34 resultados para IFOSFAMIDE


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BACKGROUND Pleomorphic rhabdomyosarcoma (RMS) is a rare sub-type of RMS. Optimal treatment remains undefined. PATIENTS AND METHODS Between 1995 and 2014, 45 patients were diagnosed and treated in three tertiary sarcoma Centers (United Kingdom, Switzerland and Germany). Treatment characteristics and outcomes were analyzed. RESULTS The median age at diagnosis was 71.5 years (range=28.4-92.8 years). Median survival for those with localised (n=32, 71.1%) and metastatic disease (n=13, 28.9%) were 12.8 months (95% confidence interval=8.2-34.4) and 7.1 months (95% confidence interval=3.8-11.3) respectively. The relapse rate was 53.8% (four local and 10 distant relapses). In total, 14 (31.1%) patients received first line palliative chemotherapy including multi-agent paediatric chemotherapy schedules (n=3), ifosfamide-doxorubicin (n=4) and single-agent doxorubicin (n=7). Response to chemotherapy was poor (one partial remission with vincristine-actinomycin D-cyclophosphamide and six cases with stable disease). Median progression-free survival was 2.3 (range=1.2-7.3) months. CONCLUSION Pleomorphic RMS is an aggressive neoplasm mainly affecting older patients, associated with a high relapse rate, a poor and short-lived response to standard chemotherapy and an overall poor prognosis for both localised and metastatic disease.

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O osteossarcoma ou sarcoma osteogénico (OS) é o tumor maligno primário mais comum de origem óssea que ocorre em crianças e adultos jovens. Este tumor surge a partir de células mesenquimais e é histologicamente caracterizado pela presença de células fusiformes e formação aberrante de osteóide. A incidência desta neoplasia apresenta uma distribuição bimodal, com um primeiro pico na adolescência e um segundo pico a ocorrer entre a 6ª e a 7ª década de vida. A maioria dos pacientes apresenta doença localizada à data do diagnóstico, e destes, aproximadamente 15 a 20% apresentam metástases detectáveis, em especial, pulmonares. A abordagem terapêutica ao OS engloba quimioterapia pré-operatória (neoadjuvante) seguida de ressecção cirúrgica do tumor primário e de todas as metástases visíveis e de quimioterapia pós-operatória (adjuvante). Historicamente, muitos agentes foram testados e usados no tratamento do OS, mas desde os anos 90 até à actualidade, o esquema de tratamento baseia-se na utilização de três agentes: Metotrexato (MTX), Doxorrubicina (A) e Ciclofosfamida (P), podendo ou não ser incluído um 4º agente, a Ifosfamida (I) ou o Ectopósido (E). Para surtir efeito, o MTX é administrado em alta dose, habitualmente de 12g/m2, podendo ir até 20g/m2, apresentando vários efeitos adversos. Como tal, outros agentes quimioterápicos têm sido testados, assim como outros tipos de tratamento e alvos, com o intuito de melhorar a performance e a sobrevida sem recorrência. A identificação de biomarcadores que permitam o diagnóstico, prognóstico e monitorização da terapia tem sido outra das principais linhas de investigação relacionadas com o OS. O objetivo deste trabalho centra-se na revisão da importância do tratamento neoadjuvante enquanto fator prognóstico do OS, e da monitorização laboratorial na utilização do MTX por forma a evitar efeitos secundários.

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O osteossarcoma ou sarcoma osteogénico (OS) é o tumor maligno primário mais comum de origem óssea que ocorre em crianças e adultos jovens. Este tumor surge a partir de células mesenquimais e é histologicamente caracterizado pela presença de células fusiformes e formação aberrante de osteóide. A incidência desta neoplasia apresenta uma distribuição bimodal, com um primeiro pico na adolescência e um segundo pico a ocorrer entre a 6ª e a 7ª década de vida. A maioria dos pacientes apresenta doença localizada à data do diagnóstico, e destes, aproximadamente 15 a 20% apresentam metástases detectáveis, em especial, pulmonares. A abordagem terapêutica ao OS engloba quimioterapia pré-operatória (neoadjuvante) seguida de ressecção cirúrgica do tumor primário e de todas as metástases visíveis e de quimioterapia pós-operatória (adjuvante). Historicamente, muitos agentes foram testados e usados no tratamento do OS, mas desde os anos 90 até à actualidade, o esquema de tratamento baseia-se na utilização de três agentes: Metotrexato (MTX), Doxorrubicina (A) e Ciclofosfamida (P), podendo ou não ser incluído um 4º agente, a Ifosfamida (I) ou o Ectopósido (E). Para surtir efeito, o MTX é administrado em alta dose, habitualmente de 12g/m2, podendo ir até 20g/m2, apresentando vários efeitos adversos. Como tal, outros agentes quimioterápicos têm sido testados, assim como outros tipos de tratamento e alvos, com o intuito de melhorar a performance e a sobrevida sem recorrência. A identificação de biomarcadores que permitam o diagnóstico, prognóstico e monitorização da terapia tem sido outra das principais linhas de investigação relacionadas com o OS. O objetivo deste trabalho centra-se na revisão da importância do tratamento neoadjuvante enquanto fator prognóstico do OS, e da monitorização laboratorial na utilização do MTX por forma a evitar efeitos secundários.

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ntestinal aspergillosis is an infection with a very high death rate especially in leukemic patients. Here we describe a case of a 46 years old woman with acute myeloid leukemia (LAM M5) who developed intestinal primary aspergillosis. This patient was diagnosed with LAM M5 through bone marrow aspiration and bone biopsy in March 2004. Symptoms of the disease were slight persistent fever, weight loss, asthenia, anemia, thrombocytopenia,and leukocytosis with high number of blasts in peripheral blood. After induction chemotherapy with ICE (Ifosfamide, Carboplatin, Etoposide), she developed neutropenia and high fever without apparent infective foci. She was treated with empiric antibiotic therapy, nevertheless she developed an intense diarrhea and ileo-cecal distention. Diagnostic exams didn’t show signs of a focal lesion. Despite the change in antibiotic treatment and the transfusions of granulocytes and blood cells, the patient developed extremely critical conditions with persistence of neutropenia and abdominal distention. A surgical treatment was decided at the time. We treated the patient with a two steps surgical procedure. The first step was a right abdominal ileostomy followed by improvement of general conditions and then the second step a right colectomy. The histological morphology confirmed necrotizing colitis with Aspergillus ife. At that time , treatment with voriconazole was started. The general conditions of the patient improved rapidly and we were able to treat the patient with other medical anti-leukemic therapies. The patient is now cured and in healthy state. We obtained a good clinical result as only in other few cases described in literature.