997 resultados para Plantas medicinais Uso terapêutico - Teses
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar as altera����es anatomopatol��gicas e histopatol��gicas da pleura e do par��nquima pulmonar ap��s a inje����o de ��leo de copa��ba, extrato aquoso de crajiru e polivinilpirrolidona iodado (PVPI) no espa��o pleural de ratos. M��TODO: Foram utilizados 128 Rattus norvegicus var. Wistar, machos, com peso m��dio 198,9g (�� 24,9g), randomizados em quatro grupos: copa��ba, PVPI, crajiru e simula����o. As subst��ncias foram injetadas no espa��o pleural direito dos animais, os quais foram mortos em 24 h, 48 h, 72 h e 504 h, para an��lise macro e microsc��pica da pleura visceral e pulm��o direito. RESULTADOS: Macroscopicamente, observou-se intensa rea����o pleuro-pulmonar no grupo copa��ba com signific��ncia estat��stica (p= 0,001) em rela����o aos outros grupos e entre os diferentes momentos. Microscopicamente, a espessura pleural apresentou maior aumento no grupo copa��ba com signific��ncia estat��stica nos tempos 72 h e 504 h. O PVPI provocou rea����o inflamat��ria aguda em 24 h e 48 h com melhora em 72 h, por��m, na ��ltima observa����o, evidenciou-se les��o cr��nica pulmonar. O crajiru apresentou-se pouco irritativo e sem signific��ncia em rela����o aos demais. CONCLUS��O: A copa��ba mostrou-se muito irritante; o PVPI, moderadamente irritante, e o extrato aquoso de crajiru apresentou pouca rea����o inflamat��ria na pleura e par��nquima pulmonar dos animais de experimenta����o.
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OBJETIVO: Estudo do papel da fibra diet��tica (Plantago ovata) na prote����o e recupera����o da parede intestinal de ratos submetidos a colite inflamat��ria induzida por ��cido ac��tico. M��TODO: Utilizados 30 ratos Wistar machos, com peso variando entre 260 - 300g, distribuidos em tr��s Grupos de 10 indiv��duos: O Grupo I (n10) ou Grupo Controle, recebeu dieta padr��o durante todo o experimento. O Grupo II (n10) ou Grupo Colite, recebeu igualmente, dieta padr��o durante todo o experimento. O Grupo III (n10) ou Colite + Fibra, recebeu dieta padr��o enriquecida com fibra diet��tica (10g de sementes e cut��culas de Plantago ovata para cada 90g de dieta padr��o). Os grupos II e II foram submetidos a indu����o de colite inflamat��ria no 14�� dia, sendo todos os animais sacrificados no 21�� dia de experimenta����o, quando foi efetuada a remo����o do c��lon. Os esp��cimes foram submetidos �� an��lise estereol��gica e histol��gica, sendo avaliados estatisticamente pelo teste de Mann-Whitney. Analisou-se ainda, a varia����o ponderal dos animais durante o experimento. Os par��metros estudados foram: os volumes parciais da mucosa, muscular da mucosa, submucosa, muscular pr��pria, epit��lio e l��mina pr��pria do epit��lio. RESULTADOS: a) A colite induzida pelo ��cido ac��tico causou diminui����o dos volumes parciais do epit��lio, muscular da mucosa e submucosa, al��m do aumento dos volumes parciais da l��mina pr��pria e muscular pr��pria. b) A suplementa����o de Plantago ovata (fibra diet��tica) evitou altera����es causadas pela colite induzida por ��cido ac��tico nas camadas submucosa, muscular da mucosa e muscular pr��pria. N��o apresentou atua����o sobre a mucosa, epit��lio e l��mina pr��pria. c) A colite induzida pelo ��cido ac��tico causou perda ponderal nos animais de experimenta����o, que pode ser evitada pela suplementa����o de Plantago ovata (fibra diet��tica). CONCLUS��ES: A suplementa����o diet��tica com o Plantago ovata (fibra diet��tica), exerce efeito ben��fico na prote����o do intestino submetido �� colite inflamat��ria induzida por ��cido ac��tico a 8%.
