1000 resultados para Pintura, literatura
Resumo:
Backland¹ are not only geographic spaces limited by physically established borders. It is a space composed by events, experiences, behavior, symbology, manners related to how to live and see the world. It is developed from historical processes and layers of discourses that contact each other, compete among themselves, establish agreement, promote consensus which define, resignify and update them over time. The present paper seeks to analyze and discuss the forms in which discourses produced by cordel literature² sold and consumed in popular locations, from backlands to coast cities, during the first four decades of 20th century, represented the environment, habits, moral codes, cultural traits, social types, rites and beliefs, related to northeastern backlands. The paper also aims to investigate the forms on how discourses produced by representations contributed to the constitution of backlands as a space culturally constructed. Poems from the poet and editor João Martins de Athayde will be used to establish dialogues between discourses produced by cordel and others discursive modalities, such as, newspapers, prose literature, painting, texts of memoirists and historiography, about backlands, analyzing how those representations circulated, were consumed and absorbed by backlands and other spaces inhabitants, contacted and agreed with other types of discourse, supporting the establishment of backlands as a space and countryside people as a social type
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Na segunda metade do século XVIII, Belém viveu um momento de grande expansão econômica, o que se refletiu positivamente na arquitetura, quando foram construídos imponentes templos religiosos no atual centro histórico, dentre os quais a igreja de São João Batista. Esta pesquisa analisou tecnologicamente a pintura de quadratura realizada pelo arquiteto Antonio Landi no interior da igreja de São João Batista, em Belém do Pará, para identificar a tinta utilizada na rara pintura do século XVIII, uma vez que o quadraturista disse ter utilizado em seus trabalhos o pigmento extraído da Arrabidaea chica (H & B) Verlot, popularmente conhecida como carajiru; os processos de alteração sofridos por ela e, assim, obter subsídios para a sua conservação e restauração. O estudo foi realizado em etapas: na primeira, foi feita uma pesquisa histórica envolvendo a literatura sobre as tintas, pigmentos e corantes do período colonial amazônico, utilizados na arquitetura religiosa; sobre a contribuição das ordens religiosas na decoração dos templos; sobre a formação e as atividades de Landi em Belém, e sobre a técnica de pintura denominada de quadratura. Na mesma etapa foi realizado um mapeamento dos danos na pintura e medidos o padrão de cores, por colorimetria, e a temperatura da parede pintada, com câmera de infravermelho. A etapa seguinte foi a investigação laboratorial, que consistiu em analisar a tinta usada por Landi na pintura e o pigmento extraído do carajiru, em microscópio ótico, em microscópio eletrônico de varredura, em difratômetro de raios-X e em espectrômetro de infravermelho. Os resultados possibilitaram a identificação e comparação dos materiais utilizados na pintura de quadratura. E por último, realizou-se um ensaio com a tinta produzida a partir do pigmento extraído do carajiru. A pesquisa histórica contribuiu para o entendimento das tintas, pigmentos e corantes e técnicas de pintura e a interdisciplinaridade facilitou a condução dos procedimentos tecnológicos, permitindo a elaboração de diagnósticos que servem para estabelecer medidas de conservação preventiva e propostas de futuras intervenções de restauro.
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Pós-graduação em Letras - IBILCE
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Neste livro abre-se a uma diversidade de acepções que o conceito de espaço abriga nos objetos e cenários literários contemporâneos. O próprio texto como um espaço espacializante, na sua textualidade como corpo ou na visualidade da escrita, configura um espaço de linguagem. O contexto cultural e histórico envolve referências e dados situados em determinados momentos que articulam um espaço de relações com o texto literário. O espaço da institucionalização, com as representações de poder, o espaço social, o espaço como paisagem, nas configurações natural, regional, física e psicológica, e o espaço do mito com suas imagens e sentidos simbólicos, são outras formas de mobilização do conceito. O espaço pictórico, quer como elemento componente da pintura ou como a própria linguagem na composição da escritura, que se vale de técnicas plásticas, também é contemplado, assim como esse tipo de diálogo abriga outros meios e linguagens, como o cinema, a propaganda, a fotografia, nas relações entre as artes. Há também a possibilidade de se rever o objeto literário, em termos de espacialidade, sob essa perspectiva múltipla do olhar contemporâneo. Ou seja, no lugar daquele sentido restrito de categoria estrutural, o conceito incorpora uma visão ampla e metafórica, dentro da qual o próprio texto faz emergir uma concepção e função da espacialidade por meio de suas estratégias de construção. Diante de tantas possibilidades de leitura do conceito, o presente livro reúne textos que abordam aspectos da simbolização espacial em obras literárias que implicam um olhar contemporâneo para essas figurações.
