954 resultados para Crónicas mestizas


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Las diferencias genéticas entre individuos (polimorfismos) condicionan los efectos de un fármaco en cuanto a la toxicología (efectos adversos) y farmacoterapia. Nuevas técnicas analíticas permiten estudiar el perfil genético de los individuos. Surge así una nueva disciplina, la Farmacogenómica, que es el estudio del total de genes farmacológicamente relevantes, así como la forma en que dichos genes manifiestan sus variaciones, y de qué manera estas variaciones pueden interaccionar para configurar el fenotipo de cada individuo, en lo que afecta a su respuesta a los medicamentos. La Bioética personalista ofrece un camino de reflexión que acompaña el quehacer científico en la búsqueda de fines verdaderos. En este sentido es fundamental acercar nuevas y mejores curas, así como disminuir el dolor de enfermedades crónicas y terminales, siempre y cuando se eviten nuevas clasificaciones de seres humanos e injusticias a la hora de distribuir los recursos.

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Resumen: El trabajo se centra en el análisis de la representación del espacio en tres episodios incluidos en sendas crónicas de mediados del siglo XIV: la “Leyenda de los jueces de Castilla” (tal y como se conserva en el Ms. 431 de la Biblioteca Nacional de Madrid), la “Leyenda del pecho de los fijosdalgo” (según la Primera Crónica General) y el levantamiento de la nobleza en Lerma en 1272 (en la Crónica de Alfonso X). En cada uno de estos episodios la glera de Burgos se constituye en un escenario privilegiado en la confrontación de la nobleza con el rey y contribuye a la configuración de la subjetividad de estos actores sociales en virtud de un particular entrelazamiento de temas históricos y legendarios. El espacio adquiere, así, una nueva significación que lo liga social y políticamente a este estamento convirtiéndose en un emblema con una fuerte carga simbólica.

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Contenido: Nota preliminar – La transcripción de textos incluídos en los primeros impresos castellanos: algunos problemas aún sin resolver /Lilia E. Ferrario de Orduna – Símbolos “primarios” y relato “ mítico” según Paul Ricoeur en el “Libro de Buen Amor” / Sofía M. Carrizo Rueda – Adán de San Víctor y las sequentiae en las “Cantigas de Santa María” del Rey Sabio / Santiago Disalvo – Andanzas por la sierra en el “Libro de Buen Amor” / Lía Noemí Uriarte Rebaudi – Obras menores en cuaderna vía: esbozo de un panorama para el siglo XIV / María Cristina Balestrini – Algunas cuestiones vinculadas con el “Libro de Séneca hordenado e dispuesto contra la yra e saña”: fecha de composición, traductor e intencionalidad / Juan Héctor Fuentes – Legitimación y consejo en “Castigos e documentos” del rey Sancho IV / Diana Leila Albornoz – Las veinte primeras coplas del “Rimado de Palacio”: la construcción de una voz confesante / Lorena Edith Pacheco ; Gloria Edith Siracusa – Nájera en Ayala: doctrina y discurso / Jorge N. Ferro – Adiciones unitarias a la versión primitiva de las crónicas de Pero López de Ayala / José Luis Moure – Estructura y estilo del “Tratado del Aojamiento” / Lidia Beatriz Ciapparelli – Consideraciones sobre las virtudes en Mosén Diego de Valera / Hugo Roberto Basualdo Miranda ; María del Carmen Maurín ; Ángel Alfredo Atencio Santander – La historia del mago Merlín desde la perspectiva demonológica de la Baja Edad Media / Mónica Nasif – Evolución del topos constantinopolitano en los libros de caballerías: el caso de “Cirongilio de Tracia” de Bernardo de Vargas / Javier Roberto González – Las doncellas seductoras en los libros de caballerías españoles / María del Rosario Aguilar – Los procedimientos jurídico-deliberativos en el “Amadís de Gaula” / Silvia Cristina Lastra Paz – La imagen del moro en la “Leyenda de los infantes de Lara” / Irene Zaderenko – La finalidad del “Libro de Apolonio” / Carlos Crida – La estructura narrativa de las “Mocedades de Rodrigo” / Leonardo Funes – Edición crítica del manuscrito escurialense M-III-7 (Libro de las maravillas del mundo, de Juan de Mandevilla). Problemas y respuestas / María Mercedes Rodríguez

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Integran este número de la revista ponencias presentadas en Studia Hispanica Medievalia VIII: Actas de las IX Jornadas Internacionales de Literatura Española Medieval, 2008, y de Homenaje al Quinto Centenario de Amadis de Gaula.

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Apresenta resenha da publicação - Crônicas da convergência: ensaios sobre temas já não tão polêmicos - que reúne uma coletânea de artigos sobre temas da política econômica brasileira.