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OBJETIVO: Avaliar efeitos do uso t��pico do mel da abelha silvestre Melipona subnitida na evolu����o de feridas infectadas de pele. M��TODO: Ratos Wistar foram distribu��dos aleatoriamente em grupos de 6, anestesiados com tiopental s��dico 20mg/Kg IP e cetamina 30mg/Kg IM e submetidos a ex��rese de segmento de 1 cm�� de pele total do dorso. Os ratos do grupo C (n��o infectado) foram tratados com solu����o salina sobre a ferida diariamente e no grupo MEL (n��o infectado) as feridas foram tratadas com mel uma vez por dia. Nos grupos C/I e MEL/I as feridas foram inoculadas com solu����o polimicrobiana. Culturas foram feitas 24 horas ap��s. Caracterizada a infec����o, as feridas foram tratadas com solu����o salina e mel, respectivamente. No terceiro dia de tratamento foi feita nova cultura. Ap��s epiteliza����o foi contado o tempo de cicatriza����o e as feridas foram biopsiadas para histopatologia e dosagem de TNF-α, IL-1β e IL-6 no tecido. RESULTADOS: O tempo m��dio de cicatriza����o do grupo MEL/I foi menor que nos demais grupos (P<0,05). Verificou-se que a densidade de col��geno, leuc��citos, fibroblastos e dosagem de citocinas (especialmente TNF) foi maior no grupo infectado e tratado com mel que nos demais grupos. Houve significante redu����o de bact��rias Gram-negativas e positivas nas feridas ap��s o tratamento com mel. CONCLUS��O: O uso t��pico de mel de Melipona subnitida em feridas infectadas da pele de ratos estimulou a resposta imunol��gica, reduziu a infec����o e o tempo de cicatriza����o.
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OBJETIVO: Comparar os resultados anat��micos p��s-operat��rios de pacientes portadoras de prolapso uterino tratadas utilizando tela de polipropileno para corre����o dos defeitos do assoalho p��lvico, comparando histerectomia vaginal com a preserva����o do ��tero. M��TODO: Estudo randomizado com 31 mulheres portadoras de prolapso uterino est��dio III ou IV (POP-Q) divididas em dois grupos: Grupo HV- 15 mulheres submetidas �� histerectomia vaginal e reconstru����o da anatomia do assoalho p��lvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) e Grupo HP- 16 mulheres mulheres submetidas �� reconstru����o da anatomia do assoalho p��lvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) preservando o ��tero. Ra��a, urg��ncia miccional, constipa����o intestinal, dor sacral, sangramento e tempo de opera����o foram os par��metros analisados. RESULTADOS: O tempo de seguimento m��dio foi de nove meses. N��o se observou diferen��a entre os grupos nas complica����es funcionais. O tempo cir��rgico foi 120 minutos para grupo HV versus 58.9 minutos para grupo HP ( p < 0.001 ) e o volume de perda sangu��nea intraoperat��ria foi 120 mL no grupo HV versus 20 mL para grupo HP ( p < 0.001*). A taxa de sucesso objetivo foi 86.67% para grupo HV e 75% para grupo HP (p = 0,667). A taxa de eros��o de tela foi 20% (3/15) de extrus��o no grupo HV versus 18,75% (3/16) no grupo HP (p = 1,000). CONCLUS��O: A corre����o cir��rgica do assoalho p��lvico com telas nas portadoras de prolapso uterino apresentaram similaridade quer sendo ela feita com histeropexia quer com histerectomia. Contudo, o tempo cir��rgico e o volume da perda sangu��nea foram significantemente maiores no grupo com histerectromia (HV). Opera����es vaginais com telas s��o procedimentos efetivos para a corre����o do prolapso.
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OBJETIVO: Avaliar os efeitos da infiltra����o de di��xido de carbono em adip��citos presentes na parede abdominal. M��TODOS: Quinze volunt��rias foram submetidas a sess��es de infus��o de CO2 durante tr��s semanas consecutivas (duas sess��es por semana com intervalos de dois a tr��s dias entre cada sess��o). O volume de g��s carb��nico infundido por sess��o, em pontos previamente demarcados, foi sempre calculado com base na superf��cie da ��rea a ser tratada, com volume infundido fixo de 250 mL/100cm�� de superf��cie tratada. Os pontos de infiltra����o foram demarcados respeitando-se o limite eq��idistante 2cm entre eles. Em cada ponto se injetou 10mL, por sess��o, com fluxo de 80mL/min. Foram colhidos fragmentos de tecido celular subcut��neo da parede abdominal anterior antes e ap��s o tratamento. O n��mero e as altera����es histomorfol��gicas dos adip��citos (di��metro m��dio, per��metro, comprimento, largura e n��mero de adip��citos por campos de observa����o) foram mensurados por citometria computadorizada. Os resultados foram analisados com o teste t de Student pareado, adotando-se n��vel de signific��ncia de 5% (p<0,05). RESULTADOS: Encontrou-se redu����o significativa no n��mero de adip��citos da parede abdominal e na ��rea, di��metro, per��metro, comprimento e largura ap��s o uso da hipercapnia (p=0,0001). CONCLUS��O: A infiltra����o percut��nea de CO2 reduz a popula����o e modifica a morfologia dos adip��citos presentes na parede abdominal anterior.
