1000 resultados para Represas - Projetos
Resumo:
Os projetos de revitalização urbana são realizações do poder público a partir da identificação de áreas degradadas ou que necessitam de projetos especiais. Para a sua execução, o governo precisa desenvolver uma estrutura gerencial especialmente organizada para este fim. Atualmente ainda não existe uma estrutura de gerenciamento sólida o suficiente para ser utilizada como modelo e replicada em diferentes áreas ou escalas no país. Esta carência está se tornando mais visível em consequência do aumento das parcerias entre o poder público e empresas privadas, viabilizando muitos destes projetos no Brasil mas que, em contrapartida, pressionam o governo a se movimentar para estabelecer uma estrutura eficiente a fim de executá-los no mesmo ritmo que as empresas privadas impõem no desenvolvimento de empreendimentos próprios. Assim, o presente trabalho teve como objetivo reconhecer os principais elementos que compõem a estrutura de gerenciamento de um projeto público de revitalização urbana, levantando informações através da literatura, de três projetos de revitalização urbana já realizados no Brasil e no exterior, procurando extrair as boas práticas1 , e propondo por fim, uma estrutura que permita servir como direcionamento para gerenciadoras ou partes interessadas, com a possibilidade de replicação em diferentes escalas de projetos urbanos. Os resultados encontrados foram separados pelo presente autor em seis fases que, entendem-se relevantes para o planejamento macro da estrutura do ciclo de vida dos projetos de revitalização urbana, sendo estes: (i) Fase de Iniciação, (ii) Fase de Formulação, (iii) Fase de Planejamento e Estrutura, (iv) Fase de Execução, (v) Fase de Monitoramento e Controle e (vi) Fase de Encerramento. O presente artigo é parte de uma pesquisa mais abrangente e detalhada que constitui uma dissertação de mestrado em andamento no programa de Pós-Graduação de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP.
Resumo:
O artigo tratará dos resultados preliminares de minha pesquisa de mestrado, ainda em andamento, cujo objetivo é refletir sobre as "equivocaçâo" (Viveiros de Castros, 2004) que ocorrem com a implantaçâo de projetos de manejo sustentável de animais entre populaçôes indígenas da Amazônia. Pretendo mostrar que essas equivocaçôes se devem ao fato de que os membros de projetos ecológicos e as populaçôes indígenas, apesar de semelhanças superficiais e interesses comuns possuiriam concepçôes e atitudes totalmente diferentes em relaçâo ao que chamamos de natureza e meio ambiente, que nâo existem sob a forma de uma esfera autônoma para muitos desses povo. A partir dessa discussâo, serâo focalizados alguns exemplos específicos de projetos em andamentoou concluídos, estabelecendo um diálogocom autores que discutem experiências de "desenvolvimento" entre povos indígenas.
Resumo:
En el norte de la provincia de Entre Ríos se ha desarrollado un modelo de producción de arroz basado en el uso de agua superficial mediante la construcción de presas de tierra: existen más de 60 con superficies variables. El uso de agroquímicos en esa zona podría introducir un factor de contaminación en el suelo y en el agua de las represas. El objetivo de este trabajo fue determinar la calidad del agua de 19 represas para riego del centro norte de Entre Ríos, mediante bioensayos de germinación de Lactuca sativa var. mantecosa. Los bioensayos se realizaron en cajas de Petri, con papel de filtro en la base humedecido con 3 ml de agua de la muestra correspondiente. Se sembraron 20 semillas por caja, distribuyéndose los tratamientos en bloques al azar con 4 repeticiones, en cámara de germinación con alternancia de luz y oscuridad. Se registró el porcentaje de germinación y la longitud promedio de la raíz; se calculó un índice de germinación. El porcentaje de germinación promedio de los tratamientos fue de 96,07% y de 97,9% en el testigo. El índice de germinación en todos los casos fue superior al 60% y no se detectó toxicidad en el agua proveniente de las distintas represas.
