1000 resultados para discurso dominante


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Organizations have shown a speech focused on Knowledge Management and share of knowledge that reveal the relevance of both the age of knowledge and the capture and transference of individual and colective knowledge. Due to its continued repetition, the speech has been legitimated, not establishing, however, what can be shared, which methods shall provide it and which personal and corporate reasons can stimulate sharing the knowledge. This speech tries to convince that the implementation depends exclusively on the actions promoted by the firm. It also admits the presence of necessary environment conditions to make share of knowledge possible. The speech makes one believe that individuals and teams, formal or informal, are prepared and desire to share their knowledge, not considering feelings, wishes or availability to do so. The research has revealed the difficulty of sharing knowledge within service companies, which are strongly results oriented, due to the competition among employees in order to catch better jobs, the fight to retain power and the lack of time to develop daily tasks. Such organizations prevent people from the desire and the availability to share knowledge.

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Esta dissertação tem como objetivo principal analisar a forma como os líderes de uma organização que alavanca suas atividades com uma estrutura em rede, transmitem a cultura da empresa central junto às empresas periféricas. Pretende-se investigar também se os líderes mudaram o seu papel em função da mudança da arquitetura organizacional no período considerado por alguns autores como pós-moderno. Como o tema cultura é amplo e complexo, optou-se por enfocar aspectos como a transmissão da missão e objetivos organizacionais, além do estilo de gestão predominante e sua influência no gerenciamento de projetos entre os protagonistas dessas diferentes organizações. Utilizou-se, para tanto, uma base teórico-empírica que buscou definir o conceito de cultura através do estudo do universo simbólico; a questão da liderança e sua relação com estruturas e fontes de poder e controle nas organizações; cultura e liderança no contexto brasileiro; e, por último, o conceito de organizações em rede, explorando também os aspectos de gestão, poder e controle esperado nesse tipo de arquitetura organizacional. Esta pesquisa constitui-se num estudo de caso realizado em uma instituição sem fins lucrativos, que desenvolve projetos sociais com foco em educação. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo e explicativo. O método utilizado para a presente pesquisa foi o método qualitativo. Muitos estudos sobre cultura organizacional privilegiam o enfoque qualitativo de pesquisa, uma vez que um grande número de observações não é passível de quantificação. Utilizou-se a técnica de observação participante e de entrevistas semi-estruturadas, além da análise documental, o que possibilitou uma investigação que envolveu a combinação de descrição com interpretação do conteúdo trazido pelos respondentes em relação aos fenômenos observados. Os dados obtidos e a análise realizada frente à fundamentação teórica, indicam que o líder em uma organização em rede transmite a cultura organizacional com o mesmo discurso dominante das organizações com estruturas tradicionais. Acredita-se que este trabalho despertará interesse da comunidade acadêmica, uma vez que os aspectos culturais são normalmente pesquisados dentro da organização e aqui se ressalta a importância de se analisar o contexto no qual a organização está inserida e o papel que o líder assume na gestão das atividades realizadas por terceiros. Estaria o gestor brasileiro disposto a abrir mão do poder e controle que a posição hierárquica lhe confere para trabalhar em uma relação de igualdade com representantes de outras organizações?

