1000 resultados para Crianças Linguagem
Resumo:
OBJETIVO: Verificar a prevalncia e os fatores associados aos hbitos de suco no nutritiva em crianças pr-escolares matriculadas em creches e pr-escolas de Natal (RN). MTODOS: Foi conduzido um estudo transversal com 1.190 crianças de ambos os sexos na faixa etria de 3 a 5 anos, matriculadas em creches e pr-escolas de Natal. No foram includas no estudo crianças com fendas labiopalatinas, desordens temporomandibulares, ou aquelas submetidas a tratamento ortodôntico e/ou ortopdico; tambm no fizeram parte da amostra instituies de ensino especializadas em crianças portadoras de deficincia. Utilizou-se um questionrio estruturado, respondido pelos pais ou responsvel, com dados sobre a instituio, sexo e idade das crianças, escolaridade dos pais e questes relacionadas aos hbitos. A anlise dos dados foi realizada atravs do teste do qui-quadrado e a regresso logstica. RESULTADOS: Obteve-se prevalncia de 40,2% de hbitos de suco no nutritiva, dos quais 27,7% eram de suco de chupeta e 12,5% de dedo. Os hbitos de suco apresentaram maior percentual para o sexo feminino, destacando-se a suco de dedo (p = 0,02); em crianças com menos idade destacou-se a suco de chupeta (p = 0,0006). Observou-se maior frequncia de suco de chupeta e de dedo, respectivamente, para o nvel superior (p < 0,05) e fundamental (p < 0,05) de escolaridade dos pais. A regresso logstica demonstrou que a menor idade dos indivduos (p = 0,033) e o nvel mdio de escolaridade dos pais (p = 0,035) so fatores independentes para a persistncia dos hbitos. CONCLUSO: Verificou-se uma alta prevalncia de realizao dos hbitos de suco no nutritiva, apresentando como fatores de destaque a menor idade das crianças e o nvel mdio de escolaridade dos pais.
Resumo:
As orientaes aos pais favorecem a aceitao da deficincia auditiva e esclarecem possibilidades e condutas que viabilizam o desenvolvimento da criana. Devem ser cuidadosas, a fim de evitar insegurana, ansiedade, expectativas irreais ou reaes inadequadas dos pais. Essas orientaes so oferecidas no diagnstico e no acompanhamento, mas as restries de tempo e financeiras so dificuldades dos pais para o comparecimento freqente a programas que forneam um suporte contnuo. A proposta deste trabalho foi elaborar e avaliar um programa de orientao no presencial para pais de crianças com deficincia auditiva severa e profunda, de dois a seis anos de idade. O programa, estruturado em quatro unidades, foi aplicado a 30 pais atendidos no Hospital de Reabilitao de Anomalias Craniofaciais da USP, em Bauru/SP. As unidades foram formuladas com base nas orientaes que os especialistas de diferentes reas transmitem durante o diagnstico da deficincia auditiva e nas dificuldades e interesses dos pais, identificando-se o conhecimento sobre as avaliaes e acompanhamentos, opinies sobre desempenho e necessidades da criana, deles prprios e das famlias. Para avaliao do programa foram analisadas as respostas dos pais aos questionrios das unidades e s entrevistas finais. As anlises revelaram que o programa forneceu aos pais, como eles desejavam, informaes claras e sugestes de atividades que pudessem ser adequadas ao contexto familiar e colaborassem para o desenvolvimento da criana. Alguns pais encontraram dificuldade em se expressar por escrito e realizar algumas atividades, mas nas entrevistas, foi verificado que tal fato no inviabilizou o entendimento e a participao no programa.
