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Resumo:
La fragmentation est un des mécanismes opérant lors d'avalanche rocheuses. La quantification de l'énergie associée à ce mécanisme permettrait d'apprécier l'influence de celui-ci sur la phase post-rupture d'une avalanche rocheuse. Dans cet article, les distributions des tailles des blocs du massif rocheux et des débris sont présentées et comparées pour neuf cas d'avalanches rocheuses : cinq dans les montagnes Rocheuses canadiennes et quatre dans les Alpes européennes. Des degrés de fragmentation ont pu être estimés. Pour évaluer l'énergie de fragmentation, deux méthodes on été examinées : l'une est basée sur l'énergie de concassage et l'autre est basée sur l'énergie de sautage utilisée dans le domaine minier. Les résultats obtenus portent à croire qu'il y aurait une relation entre l'indice de réduction de taille (Rr = D50/d50) et l'énergie potentielle par unité de volume, normalisée par la résistance au double poinçonnement (?HG/?c). Les énergies de fragmentation calculées pour les neuf cas étudiés donne en moyenne 20 % de l'énergie potentielle. Une relation empirique entre Rr et ?HG/?c est proposée, et est par la suite utilisée pour définir un indice de désintégration (ID). Cet indice reflète la physique du processus de désintégration puisqu'il considère que l'indice de réduction de taille est fonction de l'énergie dissipée et de la résistance de la roche. Ces facteurs connus depuis longtemps n'avaient jamais été présentés d'une façon cohérente pour des cas d'avalanches rocheuses.Mots clés : avalanches rocheuses, désintégration, énergie de fragmentation, Rocheuses canadiennes, Alpes européennes.
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The purpose of this study was to investigate changes in post-exercise heart rate recovery (HRR) and heart rate variability (HRV) during an overload-tapering paradigm in marathon runners and examine their relationship with running performance. 9 male runners followed a training program composed of 3 weeks of overload followed by 3 weeks of tapering (-33±7%). Before and after overload and during tapering they performed an exhaustive running test (Tlim). At the end of this test, HRR variables (e.g. HRR during the first 60 s; HRR60 s) and vagal-related HRV indices (e.g. RMSSD5-10 min) were examined. Tlim did not change during the overload training phase (603±105 vs. 614±132 s; P=0.992), but increased (727±185 s; P=0.035) during the second week of tapering. Compared with overload, RMSSD5-10 min (7.6±3.3 vs. 8.6±2.9 ms; P=0.045) was reduced after the 2(nd) week of tapering. During tapering, the improvements in Tlim were negatively correlated with the change in HRR60 s (r=-0.84; P=0.005) but not RMSSD5-10 min (r=-0.21; P=0.59). A slower HRR during marathon tapering may be indicative of improved performance. In contrast, the monitoring of changes in HRV as measured in the present study (i.e. after exercise on a single day), may have little or no additive value.
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Introduction: Low cardiac output syndrome is frequent in childrenafter heart surgery for congenital heart disease and may result in pooroutcome and increased morbidity. In the adult population, preoperativebrain natriuretic peptide (BNP) was shown to be predictive of postoperative complications. In children, the value of preoperative BNP onpostoperative outcome is not so clear. The aim of this study was todetermine the predictive value of preoperative BNP on postoperativeoutcome and low cardiac output syndrome in children after heartsurgery for congenital heart disease.Methods: We examined, retrospectively, the postoperative course of97 pediatric patients (mean age 3.7 years, range 0-14 years old) whounderwent heart surgery in a tertiary care pediatric intensive caresetting. NTproBNP was measured preoperatively in all patients(median 412 pg/ml, range 12-35'000 pg/ml). Patients were divided intothree groups according to their NTproBNP levels (group 1: 0-300 pg/ml, group 2: 300-600 pg/ml, group 3: >600 pg/ml) and then,correlations with postoperative outcomes were examined.Results: We found that patients with a high preoperative BNP requiredmore frequently prolonged (>2 days) mechanical ventilation (33%vs 40% vs 61%, p = 0.045) and stayed more frequently longer than6 days in the intensive care unit (42% vs 50% vs 71%, p = 0.03).However, high preoperative BNP was not correlated with occurrenceof low cardiac output syndrome.Conclusion: Preoperative BNP cannot be used, in children, as areliable and sole predictor of postoperative low cardiac outputsyndrome. However it may help identify, before surgery, those patientsat risk of having a difficult postoperative course.
