924 resultados para Social-relations
Resumo:
A partir do estudo de caso de uma unidade pública de ensino, esta pesquisa almejou investigar a existência de mecanismos ideológicos presentes no discurso docente a cerca do fracasso escolar das camadas menos favorecidas, buscando captar algumas das estratégias acionadas pelos professores para se eximir de qualquer responsabilidade que possa recair sobre eles quanto ao baixo rendimento escolar dos alunos. Apoiado na conexão existente entre a valorização do capital cultural e os processo de seleção desempenhado pelo sistema escolar dentro do modelo capitalista e tendo como principais referenciais teóricos os autores Pierre Bourdieu & Jean Claude Passeron e Christian Baudelot & Roger Establet, os quais fazem uma crítica social ao sistema de ensino, pretendeu-se verificar a participação do professor enquanto agente social do sistema escolar, que contribui para a reprodução das relações sociais, buscando analisar como os docentes se reconhecem no sucesso ou fracasso escolar de seus aluno e os mecanismos ideológicos veiculados por eles para ocultar sua contribuição no processo de produção do fracasso escolar, em especial, dos alunos das classes sociais menos favorecidas, que muitas vezes são rotulados e estigmatizados como fracassados ou incapazes, por não conseguirem obter êxito nas atividades escolares.(AU)
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Considerando a expansão do ensino superior e do aumento do número de estudantes universitários, aumentam-se as demandas e a necessidade de se promover um desenvolvimento integral para o estudante. Diante disso, esse estudo teve como objetivo avaliar a qualidade de vida e o bem-estar subjetivo de estudantes universitários. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e de delineamento transversal, no qual foram utilizados o Instrumento de Avaliação de Qualidade de Vida (WHOQOL-Bref) da Organização Mundial da Saúde - OMS, a Escala de Bem-Estar Subjetivo - EBES e um Questionário de Caracterização Sociodemográfica. Participaram desse estudo 257 estudantes de ambos os gêneros e de seis cursos de graduação de uma universidade federal. A análise dos dados da qualidade de vida mostrou que o domínio com maior média (15,23) foi o de relações sociais e o pior (12,87) foi o de meio ambiente. Quando comparado a outros estudos, esses estudantes, em geral, apresentaram pior qualidade de vida. Quanto aos fatores da Escala de Bem-Estar Subjetivo foi encontrado maior média (3,80) na frequência de emoções negativas em comparação com as emoções positivas (3,27) e com a satisfação com a vida (3,57). A maioria dos estudantes, 185 (72%) apresentaram bem-estar subjetivo moderado. Através desses resultados, faz-se necessário pensar em ações de prevenção e promoção da saúde com o objetivo de amenizar ou eliminar os aspectos negativos encontrados e de fortalecer os positivos. Os resultados desse estudo apontam para a necessidade de uma ampliação das políticas de assistência ao estudante, com intervenções psicossociais que objetivem melhorar os índices de bem-estar subjetivo e de qualidade de vida.
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A epidemia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (aids) é, atualmente, um fenômeno de grande magnitude e extensão na saúde mundial. A síndrome de lipodistrofia é uma alteração que afeta a autoimagem corporal e a sexualidade, aumentando o estigma da doença e ocasionando dificuldades na adesão ao tratamento e nas relações sociais. OBJETIVOS: a) descrever aspectos da psicodinâmica de pacientes HIV/aids acometidos e não acometidos pela lipodistrofia, dando enfoque aos mecanismos de defesa utilizados ; b) investigar a percepção de imagem corporal em pacientes HIV/aids acometidos e não acometidos pela síndrome de lipodistrofia; c) identificar semelhanças e diferenças de percepção de imagem corporal em pacientes HIV/aids acometidos pela lipodistrofia com aqueles não acometidos. MÉTODO: Foram selecionados oito pacientes por critério de conveniência do ambulatório da Clínica de Infectologia do Hospital Heliópolis. Foram utilizados um Roteiro de Entrevista e o Desenho da Figura Humana DFH teste projetivo gráfico de personalidade; a análise dos dados foram submetidos à análise qualitativa conforme indicação do instrumental, auxiliados pela leitura do conteúdo clinico-diagnóstico psicológico. RESULTADOS: Nos dois grupos os dados apontaram para características em comum quanto à psicodinâmica interna e à percepção de imagem corporal. Recursos defensivos primitivos foram os mais utilizados caracterizando a presença de disfunção da imagem corporal e um controle egóico rígido, embora frágil. Percebeu-se o quanto é angustiante, para estas pacientes, lidar não somente com a autoimagem como também com a sexualidade. CONCLUSÕES: Os programas de acompanhamento ao HIV/aids devem considerar o quanto essas pacientes necessitam de ser acompanhadas em psicoterapia. A promoção de saúde deve levar em conta não somente a melhora da qualidade de vida, mas também buscar compreender como estas mulheres se relacionam e de que forma exercem a sua sexualidade.
