991 resultados para Célula-germinativa-testicular
Resumo:
ARAÚJO, Arrilton ; SOUSA, Maria Bernardete Cordeiro . Testicular volume and reproductive status of Wild Callithrix jacchus. International Journal of Primatology, v.29, p.1355–1364, 2008. DOI 10.1007/s10764-008-9291-4
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ARAÚJO, Arrilton ; SOUSA, Maria Bernardete Cordeiro . Testicular volume and reproductive status of Wild Callithrix jacchus. International Journal of Primatology, v.29, p.1355–1364, 2008. DOI 10.1007/s10764-008-9291-4
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A cutia (Dasyprocta aguti) é um roedor silvestre encontrado amplamente na região Nordeste do Brasil. É uma espécie muito utilizada pela população humana de baixa renda como fonte alternativa de proteína na alimentação. Foram utilizadas 31 cutias, machos, provenientes da Universidade Federal do Piauí (FUFPI), Estado do Piauí e da Escola Superior de Agricultura de Mossoró Estado do Rio Grande do Norte. Os animais foram divididos em grupos etários desde o nascimento até os 14 meses de idade. O diâmetro nuclear médio foi obtido pela medida de 10 núcleos do tipo celular estudado em cada testículo, no estágio 1 do ciclo do epitélio seminífero. Nos animais que não apresentaram o epitélio organizado em estágios bem definidos em virtude da idade, foram feitas medidas em secções transversais escolhidas somente pelo contorno circular. O início da assincronia do processo espermatogênico foi observado a partir dos seis meses de idade. A puberdade, na cutia Dasyprocta aguti, foi definitivamente estabelecida a partir dos nove meses de idade, pois estavam presentes todos os tipos celulares e espermatozóides liberados no lume tubular em grande parte do parênquima testicular.
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Foi estudado, por meio da histometria, o desenvolvimento testicular em 31 cutias da espécie Dasyprocta aguti desde o nascimento até 14 meses de idade. O diâmetro e a área, médios, foram obtidos a partir de 30 secções transversais de cordões e/ou túbulos seminíferos, em cada testículo, utilizando-se sistema de computadorizado de analises de imagem e uma ocular micrométrica Zeiss CPL 10X, acoplada a uma objetiva de 40X. As proporções volumétricas do testículo foram obtidas com o método estereométrico, segundo Elias, Henning e Schwartz¹. O diâmetro tubular médio apresentou crescimento lento desde o nascimento até os oito meses de idade, nas duas metodologias empregadas. Quando foi usada a ocular micrométrica observou-se que, a partir de nove meses, o diâmetro tubular teve um crescimento acelerado, chegando a duplicar o seu valor, se comparado com grupo etário que o antecedia. A proporção volumétrica dos cordões testiculares e túbulos seminíferos cresceu gradualmente, atingindo, aos nove meses, seu valor máximo (86,50%). As células de Leydig apresentaram proporção volumétrica decrescente, e seus maiores valores foram expressivos do nascimento até quatro meses de idade (7,00 ± 1,77% a 9,55 ± 0,64%) e mínimos a partir de nove meses, tendendo ainda a uma estabilização. O estroma diminuiu com a evolução da idade caindo bruscamente a partir da puberdade. Conclui-se que o diâmetro dos cordões testiculares e túbulos seminíferos apresentou maior crescimento, coincidindo com o início da puberdade e a proporção volumétrica das células de Leydig encontrou-se, respectivamente, mais alta e mais baixa no mesmo período.
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O objetivo deste trabalho foi analisar a distribuição dos vasos arteriais nos testículos em caprinos com diferentes graus de divisão escrotal. A configuração escrotal foi classificada da seguinte forma: Grupo I: constituído por caprinos com escroto único, Grupo II: com escroto separado até a metade do testículo e Grupo III: com separação escrotal estendendo-se além da metade do testículos. As artérias foram injetadas e coradas com solução de acetado de vinil, sendo os orgãos (30 pares) submetidos à corrossão para obtenção dos moldes vasculares. As artérias testiculares emergem da aorta abdominal, com trajeto retilíneo, atravessam o canal inguinal, apresentam-se espiraladas e envolvidas parcialmente pelo plexo pampiniforme. Próximo à extremidade caudada do testículo, dividem-se mais freqüentemente nos ramos cranial e caudal, os quais emitem vasos colaterais, de onde emergem ramos penetrantes. Os testículos dos animais com nível intermediário de divisão escrotal (Grupo II) apresentam menor quantidade destes ramos, sendo os quadrantes mais povoados o ventrolateral e o dorsolateral. Conclui-se que a origem, o trajeto e a distribuição das artérias testiculares não apresentam variações relacionadas ao grau de divisão escrotal em caprinos.
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do grau de bipartição escrotal e do período do ano sobre a termorregulação escroto-testicular em caprinos criados no Estado do Piauí. Foram utilizados 18 reprodutores caprinos machos, divididos em três grupos de seis animais: O Grupo I contendo caprinos com escroto simples, o Grupo II, caprinos com escroto bipartido até 50% do comprimento testicular e o Grupo III, caprinos com bipartição superior a 50% do comprimento testicular. Os parâmetros avaliados foram as temperaturas do escroto, testículo e funículo espermático, obtidas de forma invasiva, com um termômetro digital termoacoplável, e não invasiva, com um pirômetro, nos terços proximal, médio e distal. Os dados foram coletados nos períodos seco (outubro-novembro) e chuvoso (fevereiro-março) do ano, bem como, nos turnos da manhã (6h00 às 7h00) e tarde (14h00 às 15h00). Os resultados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) seguida do teste SNK para comparação das médias (p<0,05). O período do ano interferiu na termorregulação escroto-testicular, pois no período seco as temperaturas do escroto, testículo e funículo espermático foram mais elevadas que as observadas no período chuvoso. O grau de bipartição do escroto foi outro fator que modificou a temperatura escroto-testicular, já que os caprinos que apresentaram escroto com maior grau de bipartição demonstraram as menores médias das temperaturas escroto-testiculares em ambos os períodos e turnos avaliados. Conclui-se, portanto, que tanto o período do ano quanto o grau de bipartição do escroto influenciaram o processo de termorregulação escroto-testicular em caprinos.
