590 resultados para RACISMO


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Este estudo trata da comunicação face a face nas organizações sob diferentes abordagens teóricas. Considera a perspectiva da simultaneidade dos meios, já que as empresas utilizam diversos canais para dialogar com seus públicos de interesse. Leva em conta o fenômeno da midiatização, que reestrutura o modo como as pessoas se relacionam na sociedade contemporânea. O objetivo geral da pesquisa é sistematizar papeis potencialmente exercidos pela interação face a face e conhecer algumas circunstâncias que envolvem sua prática nas organizações. Por se tratar de uma tese teórica, a pesquisa bibliográfica se apresenta como um dos principais procedimentos metodológicos; análises de casos empíricos e um estudo de caso desenvolvido na Embrapa Pantanal constituem situações ilustrativas. Conclui-se que a comunicação face a face nas empresas ocorre de forma simultânea e combinada a outros canais de comunicação, porém, ela proporciona resultados práticos e filosóficos ainda pouco explorados. É rara a utilização estratégica de contatos presenciais como mecanismo para estabelecer relacionamentos, conhecer as reações alheias e ajustar a comunicação, aliar o discurso corporativo às práticas empresariais e avaliar o contexto onde se desenvolvem as interações, o que pode ser decisivo para a comunicação organizacional.

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Questa tesi propone un indagine sulla memoria del retorno a partire da una prospettiva critica che assume il “sud globale di lingua portoghese” come spazio storico e concettuale di riferimento. Si riflette sull'idea di specificità attribuita alla colonizzazione promossa dal Portogallo in Africa tenendo conto delle contraddizioni associate al movimento migratorio innescato dal processo violento di decolonizzazione dell’Africa portoghese.
 Le memorie trauamatiche sul retorno espongono la violenza come componente costitutiva della realtà coloniale ma ripropongono anche dinamiche che permettono l’occultamento del razzismo. L'esplorazione della “soffitta”, assunta come metafora della memoria familiare custodita nello spazio domestico, accompagna quella dell’archivio pubblico. L’analisi dell’archivio ufficiale e della memoria familiare riflette il tentativo di stabilire un dialogo tra storia e memoria superando la logica di antitesi che tradizionalmente le contrappone. Utilizzando il concetto criticamente problematico di “postmemoria” si riflette sulla riconfigurazione del rapporto con il passato in funzione di un’idea di “eredità come compito” assunto nel presente). La possibilità di “salvare” il passato dalla progressiva scomparsa dei testimoni comporta un pericolo di abuso ideologico connaturato al processo di trasmissione. La traduzione delle memorie coloniali sul retorno dallo spazio intimo allo spazio del dibattito pubblico mostra la relazione tra la costruzione della mitologia familiare e l’adozione del discorso lusotropicale. Il tentativo di definire la natura indecifrabile del retornado comporta la possibilità di sanzionare la violenza coloniale negando una responsabilità collettiva riferita al colonialismo. Si presenta il tentativo di configurare i termini di una questione post-coloniale portoghese dai contorni opachi. Questa tesi approda ad una conclusione aperta, articolata sul rischio sempre presente di appropriazione delle categorie critiche post-coloniali da parte dell’ideologia egemonica. Attraverso le (post)memorie (post)coloniali la denuncia del razzismo in quanto eredità permanente e la riconfigurazione dell’archivio coloniale costituiscono operazioni possibili, necessarie, ma non per questo scontate o prive di rischi.

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Reportagem de uma série especial Consciência Negra sobre a discriminação que os negros sofrem no sistema de saúde, público e privado, produzida pela TV dos Trabalhadores - TVT.

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Apresentação da atividade 2 da unidade 1 do curso Saúde da População Negra, que trata da Política Nacional da Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma política que procura garantir o direito à saúde e correção das vulnerabilidades sociais e do racismo institucional.

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A conselheira do Conselho Nacional de Saúde Jurema Werneck fala sobre a igualdade e a importância da medicina para todos, sem preconceitos e que haja uma real universalidade e equidade do acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).

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Apresentação da unidade 2 do curso Saúde da População Negra, apresentado como o profissional da saúde pode oferecer um atendimento ético e humanizado, sem discriminação de qualquer tipo, para cumprir as atividades fins do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Reportagem do jornal Repórter Brasil, produzido pela TV BRASIL, sobre o atendimento desigual que pardos e negros recebem no Sistema Único de Saúde (SUS) em especial as gestantes.

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Reportagem do jornal Repórter Brasil, produzido pela TV BRASIL, sobre o atendimento desigual que pardos e negros recebem no Sistema Único de Saúde (SUS).

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Apresentação da atividade 2 da unidade 2 do curso Saúde da População Negra, sobre como combater os ruídos da comunicação entre os profissionais de saúde e a clientela do Sistema Único Saúde (SUS), como forma de combater o racismo no ponto do cuidado com o paciente negro.

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Dramatização de uma sessão clínica multiprofissional para a implantação da Política Nacional da Saúde Integral da População Negra-PNSIPN, numa unidade básica de saúde, mostrando que o cuidado de saúde prestado seja isento do viés étnico-racial.

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Apresentação da atividade 1 da unidade 3 do curso Saúde da População Negra, mostrando que um dos agravos da implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra é o reconhecimento do racismo institucionalizado como determinante social no processo saúde-doença e a não-inclusão das práticas de saúde afro-brasileiras no processo de cuidar.

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Apresentação da atividade 2 da unidade 3 do curso Saúde da População Negra, mostrando ferramentas que os profissionais de saúde da atenção básica, sejam capazes de identificar, organizar e incluir a participação e o controle social representativo da população negra, integrando práticas de saúde de matriz afro-brasileira.

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Mônica Oliveira, Seppir- DF, fala sobre o Racismo Institucional como um determinante social de saúde. Ela demonstra como o racismo se expressa no cotidiano das pessoas, entre usuários e profissionais de saúde, no cotidiano dos serviços de saúde, entre outros. O racismo institucional na saúde pode ser visto, por exemplo, no caso da morte materna. No país como um todo tem diminuído, mas quando se desagrega por cor as mulheres negras continuam morrendo mais.

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Entrevista com psicóloga Maria Lúcia da Silva sobre a luta das mulheres negras no Brasil por igualdade em questões de saúde, qualidade de vida e segurança.

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Unidade 1 do curso Saúde da População Negra, contendo 03 atividades. Tem como objetivo identificar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra - PNSIPN - enquanto estratégia de aumento do acesso ao SUS e melhorar a qualidade do cuidado na Unidade de Saúde.