887 resultados para small business management


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The generic pharmaceutical value chain model has been employed to describe both the global pharmaceutical and biotechnology industries till now. This research investigates the organisational value chain in Australian biotechnology companies in order to assess the appropriateness of the pharmaceutical value chain to small-and medium-sized biotechnology companies. The main theme of the research is: Can a generic model of the organisational value chain be defined for the biotechnology industry? Emanating from the literature, two research propositions were developed. RP1: there are eight major definable elements/activities of the organisational value chain for the biotechnology industry. RP2: Coverage of the elements in the biotechnology value chain ranges from focused to broad. A multiple case study methodology was used to explore these propositions. To develop a number of case studies, data was collected from senior managers of small and medium Australian biotechnology companies using an interview instrument, as well as from publicly available documentation and through observation. The results were analysed using cross-case comparisons. The results showed that an aggregation of the value chains of each organisation can be reduced to these eight definable elements that constitute the biotechnology value chain: basic research, applied research, development, verification and validation, prototype development, clinical trials, manufacturing and marketing. However, the findings also indicate that these major elements of the value chain need to be further reduced into sub-activities or sub-tasks to cater for the unique differences between biotechnology companies. Generally, the findings were consistent with the literature. However, a wider sampling, including international biotechnology organisations should be studied. The major contribution of this research is in the development of a value chain model, including general sub-tasks, for the Australian biotechnology industry.

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This paper examines the relative influence of two key antecedents of brand loyalty-satisfaction and involvement and the moderating role of experience, using a sample of business buyers. The central argument of this paper is that the strength of the effect of these variables on attitudinal brand loyalty will vary with the level of customer experience with purchasing the service. Building on previous research which examined low-risk, customer product settings [Kim, J., Lim, J.S., & Bhargava, M. (1998). The role of affect in attitude formation: A classical conditioning approach. Journal of the Academy of Marketing Science 26 (2): pp. 143-152; Shiv, B., & Fedorikhin, A. (1999). Heart and mind in conflict: The interplay of affect and cognition in consumer decision-making. Journal of Consumer Research 26: 278], this study shows that for a high-risk setting, involvement with the service category will be more dominant in its influence on brand loyalty than satisfaction with the preferred brand. Furthermore, it was found that experience moderated the influence of involvement and satisfaction on attitudinal brand loyalty for a high-risk business-to-business service. This study provides new insights into the theory and practice of buyer behavior and business-to-business brands. Crown Copyright (C) 2004 Published by Elsevier Inc. All rights reserved.

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This study examined whether the effectiveness of human resource management (HRM)practices is contingent on organizational climate and competitive strategy The concepts of internol and external fit suggest that the positive relationship between HRM and subsequent productivity will be stronger for firms with a positive organizational climate and for firms using differentiation strategies. Resource allocation theories of motivation, on the other hand, predict that the relationship between HRM and productivity will be stronger for firms with a poor climate because employees working in these firms should have the greatest amount of spare capacity. The results supported the resource allocation argument.

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Esse trabalho estudou o segmento farmacêutico de micro e pequenas farmácias da região da Baixada Santista, em relação aos fatores determinantes da mortalidade no segmento, sob o olhar dos proprietários e gestores das farmácias, visto que nos últimos anos o segmento vêm sofrendo um encolhimento, além da migração das farmácias de micro e pequeno porte para as zonas mais periféricas das cidades da região da Baixada Santista. A metodologia utilizada para a pesquisa foi qualitativa, através de uma pesquisa exploratória e bibliográfica, tendo como instrumento de coleta de dados entrevistas, com roteiro semi-estruturado, aplicado a gestores e proprietários de sete farmácias na região da Baixada Santista. Cinco delas em atividade e duas fechadas, nos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia grande. A análise dos dados foi feita com base em categorias analíticas criadas a partir da literatura que embasa esse estudo, chegando a dois blocos de análise: um relacionado diretamente aos fatores mercadológicos das farmácias, e outro relacionado a fatores administrativos e de custo. A análise dos dados comprovou existir fatores determinantes para a mortalidade das micro e pequenas farmácias da região, separados em dois blocos. No bloco mercadológico, estão relacionados os fatores determinantes que afetam diretamente a parte comercial das micro e pequenas farmácias, como o crescimento das grandes redes de farmácias, programa Farmácia Popular e falta de poder de compra por parte das farmácias. No bloco administrativo e de custos, estão relacionados a deficiência na gestão empresarial, custos operacionais, tributação e problemas pessoais. Através dessa pesquisa se conclui que esses fatores determinantes têm enfraquecido o segmento de micro e pequenas farmácias, ocasionando a mortalidade de diversas farmácias, não poupando nem mesmo as tradicionais da região da Baixada Santista.

