1000 resultados para citrus scale
Resumo:
v.6:no.2(1927)
Resumo:
Magdeburg, Univ., Fak. für Verfahrens- und Systemtechnik, Diss., 2014
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Foram estudados para 4 cultivares de laranjas-doces, a utilização do mesmo tecido somático, porém de duas origens - do clone velho original e do nucelar na obtenção de mudas de Citrus. Observou-se influência das borbulhas de origem nucelar no vigor das mudas e sua expressão de juvenilidade através da presença de espinhos. Confirmou-se que a presença de espinhos está ligada à fase juvenil e não ao vigor vegetativo.
Resumo:
Estudou-se a persistência da fase juvenil em clones de Citrus expressa pela presença de espinhos. Os 8 clones observados pertencem à coleção básica de matrizes nucelares do Instituto Agronômico de Campinas. A verificação dos espinhos foi realizada nas mudas obtidas a partir das borbulhas retiradas de varias posições das arvores matrizes, que tinham na oportunidade 24 e 18 ano de idade. Constatou-se a presença de tecidos juvenis em todas as mudas obtidas, com intensidade variável em função da posição da árvo re de onde se obteve a borbulha. Verificou--se ainda variação no numero e tamanho dos espinhos entre clones, provavelmente influindo nesse fator, a origem da borbulha do seedling original, e a intensidade de poda realizada nas arvores matrizes.
Resumo:
Magdeburg, Univ., Fak. für Mathematik, Diss., 2015
Resumo:
Em condições de campo, borbulhas de laranja 'Pera' foram enxertadas sobre porta-enxertos de limão 'Cravo'. As alturas de enxertia utilizadas foram 5, 10, 20 e 40 cm acima do colo dos porta - enxertos nas exposições norte, sul, leste e oeste. Utilizou-se como método de forçamento do enxerto, o corte parcial do porta-enxerto pouco acima da enxertia com envergamento (pique). As alturas e as exposições de enxertia não afetaram o pegamento dos enxertos. Ovigor das mudas não foi afetado pelas exposições de enxertia, mas foi pelas alturas. As alturas de 5 e 10 cm promoveram maior desenvolvimento e maior diâmetro da haste principal do enxerto.
Resumo:
O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência de oito porta-enxertos no vigor, produção e produtividade da laranjeira 'Pera'. Para a realização deste estudo utilizaram-se plantas de um experimento instalado na Fazenda Experimental Lageado da UNESP, Campus de Botucatu, São Paulo. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos ao acaso. Os porta-enxertos estudados foram: limoeiros 'Cravo', 'Volkameriano' e 'Rugoso da Flórida', tangerineiras 'Cleópatra' e 'Sunki', laranjeira 'Caipira', 'Trifoliata' e citrange 'Carrizo'. Os resultados revelaram que os porta-enxertos tangerineiras 'Cleópatra' e 'Sunki' e limoeiro 'Rugoso da Flórida' induziram a um maior desenvolvimento das plantas da laranjeira 'Pera'. Os porta-enxertos limoeiros 'Volkameriano' , 'Rugoso da Flórida' e 'Cravo' e as tangerineiras 'Sunki' e 'Cleópatra' induziram as maiores produções totais. Os maiores valores de índice de eficiência (produção (kg)/m³ copa) foram constatados em plantas sobre 'Trifoliata', citrange 'Carrizo' e limoeiro 'Cravo'. Características desses porta-enxertos são discutidas.
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A distribuição de imaturos de Phyllocnistis citrella Stainton, 1856 foi avaliada em folhas e em brotos de plantas de Citrus sinensis L. Osbeck var. Valência, no município de Montenegro (29°68'S e 51°46'W), Rio Grande do Sul, Brasil. A presença de ovos, lagartas e crisálidas (vivas e mortas) foi registrada nas folhas, em relação às superfícies abaxial e adaxial e à porção proximal, mediana e distal destas. As folhas que continham ovos, lagartas e/ou crisálidas foram classificadas e numeradas quanto à posição relativa a partir do ápice do broto e foram tomadas medidas no maior comprimento. Lagartas, crisálidas e ovos de P. citrella evidenciaram padrão de distribuição agregado tanto no nível de brotos quanto no de folhas. O comprimento médio das folhas onde ocorreram as pupas era maior do que aquele onde se encontravam as lagartas. Os ovos foram registrados em maior proporção no terço mediano das folhas, em ambas superfícies, já as lagartas e crisálidas ocorreram com mais freqüência nos terços mediano e proximal das folhas.
