997 resultados para Plantas medicinais Uso terapêutico - Teses


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OBJETIVO: Avaliar as alteraes anatomopatolgicas e histopatolgicas da pleura e do parnquima pulmonar aps a injeo de leo de copaba, extrato aquoso de crajiru e polivinilpirrolidona iodado (PVPI) no espao pleural de ratos. MTODO: Foram utilizados 128 Rattus norvegicus var. Wistar, machos, com peso mdio 198,9g ( 24,9g), randomizados em quatro grupos: copaba, PVPI, crajiru e simulao. As substncias foram injetadas no espao pleural direito dos animais, os quais foram mortos em 24 h, 48 h, 72 h e 504 h, para anlise macro e microscpica da pleura visceral e pulmo direito. RESULTADOS: Macroscopicamente, observou-se intensa reao pleuro-pulmonar no grupo copaba com significncia estatstica (p= 0,001) em relao aos outros grupos e entre os diferentes momentos. Microscopicamente, a espessura pleural apresentou maior aumento no grupo copaba com significncia estatstica nos tempos 72 h e 504 h. O PVPI provocou reao inflamatria aguda em 24 h e 48 h com melhora em 72 h, porm, na ltima observao, evidenciou-se leso crnica pulmonar. O crajiru apresentou-se pouco irritativo e sem significncia em relao aos demais. CONCLUSO: A copaba mostrou-se muito irritante; o PVPI, moderadamente irritante, e o extrato aquoso de crajiru apresentou pouca reao inflamatria na pleura e parnquima pulmonar dos animais de experimentao.

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OBJETIVO: Estudo do papel da fibra diettica (Plantago ovata) na proteo e recuperao da parede intestinal de ratos submetidos a colite inflamatria induzida por cido actico. MTODO: Utilizados 30 ratos Wistar machos, com peso variando entre 260 - 300g, distribuidos em trs Grupos de 10 indivduos: O Grupo I (n10) ou Grupo Controle, recebeu dieta padro durante todo o experimento. O Grupo II (n10) ou Grupo Colite, recebeu igualmente, dieta padro durante todo o experimento. O Grupo III (n10) ou Colite + Fibra, recebeu dieta padro enriquecida com fibra diettica (10g de sementes e cutculas de Plantago ovata para cada 90g de dieta padro). Os grupos II e II foram submetidos a induo de colite inflamatria no 14 dia, sendo todos os animais sacrificados no 21 dia de experimentao, quando foi efetuada a remoo do clon. Os espcimes foram submetidos anlise estereolgica e histolgica, sendo avaliados estatisticamente pelo teste de Mann-Whitney. Analisou-se ainda, a variao ponderal dos animais durante o experimento. Os parmetros estudados foram: os volumes parciais da mucosa, muscular da mucosa, submucosa, muscular prpria, epitlio e lmina prpria do epitlio. RESULTADOS: a) A colite induzida pelo cido actico causou diminuio dos volumes parciais do epitlio, muscular da mucosa e submucosa, alm do aumento dos volumes parciais da lmina prpria e muscular prpria. b) A suplementao de Plantago ovata (fibra diettica) evitou alteraes causadas pela colite induzida por cido actico nas camadas submucosa, muscular da mucosa e muscular prpria. No apresentou atuao sobre a mucosa, epitlio e lmina prpria. c) A colite induzida pelo cido actico causou perda ponderal nos animais de experimentao, que pode ser evitada pela suplementao de Plantago ovata (fibra diettica). CONCLUSES: A suplementao diettica com o Plantago ovata (fibra diettica), exerce efeito benfico na proteo do intestino submetido colite inflamatria induzida por cido actico a 8%.