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A tese tem por objetivo analisar o processo de construção identitária dos operários porto-alegrenses no final do século XIX e primeiras décadas do século XX, no qual a interação das vivências pessoais e sociais é considerada de forma relacional, engajando-se, assim, em uma opção historiográfica na qual a análise das experiências constitutivas dos sujeitos sociais vêm ocupando um espaço cada vez maior. Parte-se de três hipóteses norteadoras: 1) A construção da identidade operária tem como um de seus fundamentos a busca de reconhecimento através do orgulho de sua capacidade produtiva. Isto implica que os operários se distingam tanto dos “exploradores capitalistas” e das “classes perigosas” quanto da imagem construída pelo discurso dominante, que os associa ao vício, à preguiça e à indisciplina sempre que eles ameaçam sair do controle e/ou reivindicam melhores condições de vida e trabalho; 2) As identidades sociais existem sempre em relação umas com as outras, influenciando-se mutuamente e contribuindo para que ocorram permanentes transformações identitárias. Optou-se, na tese – devido à importância percebida ao longo do trabalho com as fontes – por analisar as interfaces entre as identidades operária, étnicas e de gênero; 3) A identidade operária é construída não apenas a partir das peculiaridades do local e do contexto em que se encontram os trabalhadores, mas também da conjugação dessas peculiaridades com idéias, símbolos e características que aparecem em diversos lugares e circulavam em diferentes países, possibilitando aos operários manter contato com as múltiplas dimensões dessa realidade, auxiliando na formação de uma identidade coletiva que ultrapassa barreiras geográficas. No Primeiro Capítulo, foi analisado o processo de construção da identidade operária através das operações de reconhecimento dadas pela aproximação aos “iguais” e pela valorização do trabalho, transformado em emblema, bem como pela oposição aos “outros”, através tanto da denúncia dos “exploradores capitalistas”, quanto pela demonstração das diferenças em relação às “classes perigosas”. O Segundo Capítulo analisou as transformações identitárias motivadas pela convivência de novos contingentes populacionais que, chegados à cidade a partir da segunda metade do século XIX, trouxeram novas características étnicas e/ou nacionais, que foram redimensionadas e/ou transformadas a partir da convivência no mundo produtivo. Também se analisou as relações estabelecidas entre as características identitárias de gênero e operárias, ocasionadas pela crescente entrada do “elemento feminino” no mercado de trabalho da cidade. No Terceiro Capítulo buscou-se compreender as relações identitárias estabelecidas entre o movimento operário porto-alegrense com os de outras partes do Brasil e do exterior, observando, para isso, tanto a circulação de militantes locais em outras cidades do interior do Estado e do centro do país, quanto os textos de autores nacionais e estrangeiros, publicados nos jornais locais, bem como as influências de militantes que, vindos do centro do país, aqui residiram. Analisou-se ainda as comemorações do Primeiro de Maio, observando-se como sua memória e simbologia foram apropriadas e permitiram diferentes visões da data entre o operariado local, transformando-a tanto em momento de festa e confraternização, quanto em ritual de reconhecimento, distinção e luta.

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A proposta básica de nosso estudo está na preocupação de identificar os princípios de uma modalidade de educação: o atendimento compensatório/remediativo, destinada às crianças das classes "desfavorecidas", os alunos "carentes", e a criação de um espaço necessário ao processo de educação dessas crianças, designado oficialmente de "Classes de Adaptação". Para dar conta de tal proposta, definimos como objeto de estudo o discurso pedagógico, como discurso dominante, dando relevo às formulações referentes à "carência", às questões levantadas em torno da criação das "Classes de Adaptação" e ao discernimento da função social de sua criação e utilização. A análise das formulações passa pela compreensão das categorias pertinentes: "marginalização cultural", "privação cultural", "marginalizado cultural", "cultura da pobreza". " Rede teórica" (cf. Foucault) que nos ajudou a pensar a importância do tema da "carência" (e do seu complemento, a "compensação"). A análise mostra que, a pretexto de "compensar" as "privações" (ou "carências") das crianças "desfavorecidas", pelas dificuldades de aprendizagem que apresentam na escola, essas crianças são encaminhadas às Classes de Adaptação, que visam disciplinar, ou seja, torná-los úteis e dóceis, em função do sistema de produção. O entendimento dessa perspectiva leva-nos a perceber as dificuldades que essas crianças apresentam na escola, não como "inadaptação cultural", concepção que em geral reproduz a versão da ideologia dominante, difundida pela escola, e sim como um problema político, em que a origem social tem um peso fundamental na sua identificação, enquanto "carentes".

