995 resultados para BEES APIS-MELLIFERA
Resumo:
Farnesoic acid O-methyl transferase (FAMeT) is the enzyme that catalyzes the formation of methyl farnesoate (MF) from farnesoic acid (FA) in the biosynthetic pathway of juvenile hormone (JH). This work reports the cloning, sequencing, and expression of FAMeT gene from the stingless bee Melipona scutellaris (MsFAMeT). The MsFAMeT in silica analysis showed that greatest sequence similarity is found in Apis mellifera and other insects, while relatively less similarity is shown in crustaceans. Evidence of alternative splicing of a 27 nucleotide (nt) microexon explains the presence of the detected isoforms, 1 and 2. The expression analysis of the two isoforms showed a marked difference when castes were compared, suggesting that they could be involved differently in the JH metabolism in M. scutellaris, providing new insights for the comprehension of female plasticity.
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The three-dimensional solution structure of BSTI, a trypsin inhibitor from the European frog Bombina bombina, has been solved using H-1 NMR spectroscopy. The 60 amino acid protein contains five disulfide bonds, which were unambiguously determined to be Cvs (4-38), Cys (13-34), Cys (17-30), Cys (21-60), and Cys (40-54) by experimental restraints and subsequent structure calculations. The main elements of secondary structure are four beta -strands, arranged as two small antiparallel beta -sheets, The overall fold of BSTI is disk shaped and is characterized by the lack of a hydrophobic core. The presumed active site is located on a loop comprising residues 21-34, which is a relatively disordered region similar to that seen in many other protease inhibitors. However, the overall fold is different to other known protease inhibitors with the exception of a small family of inhibitors isolated from nematodes of the family Ascaris and recently also from the haemolymph of Apis mellifera. BSTI may thus be classified as a new member of this recently discovered family of protease inhibitors.
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OBJETIVO: Abelhas africanizadas são mais agressivas, enxameiam várias vezes ao ano e utilizam grande variedade de locais para nidificar, diferentemente das européias. Tal comportamento proporciona maior contato com a população, o que pode aumentar o número de acidentes. Assim, realizou-se estudo com o objetivo de conhecer o comportamento dessas abelhas, assim como a identificação de estratégias mais eficientes de manejo e orientação à população. MÉTODOS: A fonte de dados foi constituída de 3.061 registros de solicitações da população atendidas pelo Centro de Controle de Zoonoses do Município de São Paulo, de 1994 a 1997, para retirada de colméias e enxames. Foram analisados locais mais freqüentes de instalação de colônias e pouso de enxames, além da correlação com variáveis climáticas. Para isso, utilizou-se o coeficiente de Pearson. RESULTADOS: Os valores diários apresentaram correlação positiva com temperatura média e grau de insolação, e negativa com umidade relativa e pluviosidade. As colônias instalaram-se preferencialmente em construções artificiais; os enxames em árvores. CONCLUSÕES: Períodos do ano com altas temperaturas e baixo índice pluviométrico estão relacionados a maior atividade das abelhas e maior número de enxames, propiciando maior contato com a população. Objetos como caixas e tambores não devem ficar expostos; deve-se vedar forros e paredes, pois são abrigos em potencial para colônias e enxames. Áreas arborizadas servem de refúgio para enxames. Deve-se ter atenção em contato com áreas verdes e não se deve manusear enxames.
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INTRODUCTION: In 1956, Africanized honeybees (AHB) migrated from Brazil to other regions of the Western Hemisphere, including South, Central, and North America, except for Canada. Despite being productive, they are highly aggressive and cause fatal accidents. This study aimed to evaluate patients at the Clinical Hospital of Botucatu Medical School (HC-FMB) and to propose treatment guidelines. METHODS: From 2005 to 2006, the clinical and laboratorial aspects of 11 patients (7 male and 4 female) and the anatomopathological aspects of one patient who had died in 2003 were analyzed. RESULTS: The age of the surviving patients varied from 5 to 87 years, with a mean of 42.5 years. The majority of accidents occurred in the afternoon, and the number of stings ranged from 20 to 500. The principal signs and symptoms were pain and local inflammatory signs, nausea, tachycardia, and vomiting. Biochemical findings presented increased levels of creatine phosphokinase, lactate dehydrogenase, and aspartate/alanine aminotransferase. An 11-year-old male patient died upon entering the attic of a two-storey building where he was attacked by a swarm, receiving more than 1,000 stings. He was sent to HC-FMB where he was treated, but he died 24h later. Observed at the autopsy were erythematous-purpuric skin lesions besides necrosis at the sting locations, rhabdomyolysis, focal myocardial necrosis, tubular hydropic degeneration and focal tubular acute necrosis of the kidneys, myoglobinuria, and centrolobular necrosis in the liver. CONCLUSIONS: Accidents caused by multiple AHB stings always constitute a medical emergency. As there is no specific antivenom, we have developed guidelines, including first aid, drugs, and the proper removal of stingers.
