1000 resultados para DOENÇA RENAL TERMINAL
Resumo:
Texto que compõe a unidade 3 do módulo “Manejo clínico das doenças renais” do Curso de Especialização em Nefrologia Multidisciplinar, produzido pela UNA-SUS/UFMA. Aborda as duas modalidades de terapia de substituição renal: a hemodiálise e a diálise peritoneal. Apresenta também as vantagens e desvantagens de cada terapia e a importância de orientar de maneira clara sobre as opções de escolha para que o paciente e sua família se sintam confortáveis.
Resumo:
Texto que compõe a unidade 4 do módulo 6 de “Manejo clínico das doenças renais” do Curso de Especialização em Nefrologia Multidisciplinar, produzido pela UNA-SUS/UFMA. Apresenta uma das modalidades de terapia renal substitutiva indicada para portadores de Doença Renal Crônica: o transplante renal, abordando a legislação brasileira voltada para o assunto, imunologia do transplante, processo de seleção de doadores e receptores, imunossupressão e complicações em pacientes transplantados.
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A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é a mais freqüente das doenças cardiovasculares e também o principal fator de risco para as complicações mais comuns destes agravos de saúde como acidente vascular encefálico, infarto agudo do miocárdio, e doença renal crônica terminal. Trata-se de um estudo de intervenção educativa, com o objetivo de Implementar estratégias de saúde no controle da Hipertensão Arterial Sistêmica nos pacientes da Unidade Básica de Saúde Palmeiras. Central-Bahia, no período Janeiro- Outubro de 2014. O universo de trabalho está formado por 225 pacientes hipertensos cadastrados nossa UBSF, e a mostra selecionada de 74 indivíduos hipertensos de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 30 anos, residentes na área de saúde da UBSF Palmeiras, do Município Central, Bahia, que fazem acompanhamento em nossa unidade, inseridos no Programa de Hiperdia que preenchessem os critérios de inclusão previamente selecionados. Com a realização deste projeto observou-se o aumento no número de pacientes que aderiu ao tratamento com conseqüente melhora do controle da HAS assim como conseguimos melhorar a organização e resolutividade do acolhimento dos pacientes. Existem múltiplas intervenções não-medicamentosas para diminuir a hipertensão arterial. As ações da equipe de saúde, principalmente de nós médicos profissionais, no combate da hipertensão arterial, deveram seguir algumas metas, entre elas: compreensão do processo patológico, do tratamento, incentivo do indivíduo a participação de programas de auto cuidado, bem como a certificação da ausência de complicações para controlar a hipertensão com tratamento medicamentoso e não-medicamentoso. Justificando assim, a motivação e a orientação à população quanto à importância do tratamento-não medicamentoso para hipertensão arterial, através de mudanças no estilo de vida, enfocando a prevenção dos fatores de riscos.
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A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais freqüente das doenças cardiovasculares, é também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal mudanças no estilo de vida são de fundamental importância no processo terapêutico e na prevenção da hipertensão.Objetivo desse trabalho foi Implantar um programa de atividade fisica no grupo de hipertensos do municipio de Tacuru MS.Aumentar o conhecimento dos hipertensos sobre a patologia com ênfase nas complicações e melhorar a qualidade de vida. Foram convidados a participar do trabalho 10 pessoas cujo critério de incluzão utilizado foi ter entre 50 a 75 anos, ser portador de HAS, e participar do grupo de hipertensos da ESF Urbana Nair Maria Bressan. Os encontros aconteceram 2 vezes por semana num período de 13 de janeiro a 20 de junho de 2014, onde foram realizados palestras abordando as possíveis causas e consequencias da HAS patologias assosiadas, junto a um programa de atividade física com alongamentos, atividade aeróbica e caminhada. Assim, o exercício físico apresenta-se como um componente do tratamento não-medicamentoso da HA, contribuindo para a qualidade de vida, diminuição de complicações oriundas da doença, além de sua prevalência. A mudança do estilo de vida é uma atitude que deve ser estimulada em todos os pacientes hipertensos, durante toda a vida, independente dos níveis de pressão arterial.