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As relações sociais e de apoio constituem um fator importante para melhorar a qualidade de vida dos portadores de doenças crônico-degenerativas. Neste contexto, os grupos multidisciplinares de suporte representam uma prática de atenção à saúde que evidenciam um potencial terapêutico e de aprendizagem para os pacientes, familiares e profissionais de saúde. A finalidade deste estudo foi investigar se o grupo de suporte alterou a qualidade de vida 31 de pacientes portadores de câncer. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório com abordagem quantitativa, no qual foi utilizado o questionário EORTC-QLQ-C30, específico para mensurar a qualidade de vida de pacientes oncológicos. O EORTC-QLQ-C30 foi utilizado em duas fases: antes da adesão do paciente ao grupo e após quatro meses de participação do paciente nas atividades grupais. A comparação dos resultados das duas fases mostrou aumento dos escores das Funções e da Medida Global de Saúde e Qualidade de Vida, diminuição dos escores das escalas de sintomas, além de alterações não significativas no item Dificuldades Financeiras. Conclui-se que após as atividades grupais, houve melhora da qualidade de vida dos participantes deste estudo, exceto no que se refere à questão financeira.(AU)
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Este estudo buscou estudar qualidade de vida em indivíduos que trabalhavam em cooperativas com a filosofia da Economia Solidária. Mais especificamente procurou: levantar o perfil sócio econômico cultural e demográfico de indivíduos adultos integrantes de programas de Economia Solidária; avaliar a qualidade de vida desses indivíduos integrantes de programas; descrever a compreensão desses trabalhadores sobre o conceito de qualidade de vida. Participaram desse estudo 69 pessoas, trabalhadores de três cooperativas distintas de catadores de lixo reciclável. Foi aplicado um questionário elaborado especialmente para esse estudo contendo dados de identificação dos participantes, com o propósito de fazer um levantamento relativo aos dados sócioeconômicos, culturais e demográficos e, nesse questionário foi agregado o critério de classificação de renda e classe social da Associação Brasileira dos Institutos de Pesquisa - ABIPEME e utilizou-se a Escala de Qualidade de vida Whoqol Bref . Verificou-se, que os trabalhadores apresentaram um bom nível de qualidade de vida. Em relação aos dados sócio-econômicos culturais, observou-se um predomínio da presença de mulheres, solteiras ou com parceiros, mas com filhos. Com relação aos domínios que compõem Qualidade de Vida, houve uma correlação significativa entre os domínios físico e psicológico e também uma correlação entre os domínios: psicológico e de relações sociais. Por outro lado, o domínio meio ambiente foi o que apresentou um índice menor de qualidade de vida em relação aos demais. Levanta-se a hipótese de que o fato dos cooperados estarem insatisfeitos com seus ganhos, por os considerarem insuficientes, acrescido de suas condições de moradia serem precárias, além da maioria ser oriunda de um sistema econômico competitivo e individualista e não terem ainda a devida adaptação que esse novo sistema exige, interferiram no domínio meio ambiente de forma negativa..(AU)
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Desde tempos remotos é notória a busca da humanidade para entender e conquistar a felicidade, qualidade de vida, bem-estar e saúde na sua plenitude bio-psico-social. Assim, o objetivo geral deste estudo foi analisar as relações entre percepções de suporte (social, social no trabalho e organizacional) e bem-estar no trabalho (satisfação no trabalho, envolvimento com o trabalho e comprometimento organizacional afetivo) em trabalhadores com deficiência, pois são poucas as pesquisas sobre pessoas com deficiência (PCD). O propósito