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OBJETIVO: Avaliar efeitos do uso tpico do mel da abelha silvestre Melipona subnitida na evoluo de feridas infectadas de pele. MTODO: Ratos Wistar foram distribudos aleatoriamente em grupos de 6, anestesiados com tiopental sdico 20mg/Kg IP e cetamina 30mg/Kg IM e submetidos a exrese de segmento de 1 cm de pele total do dorso. Os ratos do grupo C (no infectado) foram tratados com soluo salina sobre a ferida diariamente e no grupo MEL (no infectado) as feridas foram tratadas com mel uma vez por dia. Nos grupos C/I e MEL/I as feridas foram inoculadas com soluo polimicrobiana. Culturas foram feitas 24 horas aps. Caracterizada a infeco, as feridas foram tratadas com soluo salina e mel, respectivamente. No terceiro dia de tratamento foi feita nova cultura. Aps epitelizao foi contado o tempo de cicatrizao e as feridas foram biopsiadas para histopatologia e dosagem de TNF-&#945;, IL-1&#946; e IL-6 no tecido. RESULTADOS: O tempo mdio de cicatrizao do grupo MEL/I foi menor que nos demais grupos (P<0,05). Verificou-se que a densidade de colgeno, leuccitos, fibroblastos e dosagem de citocinas (especialmente TNF) foi maior no grupo infectado e tratado com mel que nos demais grupos. Houve significante reduo de bactrias Gram-negativas e positivas nas feridas aps o tratamento com mel. CONCLUSO: O uso tpico de mel de Melipona subnitida em feridas infectadas da pele de ratos estimulou a resposta imunolgica, reduziu a infeco e o tempo de cicatrizao.

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OBJETIVO: Comparar os resultados anatmicos ps-operatrios de pacientes portadoras de prolapso uterino tratadas utilizando tela de polipropileno para correo dos defeitos do assoalho plvico, comparando histerectomia vaginal com a preservao do tero. MTODO: Estudo randomizado com 31 mulheres portadoras de prolapso uterino estdio III ou IV (POP-Q) divididas em dois grupos: Grupo HV- 15 mulheres submetidas histerectomia vaginal e reconstruo da anatomia do assoalho plvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) e Grupo HP- 16 mulheres mulheres submetidas reconstruo da anatomia do assoalho plvico com tela de polipropileno tipo I (Nazca R-Promedon) preservando o tero. Raa, urgncia miccional, constipao intestinal, dor sacral, sangramento e tempo de operao foram os parmetros analisados. RESULTADOS: O tempo de seguimento mdio foi de nove meses. No se observou diferena entre os grupos nas complicaes funcionais. O tempo cirrgico foi 120 minutos para grupo HV versus 58.9 minutos para grupo HP ( p < 0.001 ) e o volume de perda sangunea intraoperatria foi 120 mL no grupo HV versus 20 mL para grupo HP ( p < 0.001*). A taxa de sucesso objetivo foi 86.67% para grupo HV e 75% para grupo HP (p = 0,667). A taxa de eroso de tela foi 20% (3/15) de extruso no grupo HV versus 18,75% (3/16) no grupo HP (p = 1,000). CONCLUSO: A correo cirrgica do assoalho plvico com telas nas portadoras de prolapso uterino apresentaram similaridade quer sendo ela feita com histeropexia quer com histerectomia. Contudo, o tempo cirrgico e o volume da perda sangunea foram significantemente maiores no grupo com histerectromia (HV). Operaes vaginais com telas so procedimentos efetivos para a correo do prolapso.

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OBJETIVO: Avaliar os efeitos da infiltrao de dixido de carbono em adipcitos presentes na parede abdominal. MTODOS: Quinze voluntrias foram submetidas a sesses de infuso de CO2 durante trs semanas consecutivas (duas sesses por semana com intervalos de dois a trs dias entre cada sesso). O volume de gs carbnico infundido por sesso, em pontos previamente demarcados, foi sempre calculado com base na superfcie da rea a ser tratada, com volume infundido fixo de 250 mL/100cm de superfcie tratada. Os pontos de infiltrao foram demarcados respeitando-se o limite eqidistante 2cm entre eles. Em cada ponto se injetou 10mL, por sesso, com fluxo de 80mL/min. Foram colhidos fragmentos de tecido celular subcutneo da parede abdominal anterior antes e aps o tratamento. O nmero e as alteraes histomorfolgicas dos adipcitos (dimetro mdio, permetro, comprimento, largura e nmero de adipcitos por campos de observao) foram mensurados por citometria computadorizada. Os resultados foram analisados com o teste t de Student pareado, adotando-se nvel de significncia de 5% (p<0,05). RESULTADOS: Encontrou-se reduo significativa no nmero de adipcitos da parede abdominal e na rea, dimetro, permetro, comprimento e largura aps o uso da hipercapnia (p=0,0001). CONCLUSO: A infiltrao percutnea de CO2 reduz a populao e modifica a morfologia dos adipcitos presentes na parede abdominal anterior.