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O aumento do número de indivíduos com insuficiência renal crônica tem sido significativo, fazendo da Doença Renal Crônica um problema de saúde pública. As pessoas acometidas por esta condição apresentam além das alterações próprias da doença de base, manifestações sistêmicas conseqüentes do dano renal ao organismo. O doente renal crônico geralmente apresenta quadro de anemia e estado imunológico alterado, sendo necessária uma estratégia especial no tratamento dentário desse grupo. Além disso, o uso de medicamentos com ação antiplaquetária e aqueles que dependem do metabolismo ou excreção renal devem ser evitados. Esta situação clínica complexa influência diretamente no diagnóstico e na conduta terapêutica odontológica. Considerando que o doente renal crônico, muitas vezes, está adscrito nas áreas de abrangência das equipes da Estratégia Saúde da Família e Saúde Bucal, o cirurgião dentista incluso nessas equipes deve estar preparado, para a abordagem odontológica desses pacientes. Sendo assim, o presente estudo propõe a elaboração de recomendações para a prática clínica odontológica na Estratégia Saúde da Família, para o atendimento ao paciente com insuficiência renal crônica em tratamento hemolítico. Para tal, utilizou-se como conduta metodológica uma revisão não sistematizada de pesquisas básicas e de revisão sobre o atendimento odontológico do doente renal crônico em tratamento hemolítico. Visando assim, qualificar as práticas profissionais em saúde bucal e proporcionar o atendimento seguro, tanto para o paciente como para a equipe de saúde bucal, a fim de contribuir para uma melhor qualidade de vida deste grupo populacional.
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A hipertensão arterial é uma crônica, não transmissível, de início silencioso com repercussões clínicas importantes para os sistemas cardiovasculares e renovasculares, acompanhados freqüentemente de co-morbidades de grande impacto para os indicadores de saúde da população. Pode evoluir para complicações nos sistemas cardiovascular, renal e vascular, como: insuficiência renal, acidente vascular encefálico, infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca. Tendo em vista o grande número de pessoas hipertensas na área de Abrangência da Unidade Básica de Saúde Morada do Rio em Santa Luzia, pressupõe-se que o risco de acometimento renal poderá ser grande. Assim, surgiu o meu interesse em aprofundar meus conhecimentos sobre o acometimento da função renal nos portadores de hipertensão arterial. O objetivo, deste estudo, foi o de identificar, por meio da revisão narrativa da literatura nacional, o acometimento da função renal nos portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Foi feito um levantamento na base de dados LILACs e também no Scielo, além de manuais do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais. O resultado encontrado foi que a hipertensão, uma vez diagnosticada e com o passar do tempo, pode causar lesões agraves no sistema renal assim também um paciente com diagnóstico de doença renal pode ter sua pressão arterial elevada devido às alterações fisiológicas renais. A pressão arterial é comum em todas as formas de nefropatia, congênita ou adquirida, e quando presente, acelera a perda de função renal e frequentemente estabelece um círculo vicioso no qual a pressão elevada piora o dano renal e consequentemente eleva a pressão arterial. As pessoas com maior risco de ter doenças nos rins são aquelas que têm: diabetes, pressão alta, pessoas com doença renal na família, idosos, pessoas com doenças cardiovasculares. A hipertensão arterial e a insuficiência renal podem estar interligadas de duas maneiras: a hipertensão arterial, quando em fase maligna, pode levar a nefroangiosclerose por endarterite obliterante e arteriolite necrotisante; e quando está em forma benigna pode levar ao quadro de nefrosclerose hipertensiva e perda progressiva e lenta da função renal. A importância do trabalho em equipe se mostra numa assistência humanizada e centrada no paciente, educação em saúde, organização do processo de trabalho, controle social das ações e serviços de saúde e que tem efeitos positivos no estado de saúde dos indivíduos famílias e comunidades. É um desafio implementar a Estratégia da Saúde da Família de forma plena considerando as especificidades de cada área de abrangência.