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OBJETIVO: estudar o uso terapêutico do bloqueio da guanilato ciclase pelo azul de metileno em um modelo experimental de pancreatite aguda grave em su��nos. M��TODOS: a pancreatite aguda necrotizante foi induzida em porcos anestesiados por infus��o ductal pancre��tica retr��grada de 1ml/kg de taurocolato de s��dio a 5% e 8U/kg de enteroquinase. Tr��s grupos foram estudados (n=5): controle (C), pancreatite (PA), "bolus" de azul seguido por pancreatite (AM+PA). Os dados inclu��ram enzimas s��ricas e do l��quido abdominal, vari��veis hemodin��micas, hemogasometria arterial, volume de l��quido abdominal, marcadores inflamat��rios plasm��ticos, nitrito/nitrato e mieloperoxidase e malondialde��do plasm��tico. Aplicou-se a an��lise de vari��ncia seguida do p��s-teste de Bonferroni (p<0,05). RESULTADOS: os valores de amilase e lipase foram tr��s e dez vezes mais elevados no grupo PA. A atividade da mieloperoxidase foi 50% superior no grupo PA. Os dados hemodin��micos indicaram choque hipovol��mico precoce seguido de choque cardiog��nico. Observou-se grave transloca����o de l��quidos para a cavidade peritoneal. A nitrito/nitrato plasm��tica permaneceu inalterada. O grupo AM+PA teve aumento de cinco vezes do mieloperoxidase em compara����o com o grupo C. CONCLUS��ES: a utiliza����o de azul de metileno em su��nos com pancreatite n��o demonstrou efeitos significativos sobre vari��veis hemodin��micas e inflamat��rias. Seu uso terapêutico na pancreatite necro-hemorr��gica pode ser inadequado e extremo cuidado deve ser tomado dado o aumento da peroxida����o lip��dica evidenciado pelo aumento dos valores do malondialde��do.
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OBJETIVO: verificar, com o emprego da ultra-sonografia p��lvica, a exist��ncia de mudan��as na genit��lia interna de meninas com puberdade precoce central submetidas a tratamento com an��logo do horm��nio liberador de gonadotrofinas (GnRH). M��TODOS: a ultra-sonografia p��lvica foi realizada em 18 meninas com diagn��stico de puberdade precoce central idiop��tica, antes e tr��s meses ap��s o inicio do tratamento com an��logo de GnRH, para avaliar o impacto da terapia na genit��lia interna feminina. Foram avaliados os volumes uterino e ovariano, o di��metro longitudinal do ��tero, a rela����o entre os di��metros longitudinais do corpo e colo uterinos, a rela����o entre os di��metros ��ntero-posteriores do corpo e colo uterinos e o eco endometrial. Para a an��lise estat��stica foi aplicado o teste de Shapiro-Willks para verifica����o da normalidade dos dados. Para os dados em que a normalidade foi satisfeita, foi aplicado o teste t de Student. Para os dados cuja distribui����o n��o foi normal aplicou-se o teste n��o param��trico (teste do sinal). RESULTADOS: ap��s o tratamento houve redu����o estatisticamente significante da m��dia dos volumes uterino (de 5,4 para 3,0 cm��, p<0,001) e ovariano (de 2,2 para 1,1 cm��, p=0,004), da m��dia do di��metro longitudinal do ��tero (de 4,2 para 3,4 cm, p=0,001) e da m��dia do eco endometrial (de 1,8 para 0,6 mm, p=0,018). CONCLUS��O: em meninas com puberdade precoce a ultra-sonografia p��lvica �� ��til para avaliar a efic��cia do tratamento com an��logo de GnRH. Os principais par��metros de resposta �� terapia s��o as diminui����es dos volumes uterino e ovariano, a redu����o do di��metro longitudinal do ��tero e a atrofia ou aus��ncia do eco endometrial.