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OBJETIVO: estudar o uso terapêutico do bloqueio da guanilato ciclase pelo azul de metileno em um modelo experimental de pancreatite aguda grave em sunos. MTODOS: a pancreatite aguda necrotizante foi induzida em porcos anestesiados por infuso ductal pancretica retrgrada de 1ml/kg de taurocolato de sdio a 5% e 8U/kg de enteroquinase. Trs grupos foram estudados (n=5): controle (C), pancreatite (PA), "bolus" de azul seguido por pancreatite (AM+PA). Os dados incluram enzimas sricas e do lquido abdominal, variveis hemodinmicas, hemogasometria arterial, volume de lquido abdominal, marcadores inflamatrios plasmticos, nitrito/nitrato e mieloperoxidase e malondialdedo plasmtico. Aplicou-se a anlise de varincia seguida do ps-teste de Bonferroni (p<0,05). RESULTADOS: os valores de amilase e lipase foram trs e dez vezes mais elevados no grupo PA. A atividade da mieloperoxidase foi 50% superior no grupo PA. Os dados hemodinmicos indicaram choque hipovolmico precoce seguido de choque cardiognico. Observou-se grave translocao de lquidos para a cavidade peritoneal. A nitrito/nitrato plasmtica permaneceu inalterada. O grupo AM+PA teve aumento de cinco vezes do mieloperoxidase em comparao com o grupo C. CONCLUSES: a utilizao de azul de metileno em sunos com pancreatite no demonstrou efeitos significativos sobre variveis hemodinmicas e inflamatrias. Seu uso terapêutico na pancreatite necro-hemorrgica pode ser inadequado e extremo cuidado deve ser tomado dado o aumento da peroxidao lipdica evidenciado pelo aumento dos valores do malondialdedo.

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OBJETIVO: verificar, com o emprego da ultra-sonografia plvica, a existncia de mudanas na genitlia interna de meninas com puberdade precoce central submetidas a tratamento com anlogo do hormnio liberador de gonadotrofinas (GnRH). MTODOS: a ultra-sonografia plvica foi realizada em 18 meninas com diagnstico de puberdade precoce central idioptica, antes e trs meses aps o inicio do tratamento com anlogo de GnRH, para avaliar o impacto da terapia na genitlia interna feminina. Foram avaliados os volumes uterino e ovariano, o dimetro longitudinal do tero, a relao entre os dimetros longitudinais do corpo e colo uterinos, a relao entre os dimetros ntero-posteriores do corpo e colo uterinos e o eco endometrial. Para a anlise estatstica foi aplicado o teste de Shapiro-Willks para verificao da normalidade dos dados. Para os dados em que a normalidade foi satisfeita, foi aplicado o teste t de Student. Para os dados cuja distribuio no foi normal aplicou-se o teste no paramtrico (teste do sinal). RESULTADOS: aps o tratamento houve reduo estatisticamente significante da mdia dos volumes uterino (de 5,4 para 3,0 cm, p<0,001) e ovariano (de 2,2 para 1,1 cm, p=0,004), da mdia do dimetro longitudinal do tero (de 4,2 para 3,4 cm, p=0,001) e da mdia do eco endometrial (de 1,8 para 0,6 mm, p=0,018). CONCLUSO: em meninas com puberdade precoce a ultra-sonografia plvica til para avaliar a eficcia do tratamento com anlogo de GnRH. Os principais parmetros de resposta terapia so as diminuies dos volumes uterino e ovariano, a reduo do dimetro longitudinal do tero e a atrofia ou ausncia do eco endometrial.

