918 resultados para Ritual celebration


Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Este artigo propõe uma discussão inicial acerca do valor das preces nos rituais funerários e, sobretudo, como as palavras sagradas podem ser transformadas, para além do sentido primário que possuem, em importantes instrumentos no processo ritual post mortem. Neste sentido, o trabalho apresenta alguns detalhes sobre o ritual funerário judaico e suas preces, especialmente a partir da oração central, o Kaddish.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Este artigo aborda aspectos da cultura de Pirenópolis através de um festejo anualmente realizado na cidade: as cavalhadas, rito de fundo religioso que integra a tradicional festa do Divino Espírito Santo. Seu palco, a pequena Pirenópolis, se localiza no interior do estado de Goiás e se caracteriza por uma marcante interface entre o universo urbano e o rural. Para a população local, os dias festivos representam importantes momentos de socialização e também de compartilhamento de valores. A festa religiosa permite que se constitua uma noção de pertencimento coletivo a uma comunidade de fiéis, além de reforçar anualmente elementos da cultura local. A partir de perspectiva etnográfica, analisaremos: a dimensão familiar envolvida no processo festivo; distinções entre tempos e modos de festejar femininos e masculinos; significados contidos na encenação das cavalhadas.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

O trabalho descreve registros etnográficos da Festa do Círio de Nazaré, em Belém, Pará, indicando que a promoção dessa manifestação é agenciada desde bases identitárias diversificadas, gerando circuitos e fluxos que convergem para um ritual complexo e difuso. Essa promoção tem tensionado os papéis dos atores sociais e religiosos locais, que buscam se apropriar desse bem religioso e devocional, promovendo manifestações que complementam a dinâmica da festa. Tais apropriações evidenciam agenciamentos e conflitos que extrapolam a esfera religiosa propriamente dita, mas gravitam em torno da centralidade ritual da Festa do Círio. Forma-se, assim, um campo de negociações em torno das apropriações do evento, firmando um imperativo social de desempenho que orienta os projetos dos atores, como agenciamentos da religiosidade.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Durante pesquisa de campo, observei diversas atitudes de 'ajuda'. O presente artigo é uma descrição dessas relações sob a ótica da interação de dois coletivos de agentes: os católicos que presidem o Centro Social Marista e os jovens atendidos por esse Centro. A partir das 'ajudas' e da decorrente alteração de status advinda da consideração de uma bem sucedida 'inclusão social', analiso a produção de indivíduos exemplares, de cuja pedagogia traço a face ritual. Tais indivíduos estabelecem com outros jovens uma relação de exemplaridade que, por sua vez, e fechando o circuito, é central para a concretização do sistema de trocas baseadas na gratuidade e para a tentativa de consolidação de uma comunidade moral de semelhantes.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

O presente artigo propõe uma reflexão sobre o papel das interdições rituais pessoais, chamadas de quizilas, no contexto do candomblé da Bahia (Jeje-Nagô). A pesquisa de campo levou à hipótese de que, para além das proibições profiláticas e dos tabus de cunho coletivo, existem interdições pessoais baseadas em sensibilidades negativas, notadamente em ojerizas ou alergias alimentares, que guiam o iniciado numa relação particular com os orixás. A constatação de que a sensibilidade corporal desempenha um papel importante nesse tipo de gesto ritual indica, portanto, a importância de uma prática etnográfica debruçada sobre a noção de "corpo que sente".

