130 resultados para FLAUTA TRAVERSA
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Número 298 en el en el catálogo de Vicente Galbis e Hilari García, bajo el título de "Fantasía"
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Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música – Instrumento e Música de Conjunto.
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Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do Grau de Mestre em Ensino de Música - Instrumento e Música de Conjunto.
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At head of title: Luis L. Franco.
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O presente trabalho é uma abordagem teórica e interpretativa à música para traverso de António Rodil (c.1730-1787), Pedro Avondano (1714-1782) e dos irmãos Pla. A interação entre as duas componentes do discurso são fundamentos essenciais para uma global compreensão das obras, sendo por sua vez, foco central no tratamento do estilo galante ibérico. A dissertação esta dividida em 5 capítulos; 1. contextualização da prática musical em Portugal na segunda metade do séc. XVIII; 2. o percurso artístico do flautista António Rodil (c.1730-1787); 3. a música de câmara de Pedro Avondano (1714-1782) e a primeira obra conhecida para o traverso em Portugal A Collection ofLisbon Minuets for two Violins or two German flutes and bass (1766); 4. o traverso na obra dos irmãos PLA; 5. reflexões em torno das questões interpretativas.
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Este relatório, inserido na unidade curricular de Prática Pedagógica, pretende relatar o trabalho desenvolvido e as experiências adquiridas nos três ciclos do ensino básico, e ainda, investigar uma questão relevante no contexto da Educação Musical. Como a prática instrumental de flauta de bisel contribui para o conhecimento do código musical. Termina com uma análise crítica do processo de trabalho durante a prática de ensino supervisionada.
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Deste "Primeiro Acto" fazem parte algumas das músicas que fui compondo para peças de teatro ao longo de vários anos. Como é evidente, a música de cena coexiste com a imagem e representação teatral e a elas está ligada duma forma inseparável. Contudo, pretendo que algumas das músicas possam ter autonomia suficiente para se apresentarem sozinhas como peças musicais independentes. Tal foi o propósito deste disco. A escolha dos trechos de música obedeceu a um critério musical e dramático que vagamente jogasse com dois mundos: a cidade e o circo. Passados cinco anos do lançamento do CD fui convidado pela Direcção do Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica – FITEI para conceber e realizar um espectáculo, para o FITEI – 2005, com músicas e canções que fui fazendo para teatro ao longo dos anos. Servindo-me como base das músicas deste CD, juntando outras, e escrevendo um guião cénico de ligação das várias músicas, com novos arranjos instrumentais, juntaram-se dez músicos, quatro cantores e quatro bailarinos para realizar esse espectáculo que, além da sua estreia em 2005 no Teatro Rivoli, no Porto, foi apresentado também nas comemorações do Dia Mundial de Teatro de 2006 no Teatro Nacional D. Maria II. Os trechos musicais escolhidos fizeram parte dos seguintes espectáculos: "Hoje começa o Circo" de João Lóio, encenado por João Mota, pelo Grupo de Teatro Roda Viva, Porto,1978; "Mais um Dia", espectáculo musical de João Lóio, Porto,1987; "Dança de Roda" de Arthur Schnitzler, encenado por João Paulo Costa, pelo Grupo de Teatro " Os Comediantes", Porto, 1990; "Um certo Plume" de Henri Michaux, encenado por Adriano Luz no Teatro da Cornucópia, Lisboa, 1993; "Aurélio da Paz dos Reis", filme realizado por Manuel Faria de Almeida, Lisboa, 1995; "Edmond" de David Mamet, encenado por Adriano Luz no Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa, 1996; "A pandilha" de Cândido Ferreira, encenado por Cândido Ferreira, pelo Teatro Experimental do Porto, Porto, 1996 (No final deste texto dá-se informação pormenorizada sobre as peças e filme dos quais estes trechos musicais fizeram parte).Gravado em Junho, Julho e Setembro de 2000, este CD tem a seguinte ficha técnica: Direccção Musical e Produção: João Lóio; Gravação: Fernando Rangel; Mistura: Fernando Rangel e João Lóio; Masterização: Fernando Rangel; Estúdio de Gravação: Fortes & Rangel, Porto; Desenho Gráfico: José Tavares; Fotografias: Jorge Gigante e José Tavares. O “PRIMEIRO ACTO” contou com a participação dos seguintes músicos: Flauta: Jorge Salgado; Saxofone Soprano: Fernanda Alves; Saxofone Alto: Rosa Oliveira; Saxofone Tenor: Mário Santos; Isabel Anjo; Saxofone Barítono: Mário Brito; Trompa: Bohdan Sebestick; Trombone: Vítor Faria; Tuba: Manuel Costa; Harpa : Ana Paula Miranda ; Acordeão: Arnaldo Fonseca ; Guitarras: Carlos Rocha; Baixo Acústico: Firmino Neiva; Piano: Carlos Azevedo; Helena Marinho; Paulino Garcia; Violinos: David Lloyd; Richard Tomes; Suzanna Lidegran; Viola: David Lloyd; Violoncelo: Miranda T. Adams; Contrabaixo: António Augusto Aguiar; Sintetizador: João Lóio ; Percussão : Mário Teixeira; Coro: Guilhermino Monteiro, Jorge Prendas, Rui Vilhena.