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A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é um problema grave no Brasil e no mundo, o que se traduz em grande desafio para os serviços de saúde. É o principal fator de risco para as complicações como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. Diante disso, este trabalho teve como objetivo elaborar um plano de intervenção para reorganizar a agenda da Equipe de Saúde da Família 6 (ESF-6), do Centro de Saúde Glória, em Belo Horizonte, para o acompanhamento dos portadores de hipertensão arterial, de forma mais efetiva e conforme protocolo institucional. Trata-se de uma proposta de intervenção, construída a partir de três etapas: diagnóstico situacional, revisão de literatura e elaboração de um plano de ação pelo método do Planejamento Estratégico em Saúde. Foram considerados como nós críticos do problema "baixo acompanhamento dos hipertensos conforme protocolo da Secretaria Municipal de Saúde", da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, os seguintes: agendas desorganizadas, inexistência de atividades coletivas (grupos) para hipertensos e necessidade de educação permanente dos profissionais de saúde. Para eles são propostos os projetos que, em seu conjunto, constituem o projeto de intervenção: Projeto Agenda ESF-6, Projeto Conhecer e Viver Bem e Projeto Aprendendo Sempre. Espera-se que este trabalho auxilie a ESF-6 na busca de uma assistência cada vez mais qualificada. Assim, a tendência será a diminuição das taxas de morbimortalidade por doenças desencadeadas pela HAS, realização de novas buscas ativas, realização de ações de promoção da saúde, sem deixar de considerar, também, a otimização de recursos financeiros (com tratamento, internações, complicações da doença).
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A hipertensão arterial sistêmica e a diabetes melittus são os principais fatores de risco para acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. Planalto é uma cidade de pequeno porte do norte do Rio Grande do Sul e tem uma população de 10.500 habitantes, desses, fazem acompanhamento na USF do município 2.010 hipertensos e 574 diabéticos. Foi proposta uma intervenção nos meses de outubro a dezembro de 2013 para melhorar o atendimento prestado aos usuários portadores destas doenças crônicas. O projeto abarcou quatro eixos pedagógicos – qualificação da prática clínica; organização e gestão do serviço; avaliação e monitoramento; e engajamento público – os quais permitiram uma qualificação integral nas ações propostas pelo do programa. Durante a intervenção foram cadastrados 610 hipertensos e 162 diabéticos, o que correspondeu a uma cobertura de 30,3% e 28,2% respectivamente. Houve uma melhora significativa do atendimento a esses usuários, com taxas de quase 100% em exames clínicos em dia, exames complementares atualizados, estratificação de risco cardiovascular e orientações sobre alimentação saudável, prática de atividade física e malefícios do tabagismo. Ao final, é possível afirmar que ocorreu uma melhora significativa na qualidade do atendimento prestado à este público alvo, bem como uma divulgação para a comunidade.
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ESCALANTE, Erlines Perez. Melhoria da Atenção aos usuários HAS e/ou DIA na UBS/ESF Leozildo Barreto Fontoura, Macapá/AP. 2015. 100 fl. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015. O Diabetes Mellitus (DM) e a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) são responsáveis pela primeira causa de mortalidade e de hospitalizações no Sistema único de Saúde (SUS) Caderno de atenção básica MS (2013). HAS é uma condição clínica multifatorial, associa-se frequentemente, às alterações funcionais e /ou estruturais dos órgãos alvos (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e às alterações metabólicas, com aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais. É um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA, 2010). É o fator de risco mais importante das doenças como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal terminal, amputações de membros inferiores, sendo preocupações essenciais para o SUS. Ao planejar estratégias, houve a necessidade de desenvolver uma intervenção para modificar esse comportamento. As equipes de saúde da família, interviram durante 16 semanas (julho-dezembro de 2014) para melhoria da atenção aos usuários de 20 anos ou mais anos portadores de HAS e /ou DM na UBS ¨Leozildo Barreto Fontoura¨ em Macapá/AP. Com a intervenção sistematizada e permanente foi possível melhor controle dessas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) e menor morbi- mortalidade, com melhor qualidade de vida e promoveu estratégias, planejando- as com foco na prevenção, promoção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. Foram cadastrados 497 (20,4%) usuários com HAS e 156 (26,0%) usuários com DM; conseguindo 86,3% de usuários com HAS e 89,7% de usuários com DM com acompanhamento nos exames clínicos e 93,0% e 96,2% com exames complementares respectivamente. Conseguiu- se em torno de 100% de usuários com avaliação do risco cardiovascular, registro das informações, busca ativa dos faltosos. Com maior acesso aos medicamentos na rede das farmácias populares, mais variedade e quantidade destes, além de maior adesão ao tratamento. Na área de prevenção e promoção em saúde foram significativas as temáticas em relação à alimentação saudável, evitar sobrepeso/obesidade, dislipidemias, tabagismo, pratica de atividade física, cuidados dos pés, a pele e da boca, da realização de exames clínicos e complementares não somente pela DCNT também os preventivos para Câncer, importância de fazer o tratamento e manter o acompanhamento. Foi possível adesão das outras equipes e trabalho conjunto com o Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), gestores, comunidade. Acredito que o programa para atendimento aos usuários de HAS e DM tenha ficado organizado, maior união e comprometimento para alcançar cada dia melhores indicadores de qualidade e quantidade. Com estratégias para a melhoria da atenção odontológica, da cobertura e do cadastramento dos usuários com HAS e DM será possível além de manter os ganhos que já estão implementados na rotina da UBS, promover a saúde da comunidade. Palavras-chave: Saúde da família; Atenção Primária à Saúde; Doenças crônicas não transmissíveis, Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus.