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IntroductionThis study aimed to investigate the occurrence of Africanized honeybees in Botucatu, São Paulo, Brazil, and to implement a program to remove such swarms.MethodsThe occurrences of Africanized honeybee swarms between 2010 and 2012 were studied and strategies to prevent accidents were developed.ResultsWe noted 1,164 cases of Africanized honeybee occurrences in the city, and 422 swarms were collected. The developed strategies to prevent accidents were disseminated to the population.ConclusionsWe contributed to reducing the risks represented by Africanized honeybee swarms in urban areas, by collecting swarms and disseminating strategic information for preventing accidents.
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Este trabalho apresenta 79 espécies de plantas que fornecem néctar e/ou pólen para operárias de Melipona compressipes fasciculata, que é a abelha mais comum do Maranhão. A maioria dessas plantas são também visitadas por Apis mellifera. Sugere-se, com isso, o plantio de algumas espécies em estradas, cercas, ruas, avenidas e praças, a fim de melhorar a pasto apícola.
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Este trabalho tem como objetivo a identificação dos insetos visitantes e polinizadores das flores do "dendê" Elaeis guineensis Jacq., e do "caiaué" Elaeis oleifera (H.B.K) Cortés, atráves de coletas em locais e horários diferentes, quando as inflorescências masculinas das plantas encontravam-se em plena antese. Um total de 159 insetos foram observados tendo sido constatado dentre os diversos tipos de visitantes, os meliponídeos: Trigona sp. ("dendê" e "caiaué"), Apis mellifera adansonni e Partamona sp. ("dendê"). Constatou-se ainda a presença de uma quantidade razoável de insetos da família Curculionidae do gênero Elaeidobius, que voavam em torno das inflorescências, sendo evidente a sua participação na polinização das espécies estudadas. Além disso, verificou-se a presença de larvas de um coléoptero da família lycidae, junto as inflorescências das plantas.
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De julho/1992 a junho/1993 foram feitas coletas em intervalos de ,28 a 30 dias em uma .área de vegetação secundária com 1.650m2, próxima ao rio Pepital, em Alcântara - MA, com o objetivo de conhecer a fauna apícola e suas relações com a flora local. Foram coletados sobre flores 1.076 indivíduos (1.073 fêmeas e 03 machos), pertencentes a 20 espécies e 11 gêneros da família Apidae. Trigona fulviventrís(42,2%), Apis mellifera(24,5%), Trigona pollens(12,5%), Trigona fuscipennis(10,0%), Tetragona clavipes(2,9%) e Melipona puncticollis(2,3%) foram as espécies mais abundantes. O menor número de indivíduos foi coletado em abril (mês chuvoso), e o mês com maior númerode indivíduos capturados foi julho. A maior frequência de Apidae foi observada entre 6:00 e 8:00 horas. As espécies de plantas que receberam o maior número de visitas foram: Borreria verticillata(Rubiaceae), Clusiasp. (Guttiferae), Hyptis atrorubens(Labiatae), Heliotropiumsp. (Boraginaceae) e Crotalaria refusa(Leguminosae). As espécies de Trigonavisitaram quase todas as plantas do local, preferencialmente aquelas das famílias Guttiferae, Rubiaceae e Boraginaceae.
