980 resultados para Romana, Severa, - 1900
Resumo:
Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Doutor em Histria da Arte da Antiguidade.
Resumo:
O dfice da protena do gene activador da recombinase resulta numa incapacidade de formao de antignios por deficiente recombinao, o que se traduz por uma ausncia quase completa de marcadores T e B nas populaes linfocitrias com aumento relativo de marcadores NK. Clnicamente esta alterao revela-se como uma Imunodeficincia Combinada Severa de particular gravidade. Sem a realizao precoce de transplante medular de um dador compatvel a mortalidade de 100% aos 2 anos de idade. Descrevemos um caso de um lactente, filho de pais consaguneos, internado no nosso hospital, aos 6 meses de vida por sndrome hemoltico-urmico na sequncia de pneumonia pneumoccica com derrame. Aps terapia inyensiva verifica-se recuperao total da funo renal mas desnutrio importante. A evoluo posterior caracterizada por infeces recorrentes, escaras cutneas e agravamento da desnutrio. Laboratorialmente apresenta leucopnia e linfopnia persistente com valores muito baixos das imunoglobulinas sricas e ausncia quase total das populaes B. O estudo genrico revela existncia de um dfice proteico do gene activador da recombinase (RAG)2. Foi possvel a excluso da mesma patologia num irmo, nascido posteriormente, por anlise do sangue do cordo. Julgamos tratar-se do primeiro caso confirmado desta situao diagnosticada num doente em Portugal.
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A xerose cutnea um motivo frequente de consulta de dermatologia. O seu tratamento passa pela identificao da causa subjacente. Os autores descrevem o caso clnico de um doente do sexo masculino, 49 anos, que recorre a consulta de dermatologia por xerose cutnea severa com incio h cerca de 4 meses. Referia tambm prurido intenso, xerose bucal e cansao fcil. Dos antecedentes pessoais destacava-se tiroidectomia total h 8 meses, estando apenas medicado com clcio, sem hormonas tiroideias. apresentao, o doente tinha voz grave, edema palpebral, macroglossia, xerose cutnea severa generalizada com reas de eczema craquel nos membros, hiperqueratose folicular dorsal, hiperlinearidade das linhas das mos, tonalidade cutnea palmoplantar amarelada e bradicrdia. Analiticamente, registava-se elevao das transaminases, hipercolesterolmia, hipertrigliceridmia, elevao da TSH e diminuio da T3 e T4. Salienta-se este caso pela semiologia rica de uma causa endocrinolgica iatrognica de xerose cutnea severa.
Resumo:
Dissertao para obteno do Grau de Mestre em Engenharia de Materiais
Resumo:
Revista do IHA, N.3 (2007), pp.84-101
Resumo:
Revista do IHA, N.3 (2007), pp.198-221
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Revista do IHA, N.4 (2007), pp.118-141
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Revista do IHA, N.5 (2008), pp.38-67
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Tese de Doutoramento em Histria Contempornea Institucional e Poltica de Portugal
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A presente dissertao constitui-se como uma proposta de carta arqueolgica do concelho de Estremoz nas pocas Romana, Medieval e Moderna, na qual se aborda igualmente uma anlise sobre ao territrio e respetivo povoamento. Este projeto teve em vista a compilao e reviso da informao sobre o patrimnio j conhecida e publicada, bem como a identificao/relocalizao e caracterizao de novos stios arqueolgicos. O trabalho de investigao desenvolvido assentou fundamentalmente na investigao arqueolgica, atravs de trabalhos de prospeo de superfcie. O inventrio aqui proposto o resultado de uma investigao prvia em funo das referncias documentais, bibliogrficas e toponmicas que indiciavam a presena de eventuais vestgios arqueolgicos. A investigao desenvolvida no mbito deste trabalho acadmico permitiu identificar um nmero bastante significativo de stios arqueolgicos novos e relocalizar outros j conhecidos. Esta base informativa permitiu a sistematizao e o aprofundamento do conhecimento do patrimnio arqueolgico deste concelho, o que possibilita uma melhor preservao, salvaguarda, promoo e valorizao do mesmo. Simultaneamente, divulga-se desta forma o conhecimento adquirido e que serve quer aos investigadores quer ao pblico no especializado
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As escavaes de Estcio da Veiga de 1877 em Milreu (Estoi/Algarve) e os trabalhos do Instituto Arqueolgico Alemo na uilla e no edifcio de culto foram a base para vrias publicaes sobre os compartimentos da uilla na pars urbana e tambm sobre o edifcio de culto. Este novo estudo trata da decorao dos mosaicos com a temtica da fauna marinha, principalmente nas paredes do pdio do edifcio de culto e de uma hipottica reconstituio e distribuio das cenas mitolgicas. Trata tambm da decorao no interior deste edifcio, interpretado recentemente como aula para uma representao pessoal do dono, que pertenceu, possivelmente, ao estrato alto da sociedade na poca tardia romana.