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Fecha: 29-10-1969 / Unidad de instalación: Carpeta 48 - Expediente 8-8 / Nº de pág.: 4 (mecanografiadas)

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Fecha: 11-8-1972/9-5-1982 / Unidad de instalación: Carpeta 48 - Expediente 7-18 / Nº de pág.: 7 (mecanografiadas)

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Fecha: 1971-1972 / Unidad de instalación: Carpeta 48 - Expediente 7-17 / Nº de pág.: 8 (mecanografiadas)

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Fecha: 26-4-1975 / Unidad de instalación: Carpeta 48 - Expediente 7-3 / Nº de pág.: 1 (mecanografiada)

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Fecha: 26-2-1985 / Unidad de instalación: Carpeta 48 - Expediente 7-8 / Nº de pág.: 4 (mecanografiadas)

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Rui de Pina nasceu na cidade de Guarda, provavelmente em 1440, e morreu em Lisboa, por volta de 1522. Ocupou vários cargos de importância e destaque, entre eles os de cronista-mor do reino e de guarda-mor da Torre do Tombo. Como cronista-mor de Portugal, escreveu as biografias de Sancho I, Afonso II, Sancho II, Afonso II, D. Dinis, Afonso IV, Afonso V e D. João II. A descoberta , recentemente, de duas cópias de uma obra quatrocentista contendo as histórias dos sete primeiros reis de Portugal, isto é, de Sancho I a Afonso IV, indica que as Chronicas destes reis escritas por Rui de Pina não passavam de uma refundição daquelas. Como historiador, o autor tem despertado opiniões polêmicas: uns o acusam de mal-informado e desonesto ; outros valorizam a sua capacidade de compreender os eventos de seu tempo, ainda que sob uma visão absolutista. Trata-se de uma “esplêndida edição , adornada de escudos alegóricos com armas reais portuguesas no centro – que encabeçam as dedicatórias -, de artísticas letras iniciais, vinhetas, cabeções e florões decorativos, tudo aberto em chapa de madeira. Os frontispícios das crônicas são impressos em linhas alternadas, em preto e vermelho, e ornados de escudos das armas de Portugal”, conforme esclarece o Catálogo da livraria do Conde Ameal.

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Duarte Galvão nasceu em Évora, por volta de 1445, e morreu na Ilha de Camarão, em 1517. Alguns biógrafos atribuem-lhe o cargo de cronista-mor do reino, nomeado por D. Afonso V. Foi secretário de D. João II e embaixador de D. Manuel I junto ao Papa Alexandre VI, ao Imperador Maximiliano I, e ao Rei Luís XII, de França. Embora preparada na segunda metade do século XV, Chronica del muito alto... conservou-se em forma de manuscrito até 1726, quando foi impressa pela primeira vez. Pertence à Chronica geral del reyno e foi elaborada por ordem de D. Manuel, para completar a sequencia das crônicas reais. O exemplar que a Biblioteca da Câmara possui traz os capítulos XXI e XXII, XXIII e XXIV, cortados pela Inquisição, na edição de 1726. É considerado, por isso, não só um exemplar raro, mas raríssimo, a julgar pelo testemunho do Cavalheiro Francisco Xavier de Oliveira, que afirma, em artigo publicado no “Popular”, impresso em Londres, no ano de 1825, haver apenas dois exemplares desta edição em que figuram os citados capítulos.

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Fernão Lopes foi o primeiro cronista-mor do Reino de que se tem notícia certa e um grande cronista português, aliás, segundo Robert Southey, "o maior cronista de todas as épocas e nações”. Pouco se sabe sobre sua origem, tendo-se 1380 como o ano provável de seu nascimento e 1460 como o de sua morte. Nada se conhece dos primeiros quarenta anos de sua vida. Em 1418 foi nomeado guarda do arquivo da Torre do Tombo, em Lisboa. Foi secretário de D. João I desde, pelo menos, 1419 até o seu falecimento deste monarca, em 1433, e , depois, de seu sucessor, D. Duarte. Em 1422 exerceu a função de escrivão da puridade do Infante D. Fernando. Tudo leva a crer que tenha escrito a história de Portugal desde a fundação do Reino e as crônicas de todos os seus reis até D. João I. Chronica del Rey D. Joam I de boa memoria, e do reys de Portugal o decimo foi publicada, postumamente, em 1644, em dois tomos, mas em apenas um volume. Esta obra consta de 3 partes, com os seguintes títulos: Parte I: em que se contém a defensão do reino até ser eleito rei; Parte II: em que se continuam as guerras com Castlella, desde o princípio do seu reinado até às pazes; Parte III: crônica da tomada de Ceuta. As duas primeiras foram escritas por Fernão Lopes. A terceira foi escrita por Gomes Eanes de Zurara nascido, aproximadamente, em 1410 e falecido em 1474, sucessor de Lopes, como primeiro cronista e guarda-mor da Torre do Tombo. No exemplar que a Biblioteca da Câmara possui estão encadernadas apenas as duas primeiras partes, com a segunda parte tendo início no Capítulo 194. Segundo Inocêncio, os exemplares publicados em 1644 são raros, embora a edição não tenha sido feita com o cuidado necessário e exista nas principais bibliotecas de Lisboa. Obra Manuscrita.

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Trata-se de uma "esplêndida edição, adornada de escudos alegóricos com armas reais portuguesas no centro -- que encabeçam as dedicatórias--, de artísticas letras iniciais, vinhetas, cabeções e florões decorativs, tudo aberto em chapa de madeira. Os frontispícios das crônicas são impressos em linhas alternadas, em preto e vermelho, e ornados de escudos das armas de Portugal", conforme esclarece o Catálogo da Livraria do Conde Ameal.