854 resultados para Nurses with management functions


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Fundao de Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo (FAPESP)

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Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)

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Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)

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A colorao animal um importante atributo biolgico com diferentes funes relacionadas s estratgias de vida adotadas pelos indivduos no ambiente, como a termorregulao, a defesa e a comunicao inter e intraespecfica. O mimetismo talvez, um dos mais importantes mecanismos biolgicos de comunicao, frequentemente envolvendo similaridade de cor com conotao defensiva. Os sistemas mimticos refletem um complexo processo de evoluo, que acentua semelhanas morfolgicas ou comportamentais entre duas ou mais espcies, garantindo vantagens adaptativas em pelo menos uma delas. Apesar de comum entre os invertebrados, o mimetismo tambm pode ser observado em grupos de vertebrados como lagartos e serpentes, por exemplo. Dentre os exemplos mais comuns de mimetismo em serpentes so descritas as relaes entre os corais verdadeiras e falsas. A falsa-coral, Atractus latifrons (Gnther, 1868) endmica da Amaznia e ocorre nos territrios de Brasil, Colmbia, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. Em funo da semelhana cromtica de seus diferentes padres, esta espcie foi relacionada algumas espcies de corais verdadeiras do gnero Micrurus que tambm apresentam distribuio amaznica. Embora a variao cromtica desta espcie tenha sido relatada por alguns autores, algumas questes sobre o polimorfismo intraespecfico e sua relao com a distribuio geogrfica, assim como a relao mimtica com as corais verdadeiras de Micrurus ainda no foram estudadas. Com o objetivo de contribuir com a elucidao destas questes, este estudo foi organizado em dois captulos: no primeiro captulo, intitulado Variao morfolgica e taxonomia de Atractus latifrons (Gnther, 1868) (Serpentes: Dipsadidae), foram apresentadas as variaes da morfologia externa e hemipeniana da espcie, incluindo sua redescrio e descrio do holtipo, alm das descries dos padres cromticos e anlise de dimorfismo sexual; e no segundo captulo, intitulado Relaes mimticas entre Atractus latifrons e corais verdadeiras na Amaznia, foram identificados os possveis modelos mimticos para A. latifrons, inferindo suas relaes mimticas atravs da anlise de co-ocorrncia e apresentando mapas de distribuio dos padres mimticos entre as espcies envolvidas.

