1000 resultados para Fibra ótica de plástico (POF)
Resumo:
Pretende-se analisar como, no pensamento de Michel Foucault, a investigação em torno da ética do cuidado de si pode ser lida como desdobramento da ideia de governamentalidade, problematizada a partir de 1978; procura-se indicar, ainda, que essa ética do cuidado de si é a condição do governo polÃtico dos outros, na leitura da tradição socrática, o que possibilita uma revisitação da polÃtica. Mas, desde a avaliação que Foucault faz da figura de Sócrates em relação à polÃtica ateniense até seu diagnóstico da polÃtica contemporânea, essa revisitação tem sido conflitante, pelo menos quando se trata da constatação da maneira como as instituições polÃticas cuidam dos cidadãos. Esse conflito beira ao paradoxo, posto que, ao mesmo tempo em que a biopolÃtica afirma uma polÃtica da vida, no sentido de proporcionar seu cuidado, preservação, longevidade, observa-se também a atuação de uma polÃtica sobre a vida, enquanto vida controlada e submetida ao biopoder. Essa discrepância entre dispositivos discursivos e práticas efetivas demonstra uma ausência do cuidado da verdade, entendido aqui como coerência entre o que se diz e o que se faz. Enquanto desdobramento do cuidado de si, o cuidado da verdade pode ser interpretado como uma chave de leitura fundamental para o diagnóstico dos riscos e perigos que ameaçam recorrentemente a vida humana.
Resumo:
Sob a inspiração de Bataille, Foucault propõe, em 1963, uma ontologia crÃtica fundada na ideia de transgressão. Esta não é nem uma atitude, nem um comportamento, e não pertence por conseguinte nem ao domÃnio da ética, nem ao da moral. Pelo contrário: a transgressão é um acontecimento do ser que ocorre nos limites do ser, acontecimento no qual esses limites são simultaneamente violados, revelados e abolidos. Vinte anos mais tarde, depois de seu regresso à antiguidade clássica, Foucault propõe uma outra ontologia crÃtica, que se apoia desta vez sobre a ética. Em ambos os casos, trata-se de pensar o ser e os limites. Porém, a transgressão despedaça o sujeito, ao passo que a ética o molda e o protege.
Resumo:
Nosso propósito, neste artigo, é aproximar dois modelos éticos distintos, o kantiano e o aristotélico, com o intuito de detectar alguns pontos comuns onde talvez possamos encontrar certo diálogo entre ambos os modelos éticos
Resumo:
Alguns filósofos e economistas buscam fundamentar eticamente a economia, a fim de voltar a subordiná-la à polÃtica, apelando, inclusive, para uma aproximação entre Marx e Aristóteles a partir da teoria da práxis. Este artigo pretende analisar em que sentido os conceitos aristotélicos de ação, produção, ato e potência exercem influência sobre Marx. Afirma que, contrariamente ao que muitos filósofos da moral defendem, são as investigações de Aristóteles sobre economia que serviram como ponto de partida para a fundamentação da crÃtica à economia polÃtica elaborada por Marx, enquanto que a ética e a polÃtica aristotélicas são apenas secundárias para a teoria marxiana.
Resumo:
O presente artigo aborda a dimensão ética no pensamento de Jean-François Lyotard. Como conceito decisivo para essa relação, é aqui proposto o conceito de receptividade (passibilité). Partindo dele, deseja-se mostrar que é possÃvel reconstruir uma concepção de responsabilidade ética no pensamento do filósofo francês, a qual se coloca em sentido diametralmente oposto à concepção de autonomia: a obrigação ética se torna por conta disso afetiva, fundada e repousando na capacidade de se deixar falar. Com vistas a uma determinação mais acurada dessa posição, serão consultadas as reflexões de Lyotard acerca da filosofia da linguagem em Le Differénd: a concepção do “acontecimento da fase” se deixa mostrar na ética do diálogo, que deixa espaço para a assimetria, alteridade e transformação. O pensamento do conflito insolúvel (différend) mostra-se como plenamente implicado com essa ética.
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo formular comparação entre as concepções de ética e direito dos autores Bentham e Kant. A posição assumida neste artigo ressalta que tanto para Kant quanto para Bentham o direito se baseia nos mesmos princÃpios que fundamentam a ética. No caso de Kant, é o imperativo categórico que fundamenta a ética e o direito e, no caso de Bentham, é o princÃpio de utilidade. Embora ambos os autores possuam apenas um princÃpio para fundamentar a ética e o direito, há inúmeras diferenças entre ambos os campos do pensamento, bem como entre as teorias, que se pretende apresentar neste artigo. Entre elas estão a origem epistemológica dos princÃpios e o que cada um deles prescreve.
Simulación por elemento finito del comportamiento plástico de un acero de bajo carbono galvanizado
Resumo:
Tesis (MaestrÃa en Ciencias de la IngenierÃa Mecánica con Especialidad en Materiales) - U.A.N.L, 2001
Resumo:
Tesis (MaestrÃa en Administración con Especialidad en Recursos Humanos) U.A.N.L.
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Tesis (Maestro en Administración Pública) U.A.N.L.
Resumo:
Tesis (Maestro en Ciencias de la IngenierÃa con Especialidad en Telecomunicaciones) UANL, 2001.
Resumo:
[Tesis] ( MaestrÃa en Enseñanza Superior ) U.A.N.L.
Resumo:
Tesis (MaestrÃa en Ciencias con Especialidad en Ciencias Sociales) UANL, 2011.
Resumo:
Tesis (Maestro en Ciencias en IngenierÃa de Sistemas) UANL, 2012.
Resumo:
Tesis (MaestrÃa en Ciencias en Nutrición) UANL, 2012.