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OBJETIVO: avaliar a fora muscular do assoalho plvico e os vasos periuretrais de mulheres na ps-menopausa, antes e aps seis meses de uso contnuo de extrato de soja. MTODOS: estudo prospectivo com 30 mulheres na ps-menopausa antes e aps o uso de extrato de soja (100 mg/dia) durante seis meses consecutivos. Foram investigadas a perda urinria e a fora muscular do assoalho plvico por perinemetro digital e avaliao funcional. Avaliou-se ainda o nmero de vasos da regio peri-uretral pela dopplervelocimetria. Para comparar os resultados antes e aps tratamento, utilizou-se o teste pareado t de Student. RESULTADOS: das 30 mulheres analisadas, 20 referiram alguma forma de perda urinria no inicio do experimento. A melhora deste sintoma ocorreu em 15 (75%) mulheres aps o tratamento. A medida da presso vaginal (fora muscular do assoalho plvico) foi 12,9&plusmn;1,7 e 15,8&plusmn;1,8 Sauers, respectivamente, antes e aps o tratamento (p<0,001). Observou-se aumento da presso em 22 (73,3%) mulheres no final do estudo. Na avaliao funcional, verificou-se que 12 mulheres no sofreram alterao da funo muscular do assoalho plvico, ou seja, 18 (60%) tiveram aumento da fora muscular. Pelo exame ultra-sonogrfico (Doppler) obtivemos no incio do experimento 2,20&plusmn;0,15 vasos sanguneos/campo, passando para 3,4&plusmn;0,2 vasos sanguneos/campo ao final do experimento (p<0,001). Em 21 mulheres (70%) registrou-se aumento do nmero dos vasos peri-uretrais aps os seis meses de tratamento. CONCLUSO: ressalta-se que so resultados preliminares, havendo necessidade de outras investigaes com nmero maior de participantes em estudo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo. Contudo, o tratamento com extrato de soja, por seis meses consecutivos, determinaria aumento da fora muscular do assoalho plvico e do nmero de vasos peri-uretrais em mulheres na ps-menopausa.

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Gestao cervical uma condio rara, em que ocorre implantao do ovo no canal cervical distendendo-o medida que cresce. Corresponde a menos de 1% de todas as gestaes ectpicas. A hemorragia indolor sua caracterstica clnica habitual e ao exame fsico visualiza-se um colo hipertrfico e vascularizado, com tecido saindo pelo orifcio externo do colo. Ultra-sonografia pode ser usada para complementar o diagnstico, mostrando a presena do saco gestacional. Relatamos um caso de tratamento bem sucedido de gestao cervical vivel de sete semanas. Morte fetal foi conseguida com uma injeo intra-amnitica nica de metotrexato (25 mg) guiada por ultra-sonografia transvaginal. Metotrexato sistmico em dose nica intramuscular (50 mg/m) foi associado. O tratamento conservador da gestao cervical com metotrexato foi efetivo e seguro.

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OBJETIVO: analisar os efeitos da isoflavona e do estrognio sobre a qualidade de vida de mulheres na ps-menopausa. MTODOS: realizou-se estudo randomizado, duplo-cego, com 79 pacientes, amenorria de 12 meses, idade superior a 40 anos e ndice de massa corporal (IMC) superior a 30 kg/m. As mulheres foram aleatoriamente divididas em dois grupos de tratamento: GECP recebeu duas cpsulas, via oral, de 12/12 horas, uma contendo 0,625 mg de estrognios conjugados eqinos e, a outra, placebo (n=33); GECS recebeu duas cpsulas de 150 mg de extrato de soja, com 60 mg de isoflavonas cada (n=32), por seis meses. O Questionrio de Qualidade de Vida Especfico para Menopausa foi empregado antes e aps um, trs e seis meses de tratamento. Os parmetros do risco de cncer ginecolgico foram avaliados. Para anlise dos dados, aplicaram-se os testes de ANOVA e de Tukey. RESULTADOS: quanto aos parmetros vasomotores, houve reduo nos valores aps seis meses de tratamento, 1,60,8 e 2,41,6, em relao aos valores antes da terapia, 4,02,2 e 4,22,3, respectivamente, nos GECP e GECS. Os aspectos psicossociais mostraram diminuio dos valores aps seis meses de terapia, 2,51,2 e 2,91,4, em relao aos valores antes da terapia, 3,61,6 e 4,11,9, respectivamente, nos GECP e GECS. De forma semelhante ocorre no aspecto fsico e nos sintomas sexuais. CONCLUSES: as isoflavonas agem positivamente na qualidade de vida de mulheres na ps-menopausa, semelhantemente aos estrognios conjugados eqinos.