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Basado en una reciente investigacion etnografica entre los Embera-Chami de la région plurietnica del Valle del Cauca (Colombia) el examen de escenarios de encuentros interénicos encuadrados por la legislacion multicultural permite vislumbrar la paradojica interdependencia entre la institucionalizacion de un concepto culturalista singularizante de "la" cultura y la homogeneizacion politica de los grupos etnicos. La "estatizacion" de las relaciones inter-étnicas, concomitante a la competicion por la visibilidad, entre grupos de igual estatus en la legislacion nacional e internacional aparecen como dimensiones emergentes del campo interétnico, mientras que se confirma el papel performativo de la ritualizacion en la circulacion y la apropriacion de discursos y practicas. Los escenarios descritos que corresponden a múltiples situaciones semejantes evidencian también que la apropiación multidireccional y uso contextual de conceptos genéricos provenientes del espacio académico, nacional e internacional - como "médico tradicional", "derecho ancestral", "reforzamiento cultural", o "chamanismo" - construyen campos de paradojas. Permiten a los actores étnicos de construir y visibilizar una singularidad cultural aislacionista conforme al concepto oficializado de "cultura" pero al mismo tiempo empujan a una mayor apertura de las "zonas de contacto" interétnicas donde circulan una mayor variedad de prácticas y discursos que antes de la institucionalización del multiculturalismo.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Este trabalho volta-se para um movimento religioso conhecido como Vale do Amanhecer, que surge no final dos anos 1960 em Brasília e marca-se por um intenso sincretismo religioso, agregando elementos do catolicismo, espiritismo, religiões afro-brasileiras e Nova Era. Os adeptos desse movimentos são reconhecidos como médiuns, com dois tipos distintos: o Apará, que incorpora as entidades espirituais; e o Doutrinar, que não incorpora, porém comanda os rituais. Nossa análise recaí sobre o primeiro tipo, mais especificamente sobre a relação entre seu corpo e o pertencimento religioso, tomando por base os dados obtidos por meio de pesquisa etnográfica, principalmente durante um ritual denominado "Trono".

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Resumo Este trabalho tem o objetivo de empreender uma investigação preliminar sobre o processo de fundação dos terreiros de candomblé, partindo das narrativas etnográficas de um estudo de caso em que pude acompanhar a transformação de uma adepta em mãe de santo. O texto se desdobra em três eixos principais, abrangendo a construção material da casa de santo, o seu sentido ritual e espiritual, assim como a sua inserção na esfera legal/jurídica enquanto associação religiosa. A intenção é mostrar que essas dimensões são interligadas, tocando também em questões de ordem econômica, política e no debate sobre propriedade nos terreiros de candomblé.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Resumo Abordo neste artigo as apropriações culturais e transformações rituais da Verônica, o vero ícone, personagem vinculada à dramatização da paixão de Cristo, que remete tanto à mulher que teria o ajudado na via-crúcis, enxugando o seu rosto coberto de sangue e suor, quanto ao próprio tecido onde teria ficado impressa a face de Cristo. Relacionando o material etnográfico produzido em minha pesquisa sobre celebração da Semana Santa em Ouro Preto (MG) com o trabalho de outros autores, investigo as relações que se mantêm tanto entre as intérpretes da Verônica e seu público, quanto entre elas e o próprio personagem/artefato manipulado. Ao analisar as técnicas de interpretação e as ambivalências que se depreendem da pragmática ritual que envolve tal personagem, concluo que a Verônica (isto é, o “sudário”) pode ser compreendida como um tipo de “máscara”, uma persona que permite tanto mobilizar e exprimir certos estados interiores de suas performers, quanto conectar a corporalidade profana dessas intérpretes com a sacralidade ambígua do rosto de Cristo.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Kirjallisuusarvostelu

