1000 resultados para Espécies arbóreas nativas
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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The present study aimed to analyze the floristic and structural descriptors of tree species natural regeneration in a forest sector with synchronized bamboo (Merostachys multiramea Hackel) die-off (CT) and an adjacent area with continuous canopy cover (ST) in an araucaria forest fragment in the municipality of Lages, Santa Catarina state. A total of 14, 5x5m, plots (six plots in CT sector and eight in ST sector) were allocated, where all tree species regenerative individual with circumference at breast height smaller than 15cm and height higher than 25cm was measured (diameter at soil level) and identified. The richest families were: Myrtaceae (nine), Solanaceae (six) and Aquifoliaceae (four). The Shannon Diversity Index in ST and CT sectors were respectively 2.73 and 2.31. The species with the highest importance values in CT sector were Solanum variabile, Piptocarpha angustifolia, Mimosa scabrella, Jacaranda puberula and Solanum pseudoquina. In ST sector, the species with highest importance values were Myrsine lorentziana, Casearia decandra, Cinnamodendron dinisii, Drimys brasiliensis and Ilex paraguariensis. The results showed that the synchronized bamboo die-off influenced the spatial variation in the floristic and structural descriptors of the tree species natural regeneration.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental - FEB
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Marchantia polymorpha develops under environmental conditions of high relative humidity and shading. As this habitat is the usually used in nurseries for the growth of seedlings of native tree species that species grows very quickly among developing tree seedlings and causes severe losses. This study was undertaken viewing more efficient either physical or chemical methods for the control of M. polymorpha. Two experiments were conducted under greenhouse conditions. In the first acetic acid (10, 20, and 40% of concentration), oxygenated water (50 and 100%) and the herbicides glyphosate (1,680 g AI ha) and fomesafen (375 g AI ha-1 ) were applied to the seedlings. In the second, the treatments consisted of soil previously submitted to a temperature of 105 °C for 48 hours, soil submitted to solarization in black plastic and in transparent plastic bags for 30 days, preemergence application of diuron (1,750 g AI ha-1 ) and trifluralina (1,575 g AI ha-1 ). The visual evaluations of the methods were performed 7, 14, 21, and 28 days after the application (DAA) and at 60 and 120 DAA, respectively, for the first and the second experiment. Only diuron and trifluralina resulted in a 100% control of M. polymorpha 120 DAA.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Pós-graduação em Agronomia - FEIS
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Novas pesquisas apontam que as interações positivas e o processo de facilitação sobre a comunidade tem fornecido importantes conhecimentos sobre a ecologia de diversas espécies no mundo. Existe uma carência de informações sobre quais as espécies interferem nos mecanismos facilitadores que conduzem a regeneração natural da vegetação e a atual necessidade de identificar estratégias de conservação, manejo sustentável e recuperação ambiental em ambientes tropicais. Este trabalho tem o objetivo de avaliar quais são as espécies arbóreas que facilitam o aumento da riqueza e abundância de outras espécies arbóreas/arbustivas regenerantes sob suas copas numa antiga área de pastagem no Parque Estadual de Porto Ferreira - SP. Foram selecionadas 42 árvores isoladas que foram chamadas de matrizes. Destas matrizes foram feitas 42 parcelas cirulares na qual cada matriz teve duas subparcelas: a Área da Influência (Ai) e a Área do Entorno (Ae), totalizando 84 unidades amostrais. Para cada matriz, nestas unidades amostrais foram incluídos todos os indivíduos arbustivos e arbóreos com altura superior a 1,3 metros de altura. Foram analisadas a florística, fitossociologia e distribuição da abundância das espécies regenerantes. Já para as espécies das matrizes foram analisadas seis diferentes atributos, divididos em dendrométicos e funcionais para entender como elas influênciam a riqueza e abundância das espécies regenerantes. Em Ai e Ae foram indentificados 883 indivíduos distríbuidos em 28 famílias, 49 gêneros, totalizando 64 espécies em uma área total de 3.028 m³. Em Ai foram intentificados 775 inividuos em uma área total de 1.346 m³, com a mesma composição florística citada acima. As espécies Dimorphandra mollis, Qualea grandiflora, Byrsonima intermedia e Aegiphila lhotzkiana são indicadas aqui neste trabalho como as melhores facilitadoras, por serem decíduas e, por possuírem copas amplas...
