336 resultados para Fracassos prematuros


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Estudo descritivo exploratório de abordagem quantitativa que teve como objetivo estudar características das adolescentes grávidas acompanhadas pela atenção básica à saúde de Buenópolis/MG. Foram estudados a escolaridade, o estado civil, o perfil etário; o quantitativo de consultas de pré-natal; duração gestacional e tipo de parto. Para isso foram utilizados os dados secundários disponibilizados pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS), pelo Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e Sistema de Acompanhamento do Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (SISPRENATAL) no período de 2003 a 2012. O percentual de adolescentes grávidas ficou em torno de 24% no período. Apenas 45,2% das gestantes adolescentes fizeram entre 7 ou mais consultas. Ocorreram 72,9% de partos vaginais e 27,1% cesáreos. Apenas 103 (38,1%) das 270 adolescentes analisadas no período realizaram a primeira consulta nos primeiros 3 meses. A prevalência de adolescentes que tiveram bebês prematuros no período estudado foi de 13,4%. 75,9 % das adolescentes grávidas estavam solteiras quando tiveram seus filhos. Observou-se grande diferença escolar do grupo de adolescentes gestantes com ensino médio: do ano de 2003, 39,1%, para o grupo do ano de 2012, 100%. A caracterização do perfil das adolescentes grávidas permite identificar as necessidades destas e assim direcionar as atividades educativas em saúde e a assistência pré e pós-parto para essa população. Perante os achados, ficou evidente a necessidade de: 1. Ações educativas e intersetoriais que possam realmente transformar informações em comportamentos que previnam a gestação entre adolescentes, e 2. Capacitação da Estratégia de Saúde da Família para realizar um pré-natal qualificado para as adolescentes gestantes e uma assistência que contemple oferta de métodos contraceptivos indicados para adolescentes em geral.

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A assistência pré-natal é o elementar para um parto e nascimento saudável, proporcionando a promoção, prevenção e manutenção da saúde da gestante e do bebê, através das consultas médicas e de enfermagem, realização de exames laboratoriais e de imagem, atualização do calendário vacinal, além de trazer informações sobre a gestação e trabalho de parto diante de todas as expectativas das gestantes. O objetivo do presente estudo é elaborar um projeto de intervenção para captação das gestantes no primeiro trimestre de gravidez. Quanto à metodologia classifica-se em pesquisa de natureza básica, abordagem qualitativa, quanto aos objetivos ela é exploratória e de acordo com os meios da investigação ela é não experimental. A busca foi dada em sites como Scielo, Lilacs, e Biblioteca Virtual da UFMG sobre o assunto, como critério de inclusão foram utilizados artigos publicados entre os anos de 1989 e 2012. Com o presente estudo pode-se comprovar a importância da captação das gestantes ainda no primeiro trimestre de gravidez, para que diminua a incidência de partos prematuros, doenças neonatais e a mortalidade infantil.

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A gestação de alto risco é o acompanhamento das mulheres grávidas portadoras de alguma doença ou que desenvolveram problemas após engravidar (de 15 a 20%), e apresentam maiores chances de risco para o feto. Normalmente, a hipertensão gestacional ocorre depois da 20ª semana, assim como o diabetes, outra condição de saúde que costuma aparecer depois da 26ª semana. Dados do Ministério da Saúde apontam que, nos últimos dez anos, houve um aumento de 27% no número de nascimentos prematuros no Brasil. Objetiva-se com esse trabalho propor um plano de ação para diminuir o número de gestantes na condição de alto risco na Unidade Básica de Saúde da Vila Esperança do município de Contagem/MG, seguindo o método Planejamento Estratégico Situacional (PES). Foi realizado previamente um diagnóstico situacional seguindo o método da Estimativa Rápida para conhecer melhor a área de abrangência (coleta de dados locais) e uma revisão de literatura nas bases de dados como o SIAB entre outras. Os descritores utilizados foram: gravidez, fertilidade e alto risco onde foram selecionados e revisados trabalhos científicos, artigos e livros publicados entre os anos de 1978 a 2015. Concluiu-se que a influência do Profissional da saúde e sua equipe de atenção básica são determinantes na atenção integral às grávidas incidindo antes, durante e depois da etapa gestacional no seguimento e controle da gravidez no primeiro lugar e da saúde reprodutiva de forma geral. A melhoria da qualidade da gestação dessas gestantes devem ser dedicadas as atividades educativas conforme o cronograma da equipe básico de saúde em Vila Esperança.