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OBJETIVO: avaliar a for��a muscular do assoalho p��lvico e os vasos periuretrais de mulheres na p��s-menopausa, antes e ap��s seis meses de uso cont��nuo de extrato de soja. M��TODOS: estudo prospectivo com 30 mulheres na p��s-menopausa antes e ap��s o uso de extrato de soja (100 mg/dia) durante seis meses consecutivos. Foram investigadas a perda urin��ria e a for��a muscular do assoalho p��lvico por perine��metro digital e avalia����o funcional. Avaliou-se ainda o n��mero de vasos da regi��o peri-uretral pela dopplervelocimetria. Para comparar os resultados antes e ap��s tratamento, utilizou-se o teste pareado t de Student. RESULTADOS: das 30 mulheres analisadas, 20 referiram alguma forma de perda urin��ria no inicio do experimento. A melhora deste sintoma ocorreu em 15 (75%) mulheres ap��s o tratamento. A medida da press��o vaginal (for��a muscular do assoalho p��lvico) foi 12,9±1,7 e 15,8±1,8 Sauers, respectivamente, antes e ap��s o tratamento (p<0,001). Observou-se aumento da press��o em 22 (73,3%) mulheres no final do estudo. Na avalia����o funcional, verificou-se que 12 mulheres n��o sofreram altera����o da fun����o muscular do assoalho p��lvico, ou seja, 18 (60%) tiveram aumento da for��a muscular. Pelo exame ultra-sonogr��fico (Doppler) obtivemos no in��cio do experimento 2,20±0,15 vasos sangu��neos/campo, passando para 3,4±0,2 vasos sangu��neos/campo ao final do experimento (p<0,001). Em 21 mulheres (70%) registrou-se aumento do n��mero dos vasos peri-uretrais ap��s os seis meses de tratamento. CONCLUS��O: ressalta-se que s��o resultados preliminares, havendo necessidade de outras investiga����es com n��mero maior de participantes em estudo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo. Contudo, o tratamento com extrato de soja, por seis meses consecutivos, determinaria aumento da for��a muscular do assoalho p��lvico e do n��mero de vasos peri-uretrais em mulheres na p��s-menopausa.
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Gesta����o cervical �� uma condi����o rara, em que ocorre implanta����o do ovo no canal cervical distendendo-o �� medida que cresce. Corresponde a menos de 1% de todas as gesta����es ect��picas. A hemorragia indolor �� sua caracter��stica cl��nica habitual e ao exame f��sico visualiza-se um colo hipertr��fico e vascularizado, com tecido saindo pelo orif��cio externo do colo. Ultra-sonografia pode ser usada para complementar o diagn��stico, mostrando a presen��a do saco gestacional. Relatamos um caso de tratamento bem sucedido de gesta����o cervical vi��vel de sete semanas. Morte fetal foi conseguida com uma inje����o intra-amni��tica ��nica de metotrexato (25 mg) guiada por ultra-sonografia transvaginal. Metotrexato sist��mico em dose ��nica intramuscular (50 mg/m��) foi associado. O tratamento conservador da gesta����o cervical com metotrexato foi efetivo e seguro.
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OBJETIVO: analisar os efeitos da isoflavona e do estrog��nio sobre a qualidade de vida de mulheres na p��s-menopausa. M��TODOS: realizou-se estudo randomizado, duplo-cego, com 79 pacientes, amenorr��ia de 12 meses, idade superior a 40 anos e ��ndice de massa corporal (IMC) superior a 30 kg/m��. As mulheres foram aleatoriamente divididas em dois grupos de tratamento: GECP recebeu duas c��psulas, via oral, de 12/12 horas, uma contendo 0,625 mg de estrog��nios conjugados eq��inos e, a outra, placebo (n=33); GECS recebeu duas c��psulas de 150 mg de extrato de soja, com 60 mg de isoflavonas cada (n=32), por seis meses. O Question��rio de Qualidade de Vida Espec��fico para Menopausa foi empregado antes e ap��s um, tr��s e seis meses de tratamento. Os par��metros do risco de c��ncer ginecol��gico foram avaliados. Para an��lise dos dados, aplicaram-se os testes de ANOVA e de Tukey. RESULTADOS: quanto aos par��metros vasomotores, houve redu����o nos valores ap��s seis meses de tratamento, 1,6��0,8 e 2,4��1,6, em rela����o aos valores antes da terapia, 4,0��2,2 e 4,2��2,3, respectivamente, nos GECP e GECS. Os aspectos psicossociais mostraram diminui����o dos valores ap��s seis meses de terapia, 2,5��1,2 e 2,9��1,4, em rela����o aos valores antes da terapia, 3,6��1,6 e 4,1��1,9, respectivamente, nos GECP e GECS. De forma semelhante ocorre no aspecto f��sico e nos sintomas sexuais. CONCLUS��ES: as isoflavonas agem positivamente na qualidade de vida de mulheres na p��s-menopausa, semelhantemente aos estrog��nios conjugados eq��inos.
