945 resultados para POPULAR MOBILIZATION
Resumo:
Este trabalho busca descrever o processo de mobilização da população da cidade de Joanópolis - S.P., com vistas à participação na elaboração do Plano Diretor da cidade. Do mesmo modo, busca compreender os principais pressupostos teóricos necessários à elaboração de processos de educação social que garantam a construção coletiva de políticas públicas. A metodologia utilizada neste trabalho é de caráter qualitativo, que tanto permite o tratamento objetivo dos dados da ação quanto acolhe a parte ativa das tomadas de decisão. A contribuição deste trabalho reside em partilhar a elaboração de uma metodologia sócioeducativa que possa ser utilizada por agentes político-pedagógicos na elaboração de Planos Diretores,notadamente em cidades pequenas e médias.
Resumo:
Trata-se de um estudo de caso em que analisamos a comunicação alternativa desenvolvida pela AJI (Ação dos Jovens Indígenas), em Dourados/MS, nas aldeias do Jaguapiru e Bororó. Os jovens, que produzem audiovisuais, fotografias, blog, fotolog e um jornal impresso, encontraram na comunicação uma alternativa ante à marginalidade com que os índios são tratados na cidade, e buscarem seus direitos à voz e ao espaço social, em suas próprias tribos, já que os jovens indígenas solteiros ocupam um não-lugar na Reserva, pois não pertencem à organização tradicional indígena, tampouco estão inseridos entre os brancos. A partir das características e limitações da comunicação alternativa no Jornal AJIndo, por meio de pesquisa bibliográfica, entrevistas semi-estruturadas e análise de conteúdo, buscamos verificar o impacto da utilização desta comunicação nas aldeias para os jovens que a produzem, levando em conta interferências nas formas tradicionais de hierarquia e comunicação entre os indígenas e a função social da comunicação alternativa para eles. Embora não seja o objetivo principal do AJIndo, destaca-se o desenvolvimento da auto-estima como resultado desse processo. Soma-se a esta função, a mobilização por transformação social e a formação crítico-educativa. Após o esforço de organização, os jovens começaram a se sentir pertencentes aos indígenas e a serem ouvidos pelos brancos, mesmo que acreditem ser por interesses políticos da comunidade como um todo.
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Trata-se de um estudo de caso em que analisamos a comunicação alternativa desenvolvida pela AJI (Ação dos Jovens Indígenas), em Dourados/MS, nas aldeias do Jaguapiru e Bororó. Os jovens, que produzem audiovisuais, fotografias, blog, fotolog e um jornal impresso, encontraram na comunicação uma alternativa ante à marginalidade com que os índios são tratados na cidade, e buscarem seus direitos à voz e ao espaço social, em suas próprias tribos, já que os jovens indígenas solteiros ocupam um não-lugar na Reserva, pois não pertencem à organização tradicional indígena, tampouco estão inseridos entre os brancos. A partir das características e limitações da comunicação alternativa no Jornal AJIndo, por meio de pesquisa bibliográfica, entrevistas semi-estruturadas e análise de conteúdo, buscamos verificar o impacto da utilização desta comunicação nas aldeias para os jovens que a produzem, levando em conta interferências nas formas tradicionais de hierarquia e comunicação entre os indígenas e a função social da comunicação alternativa para eles. Embora não seja o objetivo principal do AJIndo, destaca-se o desenvolvimento da auto-estima como resultado desse processo. Soma-se a esta função, a mobilização por transformação social e a formação crítico-educativa. Após o esforço de organização, os jovens começaram a se sentir pertencentes aos indígenas e a serem ouvidos pelos brancos, mesmo que acreditem ser por interesses políticos da comunidade como um todo.
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Este trabalho busca descrever o processo de mobilização da população da cidade de Joanópolis - S.P., com vistas à participação na elaboração do Plano Diretor da cidade. Do mesmo modo, busca compreender os principais pressupostos teóricos necessários à elaboração de processos de educação social que garantam a construção coletiva de políticas públicas. A metodologia utilizada neste trabalho é de caráter qualitativo, que tanto permite o tratamento objetivo dos dados da ação quanto acolhe a parte ativa das tomadas de decisão. A contribuição deste trabalho reside em partilhar a elaboração de uma metodologia sócioeducativa que possa ser utilizada por agentes político-pedagógicos na elaboração de Planos Diretores,notadamente em cidades pequenas e médias.
