932 resultados para information literacy colloquium


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Members of the community contribute to survival from out-of-hospital cardiac arrest by contacting emergency medical services and performing cardiopulmonary resuscitation (CPR) prior to the arrival of an ambulance. In Australia there is a paucity of information of the extent that community members know the emergency telephone number and are trained in CPR. A survey of Queensland adults (n = 4490) was conducted to ascertain current knowledge and training levels and to target CPR training. Although most respondents (88.3%) could state the Australian emergency telephone number correctly, significant age differences were apparent (P < 0.001). One in five respondents aged 60 years and older could not state the emergency number correctly. While just over half the respondents (53.9%) had completed some form of CPR training, only 12.1% had recent training. Older people were more likely to have never had CPR training than young adults. Additional demographic and socio-economic differences were found between those never trained in CPR and those who were. The results emphasise the need to increase CPR training in those aged 40 and over, particularly females, and to increase the awareness of the emergency telephone number amongst older people. (C) 2002 Elsevier Science Ireland Ltd. All rights reserved.

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Over the past decade or so, there has been increasing demand for greater clarity about the major causes of disease and injury, how these differentially affect populations, and how they are changing. In part, this demand has been motivated by resource constraints and a realisation that better health is possible with more informed allocation of resources. At the same time, there has been a change in the way population health and its determinants are quantified, with a much closer integration of the quantitative population sciences (such as epidemiology, demography and health economics) to strengthen and broaden the evidence base for healthcare policy.

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Este estudo teve como foco inicial de investigação o modo como livros didáticos de alfabetização propõem o estudo das relações entre sons e letras e letras e sons, e como essa dimensão se articula (ou não) a uma concepção de alfabetização que toma o texto como unidade de ensino. Caracteriza-se como uma pesquisa de cunho documental, trazendo para estudo produções acadêmico-científicas acerca da temática de investigação, tendências teóricas no estudo da alfabetização, o processo histórico da política de avaliação de livros didáticos no Brasil, o Guia de livros didáticos – PNLD 2010 – letramento e alfabetização – língua portuguesa – 2009 e duas coleções de livros didáticos de alfabetização, quais sejam: A Escola é Nossa – Letramento e Alfabetização Linguística; e Porta Aberta – Letramento e Alfabetização Linguística, avaliadas e selecionadas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), na edição de 2009, para o ano letivo de 2010. Assume a hipótese de que a proposta de trabalho com as relações sons e letras e letras e sons trazida pelos livros didáticos de alfabetização, no contexto do letramento, por não tomar o texto como unidade de ensino, acaba por criar obstáculos para a própria compreensão dessas relações pelos estudantes. Toma como princípios teóricos e metodológicos a abordagem bakhtiniana de linguagem, bem como a concepção de alfabetização que baliza este estudo (GONTIJO; SCHWARTZ, 2009). Conclui que, ao não trazer os textos (gêneros discursivos) como enunciados, indiferentes à alternância dos sujeitos do discurso, os livros analisados, não obstante as poucas diferenças existentes entre um e outro, que se referem mais especificamente a informações que tangem à linguística, vão ao encontro de uma concepção de linguagem como um sistema de normas que devem ser anteriormente internalizadas pelo estudante para que este possa proceder à leitura e à escrita. Tratam, pois, a língua materna como uma língua estrangeira ou morta, como se esta fosse estática, permanecendo imune à evolução histórica. O estudo corroborou a hipótese de investigação, uma vez que, desconsiderando e/ou desconhecendo o aspecto dialógico do enunciado, os livros analisados minimizam a possibilidade da instauração de uma abordagem discursiva de linguagem, o que incide no tratamento das relações sons e letras e letras e sons que acabam por apresentarem-se dicotomizadas do texto e seu contexto discursivo e, dessa forma, sua reflexão e sistematização pelos estudantes distancia-se de um estudo dessas relações no bojo dos aspectos sócio-históricos, ideológicos, linguísticos, estilísticos, dentre outros que perpassam seu ensino. Logo, por não propiciarem um tratamento discursivo da linguagem, pouco contribuem para um tratamento “linguístico” adequado, acabando por criar obstáculos para a compreensão dessas relações pelos estudantes. Entende que conhecimentos linguísticos, principalmente referentes às variedades linguísticas e dialetais, tornam-se importantes quando da abordagem dessas relações, entretanto, estes por si sós não garantem sua apropriação. Ressalta o necessário conhecimento por parte dos professores (e autores) acerca da abordagem linguística tomada pelo livro didático de alfabetização e o resgate da autoria docente diante do ensino da língua materna, instaurando um processo autoral-dialógico da produção de conhecimentos junto aos estudantes.

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