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Resumo I (Prática Pedagógica)- Este Relatório de Estágio é composto por duas secções. Na primeira descreve-se o estágio realizado pela mestranda, na Classe de Flauta do Professor João Pereira Coutinho (JPC), na Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN), ao longo do ano lectivo de 2012/2013, com a supervisão do Professor Nuno Ivo Cruz. Após uma contextualização da EMCN e dos alunos acompanhados no estágio, descreve-se o desempenho de cada um deles, ao longo do ano lectivo, bem como as práticas educativas desenvolvidas pelo Professor Cooperante, nas aulas assistidas, e as desenvolvidas pela estagiária. Realiza-se uma reflexão sobre as mesmas,apresentando, também, algumas vantagens e desvantagens relativamente ao modelo de Estágio proposto.
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“Nós reverenciamos Cláudio Arrau, cuja arte tinha a profundidade e o fôlego de um velho sábio e o virtuosismo estonteante de um jovem vencedor de um concurso”1. Este comentário de Pedro de Alcântara, graduado em música pela Yale School of Music e professor de Técnica Alexander, será seguramente secundado por qualquer melómano. Arrau confessa numa entrevista a Elyse Mach:”… quando tinha dezoito ou dezanove anos, entreguei-me aos cuidados de um psiquiatra2 porque havia em mim uma espécie de bloqueio que me impedia de expressar o meu eu musical […] muitas vezes voltei a visitar este homem maravilhoso […]. Eu aconselharia qualquer intérprete a falar com um psiquiatra e, se necessário fazer análise. A paz de espírito que daí resulta vale a pena.”3 Qualquer intérprete, cantor, instrumentista ou maestro, tem consciência da existência do tipo de bloqueios de que fala Arrau. Conforme se pode constatar pelo comentário extraído do célebre tratado de flauta de Quantz em 1752, nem sequer é um problema recente: “Se o flautista que quer ser ouvido publicamente é timorato e não está ainda acostumado a tocar na presença de muitas pessoas, deve tentar, enquanto está a tocar, dirigir a sua atenção apenas para as notas à sua frente, nunca encarando os presentes, uma vez que isso distrai os pensamentos, e destrói a sua tranquilidade. […] O medo causa uma ebulição do sangue que disturba o regular funcionamento dos pulmões, assim como dos braços, da língua e dos dedos. Daí surge uma tremura dos membros muito obstrutiva ao tocar e, como resultado, o flautista será incapaz de produzir uma passagem mais longa num fôlego, ou quaisquer outros actos especialmente difíceis, tal como faria num estado de espírito tranquilo.”4 Ao longo dos séculos, todos os grandes intérpretes tiveram que lidar com os problemas associados à performance musical pública, e, mais ou menos inconscientemente desenvolveram rotinas, atitudes ou superstições que, com maior ou menor sucesso os ajudam a ultrapassá-los. É obviamente um assunto que muitos intérpretes preferem evitar. A sua racionalização implica enfrentar os próprios fantasmas, e sobretudo, traz implícita a constatação de que esses receios existem, algo que nunca é fácil de admitir por parte de alguém que durante muitos anos poderá ter sobrevivido à custa de um exercício de negação. Existem estratégias muito eficazes para ajudar a superar o stress relacionado com a performance musical. Urge analisá-las, compreendê-las, sistematizá-las e passá-las às gerações vindouras. Só assim se perpetuará o alto nível de execução que o acumular de experiências ao longo dos últimos séculos proporcionou, numa sociedade que cada vez mais pressiona os seus elementos para o êxito profissional como factor indissociável da felicidade e do sentimento de realização enquanto seres humanos.
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Viatge al món de les flautes és un material didàctic dirigit a grups de nivell elemental de l’aula de flauta travessera que planteja una introducció a les músiques tradicionals d’arreu del món. Alhora conté una proposta de concert familiar. Els objectius generals del present treball són donar a conèixer la gran família de les flautes juntament amb el seu repertori i fer una recerca pedagògica a l’entorn d’aquest per aplicar-lo a l’aula. La metodologia ha partit d'un treball de camp sobre diverses flautes d’arreu del món, en base al qual s'ha elaborat el concert i diverses propostes didàctiques per treballar a l’aula. Aquest projecte pretén aportar un ventall de noves eines per utilitzar en la docència.