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Os estudos de Guerreiro Ramos sobre condição do negro no Brasil repõem a questão em novas bases, identificando seu núcleo no reflexo da patologia social do branco brasileiro e na própria atitude dos estudiosos que transformariam o negro-vida em tema. Ramos propõe então a assunção da negritude e a integração social por meio do adestramento cultural, ao que se contrapõe Costa Pinto, ao afirmar a preponderância do negro proletário. Entretanto, ambos pensadores foram relegados pelo racialismo do discurso dominante na atualidade.

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El presente artículo intenta aportar a la discusión acerca de aquellos procesos de exclusión que se han con figurado como parte constitutiva de la organización socioeconómica aplicada en Argentina durante los últimos treinta años. En este sentido se pretende dar cuenta acerca de la construcción hegemónica de los discursos sociales, políticos, comunicacionales y académicos que han dominado la visión respecto de las situaciones de pobreza. El objetivo es analizar la manera en que, a partir de visiones sustancialistas, se reproduce tal discurso dominante de rechazo a la pobreza que ha terminado configurando un gran mecanismo de reproducción de las desigualdades.

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En este trabajo nos hemos propuesto como objetivo general aportar a la comprensión de la recepción de la Asignación Universal por Hijo para Protección Social (AUH) en los discursos sociales hegemónicos, en la percepción subjetiva de los derecho-habientes de la misma y el impacto de ésta en sus trayectorias socioeconómicas de vida. A partir de los relatos de las receptoras, analizamos la experiencia y valoraciones que poseen sobre la medida, la utilización del ingreso percibido y el direccionamiento de sus gastos cotidianos. Asimismo, buscamos identificar en qué medida existe la presencia del discurso dominante en los receptores de la AUH.

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Si el discurso dominante de la "poesía de la experiencia" ha venido acusando, desde su consolidación como tendencia hegemónica, los embates teórico-críticos de la sintomáticamente denominada "poesía de la diferencia", el ensañamiento contra esta línea de escritura llega en la década de los 90 desde un emergente conjunto de voces que nacen con la voluntad de restauración de un compromiso con "lo público". El presente trabajo pretende detenerse en las reacciones suscitadas desde este frente poético, que mantiene una postura rigurosamente crítica ante una escritura experiencial que percibe como estética e ideológicamente reaccionaria, y connivente con las formas de poder de la cultura establecida. Tras revisar los argumentos teóricos que llevan a estos autores a reconocer en la "poesía de la experiencia" la difusión de mensajes de signo narcisista, indiferentista, totalitario e idealista, interesará atender a la polémica originada entre colectivos como "Alicia Bajo Cero" y la cabeza más visible de dicha tendencia estética, quien sostiene desde sus primeros ensayos en la llamada "otra sentimentalidad" una tan persistente como singular defensa del valor crítico y solidario de la palabra lírica. La propuesta de Luis García Montero, que invita a instalarse en la norma para dinamitar desde su centro los límites de las convenciones, es rechazada por estas voces críticas radicadas en la marginalidad, que encuentran en la poética monteriana de "los seres normales" una amenaza de adaptación y no-resistencia a los parámetros sociales instaurados como hegemónicos.

