211 resultados para Fortifications


Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Fuenterrabía (Hondarribia) is a town located on the Franco-Spanish border. Between the 16th and 19th centuries it was considered to be one of the most outstanding strongholds in the Basque Country due to its strategic position. The bastion system of fortification was extremely prevalent in this stronghold. It was one of the first Spanish towns to adopt the incipient Renaissance designs of the bastion. The military engineers subsequently carried out continuous fortification projects that enabled the structure to withstand the advances being made in artillery and siege tactics. After the construction of the citadel of Pamplona had begun in 1571, following the design of the prestigious military engineer, Jacobo Palear Fratín and being revised by Viceroy Vespasiano Gonzaga, the aforementioned engineer undertook an ambitious project commissioned by Felipe II to modernise the fortifications of Fuenterrabía. Neither the plans nor the report of this project have been conserved, but in the year 2000, César Fernández Antuña published the report written by Spannocchi on the state of the fortifications of Fuenterrabía when he arrived to the Spanish peninsula, discovered in the Archivo Histórico Provincial de Zaragoza. This document conducts an in-depth analysis of Spannocchi’s project and how it was related to Fratín’s previous project. It concludes that this project encountered problems in updating the new bastions at the end of the 16th century, and identifies the factors which prevented the stronghold from being extended as was the case in Pamplona after Fratín’s project.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Mode of access: Internet.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Mode of access: Internet.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Contiene: Premiere section (VII, [1] en bl., 544 p., LI h. de lám. pleg.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

War dept. doc. no. 513.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Mode of access: Internet.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Mode of access: Internet.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Signed and dated lower right.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

As câmaras municipais constituíram-se em um dos mais notáveis mecanismos de manutenção do vasto império ultramarino português. Originavam-se dos antigos conselhos medievais, aglutinavam os interesses das elites coloniais ao serem compostas pelos homens bons da colônia, detinham considerável poder sobre a sociedade local além de terem a liberdade de representar ao rei de Portugal seus anseios ou dificuldades. Paralelo, ao poder do senado da câmara municipal, encontravam-se as autoridades nomeadas pelo rei de Portugal: governadores coloniais. Este compartilhamento do poder na colônia gerava, muitas vezes, conflitos entre a câmara municipal e os funcionários régios. No Rio de Janeiro, setecentista, vários fatores internos e externos à colônia deterioraram as relações entre os governadores coloniais e os membros do senado.Tal situação agrava-se com as incursões corsárias francesas de 1710 e 1711 que demonstraram a fragilidade do império português que há muito deixara de ter um poder naval significativo, perdendo espaços para potências como a França, Inglaterra e Holanda. Incapaz de conter os inimigos no vasto oceano, desprovido de meios navais capazes de patrulhar os litorais de suas colônias na África, Ásia e América, em especial o do Brasil, o império português dependia cada vez mais dos recursos humanos de suas colônias para a manutenção do seu território ultramarino. A corte portuguesa sofreu duro impacto com a conquista da cidade do Rio de Janeiro por Duguay-Trouin e, ao longo dos próximos anos, procurou fortalecer o sistema defensivo de sua colônia com o envio de tropas e navios além da construção de novas fortalezas e o reaparelhamento do sistema defensivo já existente.Todo este esforço para a guerra era bancado, em sua maior parte, com recursos da própria colônia do Rio de Janeiro. Obviamente este ônus não agradava a incipiente elite mercantil que florescia na colônia resultando no fato de que a política de enclausurar o Rio de Janeiro entre muralhas e fortificações, ás custas da economia colonial, colocou em campos opostos os funcionários do rei e os membros do senado por várias vezes nas primeiras décadas do século XVIII. Surgiram inevitáveis conflitos pelo uso e posse do território urbano do Rio de Janeiro cada vez mais pontilhado por fortalezas, sulcado por extensas valas e trincheiras a impedir-lhe o crescimento urbano. Além do conflito territorial, em função da expansão da atividade mercantil desenvolvida pelos colonos, as disputas comerciais envolveram as elites locais, ávidas por lucros e impulsionadas ao comércio devido à descoberta do ouro na região das Minas, e as autoridades e comerciantes lusos, uns querendo controlar a atividade comercial que crescia em acelerado ritmo, outros querendo lucrar e disputar espaços com as elites coloniais locais. No meio destes embates encontrava-se a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, objetivo maior desta pesquisa, a defender os interesses das elites da colônia, pois delas era representante. Era uma disputa em que, muitas vezes, seus membros pagaram com a perda da liberdade e dos seus bens frente a governadores coloniais mais intolerantes