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Contient : 1 Lettres écrites audit « Henry Stercke,... receveur general des finances de l'empereur... en recommandacion d'icelluy estat de tresorier de l'ordre », par « PHELIPPES DE CROY,... de Beaulmont, le 9e de sept. 1539... M. DE HORNES,... de Brame Chasteau, ce 13e de sept. 1539 », et « FLORYS,... de Bveren, le 16e de sept. 1539 ». Copies ; 2 Commission de trésorier dudit ordre, donnée audit Stercke par l'empereur CHARLES-QUINT. Bruxelles, 27 octobre 1540. Copie ; 3 Serment prêté par ledit trésorier en la ville de Bruxelles, le 27 octobre 1540 ; 4 « Copie de la lectre » écrite par « MARIE,... royne douaigière de Hongrie, de Bohême, etc., regente, etc. », à la veuve et aux enfants de Jean « Micault », précédent trésorier de l'ordre, les requérant et, « de par l'empereur », son « seingneur et frere », leur ordonnant « par inventoire delivrer à Henry Stercke, receveur general des finances de Sa Majesté, tous et quelzconques les aornements, colliers, habillemens, habiz, livres et registres » de l'ordre de la Toison d'or. Bruxelles, 22 octobre 1539 ; 5 « Copie du récépissé. Inventoire des joyaulx et baghes de l'ordre du Thoison d'or », remis par « dame Liévine van Cats, vefve, et les enffans de... J. Micault », en vertu de la lettre ci-dessus, et délivrés à « H. Stercke,... le 14e jour de nov. 1539 », lequel en accuse réception, le 21 nov. de la même année ; 6 « Extrait des ordonnances concernant icelluy office de tresorier de l'ordre » ; 7 « Addicions d'icelles ordonnances pour icelluy office, comme s'enssuyt » ; 8 « Chevalliers trespassez depuis le chapitre de l'ordre tenu en Tournay » en décembre 1531 ; 9 Colliers dudit ordre reçus par H. Stercke depuis son entrée en l'office de trésorier. 1539-1541 ; 10 Déclaration des colliers apportés de « Reghensbourg » à Bruxelles par « Franchois de Taxis, maistre des postes de l'empereur », par ordonnance de S. M., et delivrés audit « H. Stercke » ; 11 Livres des statuts dudit ordre apportés et délivrés audit trésorier par ledit F. de Taxis ; 12 Autres colliers reçus par ledit trésorier, de 1541 à 1545 ; 13 Lettre de récépissé dudit trésorier donnée à Nicolas Du Trieu, aide de la garde-robe de l'empereur, de plusieurs accoutrements de S. M. servant pour tenir l'ordre de la Toison d'or. Utrecht, 19 janvier 1545-6. Copie ; 14 Ornements d'église que l'empereur a commandé faire faire pour la chapelle de l'ordre de la Toison d'or à Dijon ; 15 Anvers, 18 mai 1540. Ordonnance de l'empereur pour la délivrance desdits ornements à « Jehan Thibault, chanoine » en ladite chapelle, et récépissé dudit J. Thibault. Copies ; 16 « Chevalliers de l'ordre ayant perdu leurs colliers de l'ordre en fait de guerre et aultrement en affaire honnourable, et ausquelz ledit tresorier a baillé nouveaulx colliers à l'ordonnance et ainsi qui s'enssuyt ». 1542 à 1544 ; 17 « Solempnitez tenues à Bruxelles » du 29 novembre au 1er décembre 1543 ; 18 « Lettres closes, que l'empereur escript à pluseurs rois, princes, ducz, contes et seigneurs, tous chevaliers de son ordre du Thoison d'or, pour le fait et chapitre dud. ordre, délibéré et conclu tenir en la ville d'Utrecht, le 3e jour de may 1544 ». Bruxelles, le 16 décembre 1543 ; 19 « Aultres et nouvelles lectres escriptes de par » l'empereur « aux chevaliers de son ordre... affin d'eulx trouver en sad. ville d'Utrecht au » 30 « novembre 1545... pour illecq sollempniser et tenir led. chapitre d'icelluy ordre » qui n'avait pu avoir lieu le 3 mai 1544 ; 20 « Comment les tableaux, ou les armes et blasons des chevaliers » de l'« ordre ont esté mises et posées en l'eglise cathedrale à Utrecht » pour le chapitre tenu les 2, 3 et 4 janvier 1545-6 ; 21 Habillements que le trésorier doit porter chacun des trois jours du chapitre ; 22 Ordre que doivent tenir les quatre officiers dudit ordre en allant à l'église ; 23 Récépissé d'une cotte d'armes donné par « FRANCHOIS, bastard DE FALLAIX, dit Thoison d'or », à « Henry Stercke ». 22 août 1545. Copie ; 24 Copie du privilège accordé aux chevaliers de la Toison d'or et aux quatre officiers de l'ordre par Charles, duc de Bourgogne, et renouvelé par MAXIMILIEN, son gendre, « duc d'Austrice, de Bourgoigne », etc. Bruxelles, octobre 1478 ; 25 « Translation de la bulle du sainct concille de Basle », adressée à Philippe le Bon, duc de Bourgogne, et aux chevaliers de la Toison d'or, « congratulatoire sur l'erection et institucion » dudit ordre « à la deffense de la saincte foy catholicque, et exhortatoire à lad. saincte oeuvre ». Bâle, 4 novembre 1432 ; 26 « Espitre pour tenir et celebrer la noble feste du Thoison d'or », par « OLIVIER, seigneur DE LA MARCHE », adressée à Philippe le Beau, père de Charles-Quint, en 1501 ; 27 « Forme de l'indiction et insinuation du chapitre du tres insigne ordre du Thoison d'or, de la celebration d'icelluy et des sollempnitez et cerimonies y requises, prinse et extraicte des statutz dud. ordre, de diverses instructions, mémoires et ordonnances, et des registres des chapitres, actes et cerimonies d'iceulx, puis l'institution d'icelluy ordre, et redigiez par escript par LAURENS DU BLIOUL, seigneur DU SART, chevalier, secretaire et greffier... ». Ce traité, dont la rédaction est approuvée par les trois autres officiers dudit ordre, « Phelippe Nigri, ...Jehan Micault,... et Thomas Ysacq », qui l'adressent à l'empereur, conjointement avec le Sr Du Sart, le 4e de novembre 1534, est suivi d'une lettre « du Sr Du Sart,... à monseigneur de Grantvelles, premier conseillier d'Estat dudict Sr empereur, chief, etc., touchant lad. matière », de même date ; 28 « La description et la declaration par noms et surnoms de monseigneur le premier fondateur, ensemble de messrs ses successeurs, chiefs et souverains, et des très nobles roys, princes et autres chevalliers, confrères et compaignons du noble ordre de la Thoison d'or, par distinction et speciffication du temps et des chapitres, et lieux où et quant lesd. chevaliers ont esté esleuz et accompaignez oudict ordre »