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Este estudo teve por objetivo verificar a viso dos familiares a respeito da importncia das atividades expressivas e recreativas na hospitalizao e recuperao cirrgica de crianças com fissura labiopalatina (FLP), procurando identificar os benefcios dessas atividades nos perodos pr e ps-operatrio. Foram entrevistados 138 familiares de crianças com FLP, na faixa etria de sete a 12 anos, hospitalizados no Hospital de Reabilitao de Anomalias Craniofaciais (HRAC/USP). Os resultados mostraram que a grande maioria dos entrevistados preferia desenvolver alguma atividade com a criana enquanto aguardava a cirurgia, tendo expressado sentimentos positivos durante esse perodo. Segundo os entrevistados, as atividades expressivas e recreativas no perodo pr-operatrio deixam a criana mais calma, observando melhora na condio emocional da mesma. Essas atividades distraem, divertem, acalmam e contribuem para o desenvolvimento da criana, sendo importantes para a recuperao cirrgica, amenizando os efeitos negativos da hospitalizao. As atividades na brinquedoteca foram as preferidas pelas crianças e pelos familiares. Na viso dos familiares, as atividades expressivas e recreativas favorecem a criana e os pais, reduzindo o estresse, proporcionando sentimentos positivos a ambos e auxiliando a adaptao e o restabelecimento fsico e emocional. Evidenciam a importncia do brincar durante a hospitalizao, contribuindo para um atendimento humanizado, principalmente no caso de crianças com fissura labiopalatina, sujeitas a um grande nmero de procedimentos cirrgicos e hospitalizaes.
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OBJETIVO: A prtica de exerccios fsicos, devido produo inerente de calor, pode conduzir desidratao. A maioria dos estudos que abordam os riscos da desidratao e fornecem recomendaes de reposio hdrica direcionada a indivduos adultos residentes em regies de clima temperado, porm, em regies tropicais, pouco conhecido sobre as necessidades de reposio hdrica em crianças fisicamente ativas. Esta reviso discute as recomendaes para esta populao e estabelece os riscos da prtica esportiva em ambiente de clima tropical. FONTES DE DADOS: Anlise sistemtica com levantamento da literatura nacional (SciELO) e internacional (Medline) de artigos publicados entre 1972 e 2009, com os seguintes descritores isolados ou em combinao: hidratao, crianças, desidratao e reposio hdrica. Foram selecionados artigos publicados nas lnguas portuguesa e inglesa. SNTESES DE DADOS: Observou-se que h riscos de desidratao e possvel desenvolvimento de um quadro de hipertermia principalmente se as crianças so submetidas a condies climticas desfavorveis sem reposio hdrica adequada. O principal fator desencadeante da hipertermia a menor adaptao das crianças aos extremos de temperatura, em comparao aos adultos, por possurem rea maior de superfcie corporal e capacidade menor de termorregulao por evaporao. CONCLUSES: Conhecidos os fatores intervenientes da desidratao, a melhor recomendao, perante uma condio climtica sabidamente desfavorvel, estabelecer um plano impositivo de hidratao com bebida com sabor e acrscimo de carboidratos e sdio, evitando-se uma perda hdrica significativa, diminuio da performance e, principalmente, com o objetivo de reduzir os riscos sade impostos pela hipertermia e desidratao a crianças fisicamente ativas.
