1000 resultados para Proust, Marcel 1871-1922 No caminho de Swann Crítica e interpretação
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1922/11 (A25,N9).
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1922/12 (A25,N10).
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1922/10 (A25,N8).
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1922/06 (A25,N6)-1922/07.
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1922/08 (A25,N7)-1922/09.
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1922/04 (A25,N4).
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1922/05 (A25,N5).
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1922/03 (A25,N3).
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1922/02 (A25,N2).
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1922/01 (A25,N1).
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A segunda metade do século XIX no Brasil foi marcada por reflexões e debates sobre o processo de encaminhamento da emancipação que, para a sociedade como um todo, transformou-se em um verdadeiro dilema a ser resolvido: o problema do elemento servil. Esses debates eram sustentados pelos diferentes setores sociais que encaminhariam um processo de libertação de forma controlada e dirigida por meio do controle do Estado e sobre determinados escravos. O projeto vencedor desse debate foi a Lei do Ventre Livre de 1871 que permitiu uma emancipação indenizatória e de controle sobre a população de libertos por meio do Fundo de Emancipação. Nesse sentido, o projeto expressava a necessidade de se manter as relações sociais da escravidão, cujo principal tema em jogo era a perda do controle sobre a “propriedade escrava”. Esse controle sobre a propriedade, no entanto, não significou que os sujeitos sociais diretamente atingidos pela política de emancipação do Estado não construíssem suas respostas para enfrentar os desafios na busca de suas liberdades. As ações diante à justiça, aos relacionamentos cotidianos costurados, às ações junto à produção das matrículas ou das listas de classificação de escravos que seriam libertos pelo Fundo de Emancipação se constituíram, entre outras formas de intervenção escrava pautadas na própria legislação emancipacionista que garantiria ao escravo o caminho da liberdade.
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The literary subject of Jorge Andrade’s Rasto atrás and Labirinto, a drama and a novel, respectively, focuses on the author’s memory, the repository of a subjectivity that gathers the results of a tense relationship between the author and his father along their family history. This motif, transformed into an imaginary solution in both narratives, is studied here on literary grounds
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Desde el punto de vista histórico y de tradiciones de pertenencia, Benjamin y Heidegger son autores enfrentados, casi como víctima y victimario. Este trabajo pretende mostrar que, sin embargo, coinciden en puntos de su crítica a la modernidad y que esa convergencia puede establecerse en una lectura de la obra de Marcel Proust. En efecto, en ambos hay un cuestionamiento a la reducción epistemológica que la modernidad hace de la experiencia y que la convierte en excluyente de cualquier otro aspecto de la vida. De ella deriva la racionalidad técnica, la reducción del mundo a objeto, la mecanización y el aislamiento del pasado y la tradición. Por su parte, desde el comienzo de la novela proustiana, un individuo sin rostro que se pregunta qué hora es y en qué cama está, en un estado de despojamiento total, plasma lo que ambos autores entenderían por experiencia, lo que M. Jay llama una experiencia sin sujeto: el torrente de la conciencia, sin distinción sujeto-objeto, cuya autocomprensión es inseparable de la comprensión de su mundo (Heidegger); un momento dialéctico por excelencia, una constelación espacio-temporal donde las fronteras entre sueño y vigilia, pasado y presente se vuelven evanescentes (Benjamin)