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Trata-se de um Trabalho de conclusão de curso realizado em a UBS nova Brasília do município Amapá, que cujo objetivo geral foi melhorar a atenção no pré-natal e puerpério. Realizou-se uma intervenção mediante um monitoramento constante dos registros das gestantes e puérperas em reuniões realizadas quinzenalmente, preenchimento das fichas espelhos, prontuários e planilha de coleta de dados em um período de 12 semanas, com a metodologia orientada em nosso curso de especialização em saúde de a família, composta por 4 unidades: análise situacional, análise estratégica, intervenção e avaliação de intervenção. Seguiu-se os 4 eixos temáticos do curso quais sejam: organização e gestão do serviço, monitoramento e avalição, engajamento público e qualificação da prática clínica. Oportunizou-se o acesso a exame físico e complementar médico e odontológicas ações de promoção da saúde e prevenção para evitar uma gestação indesejada, com risco, partos prematuros. Obteve-se como resultados o aumento da cobertura do Pré-natal e puerpério, sendo do pré-natal 67 gestantes (95,7%) e do puerpério 15 puérperas com 100%, melhoraram os indicadores de qualidade, melhora dos registros em nossa UBS, e uma maior adesão ao programa do pré-natal e puerpério e além dos avanços para o serviço, a equipe qualificou-se, mais unida e realizando um trabalho de qualidade; integrado à rotina do serviço. Este trabalho serve de continuidade para seguir melhorando atenção primaria de saúde não só de esta população alvo, como também para melhorar outros indicadores que ainda ficam com dificuldade em atendimento e qualidade em nossa UBS, agora já existe um precedente, pois as equipes foram dotadas de ferramenta certas para um acompanhamento correto e motivado e preparado para o trabalho em outras ações programáticas.

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A gravidez na adolescência é considerada de alto risco daí a importância indiscutível do pré-natal para evitar complicações durante a gestação e o parto. Do ponto de vista físico-biológico, a gravidez na adolescência é de alto risco. A incidência de hipertensão arterial, é cinco vezes maior nas adolescentes, que também são mais propensas a ter anemia, também têm riscos de ter bebês prematuros com peso menor e a necessidade de cesáreas. Em nossa comunidade tivemos um índice de 19,16% de gravidez na adolescência, sendo assim, este projeto teve por objetivo reduzir o número de gestantes adolescentes. O Plano de intervenção baseou-se no método de Planejamento Estratégico Situacional. Na intervenção, pretende-se realizar educação em saúde pelos integrantes da equipe, assim como reforçar as atividades educativas para evitar a gravidez na adolescência. Este tipo de intervenção é importante na atenção básica, já que permite que a população obtenha os conhecimentos fundamentais para evitar a gravidez na adolescência, assim como as conseqüências para mãe e para o filho.

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Este estudo objetivou elaborar uma proposta de intervenção visando intervir positivamente na sistematização do atendimento de pré-natal nas equipes de saúde da família Vila Esperança e do Morro do Pindorama, no Município de Teófilo Otoni, Minas Gerais. Quanto à metodologia classifica-se em pesquisa de natureza básica, abordagem qualitativa, quanto aos objetivos ela é exploratória. A busca foi dada em sites como o Scielo, Lilacs, e Biblioteca Virtual da UFMG sobre o assunto, como critério de inclusão foi utilizada artigos publicados entre os anos de 2000 e 2012. Com o presente estudo pode-se comprovar a importância da assistência pré- natal com início no primeiro trimestre de gravidez e a participação de toda equipe de saúde para o fortalecimento da assistência pré-natal. Espera-se com a implantação desta proposta de intervenção contribuir para a redução da incidência de partos prematuros, doenças neonatais e a mortalidade infantil.