999 resultados para Processamento de dietas


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Foi conduzido um experimento, com 100 dias duração, utilizando-se 288 alevinos de pacu, distribuídos em 36 caixas de cimento amianto com volume de 100 litros, para avaliar a substituição da farinha de peixe por farelo de soja e os níveis protéicos nas dietas. Durante o período experimental, a temperatura média da água permaneceu em 28ºC e os demais parâmetros limnológicos (oxigênio dissolvido, pH, alcalinidade e condutividade) apresentaram-se dentro dos níveis adequados para o desenvolvimento desta espécie. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, em que foram avaliados nove tratamentos em esquema fatorial 3 x 3, três níveis de proteína bruta (22, 26 e 30%) e três níveis de substituição da farinha de peixe pelo farelo de soja (0, 50 e 100%). O nível de 26% de proteína bruta foi mais adequado. A farinha de peixe pode ser substituída parcial ou totalmente pelo farelo de soja, sem influir no ganho de peso, na conversão alimentar, na taxa de crescimento específico e na taxa de eficiência protéica dos alevinos. A substituição das fontes protéicas também não influenciou a composição corporal dos peixes, a eficiência de retenção de nitrogênio, o nitrogênio corporal, a gordura corporal e o nitrogênio e a gordura no ganho de peso.

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Quatro bubalinos e quatro bovinos, fistulados no rúmen, foram distribuídos aleatoriamente a dois quadrados latinos (4 x 4) para avaliar os efeitos de rações com quatro níveis de FDN (54, 60, 66 e 72%) e de dois tamanhos de poros em sacos de náilon (53 e 100 mm) sobre a população de protozoários ciliados no conteúdo ruminal e dentro dos sacos incubados em diversos tempos. Não houve diferença nos diversos gêneros estudados e no total de protozoários nas amostras dos sacos de náilon entre 53 e 100 mm. As concentrações de Entodinium e de total de protozoários do conteúdo ruminal elevaram-se até o nível de 66% de FDN, com queda acentuada em 72% nos bubalinos, enquanto nos bovinos houve redução com o aumento de FDN na ração. Houve diferenças nas concentrações dos protozoários da subfamília Diplodiniinae, Epidinium e Dasytricha entre bubalinos e bovinos, dentro das amostras incubadas em sacos com poros de 53 mm. A concentração de Diplodiniinae aumentou com 72% de FDN na dieta em ambas as espécies animais. Os bubalinos apresentaram valores médios de pH e taxa de passagem do líquido ruminal mais elevados e volumes ruminais menores que os bovinos.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Foram comparados os coeficientes de digestibilidade aparente (CDA) de quatro alimentos secos extrusados para cães, cada um formulado com um dos ingredientes protéicos em estudo: farelo de soja (FS); farelo de glúten de milho (GM); farinha de carne e ossos (FCO); e farinha de vísceras de frango (FV). O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (ingredientes protéicos) e seis repetições, totalizando 24 animais. As médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste Tukey. O CDA da PB (média ± erro-padrão da média) foi maior na ração à base de GM (88,13±0,40%), seguida pelas dietas com FS (86,31±0,34%), FCO (85,88±0,16%) e FV (84,84±0,15%). O CDA da MS foi maior para a ração com FV (83,69±0,09%), intermediário para GM (82,41±0,23%) e FCO (82,76±0,11%) e menor para FS (81,10±0,16%). As rações à base de proteína animal apresentaram os maiores CDA dos extrativos não-nitrogenados. O teor de MS das fezes dos cães foi elevado na ração com FCO, intermediário naquela com FV e GM e baixo naquela à base de FS. As quatro fontes protéicas estudadas apresentaram bons CDA e, portanto, podem ser utilizadas em rações para cães adultos.