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

As part of the celebration of the 200th anniversary of Sir Isaac Brock's birth on October 6, 1969, a piece of granite from Isaac Brock's childhood home in Guernsey was unveiled along with a plaque commemorating the ties between the General, the University, and Guernsey. The granite had been donated by Sir William Arnold, Bailiff of Guernsey, two years prior and had been in the possession of the university since that time before it was unveiled. The granite block was integrated into a wall in the Thistle Complex. It has since been relocated and is now part of a wall in the Walker Complex. Pictured here from left to right are: Sir William Arnold, Mrs. Arnold, Dr. Gibson and Governor General Michener.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

This study explored the concept of a spiritual retreat for frontline employees of a large corporate call centre. During a 1 day retreat, 4 call centre employees were introduced to various meditation and retreat activities. Follovsdng the retreat the participants were asked to incorporate the various meditations and activities into their workplace. The participants kept journals throughout the study in an effort to determine what occurred when these practices were transferred from the retreat setting to the workplace. This study examined how a working spirituality enhances one's sense of fulfillment, defined by certain critical elements: relationship, awareness, ritual, internal commitment, and choice. Although the retreat was a successful means of exploring these elements, the degree to which each employee could benefit from them was determined by the extent of their internal commitment not only to themselves, but also to their jobs.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Published by the Committee of Arrangement of Washington County, Maryland.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