Resumo:
Salazar, Adolfo Fernández. Melhoria da Atenção aos Usuários com HAS e/ou DM na UBS Infraero I, Macapá/AP. 2015. 88 Folhas. Trabalho de Conclusão de Curso – Programa de Pós-Graduação em Saúde da Família – Modalidade a Distância, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas. A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças cardiovasculares. É também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. O Diabetes Mellitus configura-se hoje como uma epidemia mundial, traduzindo-se em grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. O envelhecimento da população, a urbanização crescente e a adoção de estilos de vida pouco saudáveis como sedentarismo, dieta inadequada e obesidade são os grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência do diabetes em todo o mundo. Este trabalho de Intervenção desenvolvido nos meses de Setembro 2014 a Janeiro 2015 durante 16 semanas de muita dedicação e esforço permitiu melhorar a atenção aos usuários com Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus na Unidade Básica de Saúde Infraero I, Macapá/Amapá, com a melhoria dos indicadores de saúde e morbimortalidade dos usuários que antes do trabalho eram muitos altos com um 25% de mortalidade dos usuários praticamente não tinham seguimento nem controle de suas doenças pelo que tinham que assistir frequentemente ao Pronto-socorro da cidade e ao Hospital, também o número de internações era de 20 internações por ano para um 12,2% depois da intervenção este número caio ao 4,9 % para só 8 internações por ano e a mortalidade caio ao 2,4 % para 4 falecidos por ano. Foram realizadas ações nos quatro eixos pedagógicos: monitoramento e avaliação, organização e gestão do serviço, engajamento público e qualificação da prática clínica. Com palestras com ações de promoção e prevenção para a saúde com toda a comunidade da área de abrangência, desenvolveu- se com a equipe de saúde juntamente um trabalho importante no cadastramento, realização de exame clinico, exames complementares, prescrição de medicamentos da Farmácia Popular, mantendo as fichas de acompanhamento dos usuários atualizadas, realizando busca ativa de faltosos às consultas, avaliação das necessidades de atendimento odontológico, realização de estratificação do risco cardiovascular. Promovendo a saúde com orientação nutricional sobre alimentação saudável, orientação sobre prática de exercícios físicos, orientação sobre os riscos do tabagismo e orientação sobre higiene bucal. Foram cadastrados 163 hipertensos e 55 diabéticos, as ações de qualidade atingiram em todos os meses 100% dos usuários cadastrados. Todas estas ações foram incorporadas à rotina de trabalho da equipe de saúde. Palavra- Chave: saúde da família, atenção primária à saúde, doença crônica, diabetes Mellitus, hipertensão.