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Novas pesquisas apontam que as interações positivas e o processo de facilitação sobre a comunidade tem fornecido importantes conhecimentos sobre a ecologia de diversas espécies no mundo. Existe uma carência de informações sobre quais as espécies interferem nos mecanismos facilitadores que conduzem a regeneração natural da vegetação e a atual necessidade de identificar estratégias de conservação, manejo sustentável e recuperação ambiental em ambientes tropicais. Este trabalho tem o objetivo de avaliar quais são as espécies arbóreas que facilitam o aumento da riqueza e abundância de outras espécies arbóreas/arbustivas regenerantes sob suas copas numa antiga área de pastagem no Parque Estadual de Porto Ferreira - SP. Foram selecionadas 42 árvores isoladas que foram chamadas de matrizes. Destas matrizes foram feitas 42 parcelas cirulares na qual cada matriz teve duas subparcelas: a Área da Influência (Ai) e a Área do Entorno (Ae), totalizando 84 unidades amostrais. Para cada matriz, nestas unidades amostrais foram incluídos todos os indivíduos arbustivos e arbóreos com altura superior a 1,3 metros de altura. Foram analisadas a florística, fitossociologia e distribuição da abundância das espécies regenerantes. Já para as espécies das matrizes foram analisadas seis diferentes atributos, divididos em dendrométicos e funcionais para entender como elas influênciam a riqueza e abundância das espécies regenerantes. Em Ai e Ae foram indentificados 883 indivíduos distríbuidos em 28 famílias, 49 gêneros, totalizando 64 espécies em uma área total de 3.028 m³. Em Ai foram intentificados 775 inividuos em uma área total de 1.346 m³, com a mesma composição florística citada acima. As espécies Dimorphandra mollis, Qualea grandiflora, Byrsonima intermedia e Aegiphila lhotzkiana são indicadas aqui neste trabalho como as melhores facilitadoras, por serem decíduas e, por possuírem copas amplas...
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A recuperação e a restauração florestal de ecossistemas degradados podem não acontecer das maneiras desejadas se houver carência nutricional ou suprimento inadequado de nutrientes às plantas no estádio inicial de desenvolvimento de espécies florestais nativas. Objetivou-se nesta investigação avaliar os efeitos da deficiência de nutrientes em plantas jovens de aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolius Raddi). Para isso, induziu-se a sintomatologia de deficiência nutricional, determinaram-se os teores de nutrientes nas folhas e caules, e foi feita a avaliação do efeito da deficiência nutricional na altura, na produção de massa seca e no estoque de carbono do caule em plantas jovens de aroeira-pimenteira. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em blocos ao acaso, com três repetições, totalizando treze tratamentos, empregando a técnica de diagnose por subtração (-N, -P, -K, -Ca, -Mg, -S, -B, -Cu, -Fe, -Mn, -Mo, -Zn), sendo que em um dos tratamentos, as plantas foram cultivadas em solução nutritiva com todos nutrientes. Durante o experimento, observou-se que a deficiência nutricional, além de propiciar o aparecimento de sintomas de deficiência que prejudicam o desenvolvimento vegetal, comprometeu também a produção de massa de plantas jovens de aroeira-pimenteira. Estes resultados claramente evidenciam o fato de que projetos de implantação de florestas ou de recuperação e restauração de ecossistemas degradados que utilizem a aroeira-pimenteira, em solos que necessitem de suplementação nutricional, poderão ter seu sucesso comprometido se não houver a complementação nutricional necessária.