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Trata-se de um estudo de caso em que analisamos a comunicação alternativa desenvolvida pela AJI (Ação dos Jovens Indígenas), em Dourados/MS, nas aldeias do Jaguapiru e Bororó. Os jovens, que produzem audiovisuais, fotografias, blog, fotolog e um jornal impresso, encontraram na comunicação uma alternativa ante à marginalidade com que os índios são tratados na cidade, e buscarem seus direitos à voz e ao espaço social, em suas próprias tribos, já que os jovens indígenas solteiros ocupam um não-lugar na Reserva, pois não pertencem à organização tradicional indígena, tampouco estão inseridos entre os brancos. A partir das características e limitações da comunicação alternativa no Jornal AJIndo, por meio de pesquisa bibliográfica, entrevistas semi-estruturadas e análise de conteúdo, buscamos verificar o impacto da utilização desta comunicação nas aldeias para os jovens que a produzem, levando em conta interferências nas formas tradicionais de hierarquia e comunicação entre os indígenas e a função social da comunicação alternativa para eles. Embora não seja o objetivo principal do AJIndo, destaca-se o desenvolvimento da auto-estima como resultado desse processo. Soma-se a esta função, a mobilização por transformação social e a formação crítico-educativa. Após o esforço de organização, os jovens começaram a se sentir pertencentes aos indígenas e a serem ouvidos pelos brancos, mesmo que acreditem ser por interesses políticos da comunidade como um todo.
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Summarize the available literature descriptions of neural mobilization (NM) techniques and neural provocation tests (NPT) for the Lower Limb (LL). Compilation of data was performed in May 2016 using MEDLINE data base, Google Scholar and the library of the European University of Madrid. After application of inclusion/exclusion criterions 5 books and 14 journal publications where found to be of interest and used during data extraction.Results: a list of 8 different LLNM techniques are applied in a rhythmic alternating oscillatory cycle fashion, starting in the initial position from where the therapist proceeds to move the limb in order to achieve a final position. LL NPTs are useful tools for differential diagnose and selecting the proper LLNM procedure. There is no consensus about the time frame of repetition intervals or amount of tensile strength during NPT never the less it is found to normally be performed at a rate of 2-4 seconds per complete cycle of movement, during 1-5 minutes, 3-5 times a week. LLNM treatment techniques all thou increasingly popular in clinical practice are found to be frugally described and lack proper standardization in regards to therapeutic dosification.
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Autologous hematopoietic stem cell transplantation (HSCT) has proved efficient to treat hematological malignancies. However, some patients fail to mobilize HSCs. It is known that the microenvironment may undergo damage after allogeneic HSCT. However little is known about how chemotherapy and growth factors contribute to this damage. We studied the stromal layer formation(SLF) and velocity before and after HSC mobilization, through long-term bone marrow culture from 22 patients and 10 healthy donors. Patients` SLF was similar at pre- (12/22)and post-mobilization (9/20), however for controls this occurred more at pre- mobilization (9/10; p=0.03). SLF velocity was higher at pre than post-mobilization in both groups. Leukemias and multiple myeloma showed faster growth of SLF than lymphomas at post-mobilization, the latter being similar to controls. These findings could be explained by less uncommitted HSC in controls than patients at post-mobilization. Control HSCs may migrate more in response to mobilization, resulting in a reduced population by those cells.