Resumo:
LOPEZ, Rodriguez Porfirio. Melhoria da atenção à saúde dos usuários com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus na UBS Lagoa de Velhos, Lagoa de Velhos, RN. 91f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas. 2015. A hipertensão arterial é a mais frequente das doenças crônicas não transmissíveis e o principal fator de risco para complicações cardiovasculares como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. A prevalência do diabetes mellitus vem crescendo mundialmente, configurando-se atualmente como uma epidemia resultante, em grande parte, do envelhecimento da população, contudo, o sedentarismo, a alimentação inadequada e o aumento da obesidade também são responsáveis pela expansão global do diabetes. A atenção à saúde das pessoas com hipertensão arterial e/ou diabetes eram desenvolvido antes do projeto de intervenção somente pelo medico da ESF e os indicadores de cobertura estavam em 40% para as duas doenças. A intervenção tem como objetivo melhorar a atenção à saúde dos usuários com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus na UBS Lagoa dos Velhos, Lagoa dos Velhos, RN. O projeto está estruturado para ser desenvolvido no período de 12 semanas e participaram da intervenção 14 profissionais da saúde. Para a execução no programa de hipertensos e diabéticos a equipe usou o Caderno de Atenção Básica sobre a Hipertensão arterial e Diabetes mellitus do Ministério da Saúde. Utilizaram-se a ficha de hipertensos e diabéticos preenchida no atendimento periódico dos usuários e as fichas espelhos disponibilizadas pela universidade. Trabalhamos mediante ações que permitiram alcançar os objetivos traçados nos quatro eixos do curso. Estimamos com a intervenção ampliar a cobertura de hipertensos e diabéticos da área acompanhados pela equipe de saúde no período analisado para 66% e 68% respectivamente. No final da intervenção atingimos uma cobertura de 52,9% de hipertensos e 51,1% de diabéticos. Em relação aos indicadores de qualidade, todos hipertensos e diabéticos tiveram orientação nutricional sobre alimentação saudável, prática de atividade física regular, exame clínico apropriado. A intervenção propiciou o melhoramento dos cadastramentos e qualidade do programa de hipertensos e diabéticos na unidade básica de saúde assim como fomentou o trabalho em equipe além de ter sido incorporada à rotina de serviços.
Resumo:
RODRÍGUEZ BATISTA, José Alfredo. Melhoria da Atenção aos usuários com Hipertensão Arterial Sistêmica e/ou Diabetes Mellitus na UBS Abacate da Pedreira, Macapá – AP. 115 folhas. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Ano 2015. A Hipertensão Arterial é a mais frequente das doenças cardiovasculares. É também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. O Diabetes Mellitus configura-se hoje como uma epidemia mundial, traduzindo-se em grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. A Hipertensão arterial e a Diabetes Mellitus são doenças crônicas não transmissíveis, tem uma alta prevalência, mortalidade e são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Por isso decidimos na equipe trabalhar o tema Hipertensão e Diabetes. A intervenção desenvolve-se na Unidade Básica de Saúde Abacate da Pedreira, no município Macapá – AP, durante os meses junho, julho e agosto do ano 2015 objetivando a melhoria da atenção aos usuários com Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. O tema foi escolhido depois de fazer uma análise profunda na equipe e determinar que só tínhamos 5 % de hipertensos e diabéticos em acompanhamento. A equipe toda se envolveu nas atividades de cadastramento dos hipertensos e diabéticos através da pesquisa ativa, preenchendo os registros com qualidade. Sendo assim conseguimos cadastrar 120 hipertensos (47,8 %) e 67 diabéticos (82,3%)e ultrapassamos nossa meta de 30 %.Foram desenvolvidas ações nos quatro eixos pedagógicos: monitoramento e avaliação, organização e gestão do serviço, engajamento público e qualificação da prática clínica. Rastreamos os indivíduos com fatores de riscos em consulta e visitas domiciliares. Todos os usuários foram acolhidos, examinados e avaliados estratificando o risco cardiovascular, além disso, indicaram-se os exames laboratoriais e se priorizou a prescrição de medicamentos do programa HIPERDIA facilitando a aquisição dos remédios na farmácia da unidade e na farmácia popular. Também encaminhamos os usuários às consultas de odontologia e incrementaram-se as atividades de visitas domiciliares. As atividades de promoção de saúde foram atividade de dia a dia durante as visitas e na unidade no momento de maior afluência da comunidade com temas importantes: alimentação saudável, prática de atividade física regular, riscos do tabagismo e importância da higiene bucal. A intervenção já está incorporada à rotina do serviço, melhorando assim o estado de saúde dos usuários hipertensos e diabéticos da nossa área de abrangência e estamos nospreparando para realizar a intervenção em outros grupos: idosos, gestantes, puérperas e crianças. Palavras-chave:Saúde da família; Atenção Primária à Saúde; Doença Crônica; Diabetes Mellitus; Hipertensão.