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El objetivo principal de la tesis es dar cuenta, a partir de un análisis intra e interdiscursivo, de las creencias que formaban parte del discurso politico de la organización armada PRT-ERP (Partido Revolucionario de los Trabajadores-Ejército Revolucionario del Pueblo), especialmente, en lo que respecta a su concepto de "hombre nuevo" y de "moral revolucionaria". Para ello, situamos nuestro análisis en diferentes niveles, tanto diacrónicos como sincrónicos. Por un lado, trabajamos aquellos discursos leídos por la militancia de los sesenta y setenta: Así se templó el acero de Nikolai Ostrovski y Reportaje al pie del patíbulo de Julius Fúcik; por el otro, analizamos documentos del PRT-ERP y textos literarios producidos en la misma época: Libro de Manuel de Julio Cortázar y Los pasos previos de Francisco Urondo. A través del análisis y comparación de las distintas interpelaciones subjetivas observamos las características del "hombre nuevo" perretista, en qué medida se parecen a las subjetividades convocadas desde la memoria revolucionaria, y, por otro lado, si las novelas de Urondo y Cortázar, con similares condiciones de producción, producen variaciones, cambios discursivos, o, tomando a Raiter (2003), son discursos opositores dentro del discurso dominante de la izquierda revolucionaria de ese entonces. Así concluimos que la identidad colectiva en cuestión estaba constituida por la creencia en una moral revolucionaria que hacía del sacrificio y la disciplina las virtudes principales del militante. Pero, en contraposición a lo afirmado por Pozzi (2004), estas creencias no son exclusivas de esta organización, ni de la época en que se producen dichas prácticas discursivas sino que forman parte de lo que llamamos "memorias del sacrificio revolucionario". Muchas de estas representaciones, por tanto, son constitutivas de las identidades revolucionarias, más allá de adoptar o no a la lucha armada como táctica política

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La ideología dominante es la ideología de la clase dominante. Esa idea, enunciada por Marx y Engels, resume una de las principales dificultades que enfrentan los sectores populares organizados: producir a partir de su práctica un discurso que realice, a la vez, una crítica del mundo social, prefigure una política transformadora y se imponga como discurso contra-hegemónico. En el marco de la actual coyuntura argentina (crisis económica a escala global, derrota electoral de la alianza gubernamental, relativa debilidad organizativa de los sectores populares) las consecuencias de este problema se potencian, en tanto el país parece atravesar la crisis de la coalición política en el gobierno pero no la crisis política del proyecto dominante. Situación que se manifiesta en avances de los sectores políticos más conservadores junto a la reactualización de un discurso de política económica explícitamente ortodoxo. El discurso dominante en la sociedad tiende a imponer una determinada lectura de la situación (causas y consecuencias de la crisis) que conduce a propuestas de acción, para el Estado y los actores sociales, que no impugnen el modo de reproducción social predominante. Frente a la crisis económica las opciones más difundidas y debatidas en ámbitos académicos o políticos así como en los encuentros empresariales, plantean la profundización de una forma de desarrollo basada en una modalidad de capitalismo mundialmente periférico y regionalmente subordinado. Si durante la etapa expansiva del ciclo, tras la crisis política de 2001/2002, los sectores dominantes en Argentina se sirvieron de un discurso y un práctica neodesarrollista para avanzar en la reproducción ampliada de sus intereses, en la crisis presente ese discurso recupera sus rasgos neoliberales. Este análisis no supone, sin embargo, que los sectores populares no puedan construir un discursos propio o no tengan fundamentos desde donde hacerlo. Al contrario, entendemos que desde la propia práctica y debate de sectores organizados del pueblo trabajador surgen elementos de ese discurso crítico. Son elementos que permiten ir configurando una "economía política del trabajo" que, en articulación con esa práctica de transformación social prefigurativa, van construyendo las posibilidades populares de cambiar el orden existente. El texto se organiza de la siguiente manera: primero, analizamos brevemente las características y dinámica que asume la crisis económica actual en el marco de la Argentina; luego analizamos críticamente las alternativas de políticas para enfrentar la crisis formuladas por los sectores dominantes, discutiendo sus presupuestos; más adelante planteamos algunos elementos críticos, prácticos y teóricos, que desde los movimientos sociales se plantean frente al paradigma dominante de políticas públicas; finalmente presentamos unas breves conclusiones y las referencias bibliográficas.