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A uilla romana de So Miguel de Odrinhas localiza-se na encosta sul de um pequeno outeiro no chamado planalto de So Joo das Lampas, e constitui um dos numerosos lugares do antigo ager Olisiponensium onde se encontraram vestgios romanos. A primeira notcia conhecida acerca destas runas remonta ao sculo XVI, quando Andr de Resende mencionou um velho templo, do qual ainda subsistia uma cpula. Apesar de conhecidas desde h sculos, as runas romanas de So Miguel de Odrinhas apenas foram cientificamente intervencionadas pela primeira vez em 1949, sob orientao de Camarate Frana, que descobriu algumas sepulturas medievais, troos de paredes romanas e uma inscrio romana tardia. Mais tarde, em 1957, D. Fernando de Almeida retomou os trabalhos que se alongaram at cerca de 1960. Escavou, ento, uma grande rea da necrpole medieval, da pars urbana da uilla romana e definiu os limites da abside e, entre outros materiais e estruturas recolheu abundantes tesselas - algumas de pasta vtrea -, fragmentos e/ou troos de mosaicos e um pavimento, praticamente intacto, mas que ainda no foi devidamente estudado. As estruturas e materiais recolhidos permitem concluir que esta uilla foi fundada na segunda metade do sculo I a.C.; no sculo IV foi alvo de uma grande reforma, datando o seu abandono, provavelmente, dos finais do sculo V.
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A nossa reflexo abordar a questo da presena de um stibadium, leito semicircular com mesa, construdo em alvenaria no interior de um ninfeu decorado com mosaico, numa posio frontal, simtrica e sobreelevada em relao ao ingresso na sala do triclinium, bem como a sua ligao com o ritual do conuiuium, na pars urbana da Villa romana do Rabaal. Estas estruturas, descobertas nas campanhas de trabalhos arqueolgicos aqui realizados entre 1986 e 1992, foram desde ento interpretadas como fazendo parte de um jardim interior, dado terem sido nelas assinalada a existncia, a um nvel inferior, de um conjunto de cinco canaletas ligadas, aparentemente, a um tanque exterior. Inconformados com esta interpretao, observmos de novo em 1997, ao pormenor, esta construo absidal, tendo em conta a sua axialidade e o facto de nela ter sido incorporado um sistema de canalizaes que permitiam, porventura, ou espalhar gua por todo o pavimento de mosaico do triclinium, sala rectangular de maior aparato decorativo da pars urbana da Villa, ou, pelo contrrio, melhor isolar da humidade o interior do pavimento da sala em sigma. Esta discusso ser o ponto central da nossa comunicao. Sero ainda abordadas, em jeito de eplogo, questes relacionadas com a continuidade da ocupao da Villa na Antiguidade Tardia, sua provvel ocupao em poca suvica e a continuidade da utilizao do local como espao de habitao e de culto cemiterial at ao sculo XVI.
Resumo:
De modo a implementar as recomendaes do ICCM (1986) no sentido de preservar os mosaicos no seu contexto arqueolgico, a equipa que desde 1984 tem vindo a estudar a Villa romana do Rabaal tem efectuado esforos no sentido de adquirir conhecimentos que permitam seleccionar medidas para a sua preservao e conservao in situ. De modo a avaliar as condies atmosfricas a que os mosaicos esto sujeitos e projectar uma possvel cobertura, enquadrada no Plano de Salvaguarda 2007-2009 proposto, foi instalada uma estao meteorolgica, na qual se regista os valores atmosfricos de temperatura, humidade, presso, direco e velocidade do vento, precipitao, e humidade no solo (em contexto no arqueolgico). Foram ainda instalados sensores de temperatura e humidade no solo, o mais prximo possvel dos mosaicos, aproveitando as lacunas dispersas. Foram estudadas algumas caractersticas do solo local, tendo sido analisadas a granulometria, composio mineralgica, quantidade de matria orgnica e taxa de infiltrao da gua no solo. De modo a inventariar locais com aptido para a explorao de tesselas calcrias, com cores idnticas s que esto aplicadas nos mosaicos, a utilizar em futuros trabalhos de conservao e restauro, foi efectuada uma campanha de prospeco geolgica na regio, verificando-se a existncia de matria-prima semelhante em antigas pedreiras e outros pontos de possvel explorao em lugares que distam menos de 5km da villa romana do Rabaal.
Inventrio e valorizao do patrimnio arqueolgico do concelho da Chamusca : da poca Romana poca Moderna
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O presente relatrio resulta do estgio efetuado na Cmara Municipal da Chamusca. O mesmo teve como objetivo a realizao de um inventrio do patrimnio arqueolgico do concelho da Chamusca, centrado nos perodos da poca Romana Moderna, elaborando conjuntamente uma observao sobre o respetivo povoamento do territrio. O inventrio realizado compilou toda a informao identificada nas fontes bibliogrficas nos documentos da poca j publicados e nas informaes orais que se foram recolhendo. Posteriormente, procedeu-se confirmao dos dados no terreno, atravs de uma prospeo dirigida aos stios nos quais havia indcios de ocorrncias patrimoniais. O desenvolvimento deste projeto e deste tipo de investigao possibilitou a identificao/relocalizao de um nmero muito significativo de stios e potenciais stios arqueolgicos, num total de 136 stios. O seu inventrio foi sistematizado e permitiu, assim, a compilao do conhecimento do patrimnio arqueolgico deste municpio, contribuindo diretamente para a sua salvaguarda, preservao e valorizao junto da comunidade. A autarquia passou agora a ter um instrumento essencial para a definio das polticas de salvaguarda do patrimnio, bem como para a definio das estratgias de desenvolvimento do seu territrio.