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O uso de plântulas da regeneração natural tem sido recomendado como estratégia para produção de mudas visando à restauração florestal, contudo muitos aspectos técnicos desse método ainda carecem de investigação científica. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da redução da área foliar e do transplantio imediato na sobrevivência e crescimento de mudas de espécies arbóreas produzidas a partir de plântulas obtidas da regeneração natural. Plântulas de Esenbeckia leiocarpa (Rutaceae), Eugenia ligustrina (Myrtaceae) e Maytenus salicifolia (Celastraceae), obtidas em remanescente de vegetação secundária de Floresta Estacional Semidecidual em Bofete, SP, foram extraídas do solo e submetidas aos tratamentos: I) redução de 50% da área de cada folha e transplantio imediato; II) nenhuma redução de área das folhas e transplantio imediato; III) redução de 50% da área de cada folha, manutenção das plântulas em água e transplantio 24 h após a coleta; e IV) nenhuma redução de área das folhas, manutenção das plântulas em água e transplantio 24 h após a coleta. As mudas foram avaliadas com relação à sobrevivência e ao crescimento em altura, ao longo de oito meses. Os resultados evidenciaram que nem o corte das folhas ou a manutenção das plântulas dentro de recipientes com água por 24 h antes do transplantio afetaram os parâmetros avaliados. Assim, para as espécies estudadas a redução da área foliar e o transplantio imediato são desnecessários para a produção de mudas em viveiro a partir de plântulas obtidas da regeneração natural.
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Estudos florísticos e fitossociológicos têm sido feitos em áreas de Mata Atlântica, sendo parte desses em remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual. Entretanto, no cômputo geral, as florestas na Serra do Espinhaço têm sido pouco estudadas. Este trabalho objetiva descrever e analisar a composição e estrutura de espécies arbóreas de uma área de Floresta Estacional Semidecidual na face leste da Serra do Cipó, porção meridional da Serra do Espinhaço (MG). O método de ponto-quadrante foi utilizado para estudo fitossociológico, sendo o levantamento florístico total incrementado por coletas não-sistematizadas. Foram calculados: área basal total, densidade, frequência e dominância relativas, além do índice de valor de importância. O levantamento florístico total registrou 280 espécies, número que destaca a riqueza da área, cuja maior afinidade florística é com outras áreas florestais localizadas nas bacias dos Rios Doce e Paraíba do Sul. Os parâmetros fitossociológicos destacam a predominância de espécies pioneiras e secundárias iniciais, o que, assim como os valores estruturais, caracteriza um estádio secundário inicial a intermediário de regeneração. Os dados deste trabalho realçam a importância da preservação das florestas estacionais da Mata Atlântica e, particularmente, de áreas florestais na porção leste do Espinhaço.
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A matéria orgânica do solo (MOS) representa um importante reservatório de carbono (C) nos ecossistemas terrestres. O conteúdo de C estocado no solo pode ser liberado para a atmosfera na forma de CO2, com a decomposição da MOS, ou pode ser aumentado com a entrada de resíduos e retenção da MOS. Nesse sentido, é importante entender os mecanismos de estabilidade e retenção da MOS para predizer como os solos respondem a mudanças, quer sejam elas induzidas por alterações climáticas ou por práticas de manejo. Dentro dos Latossolos, classe que ocupa cerca de 32 % do território brasileiro, há aqueles que possuem horizonte A húmico hiper espesso e, portanto, com maior estoque de C. Aspectos sobre a origem, formação e preservação do horizonte A húmico destes solos em suas ocorrências em diferentes biomas ainda não foram completamente elucidados e estão estritamente ligados à fonte, dinâmica e mecanismos de preservação e distribuição da MOS no solo. O objetivo deste trabalho é entender a gênese da MO dos Latossolos húmicos que ocorrem no Bioma Cerrado, por meio da caracterização molecular pela técnica da pirólise acoplada à cromatografia gasosa e espectroscopia de massas (pirólise - CG/EM). Para isso, foram coletadas amostras dos horizontes A em dois perfis de Latossolos com horizonte A húmico (LH1, LH2) e um perfil de Latossolo com horizonte A moderado (solo de referência; LNH) situados em superfície de aplanamento adjacente à Serra do Espinhaço, no município de Grão Mogol - MG, sob clima tropical semi-úmido e vegetação de cerrado sensu strictu. Por meio da descrição morfológica dos solos em diferentes níveis de observação (campo, lupa e microscópio) procurou-se