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El objetivo principal de la tesis es dar cuenta, a partir de un análisis intra e interdiscursivo, de las creencias que formaban parte del discurso politico de la organización armada PRT-ERP (Partido Revolucionario de los Trabajadores-Ejército Revolucionario del Pueblo), especialmente, en lo que respecta a su concepto de "hombre nuevo" y de "moral revolucionaria". Para ello, situamos nuestro análisis en diferentes niveles, tanto diacrónicos como sincrónicos. Por un lado, trabajamos aquellos discursos leídos por la militancia de los sesenta y setenta: Así se templó el acero de Nikolai Ostrovski y Reportaje al pie del patíbulo de Julius Fúcik; por el otro, analizamos documentos del PRT-ERP y textos literarios producidos en la misma época: Libro de Manuel de Julio Cortázar y Los pasos previos de Francisco Urondo. A través del análisis y comparación de las distintas interpelaciones subjetivas observamos las características del "hombre nuevo" perretista, en qué medida se parecen a las subjetividades convocadas desde la memoria revolucionaria, y, por otro lado, si las novelas de Urondo y Cortázar, con similares condiciones de producción, producen variaciones, cambios discursivos, o, tomando a Raiter (2003), son discursos opositores dentro del discurso dominante de la izquierda revolucionaria de ese entonces. Así concluimos que la identidad colectiva en cuestión estaba constituida por la creencia en una moral revolucionaria que hacía del sacrificio y la disciplina las virtudes principales del militante. Pero, en contraposición a lo afirmado por Pozzi (2004), estas creencias no son exclusivas de esta organización, ni de la época en que se producen dichas prácticas discursivas sino que forman parte de lo que llamamos "memorias del sacrificio revolucionario". Muchas de estas representaciones, por tanto, son constitutivas de las identidades revolucionarias, más allá de adoptar o no a la lucha armada como táctica política

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La ideología dominante es la ideología de la clase dominante. Esa idea, enunciada por Marx y Engels, resume una de las principales dificultades que enfrentan los sectores populares organizados: producir a partir de su práctica un discurso que realice, a la vez, una crítica del mundo social, prefigure una política transformadora y se imponga como discurso contra-hegemónico. En el marco de la actual coyuntura argentina (crisis económica a escala global, derrota electoral de la alianza gubernamental, relativa debilidad organizativa de los sectores populares) las consecuencias de este problema se potencian, en tanto el país parece atravesar la crisis de la coalición política en el gobierno pero no la crisis política del proyecto dominante. Situación que se manifiesta en avances de los sectores políticos más conservadores junto a la reactualización de un discurso de política económica explícitamente ortodoxo. El discurso dominante en la sociedad tiende a imponer una determinada lectura de la situación (causas y consecuencias de la crisis) que conduce a propuestas de acción, para el Estado y los actores sociales, que no impugnen el modo de reproducción social predominante. Frente a la crisis económica las opciones más difundidas y debatidas en ámbitos académicos o políticos así como en los encuentros empresariales, plantean la profundización de una forma de desarrollo basada en una modalidad de capitalismo mundialmente periférico y regionalmente subordinado. Si durante la etapa expansiva del ciclo, tras la crisis política de 2001/2002, los sectores dominantes en Argentina se sirvieron de un discurso y un práctica neodesarrollista para avanzar en la reproducción ampliada de sus intereses, en la crisis presente ese discurso recupera sus rasgos neoliberales. Este análisis no supone, sin embargo, que los sectores populares no puedan construir un discursos propio o no tengan fundamentos desde donde hacerlo. Al contrario, entendemos que desde la propia práctica y debate de sectores organizados del pueblo trabajador surgen elementos de ese discurso crítico. Son elementos que permiten ir configurando una "economía política del trabajo" que, en articulación con esa práctica de transformación social prefigurativa, van construyendo las posibilidades populares de cambiar el orden existente. El texto se organiza de la siguiente manera: primero, analizamos brevemente las características y dinámica que asume la crisis económica actual en el marco de la Argentina; luego analizamos críticamente las alternativas de políticas para enfrentar la crisis formuladas por los sectores dominantes, discutiendo sus presupuestos; más adelante planteamos algunos elementos críticos, prácticos y teóricos, que desde los movimientos sociales se plantean frente al paradigma dominante de políticas públicas; finalmente presentamos unas breves conclusiones y las referencias bibliográficas.