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OBJETIVO: avaliar protocolo de insulinoterapia e conseqentes resultados maternos e perinatais, no diabetes gestacional e clnico, num servio de referncia para gravidez de alto risco. MTODOS: estudo prospectivo e descritivo, incluindo 103 gestantes portadoras de diabetes gestacional ou clnico, tratadas com insulina e acompanhadas no servio, no perodo de outubro de 2003 a dezembro de 2005. Foram excludos casos de gemelaridade, abortamento, abandono do pr-natal e parto fora do servio. Compararam-se idade gestacional no incio do tratamento; dose, aplicaes/dia e incremento de insulina (UI/kg); mdia glicmica e resultados perinatais. Utilizaram-se ANOVA e testes de Fisher e Goodman, considerando p<0,05. RESULTADOS: a multiparidade (92 versus 67,9%), o ndice de massa corporal (IMC) pr-gestacional >25 kg/m (88 versus 58,5%), o ganho de peso <8 kg (36 versus 17%) e o maior incremento de insulina caracterizaram o diabetes gestacional. No diabetes clnico, apesar da maior proporo de mdia glicmica &#8805;120 mg/dL (39,2 versus 24%) no final da gestao, a insulinoterapia teve incio precoce (47,2 versus 4%), maior durao (56,6 versus 6%), e maior dose diria de insulina (92 versus 43 UI/dia), administrada em at trs aplicaes/dia (54,7 versus 16,0). A macrossomia foi maior entre os recm-nascidos do grupo diabetes gestacional (16 versus 3,8%), sendo o nico resultado neonatal significativo. No houve bito neonatal e o nico caso de bito fetal ocorreu no diabetes clnico. As demais complicaes neonatais no diferenciaram os grupos e a maioria dos recm-nascidos recebeu alta em at sete dias (46% versus 55,8%). CONCLUSES: a anlise desta srie de casos identificou diferenas no protocolo de insulinoterapia em relao quantidade (UI/dia), dose (UI/kg de peso) e ao nmero de aplicaes dirias, mais acentuadas no diabetes clnico, e ao incremento de insulina, maior no diabetes gestacional. De modo indireto, a qualidade do controle glicmico materno e os resultados perinatais satisfatrios atestaram que o protocolo de tratamento foi adequado e no dependeu do tipo de diabetes.

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Leiomiomas so tumores benignos. Eles surgem no miomtrio e contm quantidade varivel de tecido conjuntivo fibroso. Cerca de 75% dos casos so assintomticos, encontrados ocasionalmente durante exame abdominal, plvico bimanual ou ultra-sonografia. Os sintomas so relacionados diretamente ao tamanho, ao nmero e localizao dos miomas. Nessa reviso, so apresentadas as abordagens teraputicas atuais clnicas (anticoncepcionais orais, progestgenos e antiprogestgenos, anlogos do hormnio liberador das gonadotrofinas (GnRH), e antiinflamatrios no esterides) e cirrgicas (histerectomia, miomectomia e embolizao) para o tratamento de leiomiomas.