em abordar o trabalho é por ser um importante elemento de integração social e por constituir um símbolo de reconhecimento social, valorizando a capacidade de estreitar contatos e de estabelecer relações sociais. Deste estudo, participaram 44 trabalhadores com algum tipo de deficiência que atuam em cargos operacionais, técnicos e administrativos. Todos foram escolhidos por conveniência, sendo 24 (54,5%) do sexo masculino e 20 (45,5%) do sexo feminino, com idade entre 18 e 65 anos. Foi possível classificar as deficiências dos participantes em quatro categorias: deficiência nos membros superiores: 9 (20,5%) trabalhadores; deficiência nos membros inferiores: 11 (25%) trabalhadores; deficiência auditiva: 21 (47,7%) trabalhadores; deficiência visual: 3 (6,8%) trabalhadores. Para a coleta de dados foi utilizado questionário de auto-preenchimento, composto de seis escalas que avaliam satisfação no trabalho, envolvimento com o trabalho e comprometimento organizacional, além de suporte social, suportes social no trabalho e organizacional. Foram realizadas análises estatísticas descritivas, testadas diferenças entre médias, bem como calculados coeficientes de correlação entre variáveis. Os resultados apontam que em termos de satisfação no trabalho, não revelam discrepâncias entre estudos realizados com trabalhadores sem deficiências (considerados normais ). Também foi possível observar que as PCD declaram ter orgulho da empresa em que trabalham, além de estarem contentes, entusiasmadas, interessadas e animadas com a organização empregadora. O estudo revelou que as PCD obtêm de sua rede social, ajuda emocional que lhes proporciona sentimento de apoio frente às dificuldades ou carências afetivas, pois provavelmente entendam que podem contar com essa rede para comemorar realizações e sucessos, da mesma forma que receber carinho e consolo quando se frustram ou passam por algum momento triste. É possível afirmar que as PCD percebem que essa mesma rede seria capaz de lhes prover algum apoio prático, como receber informações acerca de sua saúde, talvez reabilitação, também informações para atualização profissional ou até acompanhamento do seu desenvolvimento, inclusive busca de novas oportunidades e desafios para crescimento pessoal e profissional. Os resultados desta pesquisa indicam que as PCD tendem a manter uma forte convicção de que a empresa em que trabalham preocupa-se com seu bem-estar e está disposta a oferecer ajuda diante uma necessidade. Demais resultados sinalizam que as PCD tendem a aumentar o seu vínculo com o trabalho vivenciando mais satisfação na medida em que também aumentam os suportes ofertados pela organização, pela rede social no contexto do trabalho e fora dele. A análise de todo o conteúdo confeccionado é a grande contribuição deste estudo, por ser considerado pioneiro nesta discussão, mas futuros estudos podem vir a confirmar tais resultados e corroborar com mais informações.(AU)
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Objects are produced within, and simultaneously affect, the process of organizing as a consequence of their interaction within social collectives. This paper discusses the impact and influences of the growth of post-social relations, between human and technological objects, on social and organisational arrangements. The paper presents a discussion largely at the conceptual level and draws from a variety of literatures, including the burgeoning sociology of science literature. The discussion in this paper is based on a view that posits the growth of intimate links with epistemic objects within organisations and society. Organising through networks of post-social relations increasingly comes to affect the manner in which differing groups of organisational participants, and particularly various categories of knowledge workers, experience time and spatial arrangements within organisations.