entender melhor os mecanismos de espessamento do horizonte A e a distribuição de partículas de carvão ao longo do perfil. As amostras dos horizontes foram submetidas ao fracionamento físico e extração da MOS, gerando as seguintes frações: fração leve livre (FLL); fração leve oclusa (FLO), fração extraível com NaOH (EXT) e resíduo (RES). A morfologia dos perfis evidencia a intensa e longa atividade biológica (fauna e raízes) a que esses solos foram e estão submetidos. Isso explica a abundância de microagregados e a consequente macropososidade elevada, assim como a ampla distribuição de fragmentos de carvão em todo o horizonte A, e parte do B, com dimensões milimétricas a submilimétricas, sugerindo a fragmentação destes ao longo do tempo. Foi evidenciado o maior conteúdo de carvões nos dois LHs em comparação ao LNH. A distribuição da MOS nas frações estudadas foi a mesma para os três perfis estudados: RES>EXT>FLL>FLO, que mostra a importância da fração RES para estes solos. Produtos da carbonização (Black carbon; BC: hidrocarbonetos poliaromáticos) foram mais abundantes na fração RES e FLO, no entanto, a maior diferença qualitativa entre a MOS de LHs e LNH diz respeito à abundância de BC na fração RES, que é maior em LHs do que LNH; confirmando a maior quantidade de carvões em LHs verificada na morfologia. Um índice de degradação do BC foi estabelecido com base em análise fatorial com os todas as frações estudadas e produtos poliaromáticos. Este índice, aplicado às frações EXT e RES, mostrou que a degradação do BC aumenta com a profundidade/idade, e não houve diferenças significativas entre os perfis estudados. Portanto, LHs provavelmente tem maior entrada de carvões, o que deve estar ligado a um histórico de maior incidência de incêndios ou maior abundância local de espécies arbóreas.
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Os Oceanos representam o maior sistema de suporte de vida sendo a uma grande fonte de riqueza, oportunidade e abundância. No entanto, a humanidade tem levado este ecossistema ao seu limite com crescentes níveis de poluição e outras pressões antropogénicas. A introdução de espécies não-nativas é reconhecida como uma das maiores ameaças à biodiversidade e a segunda maior causa de extinção das espécies. A macroalga vermelha Asparagopsis armata é uma espécie invasora originária da Austrália e que atualmente apresenta uma ampla distribuição em todo o globo devido à sua estratégia oportunista, ausência de predadores e altas taxas de crescimento. Uma questão emergente está relacionada com a capacidade destas espécies invasoras produzirem grandes quantidades de metabolitos halogenados potencialmente tóxicos. Esta característica pode representar um perigo adicional para o equilíbrio ecológico da comunidade invadida. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial ecotoxicológico dos exsudatos de A. armata usando um gastrópode, Gibbula umbilicalis, como organismo modelo. A macroalga recolhida na costa de Peniche (Portugal) foi colocada em tanques no laboratório, durante 12 h, sendo depois o meio recolhido e filtrado para ensaios posteriores com os exsudatos da alga. No ensaio agudo, observou-se a mortalidade de G. umbilicalis que foi exposta a crescentes diluições do exsudato durante 96 h. Adicionalmente, os gastrópodes foram expostos a concentrações não letais do exsudato e analisou-se as respostas bioquímicas recorrendo a biomarcadores relacionados com destoxificação, defesas antioxidantes, danos oxidativos, danos neurotóxicos e metabolismo energético. Os resultados revelaram que os exsudatos de A. armata afetaram significativamente a sobrevivência dos organismos expostos com uma CL50 96h de 5.03% de exsudato da alga. A exposição aos exsudatos da alga também resultou em efeitos bioquímicos e metabólicos ao nível subcelular com resultados significativos na inibição da glutationa-S-transferase (GST), perda de integridade do ADN e níveis crescentes de atividade da lactato desidrogenase (LDH), dando uma indicação dos mecanismos de toxicidade desta alga marinha. Os níveis mais elevados de danos no ADN ocorreram quando a GST apresentou os níveis mais baixos de atividade e esta mesma atividade aumentou quando os danos no ADN diminuíram, em simultâneo com o aumento dos níveis de atividade da LDH, indicando que as necessidades energéticas aumentam devido à necessidade de sintetizar mais enzima. Conclui-se que a A. armata tem capacidade de libertar substâncias tóxicas que podem ter potenciais impactos no ambiente envolvente. Adicionalmente, as respostas bioquímicas estudadas em G. umbilicalis têm potencial para serem usadas como sinais de aviso na determinação dos efeitos provocados pelos compostos libertados por esta macroalga vermelha.