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The objective of the present text is to establish connections between literature and painting through the comparison between Oswald de Andrade’s poem “Longo da Linha” and Tarsila do Amaral’s painting “Palmeiras”, both belonging to the Brazilian Modernist movement Pau-Brasil. To emphasize also the step taken by the two artists, in Modernism, against the previous academicism, C. S. Peirce’s semiotics theory will be used as analytic basis to demonstrate, in Tarsila’s painting, a path towards planarity and stylization to produce quality effects, closer to the shape and the adventure of senses than to symbolization, whilst for Oswald, this same path leads to the presence of visualization as composition factor.
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Las operaciones de apropiación-traducción de las estéticas europeas que despliegan los poetas modernistas latinoamericanos en la encrucijada de fines del siglo XIX dan lugar a la fundación del verso moderno en español. Esta hipótesis de trabajo -orientadora de un proyecto de investigación de largo aliento- habilita una relectura de la poética de Rubén Darío: si bien el poeta no ha dejado de reflexionar sobre los alcances de la "tarea del traductor" en sus textos en prosa, en este caso el abordaje apunta a las modalidades que asume la praxis de la traducción en tanto base de la renovación formal de su escritura en verso. Bajo estas condiciones, el prisma del traslado y la transculturación promete un singular acceso a "Sinfonía en gris mayor", texto-laboratorio que también explora el fenómeno de la traducción como cruce de "series" en la trama del ritmo poético con el código musical y el pictórico
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El martinfierrismo fue una de las formas más acabadas de la renovación artístico-literaria de los años 20 en el Río de la Plata. La cuestión de la nacionalidad y las preocupaciones en torno a la lengua fueron centrales respecto de la creación de un ambiente estético moderno que implicaba la búsqueda de medios formales de expresión propios del presente y de interconexiones entre la literatura y otras artes. El pintor Xul Solar encarna la más alta expresión utópica de las reflexiones lingüísticas de Martín Fierro sostenida, a su vez, en la transposición de las fronteras entre pintura y escritura. En su perspectiva utópica de una América unida Xul Solar inventó un idioma para ser hablado en América del Sur: el neocriollo. Entendemos que además de esta "nueva oralidad", desde los años 20, proyectó una "nueva visualidad", integrando la práctica de escritura y pintura. Por ello, esta ponencia ahonda en los modos en que Solar interviene en el vanguardismo, centrada en sus proyectos utópicos, desde sus indagaciones sobre "métodos combinatorios" de producción, que recuperan el pasado precolombino para constituir un futuro en el que Brasil y la América hispana se constituyen como unidad de pertenencia espiritual
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Fil: Solas, Silvia Angélica. Universidad Nacional de La Plata. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación; Argentina.
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Basándonos en un enfoque teórico intermedial, el presente artículo tiene como objeto estudiar las relaciones entre cine y pintura a partir de dos películas españolas: La hora de los valientes (Antonio Mercero 1998) y Te doy mis ojos (Icíar Bollaín 2003). Nos proponemos cotejar cómo los respectivos directores introducen la pintura para construir y enriquecer el relato cinematográfico y analizar qué función narrativa y estética cumplen los cuadros en el texto fílmico. El estudio de ambos filmes nos servirá para demostrar nuestra hipótesis inicial: la pintura se emplea no solo con fines estéticos y narrativos, sino también para convertir al espectador en testigo de un doble drama, el individual y el colectivo. El juego de miradas que atraviesa la diégesis sitúa a la pintura en un primer plano, a la vez que determina la lectura del texto fílmico