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OBJETIVO: avaliar o efeito do raloxifeno sobre a angiognese do carcinoma de mama em mulheres menopausadas. MTODOS: dezesseis pacientes menopausadas com carcinoma de mama opervel, estdio II (dimetro >3 cm), positivo para receptor de estrgeno, foram includas no estudo. Aps confirmao do diagnstico por bipsia incisional, as pacientes receberam 60 mg de raloxifeno diariamente por 28 dias, previamente cirurgia definitiva. Exame imunohistoqumico foi realizado nas amostras tumorais, obtidas por ocasio da bipsia para diagnstico e avaliao do status do receptor de estrgeno e da cirurgia definitiva. O anticorpo monoclonal anti-CD34 foi usado como marcador das clulas endoteliais. A unidade vascular considerada foi qualquer clula ou grupo de clulas endoteliais coradas, nitidamente separadas de microvasos adjacentes, clulas tumorais ou tecido conjuntivo, formando ou no lmen. A contagem de microvasos antes e aps tratamento com raloxifeno foi realizada em dez campos aleatrios, usando microscpio acoplado a sistema de captura e anlise de imagem (Imagelab) com magnificao de 400X. O teste t de Student para duas amostras pareadas foi usado para anlise estatstica dos dados (p<0,05). RESULTADOS: as mdias da quantidade de microvasos antes e aps o tratamento com raloxifeno foi 44,4&plusmn;3,5 e 22,6&plusmn;1,6, respectivamente. Foi observada reduo significativa da quantidade de microvasos aps tratamento com raloxifeno (p<0,001). CONCLUSES: o tratamento primrio com raloxifeno reduz significantemente a quantidade de microvasos no carcinoma de mama positivo para receptor de estrgeno em mulheres na ps-menopausa.

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O fibroadenoma a neoplasia benigna mais freqente da mama feminina e considerado tumor misto, constitudo por quantidades variveis de tecido conjuntivo e epitelial. A ciclosporina parece ter implicaes no desenvolvimento de fibroadenomas mamrios em pacientes transplantadas renais em idade reprodutiva. Descrevemos o caso no qual a paciente, em uso terapêutico de ciclosporina A, aps transplante renal, apresentou vrios ndulos mamrios bilaterais na evoluo. O exame fsico e os achados de imagem sugeriram fibroadenoma, diagnstico que foi confirmado aps bipsias.

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OBJETIVO: analisar alteraes macroscpicas e histolgicas que ocorrem com o uso da sinvastatina em endometriose experimental em ratas. MTODOS: quarenta ratas da linhagem Wistar foram submetidas tcnica de autotransplante uterino em mesentrio. Aps trs semanas, 24 ratas desenvolveram endometriose experimental grau III e foram divididas em dois grupos: Sinvastatina (dado 20 mg/kg/dia via oral) e Controle (dado cloreto de sdio a 0,9% na quantidade de 1 mL/100 g de peso corpreo via oral), que receberam gavagem durante 14 dias seguido de morte. Os volumes dos implantes foram calculados [4pi (comprimento/2) x (largura/2) x (altura/2)/3] nas intervenes cirrgicas e aps a morte dos animais. Os autotransplantes foram retirados, corados com a hematoxilina-eosina e analisados microscopia de luz. Foram usados o teste de Mann-Whitney para amostras independentes e o teste de Wilcoxon para amostras relacionadas. Para avaliao histolgica, foi usado o teste exato de Fisher, adotando-se nvel de significncia de 5%. RESULTADOS: a diferena entre os volumes mdios iniciais dos autotransplantes nos dois grupos foi insignificante (p=1,00), e, entre os volumes mdios finais, significante (p=0,04). Houve aumento significativo (p=0,01) entre os volumes mdios iniciais e finais do Grupo Controle e reduo insignificante no Grupo Sinvastatina (p=0,95). Histologicamente (p=0,64), o Grupo Sinvastatina (n=9) mostrou a parede epitelial moderadamente preservada em sete casos (77,80%) e dois casos com camada epitelial bem preservada (22,2%), e o Grupo Controle (n=12) com sete casos (58,30%) moderadamente preservados e cinco casos (41,70%) bem preservados. CONCLUSES: a sinvastatina impediu o crescimento dos focos de endometriose experimental. So promissores os estudos com uso da sinvastatina por perodo mais prolongado.