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Cinco éguas mestiças (idade e peso corporal médios de seis anos e 480 kg PV) foram distribuídas em delineamento experimental em quadrado latino para se e avaliar a utilização de dietas contendo grãos de triticale (secos ou ensilados) em substituição ao milho na alimentação de eqüinos, por meio do ensaio de avaliação do trânsito gastrintestinal e da digestibilidade. Os tratamentos consistiram de três níveis de grãos de triticale em substituição aos grãos de milho (0, 50 e 100%) e duas formas de conservação dos grãos de triticale (secos ou ensilados). As dietas foram isoprotéicas (12,5% PB), com ingestão diária de MS pelos animais de 2,0% PV (relação volumoso : concentrado de 50:50). Os coeficientes de digestibilidade aparente (CDa) da MS, MO, PB e FDN foram determinados indiretamente. Os parâmetros de trânsito gastrintestinal avaliados foram: k1 (taxa de passagem pelo intestino grosso), k2 (taxa de passagem pelo estômago), TT (tempo de trânsito), TMR (tempo médio de retenção) e TMRT (tempo médio de retenção total). Não houve diferença para os CDa da MS, MO, PB e FDN entre as dietas experimentais, observando-se valores médios de 64,31; 65,14; 74,13 e 57,25%, respectivamente. Considerando-se a cinética das fases sólida e líquida, notou-se efeito somente para k2 na fase sólida da digesta, cujo valor nas rações contendo 100% de triticale (seco ou ensilado) foi de 19,63%/h e na dieta controle (0% de triticale), de 23,72%/h. Observou-se efeito linear crescente para o TT na fase sólida da digesta, com a elevação dos níveis de substituição dos grãos de milho pelos grãos de triticale ensilados. Concluiu-se que os concentrados para eqüinos podem ser formulados com grãos de triticale secos ou ensilados em substituição total ao milho. A inclusão de grãos de triticale na alimentação desta espécie animal promoveu trânsito lento da fase sólida da digesta.

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Quatro éguas sem raça definida (idade e peso corporal médios de seis anos e 400 kg) foram distribuídas em delineamento experimental em quadrado latino para se avaliar o valor nutritivo e o estudo cinético do trato digestivo de grãos secos ou ensilados de sorgo de baixo e alto conteúdos de tanino na alimentação de eqüinos. Os tratamentos consistiram de dietas contendo dois híbridos de grãos de sorgo (baixo e alto níveis de tanino) e dois métodos de conservação (secos e ensilados). As dietas foram isoprotéicas (12,4% PB), com ingestão diária de MS estabelecida em 1,5% PV (relação feno:concentrado de 50: 50). Os parâmetros de trânsito gastrintestinal avaliados foram: k1 (taxa de passagem pelo intestino grosso), k2 (taxa de passagem pelo estômago), TT (tempo de trânsito), TMR (tempo médio de retenção) e TMRT (tempo médio de retenção total). Os tratamentos não afetaram os coeficientes de digestibilidade aparente (CDa) da MS e do amido, cujos valores médios foram 54,04 e 98,91%, respectivamente. Verificou-se efeito benéfico da ensilagem dos grãos de sorgo de alto conteúdo de tanino sobre a digestibilidade da PB e FDN. A CDa da PB e FDN para a dieta contendo grãos secos de sorgo de alto teor de tanino foi de 49,76 e 32,20% e para as dietas com grãos de sorgo de baixo conteúdo de tanino (seco ou ensilado) e grãos ensilados de sorgo de alto teor de tanino foi de 65,63 e 43,32%, respectivamente. Obteve-se somente efeito do método de conservação dos grãos de sorgo (secos vs ensilados) sobre o TMR, em que o valor para as dietas com silagens de grãos ensilados e secos foi, respectivamente, de 40,08 e 37,9h. Concluiu-se que os grãos de sorgo secos de alto teor de tanino não devem ser usados como principal grão energético nos concentrados para eqüinos, por diminuírem a digestibilidade da proteína e fibra.

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Um experimento foi conduzido com o objetivo de estudar os efeitos dos níveis de cálcio nas rações sobre o desempenho e a qualidade de ovos de poedeiras comerciais. Foram utilizadas 216 poedeiras da linhagem Lohmann Brown no período de 39 a 55 semanas de idade. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, composto de seis níveis de cálcio (3,0; 3,4; 3,8; 4,2; 4,6; 5,0%) e seis repetições de seis aves por parcela. Os níveis de cálcio avaliados não influenciaram os parâmetros produtivos, mas afetaram significativamente as porcentagens de albúmen e casca do ovo. O aumento do cálcio na dieta promove incremento na qualidade da casca do ovo em relação aos demais componentes do ovo. Recomenda-se nível de 4,3% de cálcio em dietas para poedeiras semipesadas após o pico de postura.