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O araçá-boi (Eugenia stipitata McVaugh ssp. sororia McVaugh, Myrtaceae) é uma frutífera nativa da Amazônia Ocidental com potencial para a indústria de sucos e flavorizantes. Embora pouco plantada na Amazônia brasileira devido a sua acidez, é frequentemente cultivada na Amazônia peruana. O conhecimento de sua fenologia pode ajudar no planejamento do manejo do plantio e da comercialização dos frutos. A fenologia de dez plantas, crescendo num latossolo amarelo degradado, foi observada durante cinco anos. O araçá-boi geralmente floresceu e frutificou três vezes ao longo do ano e sempre teve pelo menos um pico de floração forte durante a estação seca (julho a setembro) e um pico de frutificação mais acentuado na estação chuvosa (janeiro a março). A floração é um evento complexo e demorado que pode durar de dois a três meses, embora o período entre o aparecimento do botão floral até a antese do flor é curto (~15 dias) e o período entre a antese e a maturação dos frutos dura 50 a 60 dias. As regressões múltiplas usadas para determinar o efeito das variáveis climáticas na floração e frutificação não apresentaram altos coeficientes de determinação, embora os modelos tenham sido significantes, provavelmente porque o araçá-boi floresce várias vezes durante o ano e ainda não se sabe qual o estímulo mais importante para iniciar o processo. O vingamento dos frutos variou de menos de 5% a aproximadamente 15%. O peso médio dos frutos avaliados em janeiro de 1988 foi 135 g, com 77% de polpa. Ao longo do período, estimou-se que as dez plantas produziram cm média 1000 frutos/ano, com uma mediana de 890 frutos/ano. Os insetos visitantes eram principalmente abelhas, especialmente Apis mellifera, Eulaema mocsaryi e Ptilotrigona lurida.
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Estudou-se durante um ano a fauna de abelhas de uma região da Baixada maranhense em Vitória do Mearim — MA. Foram feitas coletas mensais com auxílio de redes entomológicas e armadilhas de cheiro, no período de um ano, totalizando 288 horas de amostragem. Um total de 839 indivíduos de 38 espécies de abelhas pertencentes às famílias Apidae, Megachilidae, Halictidae, Andrenidae e Colletidae foram coletadas nas flores e 72 indivíduos (11 espécies) de Euglossinae em armadilhas com iscas-odoríferas. Scaptotrigona flavisetis Μoure, Trigona pallens Cockerell e Apis mellifera Linnaeus foram as espécies mais abundantes na área. A sazonalidade foi variável de acordo com as diferentes espécies de abelhas. S. flavisetis foi observada em maior número em janeiro e outubro, T. pallens em janeiro e fevereiro e A. mellifera em abril. Das abelhas coletadas em armadilhas, Euglossa (E.) cordata e Ε. (E.) gr. modestior foram as mais abundantes e Eucaliptol foi a isca odorífera que recebeu maior número de visitas.
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A comunidade de abelhas em uma área de transição cerrado-amazônia, localizada na região do Bico-do-Papagaio, Estado do Tocantins, foi estudada entre novembro de 1999 e novembro de 2000, por meio da amostragem sistemática dos espécimes nas plantas em floração, com o objetivo de obter informações sobre a sua composição. Um total de 5.534 indivíduos, distribuídos em 83 espécies e 38 gêneros foram coletados. A maior abundância de indivíduos e riqueza de espécies foi encontrado na família Apidae sensu Roig-Alsina & Michener. Os gêneros com maior riqueza foram Trigona (8), Megachile (7), Centris (6), Augochloropsis (5), Coelioxys (5), Paratetrapedia (5) e Xylocopa (5), enquanto que a espécie mais freqüente foi Apis mellifera. A comunidade seguiu o padrão geral encontrado nos neotrópicos, apresentando muitas espécies com poucos indivíduos e poucas espécies com muitos indivíduos. A freqüência, constância e dominância das espécies são discutidas e os índices de abundância, diversidade, eqüitabilidade e dominância são apresentados.
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A biologia reprodutiva de Byrsonima coccolobifolia, foi avaliada em uma população de savana do Estado de Roraima. A espécie é constituída de arbustos e arvoretas com altura inferior a 3m, de flores hermafroditas zigomorfas, pentâmeras, reunidas em inflorescências do tipo racemo terminal, produzidos em brotações novas, o cálice é composto por cinco sépalas, que apresentam um par de glândulas produtoras de óleo. A corola é formada por cinco pétalas albo-róseas e unguiculadas, o androceu é composto por dez estames com anteras de coloração amarela. A antese pode ser noturna ou diurna, estende-se por um período médio de 12 horas e as flores costumam ficar abertas e vistosas por um período adicional de 15 horas, quando se inicia a senescência. Foram registrados dois episódios de floração e o fogo parece ser um fator ambiental estimulador desta fenofase. Os visitantes florais predominantes foram abelhas das famílias Anthophoridae (Centris sp. e Xylocopa sp.) e Apidae (Apis mellifera e Bombus sp.). Os resultados das polinizações controladas e o cálculo do índice de auto-incompatibilidade (ISI) indicam que a espécie apresenta comportamento protogínico e é autocompatível, produzindo frutos em todos os tratamentos de autopolinização em proporções semelhantes à polinização natural, não sendo confirmada a produção de frutos apomíticos. Entretanto, os percentuais de frutos formados nos tratamentos de xenogamia foram significativamente superiores aos tratamentos de autofertilização, indicando que B. coccolobifolia apresenta um sistema reprodutivo misto com níveis elevados de alogamia e autogamia.