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New techniques in manufacturing, popularly referred to as mechanization and automation, have been a preoccupation of social and economic theorists since the industrial revolution. A selection of relevant literature is reviewed, including the neoclassical economic treatment of technical change. This incorporates alterations to the mathematical production function and an associated increase in the efficiency with which the factors of production are converted into output. Other work emphasises the role of research and development and the process of diffusion, whereby new production techniques are propagated throughout industry. Some sociological writings attach importance to the type of production technology and its effect on the organisational structure and social relations within the factory. Nine detailed case studies are undertaken of examples of industrial innovation in the rubber, automobile, vehicle components, confectionery and clothing industries. The old and new techniques are compared for a range of variables, including capital equipment, labour employed, raw materials used, space requirements and energy consumption, which in most cases exhibit significant change with the innovation. The rate of output, labour productivity, product quality, maintenance requirements and other aspects are also examined. The process by which the change in production method was achieved is documented, including the development of new equipment and the strategy of its introduction into the factory, where appropriate. The firm, its environment, and the attitude of different sectors of the workforce are all seen to play a part in determining the motives for and consequences which flow from the innovations. The traditional association of technical progress with its labour-saving aspect, though an accurate enough description of the cases investigated, is clearly seen to afford an inadequate perspective for the proper understanding of this complex phenomenon, which also induces change in a wide range of other social, economic and technical variables.
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This thesis sets out to understand the act of migrating in a period of growing movement of people. It captures the subjective experience of individual migrants, as narrated in the migration stories of 32 “new” Polish migrants in the West Midlands region of England. Since the enlargement of the European Union in 2004, over half a million Poles have arrived and registered to work in the UK, constituting one of the largest migration movements in contemporary Britain and Europe. This influx of predominantly young migrants opened up public and academic debates regarding the social relations between the Polish migrants and the host society, their duration of stay, and the impact on the economy and social services. While a substantial amount of research has now been undertaken on this migration, this thesis highlights some of the significant features of migration to Britain and Europe today, namely its dynamic, fluid, complex and varied character. Through four themes of lived experience of migration, migration and mobility, gender, and return migration, this thesis uncovers and explores the phenomenon of post-2004 EU migration from the perspective of migrants themselves. Migrant stories in this thesis are linked with experiences and meanings of migration, but also migrants’ emotions, perceptions, views and opinions. By exploring individual journeys of migration and deliberating over the determinants and consequences of migration, this thesis asks how the processes of migration and mobility come into play in the everyday lives of migrant people, and how this impacts on questions of identity, home, belonging, gender, as well as return.
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Adopting an institutional approach from organization studies, this paper explores the role of key actors on “purposeful governance for sustainability” (Smith, Voss et al. 2010: 444) through the case of smart metering in the UK. Institutions are enduring patterns in social life, reflected in identities, routines, rules, shared meanings and social relations, which enable, and constrain, the beliefs and behaviours of individual and collective actors within a field (Thornton and Ocasio 2008). Large-scale external initiatives designed to drive regime-level change prompt ‘institutional entrepreneurs’ to perform ‘institutional work’ – “purposive action aimed at creating, maintaining and disrupting institutions” (Lawrence and Suddaby, 2006). Organization scholars are giving increasing attention to ‘field-configuring events’ (FCEs) which provide social spaces for diverse organizational actors to come together to collectively shape socio-technical pathways (Lampel and Meyer 2008). Our starting point for this exploratory study is that FCEs can offer important insights to the dynamics, politics and governance of sustainability transitions. Methodologically, FCEs allow us to observe and “link field evolution at the macro-level with individual action at the micro-level” (Lampel and Meyer, 2008: 1025). We examine the work of actors during a series of smart metering industry forums over a three-year period (industry presentations [n= 77] and panel discussions [n= 16]). The findings reveal new insights about how institutional change unfolds, alongside technological transitions, in ways that are partial and aligned with the interests of powerful incumbents whose voices are frequently heard at FCEs. The paper offers three contributions. First, the study responds to calls for more research examining FCEs and the role they play in transforming institutional fields. Second, the emergent findings extend research on institutional work by advancing our understanding of a specific site of institutional work, namely a face-to-face inter-organizational arena. Finally, in line with the research agenda for innovation studies and sustainability transitions elaborated by Smith et al (2010), the paper illustrates how actors in a social system respond to, translate, and enact interventions designed to promote industrial transformation, ultimately shaping the sustainability transition pathway.