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Interpretación versus Ejecución es un proyecto que pretende sentar las bases para el planteamiento de una versión propia e informada de obras de diferentes estilos musicales. Se presta especial atención a las prácticas propias de cada estilo – barroco, clásico, romántico y contemporáneo - y su posible aplicación con la flauta moderna en cuatro obras concretas. La metodología empleada ha consistido en la búsqueda de información en tratados, libros, artículos, así como entrevistas y clases con músicos expertos en cada uno de los temas. El proyecto pretende impulsar el interés del joven músico por una búsqueda personal e informada de las prácticas interpretativas que redunde en una interpretación propia de las obras que desee tocar.
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En un momento histórico en el que las tendencias musicales en Europa estaban a medio camino entre el Barroco y el Clasicismo, confluyeron en la corte de Federico el Grande una serie de músicos que trabajaron para el rey prusiano y que compusieron una gran cantidad de música para flauta, instrumento que él tocaba. La actividad musical del Berlín de esos años se convirtió así en relevante para el mundo flautístico. Profundizaremos en este trabajo en la figura del monarca, en la relación de éste con sus músicos y en las características principales de la música de la segunda mitad del siglo XVIII.
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El objetivo de este manual para estudiantes de Magisterio es que el alumno acceda con la mayor claridad posible a los conceptos musicales de cualquier naturaleza impartidos en la asignatura que da título al libro y que trata de recopilar y conjuntar a otras asignaturas anteriores referidas al estudio del instrumento monofónico escolar y del polifónico escolar (flauta y guitarra), además de ofrecer una gran variedad de recursos musicales. El texto se divide en cinco bloques temáticos, el primero trata de la descripción general de instrumentos musicales, el segundo se dedica a la iniciación melódica y a la instrumentación, el tercero al acto pedagógico (ciencia, método y didáctica), el cuarto al uso de las prosodias en el aula y el quinto al cancionero, los compases de tres por cuatro y seis por ocho, la modulación y las partes de una forma musical (lied).
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Los objetivos de este proyecto son fundamentalmente dos: el primero, la elaboración de un cancionero popular de la Axarquía, armonizándo polifonicamente algunas de las canciones. El segundo objetivo es el estudio y adaptación de parte de las obras de Eduardo Ocón a una orquesta de flautas. . La investigación tiene una primera parte basada en el trabajo de campo. Respecto a los verdiales, el trabajo de campo se desarrolla durante la celebración de la fiesta de los verdiales de Benagalbón. Se ha escogido esta fiesta por ser de gran calidad y tradición en la comarca. Se han realizado entrevistas a los/as ancianos/as, los cuales han aportado información para realizar el estudio antropológico, lingüístico e histórico del proyecto. Al mismo tiempo se ha entrevistado a los más jóvenes y, entre ellos, a un joven cantaor de verdiales llamado Carlos. Se contrasta que los jóvenes verdialeros son una garantía de futuro para este arte. Respecto a otras composiciones de folklore autóctono, los autores se reunen con personas mayores de la zona de Cajiz con mucha tradición en los bailes de rueda, y han sido grabado un largo repertorio de canciones. De ese repertorio, se seleccionan catorce composiciones que se han transcrito en el pentagrama, en la primera voz que aparece en cada partitura; las otras tres voces están armonizadas con el objetivo de poder interpretarse en orquesta de flauta, o bien para incorporarlas a la música polifónica de temas populares, ya que el rico folclore andaluz ha sido muy poco tratado desde la perspectiva de la música polifónica.Como trabajo de campo en la adaptación de la obra de Eduardo Ocón, la tarea de los investigadores se centa en el estudio de las partituras que una sobrina biznieta del compositor, Julia Ocón, proporciona a los investigadores. Se trabaja con obras, tanto de Ocón como de un precioso cancionero que Eduardo Ocón recopiló y que tiene la particularidad de ser bilingüe: español-alemán, y que, a principios del S.XX, tuvo una notable difusión tanto en España como en Alemania. El cancionero que se ha pasado a escritura musical, ofrece, no solamente melodía, tal como la cantan las personas del lugar, sino que también está armonizado para ser interpretadas por coros polifónicos y por agrupaciones instrumentales. Sobre las partituras de la obra de Eduardo Ocón, van a constituir un material curricular interesante para divulgar parte de su obra. Las canciones que ahora se han armonizado para cuarteto de flautas dulces acercan esa música clásica y culta de sabor andaluz. Se ha creado este material curricular para facilitar su difusión y utilización en los Centros Educativos Andaluces, tanto de primaria y secundaria como en conservatorios.
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Seleccionado en la convocatoria: Ayudas a la innovación e investigación educativa en centros docentes de niveles no universitarios, Gobierno de Aragón 2009-10