Resumo:
OBJETIVOS: Descrever as caractersticas clnicas e laboratoriais dos pacientes em oxigenoterapia domiciliar prolongada acompanhados pelo programa de atendimento domiciliar do Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo, durante um perodo de 8 anos, e comparar os grupos com e sem hipertenso pulmonar secundria. Estimar o custo do programa utilizando concentradores versus cilindros de oxignio arcados pela instituio. MTODOS: Estudo descritivo retrospectivo e de coorte dos pacientes em oxigenoterapia domiciliar prolongada, em seguimento no perodo de 2002 a 2009, na Unidade de Pneumologia do Instituto da Criana do Hospital das Clnicas da Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo. RESULTADOS: Foram estudados 165 pacientes, 53% do sexo masculino, com as medianas: idade de incio da oxigenoterapia - 3,6 anos; tempo de oxigenoterapia - 7 anos; e tempo de sobrevida aps incio da oxigenoterapia - 3,4 anos. Os principais diagnsticos foram: fibrose cstica (22%), displasia broncopulmonar (19%) e bronquiolite obliterante (15%). Dos 33 pacientes que realizaram espirometria, 70% apresentavam distrbio ventilatrio obstrutivo grave. O exame ecocardiogrfico foi executado em 134 pacientes; 51% deles tinham hipertenso pulmonar secundria. Houve associao estatisticamente significante entre: presena de hipertenso pulmonar e necessidade de maiores fluxos de oxignio (qui-quadrado, p = 0,011); e presena de hipertenso pulmonar e maior tempo de oxigenoterapia (Logrank, p = 0,0001). No houve diferena estatisticamente significante entre tempo de sobrevida aps incio da oxigenoterapia e presena de hipertenso pulmonar. Os custos mdios mensais do programa foram: US$ 7.392,93 para os concentradores e US$ 16.630,92 para cilindros. CONCLUSES: A oxigenoterapia domiciliar prolongada foi empregada em distintas doenas crnicas, predominantemente em lactentes e pr-escolares. Houve alta frequncia de hipertenso pulmonar associada a maiores perodos de uso e fluxos de oxignio, sem associao sobrevida. A substituio dos cilindros por concentradores poder reduzir custos significativamente.
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INTRODUO: A constipao crnica doena comum na infncia, ocorrendo em 5 a 10% dos pacientes peditricos, considerada a segunda maior causa de procura nos consultrios de pediatria, sendo a encoprese decorrente de constipao grave associada impactao fecal no reto. Dentre os exames diagnsticos, a manometria anal utilizada para a avaliao de pacientes com distrbios funcionais, como a constipao intestinal e a incontinncia fecal, em alguns servios para a avaliao de pacientes com encoprese, pois pode trazer informaes sobre o mecanismo evacuatrio e possveis leses esfincterianas anais. OBJETIVO: Verificar alteraes manomtricas em pacientes com encoprese. MTODOS: Foi realizado estudo de 40 manometrias anais de crianças constipadas com encoprese (G1) e 12 crianças constipados sem encoprese (G2). Foram obtidos os seguintes dados: presses de repouso, contrao e evacuao do canal anal e ampola retal, ponto de maior presso, reflexo inibitrio anal e sensibilidade retal. As manometrias foram realizadas com o aparelho Alacer de perfuso com 8 canais. RESULTADOS: No foram encontradas diferenas nas presses de repouso, contrao e evacuao do canal anal entre os grupos. Chamou-nos a ateno a ausncia de necessidade de maior volume retal para desencadear o reflexo inibitrio anal. No houve diferena da incidncia de anismus entre os dois grupos, demonstrando que no se trata de fator importante na manuteno da encoprese, mas sim da constipao. CONCLUSO: No houve necessidade de maior volume para desencadear o reflexo inibitrio anal. O anismus no foi diferente entre os dois grupos, no sendo importante na manuteno da encoprese.