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O presente trabalho que ora se apresenta teve como objectivo investigar o papel do psicólogo escolar na prevenção/combate ao bullying no contexto escolar, visando esclarecer as manifestações dessa problemática e identificar quais as práticas mais oportunas e eficazes para o seu enfrentamento. Sendo assim, o estudo foi desenvolvido com 4 psicólogos educacionais. Uma amostragem convencional, onde os sujeitos participaram de acordo com a sua disponibilidade. Os dados foram recolhidos através da entrevista, semi-estruturada guiada por um roteiro pré- estabelecido e no tratamento foram submetidos a análise de conteúdos. Os resultados deste estudo indicam que, o bullying é um fenómeno social bastante discutida, e actualmente causa grande preocupação aos agentes educativos. O termo ainda apresenta como uma problemática duvidosa para muitos e um desafio para estes profissionais. Embora, os mesmos, não o tenham estudado têm noção sobre o assunto, recorrendo para o efeito tanto às suas experiências de vida, como aos conhecimentos científicos adquiridos durante as suas formações académicas. Em relação aos factores que levam a prática do bullying prevaleceram a falta de autoridade dos professores, factores relacionados com a vivência familiar, carência afectiva, ausência de limites e a falta de tempo dos pais. Em relação a construção dos projectos pedagógicos, mesmo participando, não se constatava nenhum item relacionado ao tema, apenas procedimentos de carácter preventivo. Em relação às estratégias utilizadas para o combate ao bullying existe um plano que vai de encontro ao aconselhamento, à sensibilização, à orientação, à formação, e à punição juntamente ao concelho disciplinar.
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Ultraviolet radiation is the major cause of skin cancer, but promotes vitamin D synthesis, and vitamin D has been inversely related to the risk of several common cancers including prostate, breast and colorectum. We therefore computed the incidence of prostate, breast and colorectal cancer following skin cancer using the datasets of the Swiss cancer Registries of Vaud and Neuchâtel. Between 1974 and 2005, 6,985 histologically confirmed squamous cell skin cancers, 21,046 basal cell carcinomas and 3,346 cutaneous malignant melanomas were registered, and followed up to the end of 2005 for the occurrence of second primary cancer of the prostate, breast and colorectum. Overall, 680 prostate cancers were observed versus 568.3 expected (standardized incidence ratio (SIR) = 1.20; 95% confidence interval (CI): 1.11-1.29), 440 breast cancers were observed versus 371.5 expected (SIR = 1.18; 95% CI: 1.08-1.30) and 535 colorectal cancers were observed versus 464.6 expected (SIR = 1.15; 95% CI: 1.06-1.25). When basal cell, squamous cell and skin melanoma were considered separately, all the SIRs for prostate, breast and colorectal cancers were around or slightly above unity. Likewise, the results were consistent across strata of age at skin cancer diagnosis and location (head and neck versus others), and for male and female colorectal cancers. These findings, based on a population with a long tradition of systematic histologic examination of all surgically treated skin lesions, do not support the hypothesis that prostate, breast and colorectal cancer risk is decreased following skin cancer.
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As algas marinhas de Cabo Verde foram descritas pela primeira vez em 1822 por J. Forbes. Posteriormente vários investigadores estrangeiros em suas viagens esporádicas coletaram algas em várias localidades das ilhas de Cabo Verde, sendo a publicação de Askenasy (1896) considerada o ponto de partida dos estudos florísticos nestas ilhas. A presente investigação tem como objetivos atualizar o catálogo de macroalgas marinhas que ocorrem no arquipélago de Cabo Verde, sistematizando as distintas contribuições já realizadas; adicionar novos registros resultantes do estudo realizado em expedições marinhas BIOGES (setembro de 1996 e julho 1997), cujos dados ainda não tinham sido tratados de forma sistemática; aumentar o conhecimento ficológico destas ilhas da Macaronésia com o estudo sistemático da costa da ilha de Santiago; caracterizar a estrutura de fitobentos das comunidades da zona entremarés da ilha de Santiago; e estabelecer a relação da flora ficológica marinha de Cabo Verde com a flora ficológica das outras ilhas que compõem a região da Macaronésia e com a flora ficológica da costa ocidental africana. As coletas para o presente estudo foram realizadas durante duas Expedições Marinhas BIOGES, nos navios Islândia e Corvette, realizadas nos meses de setembro de 1996 e julho de 1997, respectivamente. Os pontos de amostragem foram escolhidos aleatoriamente em 8 ilhas, 5 ilhéus e numa extensa plataforma submarina rochosa, banco de Baixo João Valente. Para o catálogo florístico e estudos ecológicos das macroalgas marinhas dos costões rochosos do litoral da ilha de Santiago as amostradas foram recolhidas em nove estações da zona de entremarés da referida ilha, a saber: Cidade Velha, Palmarejo, Quebra Canela, Praia Baixo, Santa Cruz, Calheta São Miguel, Tarrafal, Ribeira da Barca e Rincão, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2011 