48 resultados para Corinth


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v.1. Childe Harold's pilgrimage.--v.2. Childe Harold's pilgrimage [continued] The Giaour. The corsair.--v.3. Lara. The bride of Abydos. Siege of Corinth. Parisina. The prisoner of Chillon. Beppo. Mazeppa.--v.4. Manfred. Hebrew melodies. Ode to Napoleon Buonaparte. Monody on the death of Sheridan. Lament of Tasso. Poems. Prophecy of Dante.--v.5. Marino Faliero, Doge of Venice. Cain.--v.6. Sardanapalus. The two Foscari. Notes on Captain Medwin's Conversations of Lord Byron.

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A collection of miscellaneous pamphlets.

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Cont. Fair maid of the inn. Cupid's revenge.--v. 10. Two noble kinsmen. Tragedy of Thierry and Theodorey. Woman-hater. Nice valour, or, the passionate madman. Honest man's fortune. Masque. Four plays, or moral representations, in one.

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Vols. 1-4 are reissues of the four volumes of the edition of 1830.

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Source: Purchase, Jan. 14, 1991.

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Vol. 6 is Photocopy.

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Editors: v. 1, Arnold Glover; v. 2, Arnold Glover and A. R. Waller; v. 3-10, A. R. Waller.

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Esta pesquisa tem como objetivo analisar a utilização do gênero literário do gloriar-se pelo apóstolo Paulo, demonstrando como esta ferramenta foi fundamental para que ele se posicionasse de maneira inovadora e radical frente às acusações sofridas da comunidade cristã em corinto. A comunidade sob a influência de pregadores itinerantes, autointitulados apóstolos, procuraram desonrar o apóstolo em sua ausência. Sendo uma comunidade cristã primitiva no mediterrâneo do I século, o bem mais valioso era a Honra, esta deveria ser defendida acima de tudo. Para tanto, o apóstolo se utiliza do ato de gloriar, como um gênero literário de sua época, bem como de outros recursos da retórica na realização de sua defesa. Ao fazê-lo, o apóstolo resignifica o ato de gloriar, as características de um verdadeiro apóstolo, bem como trata do sofrimento como algo inerente ao fiel seguidor de Cristo. Desta maneira, o apóstolo além de defender-se expõe uma nova proposta no entendimento e vivência nas relações sociais, que deveriam passar pelo ato da renúncia ao status; constituindo uma comunidade igualitária.

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A I Carta de Clemente de Roma aos Coríntios faz parte de uma coleção de escritos cristãos antigos intitulados Pais Apostólicos. Esse texto é uma autêntica correspondência enviada da comunidade cristã de Roma para a comunidade cristã de Corinto, escrita pelo seu secretário Clemente. Esta pesquisa, em contraposição às desenvolvidas pela disciplina teológica chamada patrologia , analisa a carta a partir das teorias de Mikhail M. Bakhtin e seu círculo e da micro-história assumidamente relacionada com as teorias do mesmo autor delimitando o trecho 37.5-38.1, onde se encontra a metáfora do corpo.

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O presente estudo exegético tem por objetivo analisar o fenômeno da profecia e da glossolalia no cristianismo primitivo a partir da Primeira Carta aos Coríntios. Para tanto, revisa-se algumas discussões exegéticas acerca do texto. O movimento cristão emergiu como uma seita judaica, mas amadureceu em um contexto greco-romano, sendo profundamente impactado pela cultura e tradições ocidentais. Por um lado, sofreu as influências das tradições israelitas antigas e do Judaísmo do Segundo Templo, e por outro, sofreu as influências das tradições greco-romanas, embora em menor grau. Com isso, esta pesquisa mostra que a profecia e a glossolalia em 1° Coríntios são fenômenos extáticos, no qual seu contexto mais próximo é o misticismo apocalíptico judaico.

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Este trabalho focaliza o discurso da ressurreição corpórea como elemento identitário em Paulo, a partir do texto de 1Coríntios 15:35-49 onde o apóstolo desenvolve e argumenta seu pensamento escatológico acerca desta temática. Nosso objetivo é de entendermos como se desenvolveu esse pensamento e considerar os argumentos dentro dessa nova visão teológica da temática. Metodologicamente faz-se um estudo exegético do texto de 1Corintos 15:35-49 a fim de dialogar com o conceito temático de Dn12:1-3 e com a ideologia cética presente em Corinto. Baseando-se nos principais autores Nickelsburg, Wright e Lehtipuu temos como principais considerações que a ressurreição corpórea em Dn 12:1-3 é universal, coletiva e tida como ato de justiça. Na filosofia cética a ideologia é a do relativo e vazio. E em Paulo ela é individual e atinge o individuo como um todo.