Resumo:
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Química, Programa de Pós-Graduação em Química, 2015.
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Química, Programa de Pós-Graduação em Química, 2015.
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The appearance of testicular oocytes (TO) in wild fish populations has received considerable attention in the scientific literature and public media. Current methods to quantify TO are lethal; instead, a non-lethal alternative was examined. Laparoscopic insertion into the genital pore allowed internal visualization of the gonad and detection of TO by collecting five testis biopsies in smallmouth bass Micropterus dolomieu and largemouth bass Micropterus salmoides. Overall, biopsies quantified similar levels of TO detection and severity to conventional transverse sectioning with less than 10% mortality. Suitability of surgical anesthetics, tricaine methanesulfonate and electronarcosis were examined in laboratory and field applications. Electronarcosis had the added benefit of rapid sex identification and immediate release of female fish with minimal trauma, representing significant benefits when sampling small or compromised populations. Laparoscopy may be useful for monitoring the prevalence and severity of TO in these fish species when lethal sampling is not a desired outcome.
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Background: Scrotal exploration is considered the procedure of choice for acute scrotum. Objectives: We evaluated the importance of early diagnosis and testicular salvage on the therapeutic outcomes of patients with pediatric testicular torsion (TT) and testicular appendage torsion (TAT) in our geographic area. Patients and Methods: We performed a retrospective database analysis of patients who underwent emergency surgery for TT or TAT between January 1996 and June 2009. Patient history, physical examination findings, laboratory test results, color Doppler sonography (CDS) results, and surgical findings were reviewed. Results: A total of 65 cases were included in our analysis. Forty-two cases were followed up for at least 3 months. Testicular tenderness was identified as the major clinical manifestation of TT, while only a few patients with TAT presented with swelling. CDS was an important diagnostic modality. The orchiectomy rate was 71% in the TT group. Conclusions: Cases of acute scrotum require attention in our area. Early diagnosis and scrotal exploration could salvage the testis or preserve normal function without the need for surgery.
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Background: Testicular torsion (TT), or twisting of the testicle resulting in a strangulation of the blood supply, occurs in men whose tissue surrounding the testicle is not well attached to the scrotum. It is important to emphasize that testicular torsion is a medical emergency. Objectives: The aim of this study is to evaluate the second look exploration and outcomes in TT. Patients and Methods: Seventy boys out of 124 patients underwent early exploration and 48 hours later second look exploration due to TT. All patients were checked with preoperative color-doppler ultrasonography (CDU) and intraoperative bleeding test. Data included age at admission, side of pathology, relation of TT with season of year, duration of preoperative history, degree of testicular torsion, CDU findings, and degree of bleeding; results of second look exploration, follow-up, and outcomes were analyzed. Results: Totally 70 patients were included in this study within five years, of which mean age was 28.6 ± 32.9 months (range 1 to 144), 48% of our patients had nausea and vomiting. Preoperative CDU showed absent/weak flow in 50 (71%) cases. Winter showed most frequently (44%) referred cases of testicular torsion. Orchidopexy was performed in 44 (63%) and orchidectomy in 26 (37%) cases after second look exploration. Mean follow-up duration was 3.1 ± 1.4 years. 4 (9%) cases in orchidopexy group developed testicular atrophy during follow-up, all four cases had a history of longer than 12 hours and grade II testicular bleeding test intra-operatively. Other orchidopexy patients salvaged. 26 patients, who were in grade III, underwent orchidectomy in second look exploration. Conclusions: TT requires emergency attention. The ischemia time of the testis is traditionally after 6 hours, and imaging or other diagnostic modality should not be a cause of delay. Early surgical exploration is modality of choice, and second look exploration after 48 hours can be more effective and salvageable in these patients.
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Bogotá (Colombia): Universidad de La Salle. Facultad de Ciencias Agropecuarias. Maestría en Ciencias Veterinarias
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Background: About 10% to 15% of infertile men have azoospermia, which could be obstructive or non-obstructive. Diagnostic biopsy from the testis and recently testicular sperm extraction (TESE) are the most precise investigations in these patients. Testicular biopsy can be done unilaterally or bilaterally. The worth of unilateral or bilateral testicular biopsy in men with azoospermia is controversial. Objective: To evaluate the necessity of bilateral diagnostic biopsy from the testis in new era of diagnosis and treatment of male infertility. Materials and Methods: In this retrospective study, we reviewed the results of testis biopsy in 419 azoospermic men, referred to Yazd Research and Clinical Center for Infertility from 2009-2013. Patients with known obstructive azoospermia were excluded from the study. Results: In totally, 254 infertile men (60.6%) were underwent unilateral TESE, which in 175 patients (88.4%) sperm were extracted from their testes successfully. Bilateral testis biopsy was done in 165 patients (39.4%) which in 37 patients (22.4%), sperm were found in their testes tissues. Conclusion: Due to the low probability of positive bilateral TESE results especially when we can’t found sperm in the first side, we recommend that physicians re-evaluate the risk and benefit of this procedure in era of newer and more precise technique of sperm retrieval like micro TESE.