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Com o objetivo de verificar o efeito da adição de níveis crescentes de óleo no concentrado sobre a atividade plasmática das enzimas creatina quinase (CK), aspartato aminotransferase (AST) e lactato desidrogenase (LDH) como indicativo de metabolismo energético, foram fornecidas dietas experimentais compostas de cinco níveis de óleo (controle, 6, 12, 18 e 24% do concentrado). Utilizaram-se 20 equinos da raça Árabe, peso médio de 400 kg, submetidos a prova de enduro de 80 km em esteira rolante. O enduro foi dividido em quatro anéis de 20 km, com duração média de 1 hora e dez minutos. A adição de óleo e a distância percorrida tiveram efeitos sobre as variáveis AST, CK e LDH, que apresentaram as respectivas expressões: AST (7,045-0,2292x+0,007991x2+0,008517z- 0,0003282xz), CK (8,06-,07020x+0,05546x2-0,001262x3+0,01204z+0,0006207xz) e LDH (6,624-0,3522x+0,03448x2-0,0008382x3+0,02401z-0,0007489xz) . O óleo é uma importante e bem aproveitada fonte de energia para equinos em exercício, pois sua adição na dieta de animais submetidos a prova de enduro promoveu alteração metabólica que favorece a produção de energia. O metabolismo animal poupou suas reservas energéticas oriundas da glicose, favorecendo a utilização do óleo. A menor atividade plasmática das enzimas AST, CK e LDH com a adição de óleo nas dietas indica direcionamento do metabolismo energético para a β-oxidação. Como apresentam várias isoenzimas, as enzimas estudadas atuam amplamente no metabolismo energético, favorecendo a constante reposição de ATP ao longo do exercício.

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Avaliaram-se os efeitos de três dietas e dois regimes alimentares sobre o desempenho e as características de carcaça de cordeiros em confinamento. Trinta e seis cordeiros com peso inicial de 18,7 ± 2,4 kg foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 × 2 e receberam dietas sem inclusão de lipídio e com inclusão de grãos de girassol ou gordura protegida. Seis cordeiros de cada dieta foram submetidos a restrição alimentar e posterior ganho compensatório, enquanto a outra metade foi alimentada à vontade por todo o período de confinamento. Foram avaliados o consumo de matéria seca, o ganho de peso e a conversão alimentar, os níveis de ureia e colesterol sanguíneos, as características de carcaça e os subprodutos do abate. No período de realimentação, o consumo dos cordeiros que passaram por restrição alimentar não diferiu do consumo dos animais alimentados sempre à vontade. Também não foi afetado pela dieta, no entanto, ao final desse período, o consumo acumulado foi 11,8% menor que nos animais submetidos previamente à restrição. O consumo até o peso de abate não foi alterado pelo regime alimentar. No período de restrição, o nível de colesterol sanguíneo nos cordeiros em restrição alimentar foi 24% superior ao daqueles sem restrição, mas, durante o período de realimentação, não houve diferença. A composição lipídica da dieta aumentou o colesterol sanguíneo em ambos os períodos, de restrição e de realimentação, e reduziu a ureia durante o período de realimentação. O desempenho avaliado ao peso de abate foi prejudicado pela restrição alimentar. Não houve efeito de regime alimentar ou da dieta sobre os parâmetros de carcaça. Fontes de lipídios elevaram a proporção de gorduras totais e reduziram o conteúdo do trato gastrintestinal. O regime alimentar com restrição prejudica o ganho e a conversão alimentar de cordeiros até o abate.