Resumo:
Os projetos sociais esportivos nao existem desde sempre. Algumas condiçoes tornaram possível que se creditasse a estes, no Brasil, as funçoes que lhes sao atribuídas. Pode-se tomá-los, nestes termos, como invençao que visa atender descontentamentos, insuficiências, lacunas de um projeto escolar moderno, mas, também, como a demonstraçao de uma racionalidade que nao cessa de se redimensionar. A maquinaria escolar que resiste ao tempo, desbeiçada, com folgas, corresponde a um projeto social, ou seja, um projeto de sociedade que teima em se autoproduzir. O que nomeamos como nao escolar pode corresponder, ao mesmo tempo, à atualizaçao deste projeto e, no limite de nossas possibilidades, à busca de outros modos de completar o projeto, qual seja, o de igualdade e emancipaçao através do uso da razao. Sao estes substantivos projetos sociais esportivos, invençoes dentro de uma mesma racionalidade que suspeitamos ser uma tentativa de reajuste de uma máquina que até entao era totalmente dependente da instituiçao escola. Tal instituiçao sempre tentou "dar conta" dos indivíduos que sao compulsoriamente inseridos dentro de seus muros. Parece-nos que estes projetos, os sociais esportivos, também; agem sobre os riscos e as virtualidades pretendendo dar conta de toda a sociedade, mas abdicam de muros para isto
Resumo:
Os projetos sociais esportivos nao existem desde sempre. Algumas condiçoes tornaram possível que se creditasse a estes, no Brasil, as funçoes que lhes sao atribuídas. Pode-se tomá-los, nestes termos, como invençao que visa atender descontentamentos, insuficiências, lacunas de um projeto escolar moderno, mas, também, como a demonstraçao de uma racionalidade que nao cessa de se redimensionar. A maquinaria escolar que resiste ao tempo, desbeiçada, com folgas, corresponde a um projeto social, ou seja, um projeto de sociedade que teima em se autoproduzir. O que nomeamos como nao escolar pode corresponder, ao mesmo tempo, à atualizaçao deste projeto e, no limite de nossas possibilidades, à busca de outros modos de completar o projeto, qual seja, o de igualdade e emancipaçao através do uso da razao. Sao estes substantivos projetos sociais esportivos, invençoes dentro de uma mesma racionalidade que suspeitamos ser uma tentativa de reajuste de uma máquina que até entao era totalmente dependente da instituiçao escola. Tal instituiçao sempre tentou "dar conta" dos indivíduos que sao compulsoriamente inseridos dentro de seus muros. Parece-nos que estes projetos, os sociais esportivos, também; agem sobre os riscos e as virtualidades pretendendo dar conta de toda a sociedade, mas abdicam de muros para isto
Resumo:
Os projetos sociais esportivos nao existem desde sempre. Algumas condiçoes tornaram possível que se creditasse a estes, no Brasil, as funçoes que lhes sao atribuídas. Pode-se tomá-los, nestes termos, como invençao que visa atender descontentamentos, insuficiências, lacunas de um projeto escolar moderno, mas, também, como a demonstraçao de uma racionalidade que nao cessa de se redimensionar. A maquinaria escolar que resiste ao tempo, desbeiçada, com folgas, corresponde a um projeto social, ou seja, um projeto de sociedade que teima em se autoproduzir. O que nomeamos como nao escolar pode corresponder, ao mesmo tempo, à atualizaçao deste projeto e, no limite de nossas possibilidades, à busca de outros modos de completar o projeto, qual seja, o de igualdade e emancipaçao através do uso da razao. Sao estes substantivos projetos sociais esportivos, invençoes dentro de uma mesma racionalidade que suspeitamos ser uma tentativa de reajuste de uma máquina que até entao era totalmente dependente da instituiçao escola. Tal instituiçao sempre tentou "dar conta" dos indivíduos que sao compulsoriamente inseridos dentro de seus muros. Parece-nos que estes projetos, os sociais esportivos, também; agem sobre os riscos e as virtualidades pretendendo dar conta de toda a sociedade, mas abdicam de muros para isto