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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Events in Argentina dominated most of the third quarter of 2001 until September 11, when the terrorist attacks against the United States prompted a sell-off of emerging markets assets, increasing uncertainty and risk aversion against a background of global economic slowdown. Emerging markets' short term prospects to tap international capital markets deteriorated significantly. In the third quarter of 2001, Latin American countries issued US$7.6 billion in bonds, following US$11.2 billion in the second quarter and US$13.2 billion in the first quarter, which had been a jump from only US$2.9 billion in the last quarter of 2000. At first, it seemed that the pace of debt issuance would slow down considerably given Argentina's troubles in July, as Argentina's bond auction at the beginning of the month was poorly received, forcing the government to shorten the maturity of the new debt and to pay rates as high as those during the Russian crisis in 1998. By August, however, emerging markets rebounded strongly on the back of a new US$8 billion IMF assistance package to Argentina, with both Mexico and Brazil successfully launching large issues. International markets displayed considerable flexibility as investors gave Mexico's US$1.5 billion 30- year bond and Brazil's JPY200 billion two-year samurai issue a warm reception. This return to capital markets was interrupted by the events of September 11, which caused debt issuance to fall sharply in September and October. Following the events of September 11, EMBI+ spreads widened above 1,000 basis points for the first time in nearly two years. According to J.P. Morgan there was a 3.7% market decline in September, which brought year-to-date returns for the EMBI+ to only 0.06%. Emerging markets debt, however, fared better than most other fixed income and equity markets in the immediate aftermath of the attacks. U.S. high-yield market suffered its worst month since August 1998, declining by 6.5%, while the S&P 500 and Nasdaq declined by 8.2% and 17%, respectively. Emerging equity markets suffered even greater declines, with losses as severe as 24% in local currency terms and 31% in U.S. dollar terms.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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Pós-graduação em Geografia - FCT

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Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental - FEB

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Com o avanço do desmatamento na Amazônia brasileira, a comunidade científica internacional tem feito grande esforço na busca por formas de aproveitamento da floresta que reconciliem desenvolvimento e conservação. Desde o final da década de 1980, os pesquisadores têm explorado o papel que o extrativismo dos Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNM) pode possuir para a economia, o bem-estar e o meio ambiente dos moradores de área de floresta. Esta dissertação explora o papel dos PFNM na vida de comunidades rurais em áreas de fronteiras da atividade madeireira ao longo do Rio Capim, no Estado do Pará. Com o avanço da indústria madeireira sobre novas fronteiras da bacia amazônica, muitas comunidades estão tendo a oportunidade de vender os direitos de exploração de sua madeira. As comunidades consideram vários aspectos para avaliar o valor dos produtos florestais. Além do valor sócio-econômico e ecológico (valor real), há um valor relativo que influencia fortemente a forma como os recursos são explorados. Este valor relativo é baseado em representações que consideram a importância dos produtos florestais e no contexto em que essas representações são construídas. Para explorar essa temática, este trabalho parte do histórico de uma comunidade cabocla enfocando na forma como ela se apropriou e explorou seus recursos florestais. Para as famílias da comunidade, a madeira sempre representou uma herança com valor de troca e uso não conflituoso. A madeira foi o produto que pôde ser gasto ao longo do tempo, pois possuía valor de mercado e suas primeiras explorações não reduziram o acesso a outros produtos florestais. Representada dessa forma, a madeira apareceu como uma possibilidade estratégica para a melhoria das condições de vida das famílias. Foram identificados quatro fatores sócio-econômicos que influenciaram a comunidade a vender a madeira: 1) relações paternalistas entre os compradores da madeira e os caboclos; 2) dificuldades de gestão comum dos recursos; 3) especialização na extração de madeira e dependência de produtos externos e; 4) crescente interesse em ter acesso a produtos provenientes do mercado. Tais fatores influenciaram a comunidade a manter a venda da madeira, mesmo depois de se tornarem evidentes as perdas no consumo de PFNM. Compreender a influência do valor atribuído pelas comunidades aos produtos florestais é fundamental para identificar a verdadeira alternativa que os PFNM podem representar diante das demais opções de uso da terra.