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Objetivou-se avaliar o valor nutritivo de silagens de capim-elefante contendo subproduto do processamento do urucum. Vinte ovinos machos, não-castrados, foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com cinco dietas (0; 4; 8; 12 e 16% de subproduto de urucum na silagem) e quatro repetições, e utilizados para estimar o consumo, a digestibilidade aparente de nutrientes, o teor de nutrientes digestíveis totais e o balanço de nitrogênio. A adição de subproduto de urucum elevou os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), extrato etéreo (EE), carboidratos não-fibrosos (CNF), carboidratos totais e nutrientes digestíveis totais (NDT), tanto em relação ao peso vivo (%PV) quanto em relação ao peso metabólico (g kg-1PV0,75). As digestibilidades de MS (55,95%), MO (58,19%), PB (45,34%), FDN (52,79%), FDA (45,79%), EE (34,96%) e CNF (99,86%) não foram influenciadas pela adição de subproduto de urucum. A inclusão de subproduto de urucum na silagem de capim-elefante promoveu aumento na digestibilidade dos carboidratos totais, no teor de NDT e no balanço de nitrogênio. A adição de subproduto de urucum em níveis de até 16% da matéria natural na ensilagem de capim-elefante melhora o consumo de nutrientes e o balanço de nitrogênio.

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Quatro búfalos com cânulas ruminais foram distribuídos aleatoriamente em quadrado latino 4 x 4, compreendendo quatro rações com feno de capim-coastcross (Cynodon dactylon) (50% MS) e níveis crescentes de polpa cítrica peletizada em substituição ao milho em grão moído no concentrado (0, 33, 66 e 100% MS). Foram avaliadas a degradabilidade dos nutrientes e a população de protozoários no rúmen. Houve efeito quadrático da fração solúvel dos nutrientes entre os tratamentos, com valores maiores nos dois extremos. A taxa de degradação da PB do feno e da MS da polpa cítrica apresentou-se linear com aumento da polpa cítrica na ração. As rações contendo polpa cítrica promoveram menores concentrações de Entodinium e número total de ciliados/mL que a dieta só com milho. Houve predominância dos Entodinium nas dietas contendo somente milho ou somente polpa cítrica, enquanto em mistura predominaram os ciliados da subfamília Diplodiniinae. Observou-se efeito de interação da polpa cítrica com o milho, promovendo modificações no metabolismo ruminal, especialmente na solubilidade dos nutrientes, na curva do pH e na composição da fauna.

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The objectives of this work were to evaluate three protein sources - soybean meal, fish meal and feather meal - and two methods of calculation of rations - the calculated in terms of crude protein (CP), according to recommendations of NRC (1988); and the proposed by the AFRC (1993), and calculated in terms of metabolizable protein (MP) - through the performance of calves. The animals were confined and submitted to five diets, that varied only protein sources in its composition, thus discriminated: SM- Soybean Meal, FsM- Fish Meal, FeM- Feather Meal, FsMU- Fish Meal and Urea, and FeMU Feather Meal and Urea. A complete diet was supplied, composed of 40% of sorghum silage and 60% of concentrate. All treatments possessed about of 2.56 Mcal/kg DM of metabolizable energy, being the treatments SM, FsM and FeM calculated by the system of CP, with 18% of CP, and the treatments FsMU and FeMU, calculated by the system of MP, with 16.3% of CP and a same amount of metabolizable protein than the treatment SM, with 112.0 grams of MP/day. Individually, the treatments did not present significant differences (P > 0.05) in the final alive weight, in daily gain weight and in dry matter intake, having differences only in the feed:gain ratio. The best feed:gain ratio happened in the treatment FsM and the worst in the treatment FeMU. It is concluded that the MP method provides similar results to the method of CP. The treatments with fish meal provide larger weight gains, smaller intake and better feed:gain ratio than the treatments with feather meal, staying the treatment soybean meal with intermediary daily gain.

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This research was designed to study the effect of addition of 5, 10 e 15% of textured soy protein (TSP) on sensorial, chemical, and physical-chemical parameters of chicken loaf with ground meat. The sensorial properties were not affected by textured soy protein. The addition of textured soy protein in preparing chicken loaf increased the water absorption and holding capacity, and decreased the moisture and ether extract content, but did not increase the final product yield.