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In the current global economic climate, international HRM is facing unprecedented pressure to become more innovative, effective and efficient. New discourses are emerging around the application of information technology, with 'e-HR' (electronic-enablement of Human Resources), self-service portals and promises of improved services couched as various HR 'value propositions'. This study explores these issues through our engagement with the emergent stream of 'critical' HRM, the broader study of organizational discourse and ethical management theories. We have found that while there is growing research into the take-up of e-HR applications, there is a dearth of investigation into the impact of e-HR on the people involved; in particular, the (re)structuring of social relations between HR functions and line managers in the move away from face-to-face HR support services, to more technology-mediated 'self-service' relationships. We undertake a close reading of personal narratives from a multinational organization, deploying a critical discourse lens to examine different dimensions of e-HR and raise questions about the strong technocratic framing of the international language of people management, shaping line manager enactment of e-HR duties. We argue for a more reflexive stance in the conceptualization e-HR, and conclude with a discussion about the theoretical and practical implications of our study, limitations and suggestions for future research. © 2014 © 2014 Taylor & Francis.
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Technology discloses man’s mode of dealing with Nature, the process of production by which he sustains his life, and thereby also lays bare the mode of formation of his social relations, and of the mental conceptions that flow from them (Marx, 1990: 372) My thesis is a Sociological analysis of UK policy discourse for educational technology during the last 15 years. My framework is a dialogue between the Marxist-based critical social theory of Lieras and a corpus-based Critical Discourse Analysis (CDA) of UK policy for Technology Enhanced Learning (TEL) in higher education. Embedded in TEL is a presupposition: a deterministic assumption that technology has enhanced learning. This conceals a necessary debate that reminds us it is humans that design learning, not technology. By omitting people, TEL provides a vehicle for strong hierarchical or neoliberal, agendas to make simplified claims politically, in the name of technology. My research has two main aims: firstly, I share a replicable, mixed methodological approach for linguistic analysis of the political discourse of TEL. Quantitatively, I examine patterns in my corpus to question forms of ‘use’ around technology that structure a rigid basic argument which ‘enframes’ educational technology (Heidegger, 1977: 38). In a qualitative analysis of findings, I ask to what extent policy discourse evaluates technology in one way, to support a Knowledge Based Economy (KBE) in a political economy of neoliberalism (Jessop 2004, Fairclough 2006). If technology is commodified as an external enhancement, it is expected to provide an ‘exchange value’ for learners (Marx, 1867). I therefore examine more closely what is prioritised and devalued in these texts. Secondly, I disclose a form of austerity in the discourse where technology, as an abstract force, undertakes tasks usually ascribed to humans (Lieras, 1996, Brey, 2003:2). This risks desubjectivisation, loss of power and limits people’s relationships with technology and with each other. A view of technology in political discourse as complete without people closes possibilities for broader dialectical (Fairclough, 2001, 2007) and ‘convivial’ (Illich, 1973) understandings of the intimate, material practice of engaging with technology in education. In opening the ‘black box’ of TEL via CDA I reveal talking points that are otherwise concealed. This allows me as to be reflexive and self-critical through praxis, to confront my own assumptions about what the discourse conceals and what forms of resistance might be required. In so doing, I contribute to ongoing debates about networked learning, providing a context to explore educational technology as a technology, language and learning nexus.