The Women's Literary Club of St. Catharines was founded in 1892 by a local author, Emma Harvey (Mrs. J.G.) Currie (1829-1913) and held its last official meeting on February 19, 1994. The Club developed, flourished and eventually waned. After more than one hundred successful years, the last members deposited the Club's archives at Brock University for the benefit of researchers, scholars and the larger community. The ‘object of the Club’ was established as “the promotion of literary pursuits.” The Club was a non-profit social organization composed of predominantly white, upper middle class women from the St. Catharines and surrounding areas. Club meetings were traditionally held fortnightly from March to December each year. The last meeting of the year was a celebration of their Club anniversary. The early meetings of the Club include papers presented and music performed by Club members. The literary pursuits that would dominate the agendas for the entire life of the Club reflected an interest in selected authors, national and local history, classical history, musical performances and current cultural and newsworthy events. For example in 1893 a typical meeting agendas would contain papers on Henry Wadsworth Longfellow, Hawaii, Brook Farm, Miss Louisa May Alcott and “Education of Women 100 years Ago.” Within the first year of the Club’s existence, detailed minute books became the norm and an annual agenda or program developed. The WLC collection contains a near complete set of meeting minutes from 1892 until 1995 and a comprehensive collection of yearly programs from 1983-1967 which members took great care to publish each year. Mrs. Currie brought together a group of women with a shared interest in literature and history, who wanted to pursue that interest in a formal and structured manner. She was well educated and influenced at an early age by her tutor and mentor William Kirby, local historian, writer and newspaper editor from Niagara-on-the-Lake. While Currie’s private education influenced her love of literature and history, the Club movement of the 1890’s offered a more public forum for her to share knowledge and learning with other women. Mrs. Currie was the wife of St. Catharines lawyer, James G. Currie, who also served as a Member of Parliament for the county of Lincoln. Mrs. W.H. McClive, who was also married to a St. Catharines lawyer, worked closely with Currie and they began research into the possibility of a literary Club in St. Catharines. Currie corresponded with a variety of literary Clubs across North America before she and Mrs.McClive tagged onto the momentum of the Club movement and published “A Clarion call for Women of St. Catharines To Form a Literary Club” in the local paper The St. Catharines Evening Journal. in 1892 and asked like Clubs to publish the news of their new Club. The early years of the WLC set the foundation of how the Club meetings and events would unfold for the next 80 plus years. Photos and minutes from the first ten years reveal an excitement and interest in organized Club outings. One particular event, an annual pilgrimage to the homestead of Laura Secord, became a yearly celebration for the Club. Club President, Mrs. Currie’s own personal work on Laura Secord amplified the Club’s interest in the ‘heroine of 1812’ and she allocated the profits from her publication on Secord in order to create a commemorative plaque/monument in the name of Laura Secord. The Club celebrated this event with a regular pilgrimage to this site. The connection felt by Club members and this memorial would continue until the Club’s last meetings. The majority of members in the early years were of the upper middle classes in the growing city of St. Catharines. Many of the charter members were the wives of merchants, business men, lawyers, doctors, even a hatter. Furthermore, the position of president was most often held by a woman with a comprehensive list of interests. This is particularly the case in Isabel Brighty McComb (1876-1941). Brighty who became a member in 1903, became Club president in 1932 and stayed in her post until her death in 1941. Similar to Mrs. Currie, Brighty was a local historian and published 2 booklets on local history. Her obituary indicates her position in the community as an author and involved community member committed to lifetime memberships in the Imperial Order of Daughters of Empire, I.O.D.E., the National Organization of Women, N.O.W. and the United Empire Loyalist Society, as well as the WLC. She was a locally known ‘teacher of elocution’ and a devoted researcher of Upper Canadian history. In a Club scrapbook dedicated to her, the biographical sketch illustrates the professionalism surrounding Brighty. There is very little personal history mentioned and the focus is on her literary works, her published essay, booklets and poetry. This professional focus, evident in both her obituary and the scrapbook, illustrate the diversity of these women, especially in their roles outside of the home. The WLC collection contains a vast array of essay, lectures clippings and scrapbooks from past meetings. Organized predominantly by topic or author, the folders and scrapbooks offer a substantial amount of research opportunity in the literary history of Canada. The dates, scope of topics and authors covered offer historians an exciting opportunity to examine the consumption of particular literary trends, artists and topics within the context of a midsized industrial city in English Canada. This is especially important because the agenda adhered to by the Club was bent on promoting, discussing and reviewing predominantly Canadian material. By connecting when and what these women were studying, scholars many gain a better understanding of the broader consumption and appreciation of literary and social trends of Canadian women outside of publishing and institutional records. Furthermore, because the agendas were set by and for these women, outside of the constructs of an institutionalized canon or agenda, they offer a fresh and on the ground examination of literary consumption over an extensive length of time.