969 resultados para Alsophis elegans
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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A subordem Heteroptera, é o maior táxon dentre os hemimetábolos, composta por sete infraordens, 23 superfamílias e 80 famílias. Dentre estas, Pentatomidae é a quarta família mais numerosa e diversa entre os heterópteros, possuindo 4.100 espécies distribuídas em 760 gêneros e em sete subfamílias. Edessinae possui atualmente cerca de 290 espécies distribuídas em seis gêneros: Edessa, Brachystethus, Peromatus, Olbia, Pantochlora e Doesburgedessa. De todos estes gêneros, Edessa é o que possui o maior número de espécies e o que concentra quase a totalidade dos problemas taxonômicos e nomenclaturas da subfamília. Devido ao seu tamanho, a revisão está sendo feita em partes, a partir do estudo de grupos de espécies unidos por possíveis sinapomorfias. Assim o objetivo geral do trabalho é propor e descrever um novo grupo de espécies com base em uma análise cladística. Para o estudo foram examinados 114 exemplares pertencentes a instituições nacionais e internacionais e a coleções particulares. As descrições seguem um modelo tradicional também usado para Edessinae. São apresentadas medidas e fotografias das espécies, desenhos do processo metasternal e genitália de ambos os sexos, chave dicotômica e mapa de distribuição. Para a analise cladística, foram levantados 22 caracteres morfológicos polarizados através do método do grupo externo, composto pelas espécies: Tibilis sp., Neotibilis fulvicornis, Brachystethus cribrus, Pantochlora vivida, Olbia elegans, Peromatus sp., Doesburgedessa elongatispina, Edessa cervus e Edessa affinis. Através do programa NONA foi obtida uma única árvore mais parcimoniosa, com 30 passos, índice de Consistência de 0,93 e índice de Retenção de 0,97. Com base nessa análise, o monofiletismo do grupo de espécie é confirmado. Assim, o grupo stolida aqui proposto é formado por quatro espécies já descritas Edessa stolida (Linnaeus, 1758), Edessa heymonsi Breddin, 1904, Edessa verhoeffi Breddin, 1904 e Edessa paravinula Barber, 1935 e por cinco espécies novas. O grupo stolida de Edessa é reconhecido pela presença de uma expansão que se projeta da margem lateral da face posterior do segmento X; região mediana do parâmero com uma projeção de formato triangular; ausência de uma faixa ou de tufo de pelos na face posterior do segmento X e gonapófise 8 esclerotizada. As espécies do grupo stolida são muito parecidas externamente e sua identificação só pode ser feita através da análise da genitália externa de ambos os sexos. A análise cladística apóia a idéia tradicional e o grupo stolida deve ser considerado parte do subgênero Hypoxys de Edessa. A topologia do cladograma resultante é (Tibilis sp. + Neotibilis fulvicornis (Brachystethus cribus (Pantochlora vivida ((Doesbuergedessa elongatispina + Edessa cervus (Peromatus sp. + Olbia elegans)) (Edessa affinis ((Edessa sp. nov 3 + Edessa sp. nov 3a) ((Edessa sp. nov 2 (Edessa verhoeffi + Edessa heymonsi)) (Edessa stolida (Edessa sp. nov 4 (Edessa paravinula + Edessa sp. nov 5))))))))). A fêmea de Edessa stolida e o macho de Edessa verhoeffi são descritos pela primeira vez neste trabalho. Os registros de distribuição das espécies são ampliados.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA
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The frequency of spontaneous micronucleus (MN) formation in fish species needs to be determined to evaluate their usefulness for genotoxic biomonitoring. The definition of a good bioindicator takes into account the current knowledge of its metabolic traits as well as other factors including its feeding behavior and relationship to the environment. In this study, we compared the basal frequencies of micronucleated erythrocytes and nuclear abnormalities (NA) among different species of the fish Order Gymnotiformes (Rhamphichthys marmoratus, Steatogenys elegans, Sternopygus macrurus, Parapteronotus hasemani, Gymnotus mamiraua, Gymnotus arapaima, Brachyhypopomus beebei, Brachyhypopomus n. sp. BENN) sampled in several localities of the Eastern Amazon. A baseline of MN and NA frequency in these fish was determined, enabling the identification of potentially useful species as models for genotoxicity studies. Only one impacted sample collected at a site in the River Caripetuba showed a significant number of NAs, which may be due to the release of wastewater by neighbouring mining industries and by the burnt fuel released by the small boats used by a local community. Our results may provide support for further studies in areas of the Eastern Amazon affected by mining, deforestation and other anthropogenic activities.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Bacterial quorum sensing (QS) is a density dependent communication system that regulates the expression of certain genes including production of virulence factors in many pathogens. Bioactive plant extract/compounds inhibiting QS regulated gene expression may be a potential candidate as antipathogenic drug. In this study anti-QS activity of peppermint (Menthe piperita) oil was first tested using the Chromobacterium violaceum CVO26 biosensor. Further, the findings of the present investigation revealed that peppermint oil (PMO) at sub-Minimum Inhibitory Concentrations (sub-MICs) strongly interfered with acyl homoserine lactone (AHL) regulated virulence factors and biofilm formation in Pseudomonas aeruginosa and Aeromonas hydrophila. The result of molecular docking analysis attributed the QS inhibitory activity exhibited by PMO to menthol. Assessment of ability of menthol to interfere with QS systems of various Gram-negative pathogens comprising diverse AHL molecules revealed that it reduced the AHL dependent production of violacein, virulence factors, and biofilm formation indicating broad-spectrum anti-QS activity. Using two Escherichia colt biosensors, MG4/pKDT17 and pEAL08-2, we also confirmed that menthol inhibited both the las and pqs QS systems. Further, findings of the in vivo studies with menthol on nematode model Caenorhabditis elegans showed significantly enhanced survival of the nematode. Our data identified menthol as a novel broad spectrum QS inhibitor.
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Macroalgal seasonality was studied monthly in a second-order stream in the north-west of São Paulo State, S.E. Brazil. Seasonal variation was based on frequency and percentage cover. Seven species were found during the study period, three of which ('Chantransia' stage of Sirodotia delicatula, Homoeothrix juliana and Klebsormidium subtile) were encountered throughout the year and showed well-defined seasonal patterns as well as the highest value of frequency and percentage cover. 'Chantransia' and H. juliana dominated in summer and fall, while for K. subtile winter was the most favourable period. The remaining species (Oscillatoria agardhii, Microcoleus subtorulosus, Oedogonium sp. and Chaetophora elegans) had no clear seasonal pattern, in addition to their low values of frequency and percentage cover. Individually, K. subtile correlated with higher number of physical and chemical variables (oxygen, pH, precipitation, temperature, daylength, conductance and turbidity) than 'Chantransia' and H. juliana (discharge and depth). Principal component analyses revealed that no single variable was responsible for the macroalgal seasonal dynamics. The variables most closely related to seasonal variation of the macroalgal community were daylength, precipitation, discharge, turbidity and dissolved oxygen. Precipitation and flow were suggested as key factors in determining seasonality of the macroalgae. © 1991 Kluwer Academic Publishers.