e 2012. Dos 132 táxons de algas identificados, catorze algas vermelhas: Apoglossum gregarium, Centroceras gasparrinii, Ceramium deslongchampsii, Ceramium tenerrimum, Ceratodictyon variabile, Champia vieillardii, Chondracanthus acicularis, Colaconema codicola, Erythrocystis montagnei, Jania pumila, Laurencia flexilis, Lophosiphonia cristata, Sahlingia subintegra e Wrangelia bicuspidata, para além de duas espécies de algas verdes: Anadyomene saldanhae e Valonia aegagropila são citadas pela primeira vez para as águas cabo-verdianas. Do mesmo modo, as espécies Apoglossum gregarium, Centroceras gasparrinii e Wrangelia bicuspidata podem ser consideradas novos registros para a região da costa ocidental da África e ilhas adjacentes. Contudo, a flora marinha das ilhas de Cabo Verde é muito semelhante a dos restantes arquipélagos da Macaronésia, embora muitas das suas espécies apresentam um caráter mais tropical. Como resultado desta tese de doutoramento se amplia o catálogo ficológico deste arquipélago, incrementando o número de espécies, em 16 espécies, passando de 330 para 346. No litoral da ilha de Santiago, a localidade de Quebra Canela apresenta o maior e a de Santa Cruz a menor riqueza e diversidade de espécies de algas. Os valores de riqueza de espécies, diversidade, similaridade e equitatibilidade indicam que não há uma variação e diferença significativa na composição, riqueza e diversidade de algas da zona de entremarés do litoral da ilha de Santiago. Os grupos morfo-funcionais de macroalgas que dominam nesta zona são algas crostosas, foliosas e macrófitas corticadas.
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BACKGROUND: The frequency of HIV-1 co/super-infection is unknown despite their implications for public health and vaccine development. This issue was addressed during an epidemic of both CRF11 and B subtype among intravenous drug users (IVDUs). METHODS: Bulk sequencing of reverse transcriptase, protease and C2V3 regions and subtype-specific nested polymerase chain reaction (PCR) in plasma and proviral DNA were performed using baseline and follow-up samples collected in recently infected IVDUs between 1998-2002 and in IVDUs with chronic infection living in the same area and presenting an unexpected rise of viremia (> 1 log10). RESULTS: In 58 recently infected patients, three B/CRF-11 co-infections, 25 B, 28 CRF-11 and two other subtypes were detected at baseline. In the three co-infected patients, both CRF-11 and B were detected in plasma and proviral DNA and persisted during follow-up. B- and CFR-11-specific PCR performed on follow-up samples of 40 of 58 recently infected patients (median follow-up, 14.5 months) revealed a transient B super-infection in a patient initially infected by CRF-11. Five of 156 chronic IVDUs (total follow-up: 346 years) had an unexpected rise of viremia. In two of them, aviremic without treatment for years after an initial B infection, a symptomatic CRF-11 super-infection occurred and was associated with high viral load and a fall of CD4 cell count. CONCLUSIONS: In recently infected IVDUs, co-infection B/CRF-11 is relatively frequent (5%). In chronically infected IVDUs super-infection may be transient and may occur in patients controlling efficiently HIV infection by the initial strain.
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O presente trabalho teve por objetivo verificar o efeito de doses crescentes do calcário Irati sobre os teores de Cu, Fe, Mn e Zn tanto no solo como na planta do milho. O calcário Irati é um rejeito de mineração produzido pela Petrobrás-SIX, durante o processo de exploração do folhelho pirobetuminoso. Este material apresenta elevados teores de Cu, Fe, Mn e Zn, 32; 22.068; 1.045 e 55 mg kg-1 respectivamente. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da UFPR, em vasos, utilizando-se como substrato o horizonte A de um Cambissolo Tb, textura arenosa. Os tratamentos foram arranjados em ensaio fatorial 2 x 5, sendo dois os materiais corretivos: calcário comercial e calcário Irati e cinco as doses crescentes desses materiais corretivos em equivalentes de CaCO3 : 0,00; 0,75; 1,50; 3,00 e 6,00 t ha-1. O solo corrigido com calcário Irati apresentou teores de Fe e Mn, extraídos com DTPA-TEA, 10 e 9%, respectivamente, maiores do que aquele que recebeu calcário comercial, sem, no entanto, a diferença entre os dois materiais influenciar o conteúdo desses elementos na planta. O aumento das doses de calcário, desconsiderando o tipo de material utilizado, provocou decréscimos nos teores de Mn e Fe disponíveis do solo e não teve efeito sobre os teores de Cu. Na planta, o acréscimo das doses de calcário provocou aumentos de concentração de Fe e Cu e diminuição dos teores de Mn. Não se observou influência significativa dos materiais corretivos nem de doses crescentes destes sobre os teores de Zn no solo. Por outro lado, na mais alta dose de calcário (6 t ha-1), as plantas cultivadas com calcário Irati apresentaram teores de Zn significativamente superiores aos das plantas cultivadas com calcário comercial na mesma dose. O incremento deste último corretivo provocou uma diminuição da concentração do elemento na planta, enquanto doses crescentes do calcário Irati mantiveram os teores de Zn constantes.