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Propolis is a chemically complex biomass produced by honeybees (Apis mellifera) from plant resins added of salivary enzymes, beeswax, and pollen. The biological activities described for propolis were also identified for donor plants resin, but a big challenge for the standardization of the chemical composition and biological effects of propolis remains on a better understanding of the influence of seasonality on the chemical constituents of that raw material. Since propolis quality depends, among other variables, on the local flora which is strongly influenced by (a)biotic factors over the seasons, to unravel the harvest season effect on the propolis chemical profile is an issue of recognized importance. For that, fast, cheap, and robust analytical techniques seem to be the best choice for large scale quality control processes in the most demanding markets, e.g., human health applications. For that, UV-Visible (UV-Vis) scanning spectrophotometry of hydroalcoholic extracts (HE) of seventy-three propolis samples, collected over the seasons in 2014 (summer, spring, autumn, and winter) and 2015 (summer and autumn) in Southern Brazil was adopted. Further machine learning and chemometrics techniques were applied to the UV-Vis dataset aiming to gain insights as to the seasonality effect on the claimed chemical heterogeneity of propolis samples determined by changes in the flora of the geographic region under study. Descriptive and classification models were built following a chemometric approach, i.e. principal component analysis (PCA) and hierarchical clustering analysis (HCA) supported by scripts written in the R language. The UV-Vis profiles associated with chemometric analysis allowed identifying a typical pattern in propolis samples collected in the summer. Importantly, the discrimination based on PCA could be improved by using the dataset of the fingerprint region of phenolic compounds ( = 280-400m), suggesting that besides the biological activities of those secondary metabolites, they also play a relevant role for the discrimination and classification of that complex matrix through bioinformatics tools. Finally, a series of machine learning approaches, e.g., partial least square-discriminant analysis (PLS-DA), k-Nearest Neighbors (kNN), and Decision Trees showed to be complementary to PCA and HCA, allowing to obtain relevant information as to the sample discrimination.
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Os autores planejaram um experimento com a finalidade de esclarecer vários problemas ligados com a polinização da aboboreira. Para êsse fim, foi organizada uma cultura com a variedade Brasileira. O campo constou de 48 covas, cada qual com uma planta, distanciadas de 2m. As plantas foram conduzidas em caramanchões de 1m de altura, separados por corredores de 3 m. Cada caramanchão abrangeu 4 plantas. Com a finalidade de se estudar a polinização na ausência de insetos, três caramanchões foram cobertos com telas de "nylon". Os resultados das pesquisas, foram os seguintes: 1.° - A proporção de flôres femininas e masculinas abertas no mesmo dia foi de 1:17,7. 2.° - A abertura das flôres se dá em plena madrugada. 3.° - As abelhas Irapuás (Trigona (Trigona) ruficrus Latr.) e as Apis mellifera L. constituiram os principais insetos polinizadores da aboboreira. 4.° - Não foi constatado o fenômeno partenocárpico na aboboreira. 5.° - As concentrações médias dos sólidos do néctar das flôres de abóbora, em dois dias, de medições com o refratômetro de campo Huet foram, respectivamente, de 39,7% e 40,6%. 6.° - Foi constatado que na ausência de insetos não houve frutificação. Os frutos provenientes de flôres polinizadas pelos insetos alcançaram um rápido desenvolvimento, estando em condições de serem consumidos como aboborinhas, após o quarto dia de formação.
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Apresentamos neste trabalho a descrição e estudos das características morfológicas dos grãos de pólem de 14 Compostas apícolas, mais frequentes nas análises polínicas de méis de abelhas, e do pólem coletado pelas abelhas Apis mellifera L., por nos verificados. Através do resultado das características de tamanho e forma do grão de pólem, do Amb (contorno do grão de pólem em Vista Polar), área polar, espessura da exina, comprimento dos espículos e número dos contornos em vista polar, pudemos elaborar uma Chave para identificação das espécies estudadas.