Resumo:
Resumo LOZANO Diaz, Julio. Orientador GOMES de Oliveira Nascimento, Aline. Melhoria da atenção aos usuários com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus. 2015. 96f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015. A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais frequente das doenças cardiovasculares, é também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como Acidente Vascular Cerebral e Infarto Agudo de Miocárdio, além de Doença Renal Crônica Terminal. A Diabetes Mellitus configura-se hoje como uma epidemia mundial, traduzindo-se em grande desafio para os sistemas de saúde de tudo o mundo. No Brasil o diabetes junto com a hipertensão arterial é responsável pela primeira causa de mortalidade e de hospitalização, de amputações de membros inferiores e representa ainda 62,1% dos diagnósticos primários de usuários com Insuficiência Renal Crônica submetido à diálise. Neste sentido, o presente trabalho objetivou melhorar a atenção aos usuários com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus na UBS número 2 de Cobé, Vera Cruz/RN, melhorando os indicadores de qualidade para garantir os princípios da Universalidade e da Integralidade seguindo os protocolos do Ministério da Saúde. Organizamos as ações levando em conta os quatros eixos pedagógicos para o alcance das metas traçadas: organização e gestão do serviço, qualificação da prática clinica, engajamento público e monitoramento e avaliação. A intervenção foi realizada em um período de 12 semanas. A equipe ficou envolvida em todas as ações realizadas através de consultas e visitas domiciliares, foi realizado o cadastramento dos usuários hipertensos e diabéticos, nas consultas foi realizado exame físico completo e solicitados os exames complementares, foi feita a capacitação dos profissionais de acordo com os protocolos. Os resultados são satisfatórios, pois aumentamos a cobertura de hipertensos para 52,3% e de diabéticos para 76,3%. Os indicadores de qualidade foram 100% (277 hipertensos e 100 diabéticos) o qual resultou em um êxito e a intervenção foi incorporada na rotina da UBS. A comunidade ficou satisfeita pelas ações desenvolvidas e ao incentivar a participação da comunidade no desenvolvimento das ações, criamos uma relação de participação entre os profissionais da UBS e a comunidade, facilitando a percepção dos benefícios e redução da barreira, aumentando a adesão dos usuários às consultas. A intervenção fortaleceu a APS e, possibilitou a vivência dos princípios do SUS. Palavras-chave: Saúde da Família; Atenção Primária à Saúde; Doença crônica, Hipertensão; Diabetes Mellitus.
Resumo:
Resumo RIVERO, Yusnei Chávez. Melhoria da Atenção á Saúde dos Usuários com Hipertensão Arterial Sistêmica e/ou Diabetes Mellitus na UBS Santa Marta, Camaquã/RS. 2015. 81fls. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015. A Hipertensão Arterial Sistêmica é a mais freqüente das doenças cardiovasculares, também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal. O Diabetes Mellitus configura-se hoje como uma epidemia mundial, traduzindo- se em grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. Foi realizada uma intervenção na UBS de Santa Marta, município Camaquã, unidade básica pequena, sem estratégias de saúde, nem agentes comunitários, com uma população aproximada de 4000 habitantes, cujo objetivo foi melhorar a atenção à saúde de hipertensos e diabéticos, maiores de 20 anos de idade. As ações previstas foram o cadastro dos pacientes, o atendimento individual, prescrição de medicamentos, estratificação de risco cardiovascular e orientações nutricionais, de atividade física, tabagismo e saúde bucal e incentivar o indivíduo a refletir sobre seu estilo de vida cotidiana relacionado a essas duas doenças crônicas, caracterizando-se como um instrumento de educação e saúde sobre uma perspectiva de promoção, prevenção e principalmente controle dos agravos. Após 16 semanas de implementação do projeto, chegamos ao equivalente a 268 (44,1%) hipertensos e 124 (82,7%) diabéticos cadastrados no programa. Foram realizados exames clínicos apropriados a 236 hipertensos (88,1%) e 93 (75%) diabéticos, conseguimos garantir realização de exames complementares a 236 (88,1%) hipertensos