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OBJETIVO: avaliar protocolo de insulinoterapia e conseq��entes resultados maternos e perinatais, no diabetes gestacional e cl��nico, num servi��o de refer��ncia para gravidez de alto risco. M��TODOS: estudo prospectivo e descritivo, incluindo 103 gestantes portadoras de diabetes gestacional ou cl��nico, tratadas com insulina e acompanhadas no servi��o, no per��odo de outubro de 2003 a dezembro de 2005. Foram exclu��dos casos de gemelaridade, abortamento, abandono do pr��-natal e parto fora do servi��o. Compararam-se idade gestacional no in��cio do tratamento; dose, aplica����es/dia e incremento de insulina (UI/kg); m��dia glic��mica e resultados perinatais. Utilizaram-se ANOVA e testes de Fisher e Goodman, considerando p<0,05. RESULTADOS: a multiparidade (92 versus 67,9%), o ��ndice de massa corporal (IMC) pr��-gestacional >25 kg/m�� (88 versus 58,5%), o ganho de peso <8 kg (36 versus 17%) e o maior incremento de insulina caracterizaram o diabetes gestacional. No diabetes cl��nico, apesar da maior propor����o de m��dia glic��mica ≥120 mg/dL (39,2 versus 24%) no final da gesta����o, a insulinoterapia teve in��cio precoce (47,2 versus 4%), maior dura����o (56,6 versus 6%), e maior dose di��ria de insulina (92 versus 43 UI/dia), administrada em at�� tr��s aplica����es/dia (54,7 versus 16,0). A macrossomia foi maior entre os rec��m-nascidos do grupo diabetes gestacional (16 versus 3,8%), sendo o ��nico resultado neonatal significativo. N��o houve ��bito neonatal e o ��nico caso de ��bito fetal ocorreu no diabetes cl��nico. As demais complica����es neonatais n��o diferenciaram os grupos e a maioria dos rec��m-nascidos recebeu alta em at�� sete dias (46% versus 55,8%). CONCLUS��ES: a an��lise desta s��rie de casos identificou diferen��as no protocolo de insulinoterapia em rela����o �� quantidade (UI/dia), �� dose (UI/kg de peso) e ao n��mero de aplica����es di��rias, mais acentuadas no diabetes cl��nico, e ao incremento de insulina, maior no diabetes gestacional. De modo indireto, a qualidade do controle glic��mico materno e os resultados perinatais satisfat��rios atestaram que o protocolo de tratamento foi adequado e n��o dependeu do tipo de diabetes.
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Leiomiomas s��o tumores benignos. Eles surgem no miom��trio e cont��m quantidade vari��vel de tecido conjuntivo fibroso. Cerca de 75% dos casos s��o assintom��ticos, encontrados ocasionalmente durante exame abdominal, p��lvico bimanual ou ultra-sonografia. Os sintomas s��o relacionados diretamente ao tamanho, ao n��mero e �� localiza����o dos miomas. Nessa revis��o, s��o apresentadas as abordagens terap��uticas atuais cl��nicas (anticoncepcionais orais, progest��genos e antiprogest��genos, an��logos do horm��nio liberador das gonadotrofinas (GnRH), e antiinflamat��rios n��o ester��ides) e cir��rgicas (histerectomia, miomectomia e emboliza����o) para o tratamento de leiomiomas.