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OBJETIVO: Verificar a associao entre relato de sibilncia em crianças e adolescentes e o local de residncia em relao disperso dos poluentes atmosfricos emitidos pelo Plo Petroqumico (PPQ) de Guamar (RN). MTODOS: Estudo transversal de relato de sibilncia em crianças e adolescentes de 0 a 14 anos de idade, residentes no entorno do PPQ de Guamar, em 2006. Foi utilizado o questionrio padronizado do International Study of Asthma and Allergies in Childhood, acrescido de questes relativas ao tabagismo, renda, moradia e escolaridade. Concentraes dirias de PM10, PM2,5, carbono graftico, SO2, NO2, O3, benzeno, tolueno e xilenos foram medidas em uma estao de monitoramento fixa. As comunidades residentes na rea de influncia das emisses do PPQ foram classificadas, segundo a direo preferencial dos ventos, em expostas e de referncia. RESULTADOS: Participaram do estudo 209 crianças e adolescentes. As concentraes mdias dirias dos poluentes monitorados mantiveram-se abaixo dos limites estabelecidos nos padres de qualidade do ar. A prevalncia de sibilos nos ltimos 12 meses foi de 27,3%. Associaes estatisticamente significantes com sibilos nos ltimos 12 meses foram verificadas mesmo aps ajustamentos para comunidades expostas [razo de chances (odds ratio, ORajust) = 2,01; intervalo de confiana de 95% (IC95%) 1,01-4,01], gnero masculino (ORajust = 2,50; IC95% 1,21-5,18) e idade de 0 a 6 anos (ORajust = 5,00; IC95% 2,41-10,39). CONCLUSO: Mesmo em baixas concentraes de poluentes atmosfricos, a ocorrncia de sintomas respiratrios em crianças e adolescentes nas comunidades no entorno de um PPQ esteve associada a residncia na direo preferencial dos ventos, mostrando-se mais vulnervel o grupo de pr-escolares do gnero masculino.
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Neste artigo visamos apontar, apoiadas em W. Benjamim e G. Agamben, a fragilizao do registro da experincia e sua incidncia na lgica do poder/violncia. Analisamos, pretendendo desmistificar a eficcia dos discursos mortificadores da experincia, a figura do "mulumano"; - nome que designava os mortos-vivos nos campos de concentrao, conforme relato de Primo Levi e outros. Tal figura emblemtica do estado limite a que chegaram algumas pessoas e podem expressar o destino de alguns sujeitos na contemporaneidade. Pudemos identificar nessa posio tanto um movimento na direo da perda do lao identificatrio com o semelhante, como uma forma de resistncia violncia perpetrada pelo discurso social. Tal resistncia consiste em operar uma mimese ao objeto resto, o que permite ao sujeito a manuteno da estrutura fantasmtica. Indicamos que, apesar das estratgias do poder, o sujeito reinventa modos de se situar na relao ao Outro, nos quais se fazem importantes a presena e a palavra, incluindo a a experincia psicanaltica.
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O objetivo deste trabalho foi investigar a influncia de atividades ldicas no processo de formao de conceitos espontneos por crianças com seqelas de paralisia cerebral. Participaram da pesquisa sete crianças, que foram submetidas a um pr-teste de conceitos espontneos, sesses individuais de atividades ldicas que envolviam alguns dos conceitos avaliados e reaplicao do teste inicial a fim de avaliar o grau de desenvolvimento dos conceitos. Todas as crianças participantes desenvolveram ao menos um dos conceitos mais vivenciados nas sesses de atividades ldicas, alm de terem desenvolvido outros conceitos espontneos no avaliados por meio dos testes.
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Este estudo investigou, em contexto psicogentico, que lugar a generosidade ocupa no universo moral de crianças e adolescentes em contraposio satisfao de um interesse prprio. Foram entrevistados, individualmente, 30 alunos de uma escola pblica de Vitria-ES, os quais foram divididos em trs grupos de acordo com a faixa etria (7, 10 e 13 anos). Foi utilizada uma histria-dilema que trazia um conflito entre a possibilidade de manifestar a generosidade e a oportunidade de satisfazer um interesse prprio. Em todas as faixas etrias pesquisadas, a maioria dos participantes optou pela generosidade em detrimento da satisfao do prprio interesse. A porcentagem dessa resposta na faixa etria de 10 anos, contudo, foi inferior s porcentagens nas demais idades estudadas. Pode-se afirmar, portanto, que a generosidade faz parte do universo moral infantil e adolescente. Este trabalho contribui para a expanso do campo de pesquisas sobre a moralidade e oferece importantes subsdios para propostas de educao moral que contemplem virtudes como a generosidade.