e 93 (75%) diabéticos. Realizamos estratificação do risco cardiovascular em 151 (56,3%) hipertensos e 69 (55,6%) diabéticos. As metas de garantir prescrição de medicamentos controlados da farmácia popular, registro adequado nas fichas de acompanhamento, busca ativa de pacientes faltosos e orientação nutricional sobre alimentação saudável, orientação sobre a prática de atividade física regular, orientação sobre os riscos de tabagismo e orientações sobre higiene bucal foram realizadas para 100% dos hipertensos e diabéticos cadastrados na UBS. A meta de realizar avaliação da necessidade de atendimento odontológico, não foi realizada, pois a unidade não conta com atendimento odontológico. A intervenção reviu as atribuições da equipe viabilizando a atenção a um maior número de pessoas, mudou a qualidade do atendimento médico e o relacionamento entre o médico e o usuário, além da prevenção de complicações e hábitos/estilos de vida não saudável. O impacto da intervenção foi bem percebido pela comunidade. A intervenção foi incorporada satisfatoriamente a rotina do serviço, mas ainda podemos melhorar alguns aspectos para otimizar a intervenção, vamos ampliar o trabalho de conscientização da comunidade em relação a necessidade de priorização da atenção dos pacientes hipertensos e diabéticos, em especial os de alto risco. Palavras-chave: Saúde da Família; Atenção Primária à Saúde; Doença Crônica; Diabetes Mellitus; Hipertensão.
Resumo:
GARCIA, Lienys Sobrado. Melhoria da atenção à saúde da pessoa com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus na UBS Santa Terezinha, Pelotas/RS. 2015. 88f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015. A Hipertensão Arterial é a mais frequente das doenças cardiovasculares e o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal (BRASIL, 2013). O Diabetes Mellitus configura-se hoje uma epidemia mundial, traduzindo-se em grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. Segundo o Ministério da Saúde (2013), a cada dez segundos, uma pessoa morre no mundo em consequência das complicações do diabetes. Pelo menos, uma em cada dez mortes entre adultos de 35 a 64 anos no mundo por conta da doença. No Brasil é estimado que existam cerca de 11 milhões de portadores de diabetes, sendo que 7,5 milhões já sabem que tem a doença. Em todo o mundo, há 246 milhões de pessoas com diabetes. Tendo em vista que estas doenças constituem um problema mundial, e devido a necessidade de melhorar a cobertura deste programa, a equipe escolheu realizar a intervenção, com o objetivo de melhorar a atenção à saúde da pessoas com hipertensão arterial sistêmica e/ou diabetes mellitus na UBS Santa Teresinha. Considerando-se para a intervenção aumento da cobertura e da adesão, qualificação da atenção, registro das informações, mapeamento dos usuários de risco cardiovascular e promoção saúde. Utilizaram-se como referências os protocolos 36 e 37 do Ministério da Saúde (MS) e os instrumentos disponibilizados pelo curso: as fichas-espelho e a planilha de coleta de dados digital. Na área adstrita há 6.876 usuários, sendo estimados 1.537 com hipertensão e 439 com diabetes para uma cobertura de 28% em ambos, pois, eram acompanhadas 434 e 121 pessoas respectivamente. A intervenção foi realizada com 284 pessoas com hipertensão e 84 com diabetes, alcançando a cobertura de 54,3% de usuários hipertensos cadastrados no programa e 65,1% de usuários diabéticos cadastrados. Em relação à qualidade do serviço atingiu-se 100% de hipertensos e diabéticos com exames clínicos, 95,8% (272) dos hipertensos, 98,8% (83) dos diabéticos com exames complementares e com estratificação de risco cardiovascular, 100% de atividades de educação em saúde. Entretanto, a Saúde Bucal se mantém precária dadas as circunstâncias do processo de trabalho, sendo avaliados com relação a necessidade de atendimento odontológico 233 (82%) para hipertensos e 75 (89,3%) para diabéticos. A ação programática voltada aos hipertensos e/ou diabéticos foi incorporada a rotina da unidade. E embora tenhamos limitações da infraestrutura e da demora no retorno dos resultados de exames, pois, foi possível alcançar melhorias no atendimento aos usuários hipertensos e diabéticos cadastrados no programa.