., conhecida popularmente como Mucuracaá, pertencente à família Phytolacaceae. Preparações desta planta têm sido amplamente utilizadas na medicina popular como sedativo, no tratamento da“memória fraca”, entre outros. Devido as suas características sedativas, procurou-se avaliar a atividade ansiolítica a partir dos efeitos comportamentais e de estresse oxidativo após a administração do extrato hidroalcoólico (EHA) em ratos adultos. Métodos: A planta foi coletada no município de Acará/Pa e suas folhas, talos e raízes foram tratados, depois macerados com etanol 70% e obtido o extrato. Ratos Wistar machos e fêmeas (n=5-10 por grupo) foram tratados com água e comida ad libitum e divididos em grupos: Controle, que recebeu solução salina; P. alliacea L., que receberam 900mg/Kg; diazepam (DZP) 1mg/Kg, como controle positivo para a atividade ansiolítica; fluoxetina (FXT) 10mg/Kg, como controle positivo para avaliar a atividade antidepressiva e cafeína(CAF) 10mg/Kg, como controle positivo para efeito mnemônico. Os testes comportamentais foram: campo aberto para a atividade ansiolítica e estimulatória, nado forçado para atividade antidepressiva, LTE para efeito mnemônico. Os testes de estresse oxidativo foram: TEAC para a dosagem de antioxidante total, dosagem do malondialdeído, dosagem de nitritos e nitratos e dosagem de metemoglobina. Resultados/Discussão: O tratamento com P. alliacea L. aumentou a atividade locomotora central e total dos ratos sugerindo atividade ansiolítica e estimulante; reduziu o tempo de imobilidade conferindo atividade antidepressiva e aumento na latência nos braços fechados na fase de teste do LTE demonstrando atividade mnemônica positiva. Nos parâmetros de estresse oxidativo, a espécie apresentou redução na capacidade antioxidante total e aumento das taxas de metemoglobina, sugerindo atividade pró-oxidante. Conclusão: Podemos concluir que o extrato possui atividade ansiolítica, atividade antidepressiva e atividade pró-oxidante. Entretanto, outros estudos são necessários para confirmar essas atividades.

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Pós-graduação em Biologia Geral e Aplicada - IBB

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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A espécie vegetal Casearia sylvestris é uma planta nativa do Brasil e de uso tradicional, sendo utilizada popularmente para combate de doenças do trato digestório. Seus extratos e mesmo substâncias purificadas apresentaram diversas atividades farmacológicas, sendo a mais eficaz a ação antiulcerogênica. Neste trabalho, desenvolveram-se granulados a partir do extrato etanólico de folhas de C. sylvestris. A metodologia envolve métodos de extração de droga vegetais, granulação via úmida e ensaios de caracterização do perfil micromerítico dos granulados

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As investigações conduzidas para avaliar novas substâncias para o tratamento da giardíase justificam-se pelo fato dos medicamentos convencionais apresentarem inconvenientes relacionados à toxicidade, à resistência e aos custos. Diante disso, a busca por novas alternativas terapêuticas tem despertado grande interesse, principalmente, entre os extratos de plantas, produtos complexos com diferentes atividades biológicas e farmacológicas. Considerando que nas infecções por Giardia, a diarréia é um dos principais sintomas, tem sido crescente o interesse em se investigar o efeito de extratos de plantas com atividade antidiarréica. Com isso, o presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar in vitro o efeito do extrato hidroalcoólico da casca da planta Astronium fraxinifolium, espécie típica do Cerrado brasileiro e empregada na medicina popular no tratamento contra inflamações, diarréias e úlceras gástricas. Para este fim, avaliou-se a atividade sobre o crescimento e aderência de trofozoítos de cepa autóctone de Giardia duodenalis isolada e axenizada em Botucatu, São Paulo. Em todos os ensaios, 105 trofozoítos da cepa BTU-11 foram inoculados em tubos contendo 4,5ml de meio TYI-S-33 e 100μl do extrato nas concentrações de 125; 250; 375 e 500 μg/ml. Para avaliar a atividade sobre o crescimento, os parasitas foram incubados com o extrato durante 24, 48 e 72 horas a 37°C. Nos experimentos que verificaram o efeito sobre a aderência, somente os parasitas aderidos às paredes dos tubos foram incubados com o extrato, durante 24 e 48 horas a 37°C. Em cada ensaio, os trofozoítos recuperados foram contados em câmara de Neubauer e a atividade sobre... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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O Brasil possui um enorme potencial de plantas medicinais usadas popularmente e ainda pouco estudadas pela comunidade científica. Dentro da família Polygonaceae, destaca-se a espécie Polygonum punctatum Ell., conhecida popularmente como erva-de-bicho, acataia, cataia, capiçoba, pimenta-do brejo ou pimenta-da-água. Essa espécie é perene e encontrada em lugares úmidos ou inundados, desenvolvendo-se preferencialmente em solo de boa fertilidade, areno-argiloso ou argiloso e com bom teor de matéria orgânica. É originária da Ásia e encontra-se aclimatada no Brasil em todos os Estados, particularmente no Rio Grande do Sul, Sul e Sudeste (LOPES et al., 2003). Há relatos de que na medicina popular faz-se o uso de todas as partes da planta para as mais diversas finalidades, tais como: antidisentérica, antisséptica, detersiva, diurética, antitérmica, anti-reumática, vermífuga e excelente cicatrizante de feridas e úlceras. E que por ser fortemente emenagoga e abortiva, seu uso não é recomendado para gestantes (MORGAN, 1984). Dentre as propriedades terapêuticas relatadas, destaca-se também o uso no tratamento de problemas circulatórios, visto que ela estimula a circulação e diminui a fragilidade capilar, e que por isso, apresenta um efeito hemostático bastante útil no tratamento de hemorróidas (TESKE e TRENTINI, 1995). No entanto, plantas medicinais utilizadas popularmente necessitam de estudos científicos que comprovem sua eficácia, segurança e qualidade. A espécie Polygonum acre H.B.K. (sinonímia de Polygonum punctatum Ell) possui poucos estudos científicos comprovando essa vasta utilização na medicina popular, sendo assim, se faz necessário estudar atentamente seus extratos e óleos essenciais, bem como associar a estes, estudos fitoquímicos e de identificação anatômica e morfológica para que não haja problemas que comprometam a qualidade e a eficácia... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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The aim of this work was to analyze the acute oral toxicity and the effects on intestinal motility of the extract obtained through decoction 20% (m/v) of Endopleura uchi, popularly known as "uxi-amarelo", a native plant from the Brazilian Amazon. The plant is used indiscriminately against several diseases: arthritis, cholesterol, diabetes, ulcers, myomas, and intestinal illnesses in general, among others. The present results show that there were no significant alterations in intestinal motility and that the extract does not present signs of toxicity, showing its safety for consumption purposes.