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O objetivo deste estudo foi estimar a entropia conjunta do sistema visual humano no domnio do espao e no domnio das freqncias espaciais atravs de funes psicomtricas. Estas foram obtidas com testes de discriminao de estmulos com luminncia ou cromaticidade moduladas por funes de Gbor. A essncia do mtodo consistiu em avaliar a entropia no domnio do espao, testando-se a capacidade do sujeito em discriminar estmulos que diferiam apenas em extenso espacial, e avaliar a entropia no domnio das freqncias espaciais, testando-se a capacidade do sujeito em discriminar estmulos que diferiam apenas em freqncia espacial. A entropia conjunta foi calculada, ento, a partir desses dois valores individuais de entropia. Trs condies visuais foram estudadas: acromtica, cromtica sem correo fina para eqiluminncia e cromtica com correo para eqiluminncia atravs de fotometria com flicker heterocromtico. Quatro sujeitos foram testados nas trs condies, dois sujeitos adicionais foram testados na condio cromtica sem eqiluminncia fina e um stimo sujeito tambm fez o teste acromtico. Todos os sujeitos foram examinados por oftalmologista e considerados normais do ponto de vista oftlmico, no apresentando relato, sintomas ou sinais de disfunes visuais ou de molstias potencialmente capazes de afetar o sistema visual. Eles tinham acuidade visual normal ou corrigida de no mnimo 20/30. O trabalho foi aprovado pela Comisso de tica em Pesquisa do Ncleo de Medicina Tropical da UFPA e obedeceu s recomendaes da Declarao de Helsinki. As funes de Gbor usadas para modulao de luminncia ou cromaticidade compreenderam redes senoidais unidimensionais horizontais, moduladas na direo vertical, dentro de envelopes gaussianos bidimensionais cuja extenso espacial era medida pelo desvio padro da gaussiana. Os estmulos foram gerados usando-se uma rotina escrita em Pascal num ambiente Delphi 7 Enterprise. Foi utilizado um microcomputador Dell Precision 390 Workstation e um gerador de estmulos CRS VSG ViSaGe para exibir os estmulos num CRT de 20, 800 x 600 pixels, 120 Hz, padro RGB, Mitsubishi Diamond Pro 2070SB. Nos experimentos acromticos, os estmulos foram gerados pela modulao de luminncia de uma cor branca correspondente cromaticidade CIE1931 (x = 0,270; y = 0,280) ou CIE1976 (u = 0,186; v= 0,433) e tinha luminncia mdia de 44,5 cd/m2. Nos experimentos cromticos, a luminncia mdia foi mantida em 15 cd/m2 e foram usadas duas series de estmulos verde-vermelhos. Os estmulos de uma srie foram formados por duas cromaticidades definidas no eixo M-L do Espao de Cores DKL (CIE1976: verde, u=0,131, v=0,380; vermelho, u=0,216, v=0,371). Os estmulos da outra srie foram formados por duas cromaticidades definidas ao longo de um eixo horizontal verde-vermelho definido no Espao de Cores CIE1976 (verde, u=0,150, v=0,480; vermelho, u=0,255, v=0,480). Os estmulos de referncia eram compostos por redes de trs freqncias espaciais diferentes (0,4, 2 e 10 ciclos por grau) e envelope gaussiano com desvio padro de 1 grau. Os estmulos de testes eram compostos por uma entre 19 freqncias espaciais diferentes em torno da freqncia espacial de referncia e um entre 21 envelopes gaussianos diferentes com desvio padro em torno de 1 grau. Na condio acromtica, foram estudados quatro nveis de contraste de Michelson: 2%, 5%, 10% e 100%. Nas duas condies cromticas foi usado o nvel mais alto de contraste agregado de cones permitidos pelo gamut do monitor, 17%. O experimento consistiu numa escolha forada de dois intervalos, cujo procedimento de testagem compreendeu a seguinte seqncia: i) apresentao de um estmulo de referncia por 1 s; ii) substituio do estmulo de referncia por um fundo eqiluminante de mesma cromaticidade por 1 s; iii) apresentao do estmulo de teste tambm por 1 s, diferindo em relao ao estmulo de referncia seja em freqncia espacial, seja em extenso espacial, com um estmulo sonoro sinalizando ao sujeito que era necessrio responder se o estmulo de teste era igual ou diferente do estmulo de referncia; iv) substituio do estmulo de teste pelo fundo. A extenso espacial ou a freqncia espacial do estmulo de teste foi mudada aleatoriamente de tentativa para tentativa usando o mtodo dos estmulos constantes. Numa srie de 300 tentativas, a freqencia espacial foi variada, noutra srie tambm de 300 tentativas, a extenso espacial foi variada, sendo que cada estmulo de teste em cada srie foi apresentado pelo menos 10 vezes. A resposta do indivduo em cada tentativa era guardada como correta ou errada para posterior construo das curvas psicomtricas. Os pontos experimentais das funes psicomtricas para espao e freqncia espacial em cada nvel de contraste, correspondentes aos percentuais de acertos, foram ajustados com funes gaussianas usando-se o mtodo dos mnimos quadrados. Para cada nvel de contraste, as entropias para espao e freqncia espacial foram estimadas pelos desvios padres dessas funes gaussianas e a entropia conjunta foi obtida multiplicando-se a raiz quadrada da entropia para espao pela entropia para freqncia espacial. Os valores de entropia conjunta foram comparados com o mnimo terico para sistemas lineares, 1/4 ou 0,0796. Para freqncias espaciais baixas e intermedirias, a entropia conjunta atingiu nveis abaixo do mnimo terico em contrastes altos, sugerindo interaes no lineares entre dois ou mais mecanismos visuais. Este fenmeno occorreu em todas as condies (acromtica, cromtica e cromtica eqiluminante) e foi mais acentuado para a frequncia espacial de 0,4 ciclos / grau. Uma possvel explicao para este fenmeno a interao no linear entre as vias visuais retino-genculo-estriadas, tais como as vias K, M e P, na rea visual primria ou em nveis mais altos de processamento neural.

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Ps-graduao em Geografia - IGCE