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Esse projeto investigou as habilidades cognitivas da Memria de Trabalho de crianças e adolescentes com o Transtorno do Dficit de Ateno e Hiperatividade (TDAH). Foi aplicado teste TIHC - Teste Infantil de Habilidades Cognitivas informatizado, avaliando principalmente cinco habilidades cognitivas Raciocnio Indutivas (RI), Memria de Armazenamento Auditiva (MAA) e Visual e Memria de Trabalho Auditiva (MTA) e Visual (MTV) usando o modelo de Cattell-Horn-Carroll. O teste foi aplicado em 62 sujeitos sendo 32 com TDAH do Hospital das Clnicas-SEPIA-USP e 30 sujeitos controle normal do Ensino Fundamental da rede municipal de 1 8 sries com idades entre 7 e 15 anos, de ambos os sexos. As anlises executadas indicaram a existncia de diferenas em diversos aspectos relacionados memria nos tipos peculiares de crianças com TDAH. Verificou-se que as crianças com TDAH obtiveram bom desempenho nas provas de memria visual em detrimento as provas de memria auditiva. A correlao dos resultados do TIHC verificara que o tempo de reao da prova de memria de armazenamento visual manteve uma correlao significativa com a prova de clculo.
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Este estudo teve como objetivo avaliar como sabor e msica exercem efeito sobre o estado de nimo de crianças. Participaram 83 crianças de 5 a 10 anos de idade e de ambos os sexos. A tarefa dos participantes consistiu em experimentar o sabor de solues doce e amarga na ausncia de msica e na presena de msicas pr-qualificadas como alegres e tristes, e depois, julgar o estado de nimo decorrente da experimentao. O julgamento do estado de nimo das crianças se modificou quando o sabor era amargo e as msicas eram alegres, caso em que o estado de nimo se alterou de triste para alegre; quando o sabor era doce e as msicas tristes, o estado de nimo passou de alegre para triste. Futuros trabalhos podem observar crianças realizando tarefas que apresentem contextos de alimentos reais associados estimulao musical.
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O objetivo deste trabalho foi medir curvas de sensibilidade ao contraste de 10 crianças ouvintes e de 10 crianças com surdez pr-lingual, de 7 a 12 anos, utilizando frequncias radiais circularmente concntricas (FSCr) de 0,25-2,0 cpg em nveis baixos de luminncia (0,7 cd/m). Todos os participantes apresentavam acuidade visual normal e estavam livres de doenas oculares identificveis. A FSCr foi medida com o mtodo psicofsico da escolha forada. Os resultados mostraram sensibilidade mxima na faixa de frequncia radial de 0,25 cpg para os dois grupos. Os resultados mostraram ainda diferenas significantes entre as curvas de FSCr de crianças ouvintes e de crianças com surdez pr-lingual. Isto , as crianças ouvintes precisaram de menos contraste do que as crianças surdas para detectar as frequncias radiais. Esses resultados sugerem que, em nveis baixos de luminncia, a FSCr das crianças ouvintes foi melhor do que a das crianças com surdez pr-lingual.
Resumo:
Este artigo visa categorizar as brincadeiras das crianças de um povoado rural do nordeste do Brasil. Foram observadas individualmente 32 crianças entre dois e 12 anos, de ambos os sexos, brincando em ambiente livre, em sesses de cinco minutos. A categoria de 'brincadeiras simblicas' foi a mais observada (49%). Os temas das brincadeiras simblicas estavam predominantemente atrelados ao modo de vida local. Diferenas de gnero foram observadas e analisadas. Os dados sugerem que meninas brincam mais simbolicamente, enquanto as brincadeiras dos meninos so mais variadas. A relao entre brincadeira e contexto baseia-se no aproveitamento das potencialidades que o ambiente oferece para o desenvolvimento da criana caracterizando as relaes entre aspectos particulares de cada ambiente e as atividades ldicas desenvolvidas.