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OBJETIVO: avaliar o efeito do raloxifeno sobre a angiog��nese do carcinoma de mama em mulheres menopausadas. M��TODOS: dezesseis pacientes menopausadas com carcinoma de mama oper��vel, est��dio II (di��metro >3 cm), positivo para receptor de estr��geno, foram inclu��das no estudo. Ap��s confirma����o do diagn��stico por bi��psia incisional, as pacientes receberam 60 mg de raloxifeno diariamente por 28 dias, previamente �� cirurgia definitiva. Exame imunohistoqu��mico foi realizado nas amostras tumorais, obtidas por ocasi��o da bi��psia para diagn��stico e avalia����o do status do receptor de estr��geno e da cirurgia definitiva. O anticorpo monoclonal anti-CD34 foi usado como marcador das c��lulas endoteliais. A unidade vascular considerada foi qualquer c��lula ou grupo de c��lulas endoteliais coradas, nitidamente separadas de microvasos adjacentes, c��lulas tumorais ou tecido conjuntivo, formando ou n��o l��men. A contagem de microvasos antes e ap��s tratamento com raloxifeno foi realizada em dez campos aleat��rios, usando microsc��pio acoplado a sistema de captura e an��lise de imagem (Imagelab��) com magnifica����o de 400X. O teste t de Student para duas amostras pareadas foi usado para an��lise estat��stica dos dados (p<0,05). RESULTADOS: as m��dias da quantidade de microvasos antes e ap��s o tratamento com raloxifeno foi 44,4±3,5 e 22,6±1,6, respectivamente. Foi observada redu����o significativa da quantidade de microvasos ap��s tratamento com raloxifeno (p<0,001). CONCLUS��ES: o tratamento prim��rio com raloxifeno reduz significantemente a quantidade de microvasos no carcinoma de mama positivo para receptor de estr��geno em mulheres na p��s-menopausa.
Resumo:
O fibroadenoma �� a neoplasia benigna mais freq��ente da mama feminina e �� considerado tumor misto, constitu��do por quantidades vari��veis de tecido conjuntivo e epitelial. A ciclosporina parece ter implica����es no desenvolvimento de fibroadenomas mam��rios em pacientes transplantadas renais em idade reprodutiva. Descrevemos o caso no qual a paciente, em uso terapêutico de ciclosporina A, ap��s transplante renal, apresentou v��rios n��dulos mam��rios bilaterais na evolu����o. O exame f��sico e os achados de imagem sugeriram fibroadenoma, diagn��stico que foi confirmado ap��s bi��psias.
Modifica����es do volume e da histologia de focos de endometriose em ratas tratadas com sinvastatina
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OBJETIVO: analisar altera����es macrosc��picas e histol��gicas que ocorrem com o uso da sinvastatina em endometriose experimental em ratas. M��TODOS: quarenta ratas da linhagem Wistar foram submetidas �� t��cnica de autotransplante uterino em mesent��rio. Ap��s tr��s semanas, 24 ratas desenvolveram endometriose experimental grau III e foram divididas em dois grupos: Sinvastatina (dado 20 mg/kg/dia via oral) e Controle (dado cloreto de s��dio a 0,9% na quantidade de 1 mL/100 g de peso corp��reo via oral), que receberam gavagem durante 14 dias seguido de morte. Os volumes dos implantes foram calculados [4pi (comprimento/2) x (largura/2) x (altura/2)/3] nas interven����es cir��rgicas e ap��s a morte dos animais. Os autotransplantes foram retirados, corados com a hematoxilina-eosina e analisados �� microscopia de luz. Foram usados o teste de Mann-Whitney para amostras independentes e o teste de Wilcoxon para amostras relacionadas. Para avalia����o histol��gica, foi usado o teste exato de Fisher, adotando-se n��vel de signific��ncia de 5%. RESULTADOS: a diferen��a entre os volumes m��dios iniciais dos autotransplantes nos dois grupos foi insignificante (p=1,00), e, entre os volumes m��dios finais, significante (p=0,04). Houve aumento significativo (p=0,01) entre os volumes m��dios iniciais e finais do Grupo Controle e redu����o insignificante no Grupo Sinvastatina (p=0,95). Histologicamente (p=0,64), o Grupo Sinvastatina (n=9) mostrou a parede epitelial moderadamente preservada em sete casos (77,80%) e dois casos com camada epitelial bem preservada (22,2%), e o Grupo Controle (n=12) com sete casos (58,30%) moderadamente preservados e cinco casos (41,70%) bem preservados. CONCLUS��ES: a sinvastatina impediu o crescimento dos focos de endometriose experimental. S��o promissores os estudos com uso da sinvastatina por per��odo mais prolongado.