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A Responsabilidade Social Empresarial representa um dos destaques das discussões sobre o papel das empresas e seu compromisso com os diversos públicos com a qual se relacionam. Por isso mesmo, este tema tem demandado esforços e a atenção das empresas e de diferentes setores da sociedade e do governo implicando, desta forma, numa concepção de Responsabilidade Social para além do que determina a lei tendo, ainda, as empresas que atuar de maneira responsável com todos seus stakeholders. Um dos aspectos do compromisso social se refere ao público interno como um diferencial competitivo das empresas no processo de gestão. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo identificar se empresas de pequeno porte do ramo industrial desenvolvem práticas internas de Responsabilidade Social Empresarial. Este trabalho, de caráter qualitativo, foi delineado por meio de pesquisa descritiva realizada em empresas localizadas na região do Grande ABC, selecionados a partir do Guia ABCD. Para tanto, utilizou-se de questionário estruturado, adaptado do instrumento de coleta de dados desenvolvido pelo Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial em parceria com o Sebrae, como instrumento de coleta. O questionário foi aplicado em 14 empresas do Grande ABC do ramo industrial. Os resultados demonstraram que as empresas pesquisadas possuem, em sua maioria, práticas de responsabilidade social interna, principalmente, as práticas que não necessitam de grande investimento ou são determinadas pela lei. Outras empresas que não possuem as referidas práticas estão em processo de conscientização.

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O objetivo desse estudo foi evidenciar o uso das ferramentas de controle gerencial que auxiliam no processo de tomada de decisão nas Micros, Pequenas e Médias Empresas, no município de SCSul. Entende-se, que na atualidade esses instrumentos devem ser alinhados com a realidade dessas organizações e as informações extraídas por estas devem ser a base para a tomada de decisão que perpetuem a riqueza dos investidores. O procedimento metodológico aplicado na escolha das empresas pesquisadas foi o critério de conveniência, utilizando o método de raciocínio dedutivo, através de aplicação de um questionário em 296 empresas, pelo a qual 18,6% destas se depuseram a responder o questionário. As empresas foram classificadas de acordo com o faturamento bruto anual estabelecido pela Receita Federal. Após a análise dos resultados, foi possível detectar que cerca de 41% dessas organizações estão a mais de 20 anos no mercado, o que demonstra uma boa consolidação no mercado. Detecta-se, também, que estes empresários-gerentes possuem uma forte formação superior: 31,27% pós-graduados e 22,22% graduados, o que pode ser um diferencial na gestão desses negócios. Como o pressuposto dessa pesquisa foi de analisar: se as MPME s industriais no município de SCSul estão utilizando as ferramentas de controle gerencial em seu processo de gestão para tomada de decisão, diante das análises efetuadas, tanto pelo o estudo de campo com bibliográfica, conclui-se que a tomada de decisão nessas empresas está baseada nas ferramentas de controle e que estas possuem um bom controle dos seus negócios contrariando o que se esperava.

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Esta pesquisa apresenta um estudo de caso cujo objetivo é analisar se arranjos produtivos locais realizam a prática da gestão do conhecimento. A pesquisa foi realizada junto ao Pólo Brasileiro de Cosmético em Diadema, organização sem fins lucrativos, que articula as ações de micro, pequenas e médias empresas organizadas em fabricantes de cosméticos, produtores de bens e serviços, fornecedores de matéria-prima, prestadores de consultoria, comercializadores, clientes e parceiros. Para atender ao objetivo proposto recorreu-se a recursos quantitativo e qualitativo, com a utilização de formulários eletrônicos estruturados, disponibilizados na internet e técnicas da observação participante, envolvendo visitas previamente agendadas ao Pólo de Cosmético. O material de análise utilizou a pesquisa bibliográfica sobre arranjo produtivo local e gestão do conhecimento, caracterização da região do grande ABC e da cidade de Diadema, dados oficiais, políticas governamentais e entrevistas com o corpo diretivo do Pólo. Foi aplicado o instrumento de Terra (2005) que a partir de sete dimensões (estratégia e alta administração, sistemas de informação e comunicação, cultura organizacional, organização e processos de trabalho, políticas e práticas para a administração de recursos humanos e mensuração de resultados), avaliou se as organizações do arranjo produtivo realizam a prática da gestão do conhecimento. Os resultados obtidos apontaram a existência de práticas de gestão do conhecimento, com índices acima da média, convergindo para o entendimento de que se trata de um processo de gestão empresarial, além de confirmar, a partir de um sistema de intercâmbio social a origem do Pólo e seu desenvolvimento.(AU)