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Si el discurso dominante de la "poesía de la experiencia" ha venido acusando, desde su consolidación como tendencia hegemónica, los embates teórico-críticos de la sintomáticamente denominada "poesía de la diferencia", el ensañamiento contra esta línea de escritura llega en la década de los 90 desde un emergente conjunto de voces que nacen con la voluntad de restauración de un compromiso con "lo público". El presente trabajo pretende detenerse en las reacciones suscitadas desde este frente poético, que mantiene una postura rigurosamente crítica ante una escritura experiencial que percibe como estética e ideológicamente reaccionaria, y connivente con las formas de poder de la cultura establecida. Tras revisar los argumentos teóricos que llevan a estos autores a reconocer en la "poesía de la experiencia" la difusión de mensajes de signo narcisista, indiferentista, totalitario e idealista, interesará atender a la polémica originada entre colectivos como "Alicia Bajo Cero" y la cabeza más visible de dicha tendencia estética, quien sostiene desde sus primeros ensayos en la llamada "otra sentimentalidad" una tan persistente como singular defensa del valor crítico y solidario de la palabra lírica. La propuesta de Luis García Montero, que invita a instalarse en la norma para dinamitar desde su centro los límites de las convenciones, es rechazada por estas voces críticas radicadas en la marginalidad, que encuentran en la poética monteriana de "los seres normales" una amenaza de adaptación y no-resistencia a los parámetros sociales instaurados como hegemónicos.

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La ideología dominante es la ideología de la clase dominante. Esa idea, enunciada por Marx y Engels, resume una de las principales dificultades que enfrentan los sectores populares organizados: producir a partir de su práctica un discurso que realice, a la vez, una crítica del mundo social, prefigure una política transformadora y se imponga como discurso contra-hegemónico. En el marco de la actual coyuntura argentina (crisis económica a escala global, derrota electoral de la alianza gubernamental, relativa debilidad organizativa de los sectores populares) las consecuencias de este problema se potencian, en tanto el país parece atravesar la crisis de la coalición política en el gobierno pero no la crisis política del proyecto dominante. Situación que se manifiesta en avances de los sectores políticos más conservadores junto a la reactualización de un discurso de política económica explícitamente ortodoxo. El discurso dominante en la sociedad tiende a imponer una determinada lectura de la situación (causas y consecuencias de la crisis) que conduce a propuestas de acción, para el Estado y los actores sociales, que no impugnen el modo de reproducción social predominante. Frente a la crisis económica las opciones más difundidas y debatidas en ámbitos académicos o políticos así como en los encuentros empresariales, plantean la profundización de una forma de desarrollo basada en una modalidad de capitalismo mundialmente periférico y regionalmente subordinado. Si durante la etapa expansiva del ciclo, tras la crisis política de 2001/2002, los sectores dominantes en Argentina se sirvieron de un discurso y un práctica neodesarrollista para avanzar en la reproducción ampliada de sus intereses, en la crisis presente ese discurso recupera sus rasgos neoliberales. Este análisis no supone, sin embargo, que los sectores populares no puedan construir un discursos propio o no tengan fundamentos desde donde hacerlo. Al contrario, entendemos que desde la propia práctica y debate de sectores organizados del pueblo trabajador surgen elementos de ese discurso crítico. Son elementos que permiten ir configurando una "economía política del trabajo" que, en articulación con esa práctica de transformación social prefigurativa, van construyendo las posibilidades populares de cambiar el orden existente. El texto se organiza de la siguiente manera: primero, analizamos brevemente las características y dinámica que asume la crisis económica actual en el marco de la Argentina; luego analizamos críticamente las alternativas de políticas para enfrentar la crisis formuladas por los sectores dominantes, discutiendo sus presupuestos; más adelante planteamos algunos elementos críticos, prácticos y teóricos, que desde los movimientos sociales se plantean frente al paradigma dominante de políticas públicas; finalmente presentamos unas breves conclusiones y las referencias bibliográficas.

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