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“Globalizing the Sculptural Landscape of Isis and Sarapis Cults in Roman Greece,” asks questions of cross-cultural exchange and viewership of sculptural assemblages set up in sanctuaries to the Egyptian gods. Focusing on cognitive dissonance, cultural imagining, and manipulations of time and space, I theorize ancient globalization as a set of loosely related processes that shifted a community's connections with place. My case studies range from the 3rd century BCE to the 2nd century CE, including sanctuaries at Rhodes, Thessaloniki, Dion, Marathon, Gortyna, and Delos. At these sites, devotees combined mainstream Greco-Roman sculptures, Egyptian imports, and locally produced imitations of Egyptian artifacts. In the last case, local sculptors represented Egyptian subjects with Greco-Roman naturalistic styles, creating an exoticized visual ideal that had both local and global resonance. My dissertation argues that the sculptural assemblages set up in Egyptian sanctuaries allowed each community to construct complex narratives about the nature of the Egyptian gods. Further, these images participated in a form of globalization that motivated local communities to adopt foreign gods and reinterpret them to suit local needs.

I begin my dissertation by examining how Isis and Sarapis were represented in Greece. My first chapter focuses on single statues of Egyptian gods, describing their iconographies and stylistic tendencies through examples from Corinth and Gortyna. By comparing Greek examples with images of Sarapis, Isis, and Harpokrates from around the Mediterranean, I demonstrate that Greek communities relied on globally available visual tropes rather than creating site or region-specific interpretations. In the next section, I examine what other sources viewers drew upon to inform their experiences of Egyptian sculpture. In Chapter 3, I survey the textual evidence for Isiac cult practice in Greece as a way to reconstruct devotees’ expectations of sculptures in sanctuary contexts. At the core of this analysis are Apuleius’ Metamorphoses and Plutarch’s De Iside et Osiride, which offer a Greek perspective on the cult’s theology. These literary works rely on a tradition of aretalogical inscriptions—long hymns produced from roughly the late 4th century B.C.E. into the 4th century C.E. that describe the expansive syncretistic powers of Isis, Sarapis, and Harpokrates. This chapter argues that the textual evidence suggests that devotees may have expected their images to be especially miraculous and likely to intervene on their behalf, particularly when involved in ritual activity inside the sanctuary.

In the final two chapters, I consider sculptural programs and ritual activity in concert with sanctuary architecture. My fourth chapter focuses on sanctuaries where large amounts of sculpture were found in underground water crypts: Thessaloniki and Rhodes. These groups of statues can be connected to a particular sanctuary space, but their precise display contexts are not known. By reading these images together, I argue that local communities used these globally available images to construct new interpretations of these gods, ones that explored the complex intersections of Egyptian, Greek, and Roman identities in a globalized Mediterranean. My final chapter explores the Egyptian sanctuary at Marathon, a site where exceptional preservation allows us to study how viewers would have experienced images in architectural space. Using the Isiac visuality established in Chapter 3, I reconstruct the viewer's experience, arguing that the patron, Herodes Atticus, intended his viewer to inform his experience with the complex theology of Middle Platonism and prevailing elite attitudes about Roman imperialism.

Throughout my dissertation, I diverge from traditional approaches to culture change that center on the concepts of Romanization and identity. In order to access local experiences of globalization, I examine viewership on a micro-scale. I argue that viewers brought their concerns about culture change into dialogue with elements of cult, social status, art, and text to create new interpretations of Roman sculpture sensitive to the challenges of a highly connected Mediterranean world. In turn, these transcultural perspectives motivated Isiac devotees to create assemblages that combined elements from multiple cultures. These expansive attitudes also inspired Isiac devotees to commission exoticized images that brought together disparate cultures and styles in an eclectic manner that mirrored the haphazard way that travel brought change to the Mediterranean world. My dissertation thus offers a more theoretically rigorous way of modeling culture change in antiquity that recognizes local communities’ agency in producing their cultural landscapes, reconciling some of the problems of scale that have plagued earlier approaches to provincial Roman art.

These case studies demonstrate that cultural anxieties played a key role in how viewers experienced artistic imagery in the Hellenistic and Roman Mediterranean. This dissertation thus offers a new component in our understanding of ancient visuality, and, in turn, a better way to analyze how local communities dealt with the rise of connectivity and globalization.