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O trabalho tem como finalidade à pesquisa de controles de gestão empresarial essencial a todas as empresas, inclusive as chamadas pequenas e médias, que buscam sua excelência e continuidade para um bom desempenho econômico, financeiro e social. Diversos estudos já foram realizados a fim de evidenciar a importância dos controles gerenciais para as organizações, porém uma grande dificuldade encontrada nestas empresas é aplicar a teoria na prática. Sendo assim, será apresentada neste trabalho uma pesquisa entre pequenas e médias empresas localizadas nos municípios de São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul e Diadema e como estas empresas têm utilizado controles gerenciais no processo de gestão empresarial. No contexto das pequenas e médias empresas, pode-se perceber que o processo decisório é restrito e limitado a determinadas pessoas, portanto, o grau de responsabilidade nas decisões para estas empresas tem um grande teor de importância. Nas empresas familiares também é possível identificar características semelhantes ao processo decisório, por fim, a pesquisa irá analisar a relação do uso de controles gerenciais e a continuidade dessas empresas. A metodologia utilizada foi a descritiva e a quantitativa, através do uso de questionário e os resultados obtidos foram apresentados apenas como das empresas participantes da pesquisa, podendo ser identificados a relação do uso de controles de gestão e quais os controles mais utilizados.(AU)

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As várias teorias acerca da estrutura de capital despertam interesse motivando diversos estudos sobre o assunto sem, no entanto, ter um consenso. Outro tema aparentemente pouco explorado refere-se ao ciclo de vida das empresas e como ele pode influenciar a estrutura de capital. Este estudo teve como objetivo verificar quais determinantes possuem maior relevância no endividamento das empresas e se estes determinantes alteram-se dependendo do ciclo de vida da empresa apoiada pelas teorias Trade Off, Pecking Order e Teoria da Agência. Para alcançar o objetivo deste trabalho foi utilizado análise em painel de efeito fixo sendo a amostra composta por empresas brasileiras de capital aberto, com dados secundários disponíveis na Economática® no período de 2005 a 2013, utilizando-se os setores da BM&FBOVESPA. Como resultado principal destaca-se o mesmo comportamento entre a amostra geral, alto e baixo crescimento pelo endividamento contábil para o determinante Lucratividade apresentando uma relação negativa, e para os determinantes Oportunidade de Crescimento e Tamanho, estes com uma relação positiva. Para os grupos de alto e baixo crescimento alguns determinantes apresentaram resultados diferentes, como a singularidade que resultou significância nestes dois grupos, sendo positiva no baixo crescimento e negativa no alto crescimento, para o valor colateral dos ativos e benefício fiscal não dívida apresentaram significância apenas no grupo de baixo crescimento. Para o endividamento a valor de mercado foi observado significância para o Benefício fiscal não dívida e Singularidade. Este resultado reforça o argumento de que o ciclo de vida influência a estrutura de capital