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Investigating the experience of violence against women and exploring women's coping strategies is a crucial component of re-tailoring the provision of services for victims/survivors. This article explores violence against women in the context of culture, theory of fear of violence and literature on spaces perceived to be 'safe' or 'dangerous' by women victims/survivors of violence in Ethiopia. To collect the relevant data, we conducted 14 semi-structured interviews with Ethiopian women who are victims/survivors of violence and three interviews with gender experts in Ethiopia. Our group of women suffer in 'silence' and confide only in friends and relatives. They did not resort to institutional support due to lack of awareness and general societal disapproval of such measures. This contrasts with claims by experts that the needs of these women are addressed using an institutional approach. Culture, migration status and lack of negotiating power in places of work are key factors when considering violence. The majority of the respondents in this study occupy both public and private spaces such as bars and homes and have experienced violence in those spaces. The social relations and subsequent offences they endured do not make spaces such as these safe. Education of both sexes, creation of awareness, sustainable resource allocation to support victims/survivors, ratification of the Maputo protocol and effective law enforcement institutions are some of the practical strategies we propose to mitigate the incidence of violence in Ethiopia. © 2010 Taylor & Francis.
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A társadalmi kapcsolatok hálózatának elemzése akárcsak a kísérleti közgazdaságtan, az utóbbi évtizedben rohamosan fejlődő diszciplína, amely számos új tudományos eredménnyel gazdagította és gazdagítja a társadalmi és gazdasági jelenségek magyarázatait. A hálózati kísérletek a két diszciplína találkozási pontján különösen tanulságosak, hiszen nem pusztán a hálózati iparágak működését és problémáit segítenek megérteni és megmagyarázni, de eredményeik meghatározó jelentőségűek a fogyasztói döntéshozatal vizsgálatában és a piaci verseny szabályozásának szempontjából is. A jelen tanulmány áttekintést ad a hálózati kísérletekről, ezen belül a lokális interakciós játékokról, a strukturálisan beágyazott játékokról, a cserehálózatok irodalmáról és a hálózatformálódási játékokról, valamint bemutatja a legfontosabb eredmények gyakorlati alkalmazási lehetőségeit és az alkalmazhatóság korlátait. / === / Analysis of the network of social relations, like experimental economics as a whole, is a discipline that has developed rapidly in recent decades and provided many new findings to explain societal and economic phenomena. Network experiments are notably instructive at the point of contact between the two disciplines, for besides helping to comprehend and explain the operation and problems of the network industries, they produce findings of decisive importance to examining consumer decision-making and regulating market competition. The study looks into network experiments, including local interaction games, structurally grounded games, the literature on exchange networks, and network-shaping games, as well as presenting the main results of applying them and the restrictions on doing so.
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This dissertation examined how United States illicit drug control policy, often commonly referred to as the "war on drugs," contributes to the reproduction of gendered and racialized social relations. Specifically, it analyzed the identity producing practices of United States illicit drug control policy as it relates to the construction of U.S. identities. ^ Drawing on the theoretical contributions of feminist postpositivists, three cases of illicit drug policy practice were discussed. In the first case, discourse analysis was employed to examine recent debates (1986-2005) in U.S. Congressional Hearings about the proper understanding of the illicit drug "threat." The analysis showed how competing policy positions are tied to differing understandings of proper masculinity and the role of policymakers as protectors of the national interest. Utilizing critical visual methodologies, the second case examined a public service media campaign circulated by the Office of National Drug Control Policy that tied the "war on drugs" with another security concern in the U.S., the "war on terror." This case demonstrated how the media campaign uses messages about race, masculinity, and femininity to produce privileged notions of state identity and proper citizenship. The third case examined the gendered politics of drug interdiction at the U.S. border. Using qualitative research methodologies including semi-structured interviews and participant observation, it examined how gender is produced through drug interdiction at border sites like Miami International Airport. By paying attention to the discourse that circulates about women drug couriers, it showed how gender is normalized in a national security setting. ^ What this dissertation found is that illicit drug control policy takes the form it does because of the politics of gender and racial identity and that, as a result, illicit drug policy is implicated in the reproduction of gender and racial inequities. It concluded that a more socially conscious and successful illicit drug policy requires an awareness of the gendered and racialized assumptions that inform and shape policy practices.^