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O presente estudo descreve, registra e compara estratgias de pesca e manejo comunitrio de quelnios aquticos em trs comunidades da vrzea de Santarm. Avaliou-se tambm o consumo de quelnios, incluindo preferncias, rejeies e tabus alimentares, e uso destes como recursos teraputicos na medicina popular. As tcnicas de pesca de quelnios empregadas foram descritas, compreendendo variaes espacial e sazonal de uso e espcies capturadas e seletividade das tcnicas fundamentadas nos saberes locais. Analisaram-se ainda o rendimento das pescarias e as relaes entre investimento e retorno das mesmas. Os dados foram coletados entre junho de 2007 a julho de 2008. Realizaram-se conversas informais, acompanhamento das atividades pesqueiras e observao participante nas comunidades. Entrevistas semi-estruturadas tambm foram realizadas adotando-se o mtodo recordatrio alimentar, monitoramento do consumo anual de quelnios e recordaes das ltimas pescarias de quelnios. Os primeiros relatos de manejo de quelnios na Amaznia so datados da poca do contato entre populaes amerndias e europeias. Na dcada de 70 aes do governo brasileiro foram implementadas fundamentadas no gerenciamento centralizado no poder do Estado. Hoje, prticas de comanejo de quelnios ocorrem em vrios lugares na Amaznia, como nas comunidades Ilha de So Miguel, Costa do Aritapera e gua Preta. Mesmo pautados na demanda comunitria os manejos dessas trs comunidades apresentam perspectivas diferenciadas em virtude do variado grau de experincia com sistemas de manejo comunitrio. A Ilha de So Miguel j realiza o manejo de quelnios h cerca de 40 anos com certo grau de sucesso, enquanto na gua Preta o co-manejo vem sendo estabelecido h 22 anos de forma menos rigorosa e na Costa do Aritapera no se obteve xito em sua recente implementao. De modo geral, a incluso dos principais usurios dos recursos naturais em seu manejo ainda se constitui uma tarefa de difcil execuo. O grande desafio para o manejo de quelnios e outros recursos da fauna cinegtica na Amaznia o reconhecimento legal de seu uso. O consumo de quelnios uma tradio enraizada na cultura amaznica, entretanto criminalizado, constrangendo a maior parte da populao a assumir seu uso. Por ser considerada atividade ilegal no h estimativas da quantidade de animais explorados, tornando difcil a implantao de formas de manejo comunitrio sustentveis. Percebeu-se na dieta dos ribeirinhos desse estudo a participao de peixe como principal fonte de protena animal, enquanto o consumo de quelnios registrado foi relativamente pequeno. Constataram-se diferenas quanto s espcies de quelnios consumidas. Em geral, tracaj (Podocnemis unifilis) (carne e ovos) configura-se como quelnio mais consumido nas trs comunidades, sendo a pitiu (Podocnemis sextuberculata) (carne e ovos) consumida principalmente na Costa do Aritapera. As tartarugas (Podocnemis expansa) so pouco utilizadas, no houve registros de coleta de seus ovos, sendo sua carne consumida principalmente na Ilha de So Miguel. Tais variaes podem estar relacionadas combinao de fatores ecolgicos e ao histrico do manejo presentes em cada comunidade. No foram observadas diferenas culturais nas comunidades estudadas quanto ao uso de quelnios. Tartaruga a espcie mais rejeitada, usada principalmente na medicina popular; tracaj e pitiu em geral so os quelnios preferidos, sendo os trs considerados reimosos (animais sujeitos a tabus alimentares em algumas circunstncias, como doenas, menstruao, gravidez e ps-parto). A espcie mais capturada foi o tracaj, seguindo-se a pitiu e em menor proporo a tartaruga. O tracaj encontrado em vrios ambientes, sendo coletado durante o ano todo nas trs comunidades; pitius so capturadas principalmente na Costa do Aritapera no perodo da seca e da vazante, quando esto concentradas durante a migrao ao sarem das reas inundveis em direo aos rios e s praias de desova, enquanto tartarugas so pescadas nos lagos protegidos da Ilha de So Miguel, na enchente e na cheia. As tcnicas de pesca apresentam uso diferenciado em funo do nvel do rio. Os pescadores reconhecem tais variaes sazonais, as quais aliadas a um conjunto de saberes locais so utilizadas na seleo das tcnicas de pesca de quelnios. A pesca de quelnios realizada em geral de modo oportuno, durante as pescarias de peixes. O rendimento das pescarias de quelnio foi maior quando estas no incluram a captura de peixes e quando realizadas com uso da mo. O rendimento com base na CPUE<sub>N</sub> diferiu entre as comunidades estudadas e entre os perodos de pesca, porm no houve diferena significativa no rendimento das pescarias entre esses parmetros quando a biomassa foi utilizada nos clculos de CPUE. O pescador, em geral, no est preocupado em maximizar seu rendimento, j que a maior parte das pescarias no se destina a comercializao. O rendimento, desta forma, acaba refletindo mais o acerto de um bom local de pesca do que o esforo de deslocamento empregado na mesma.Quando a mancha era boa os pescadores gastavam pouco tempo, enquanto em manchas menos produtivas gastavam mais tempo. Alguns pontos a serem adotados com vistas concretizao e sucesso do manejo comunitrio so sugeridos nesse estudo: (1) definio clara dos direitos de acesso aos recursos e das sanes em caso de infrao dos acordos; (2) estabelecimento de programas de capacitao de lideranas comunitrias; (3) criao de um fundo comunitrio para desenvolvimento de outras atividades econmicas e investimento na melhoria da qualidade de vida dos moradores e nas prprias aes envolvidas no manejo; (4) reconhecimento e uso do conhecimento ecolgico local e do direito de se utilizar o recurso; (5) ampliao regional do modelo comunitrio para outras reas, considerando que algumas espcies realizam grandes migraes; (6) monitoramento das populaes exploradas; (7) avaliao peridica da efetivao do manejo e seu papel para os moradores locais; (8) repartio dos benefcios entre os comunitrios. No caso especfico dos quelnios recomendam-se tambm a proteo de outros ambientes alm das reas de nidificao e a determinao de um sistema de cotas voltado ao aproveitamento de ovos que seriam perdidos com possibilidade de comercializao para criadores.