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Balloon catheter injury promotes hyperreactivity to phenylephrine (Phe) in the contralateral carotid. Phe-induced contraction involves calcium mobilization, a process that may be sensitive to reactive oxygen species. In this study, we investigated whether increased reactivity to Phe in the contralateral carotid is due to alterations in calcium mobilization by Phe and reactive oxygen species signaling. Concentration-response curves to Phe were obtained in control and contralateral arteries 4 days after balloon injury. Tiron did not modify E(max) to Phe in control arteries but reduced this parameter in the contralateral carotid to control levels. Moreover, immunofluorescence to dihydroethydine showed increased basal oxidative stress in the contralateral artery compared with control artery. Intracellular calcium mobilization by Phe in the contralateral artery was not different from control, but Phe-induced extracellular calcium mobilization was reduced in the contralateral artery compared with that in the control. These data were confirmed by confocal microscopy using Fluo 3-AM. Tiron and SC-236 increased Phe-induced calcium influx in the contralateral artery, which was similar to controls in the same conditions. However, catalase did not modify this response. Taken together, our results suggest that superoxide anions and prostanoids from cyclooxygenase-2 alter pathways downstream of alpha(1)-adrenoceptor activation in the contralateral carotid in response to injury. This results in reduced Phe-induced calcium influx, despite hyperreactivity to Phe.
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Xylem sap from woody species in the wet/dry tropics of northern Australia was analyzed for N compounds. At the peak of the dry season, arginine was the main N compound in sap of most species of woodlands and deciduous monsoon forest. In the wet season, a marked change occurred with amides becoming the main sap N constituents of most species. Species from an evergreen monsoon forest, with a permanent water source, transported amides in the dry season. In the dry season, nitrate accounted for 7 and 12% of total xylem sap N in species of deciduous and evergreen monsoon forests, respectively In the wet season, the proportion of N present as nitrate increased to 22% in deciduous monsoon forest species. These results suggest that N is taken up and assimilated mainly in the wet season and that this newly assimilated N is mostly transported as amide-N (woodland species, monsoon forest species) and nitrate (monsoon forest species). Arginine is the form in which stored N is remobilized and transported by woodland and deciduous monsoon forest species in the dry season. Several proteins, which may represent bark storage proteins, were detected in inner bark tissue from a range of trees in the dry season, indicating that, although N uptake appears to be limited in the dry season, the many tree and shrub species that produce flowers, fruit or leaves in the dry season use stored N to support growth. Nitrogen characteristics of the studied species are discussed in relation to the tropical environment.
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No abstract
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Physiotherapists frequently use manipulative therapy techniques to treat dysfunction and pain resulting from ankle sprain. This study investigated whether a Mulligan's mobilization with movement (MWM) technique improves talocrural dorsiflexion, a major impairment following ankle sprain, and relieves pain in subacute populations. Fourteen subjects with subacute grade II lateral ankle sprains served as their own control in a repeated measures, double-blind randomized controlled trial that measured the initial effects of the MWM treatment on weight bearing dorsiflexion and pressure and thermal pain threshold. The subacute ankle sprain group studied displayed deficits in dorsiflexion and local pressure pain threshold in the symptomatic ankle. Significant improvements in dorsiflexion occurred initially post-MWM (F-(2,F-26) 7.82, P = 0.002), but no significant changes in pressure or thermal pain threshold were observed after the treatment condition. Results indicate that the MWM treatment for ankle dorsiflexion has a mechanical rather than hypoalgesic effect in subacute ankle sprains. The mechanism by which this occurs requires investigation if we are to better understand the role of manipulative therapy in ankle sprain management. (C) 2003 Elsevier Ltd. All rights reserved.
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We reviewed the data of 307 patients treated with autologous bone marrow transplantation with the aim to identify factors associated with poor hematopoietic stern cell (HSC) mobilization after administration of cyclophosphamide and granulocyte-colony stimulating factor. Success in mobilization was defined when >= 2.0 x 10(6) CD34+ cells/kg weight could be collected with <= 3 leukapheresis procedures. Success was observed in 260 patients (84.7%) and nonsuccess in 47 patients (15.3%). According to the stepwise regression model: diagnosis, chemotherapy load, treatment with mitoxantrone and platelet count before mobilization were found to be independent predictive factors for HSC mobilization. These results could help in the previous recognition of patients at risk for non response to mobilization and allow to plan an alternative protocol for this group of patients. (C) 2008 Elsevier Ltd. All rights reserved.