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A fauna de insetos predadores em copas de Citrus deliciosa Tenore var. Montenegrina, em Montenegro, Rio Grande do Sul, Brasil, foi avaliada quanto à sua composição, abundância e diversidade, entre março de 2004 e março de 2005. Foram coletados, no total, 658 insetos predadores, representados por 51 espécies de dez famílias e cinco ordens, Coleoptera, Hymenoptera, Neuroptera, Thysanoptera e Hemiptera. As espécies mais abundantes foram Camponotus sp. 1 (Hymenoptera, Formicidae) (16,87%) e Coccidophilus sp. (Coleoptera, Coccinellidae) (11,85%). A maior abundância, riqueza e eqüitabilidade de insetos predadores foi registrada na primavera, embora não tenha sido constatada diferença significativa entre as estações.
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In microeconomic analysis functions with diminishing returns to scale (DRS) have frequently been employed. Various properties of increasing quasiconcave aggregator functions with DRS are derived. Furthermore duality in the classical sense as well as of a new type is studied for such aggregator functions in production and consumer theory. In particular representation theorems for direct and indirect aggregator functions are obtained. These involve only small sets of generator functions. The study is carried out in the contemporary framework of abstract convexity and abstract concavity.
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This paper presents an outline of rationale and theory of the MuSIASEM scheme (Multi-Scale Integrated Analysis of Societal and Ecosystem Metabolism). First, three points of the rationale behind our MuSIASEM scheme are discussed: (i) endosomatic and exosomatic metabolism in relation to Georgescu-Roegen’s flow-fund scheme; (2) the bioeconomic analogy of hypercycle and dissipative parts in ecosystems; (3) the dramatic reallocation of human time and land use patterns in various sectors of modern economy. Next, a flow-fund representation of the MUSIASEM scheme on three levels (the whole national level, the paid work sectors level, and the agricultural sector level) is illustrated to look at the structure of the human economy in relation to two primary factors: (i) human time - a fund; and (ii) exosomatic energy - a flow. The three levels representation uses extensive and intensive variables simultaneously. Key conceptual tools of the MuSIASEM scheme - mosaic effects and impredicative loop analysis - are explained using the three level flow-fund representation. Finally, we claim that the MuSIASEM scheme can be seen as a multi-purpose grammar useful to deal with sustainability issues.
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PURPOSE: The Cancer Vaccine Consortium of the Cancer Research Institute (CVC-CRI) conducted a multicenter HLA-peptide multimer proficiency panel (MPP) with a group of 27 laboratories to assess the performance of the assay. EXPERIMENTAL DESIGN: Participants used commercially available HLA-peptide multimers and a well characterized common source of peripheral blood mononuclear cells (PBMC). The frequency of CD8+ T cells specific for two HLA-A2-restricted model antigens was measured by flow cytometry. The panel design allowed for participants to use their preferred staining reagents and locally established protocols for both cell labeling, data acquisition and analysis. RESULTS: We observed significant differences in both the performance characteristics of the assay and the reported frequencies of specific T cells across laboratories. These results emphasize the need to identify the critical variables important for the observed variability to allow for harmonization of the technique across institutions. CONCLUSIONS: Three key recommendations emerged that would likely reduce assay variability and thus move toward harmonizing of this assay. (1) Use of more than two colors for the staining (2) collect at least 100,000 CD8 T cells, and (3) use of a background control sample to appropriately set the analytical gates. We also provide more insight into the limitations of the assay and identified additional protocol steps that potentially impact the quality of data generated and therefore should serve as primary targets for systematic analysis in future panels. Finally, we propose initial guidelines for harmonizing assay performance which include the introduction of standard operating protocols to allow for adequate training of technical staff and auditing of test analysis procedures.
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The algorithmic approach to data modelling has developed rapidly these last years, in particular methods based on data mining and machine learning have been used in a growing number of applications. These methods follow a data-driven methodology, aiming at providing the best possible generalization and predictive abilities instead of concentrating on the properties of the data model. One of the most successful groups of such methods is known as Support Vector algorithms. Following the fruitful developments in applying Support Vector algorithms to spatial data, this paper introduces a new extension of the traditional support vector regression (SVR) algorithm. This extension allows for the simultaneous modelling of environmental data at several spatial scales. The joint influence of environmental processes presenting different patterns at different scales is here learned automatically from data, providing the optimum mixture of short and large-scale models. The method is adaptive to the spatial scale of the data. With this advantage, it can provide efficient means to model local anomalies that may typically arise in situations at an early phase of an environmental emergency. However, the proposed approach still requires some prior knowledge on the possible existence of such short-scale patterns. This is a possible limitation of the method for its implementation in early warning systems. The purpose of this paper is to present the multi-scale SVR model and to illustrate its use with an application to the mapping of Cs137 activity given the measurements taken in the region of Briansk following the Chernobyl accident.