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Com o propósito de avaliar os efeitos de polímeros hidrorretentores nas propriedades físicas e hidráulicas de dois meios porosos, realizou-se um experimento no Laboratório de Física do Solo da Universidade Federal do Paraná, entre 18/03 e 30/10/97. O polímero hidrorretentor usado foi produzido na Bélgica e os meios porosos foram um Latossolo Vermelho textura argilosa e uma Areia Quartzosa Marinha, ambos na forma de TFSA. Os polímeros foram aplicados na forma de grãos passados em peneira de 0,5 e 1 mm de diâmetro, nas seguintes concentrações: 0, 2, 4, 8, 16 e 32 kg m-3. Foram elaboradas as curvas de retenção a baixas tensões (0; 0,025; 0,045; 0,10; 0,20; 0,60; 1,5 e 3,0 mH2O), medidas as condutividades hidráulicas saturadas e estimados os diâmetros médios de poros. O processo da evaporação de água do solo foi simulado por modelagem numérica. As curvas de retenção de água medidas e os perfis de umidade simulados da evaporação afastaram-se consideravelmente da origem (testemunhas) pela adição de polímeros, particularmente na Areia Quartzosa Marinha. O diâmetro médio de poros também aumentou progressivamente com o aumento da concentração de polímeros. Foi verificado que, nas concentrações de polímeros acima de 8 kg m-3, as propriedades físico-hídricas dos meios porosos foram dominadas pela ação dos polímeros hidrorretentores.
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We have shown that a local administration of thyroid hormones (T3) at the level of transected rat sciatic nerve induced a significant increase in the number of regenerated axons. To address the question of whether local administration of T3 rescues the axotomized sensory neurons from death, in the present study we estimated the total number of surviving neurons per dorsal root ganglion (DRG) in three experimental group animals. Forty-five days following rat sciatic nerve transection, the lumbar (L4 and L5) DRG were removed from PBS-control, T3-treated as well as from unoperated rats, and serial sections (1 microm) were cut. The physical dissector method was used to estimate the total number of sensory neurons in the DRGs. Our results revealed that in PBS-control rats transection of sciatic nerve leads to a significant (P < 0.001) decrease in the mean number of sensory neurons (8743.8 +/- 748.6) compared with the number of neurons in nontransected ganglion (mean 13,293.7 +/- 1368.4). However, administration of T3 immediately after sciatic nerve transection rescues a great number of axotomized neurons so that their mean neuron number (12,045.8 +/- 929.8) is not significantly different from the mean number of neurons in the nontransected ganglion. In addition, the volume of ganglia showed a similar tendency. These results suggest that T3 rescues a high number of axotomized sensory neurons from death and allows these cells to grow new axons. We believe that the relative preservation of neurons is important in considering future therapeutic approaches of human peripheral nerve lesion and sensory neuropathy.
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Large viruses infecting algae or amoebae belong to the NucleoCytoplasmic Large DNA Viruses (NCLDV) and present genotypic and phenotypic characteristics that have raised major interest among microbiologists. Here, we describe a new large virus discovered in Acanthamoeba castellanii co-culture of an environmental sample. The virus, referred to as Lausannevirus, has a very limited host range, infecting Acanthamoeba spp. but being unable to infect other amoebae and mammalian cell lines tested. Within A. castellanii, this icosahedral virus of about 200 nm exhibits a development cycle similar to Mimivirus, with an eclipse phase 2 h post infection and a logarithmic growth leading to amoebal lysis in less than 24 h. The 346 kb Lausannevirus genome presents similarities with the recently described Marseillevirus, sharing 89% of genes, and thus belongs to the same family as confirmed by core gene phylogeny. Interestingly, Lausannevirus and Marseillevirus genomes both encode three proteins with predicted histone folds, including two histone doublets, that present similarities to eukaryotic and archaeal histones. The discovery of Lausannevirus and the analysis of its genome provide some insight in the evolution of these large amoebae-infecting viruses.