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Once again this publication is produced to celebrate and promote good teaching and learning support and to offer encouragement to those imaginative and innovative staff who continue to wish to challenge students to learn to maximum effect. It is hoped that others will pick up some good ideas from the articles contained in this volume. We have again changed our approach for this 2007/08 edition (our fifth) of the Aston Business School Good Practice Guide. As before, some contributions were selected from those identifying interesting best practice on their Annual Module Reflection Forms in 2006/2007. Brookes? contribution this year is directly from her annual reflection. Other contributors received HELM (Research Centre in Higher Education Learning and Management) small research grants in 2006/2007. Part of the conditions were for them to write an article for this publication. We have also been less tight on the length of the articles this year. Some contributions are, therefore, on the way to being journal articles. HELM will be working with these authors to help develop these for publication. Looking back over the last five years it is brilliant to see how many different people have contributed over the years and, therefore, how much innovative learning and teaching work has been taking place in ABS over this time. In the first edition we were just pleased for people to write a few pages on their teaching. Now things have changed dramatically. The majority of the articles are grounded in empirical research (some funded by HELM small research grants) and Palmer?s article was produced as part of the University?s Postgraduate Certificate in Learning and Teaching. Most encouraging of all, four of this year?s articles have since been developed further and submitted to refereed journals. We await news of publication as we go to press. It is not surprising that how to manage large groups still remains a central theme of the articles, ABS has a large and still growing student body. Essex and Simpson have looked at trying to encourage students to attend taught sessions, on the basis that there is a strong correlation between attendance and higher performance. Their findings are forming the platform of a further study currently being carried out in the Undergraduate Programme. A number of the other articles concentrate on trying to encourage students to engage with study in an innovative way. This is particularly obvious in Shaw?s work. Everyone who has been around campus lately has had evidence that the students on Duncan?s modules have clearly been inspired. I found myself, for example, playing golf in the student dining room as part of this initiative! The articles by Jarzabkowski & Guilietti and Ho involved much larger surveys. This is another first for the Good Practice Guide and marks the first step on what will clearly be larger research efforts for these authors in this area. We look forward to the journal publications which will result from this work. The last articles are the result of HELM?s hosting of the national conference of the Higher Education Academy?s Business, Management, Accounting and Finance (BMAF) Subject Centre Conference in May 2007. Belal and Foster have written about their impressions of the Conference and Andrews has included the paper she gave. The papers on employability and widening participation are the centre of HELM?s current work. In the second volume we mentioned the launch of the School?s Research Centre in Higher Education Learning and Management (HELM). Since then HELM has stimulated a lot of activity across the School (and University) particularly linking research and teaching. A list of the HELM seminars for 2007/2008 is listed as Appendix 1 of this publication. Further details can be obtained from Catherine Foster (c.s.foster@aston.ac.uk), who coordinates the HELM seminars. We have also been working on a list of target journals to guide ABS staff who wish to publish in this area. These are included as Appendix 2 of this publication. May I thank the contributors for taking time out of their busy schedules to write the articles and to Julie Green, the Quality Manager, for putting the varying diverse approaches into a coherent and publishable form and for agreeing to fund the printing of this volume.

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Risk and knowledge are two concepts and components of business management which have so far been studied almost independently. This is especially true where risk management (RM) is conceived mainly in financial terms, as for example, in the financial institutions sector. Financial institutions are affected by internal and external changes with the consequent accommodation to new business models, new regulations and new global competition that includes new big players. These changes induce financial institutions to develop different methodologies for managing risk, such as the enterprise risk management (ERM) approach, in order to adopt a holistic view of risk management and, consequently, to deal with different types of risk, levels of risk appetite, and policies in risk management. However, the methodologies for analysing risk do not explicitly include knowledge management (KM). This research examines the potential relationships between KM and two RM concepts: perceived quality of risk control and perceived value of ERM. To fulfill the objective of identifying how KM concepts can have a positive influence on some RM concepts, a literature review of KM and its processes and RM and its processes was performed. From this literature review eight hypotheses were analysed using a classification into people, process and technology variables. The data for this research was gathered from a survey applied to risk management employees in financial institutions and 121 answers were analysed. The analysis of the data was based on multivariate techniques, more specifically stepwise regression analysis. The results showed that the perceived quality of risk control is significantly associated with the variables: perceived quality of risk knowledge sharing, perceived quality of communication among people, web channel functionality, and risk management information system functionality. However, the relationships of the KM variables to the perceived value of ERM are not identified because of the low performance of the models describing these relationships. The analysis reveals important insights into the potential KM support to RM such as: the better adoption of KM people and technology actions, the better the perceived quality of risk control. Equally, the results suggest that the quality of risk control and the benefits of ERM follow different patterns given that there is no correlation between both concepts and the distinct influence of the KM variables in each concept. The ERM scenario is different from that of risk control because ERM, as an answer to RM failures and adaptation to new regulation in financial institutions, has led organizations to adopt new processes, technologies, and governance models. Thus, the search for factors influencing the perceived value of ERM implementation needs additional analysis because what is improved in RM processes individually is not having the same effect on the perceived value of ERM. Based on these model results and the literature review the basis of the ERKMAS (Enterprise Risk Knowledge Management System) is presented.