996 resultados para total abdominal hysterektomi.
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OBJETIVO: avaliar o resultado da técnica da colpossacrofixação (CSF) para tratamento de pacientes que apresentaram prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e que foram tratadas no período de 1995 a 2000. MÉTODOS: foram incluídas, retrospectivamente, 21 pacientes com prolapso de cúpula vaginal pós-histerectomia e correção prévia de cistocele e retocele. Foram analisados a idade, paridade, peso e índice de massa corpórea (IMC) o intervalo entre a histerectomia e o aparecimento do prolapso. A colpossacrofixação foi realizada em 15 pacientes, das quais se avaliaram o tempo cirúrgico, perda sangüínea e recidiva. As pacientes submeteram-se a CSF com ou sem interposição de prótese de material sintético entre a cúpula vaginal e o sacro. RESULTADOS: para 15 das 21 pacientes acompanhadas em nosso serviço, a técnica de CSF foi a de eleição. Em um caso houve dificuldade técnica intra-operatória e optou-se pela correção a Te Linde. A média de idade das pacientes foi de 63,7 (47 a 95 anos), paridade 4,6 e o IMC 26,9. A CSF foi realizada, em média, 18 anos após histerectomia total abdominal e 3 anos após histerectomia vaginal. O tempo cirúrgico médio foi de 2 horas e 15 minutos, sem necessidade de transfusão sanguínea. Não houve recidiva do prolapso ou dos sintomas pré-operatórios (seguimento de 1 a 5 anos). CONCLUSÕES: o tratamento cirúrgico do prolapso de cúpula vaginal pode ser realizado pela via vaginal (colpocleise ou fixação ao ligamento sacroespinhoso) e pela via abdominal (colpossacrofixação). Esta última apresenta a vantagem de restaurar o eixo vaginal preservando sua profundidade, o que, além de melhorar o prolapso, permite o restabelecimento das funções sexuais, intestinal e urinária (principalmente quando associada a colpofixação - Burch). Assim, quando o diagnóstico e tratamento são adequados e a equipe cirúrgica tem pleno conhecimento da anatomia pélvica, podemos afirmar que a CSF atinge seu objetivo no tratamento do prolapso de cúpula vaginal, com excelente correção e mínima morbidade.
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OBJETIVO: relatar três casos de doença trofoblástica gestacional, complicados por hemorragia grave, exigindo recurso cirúrgico, de fortuna, para obter a hemóstase. MÉTODOS: o estudo diz respeito a três pacientes. Em uma delas, paciente jovem, nulípara, de 27 anos foi realizada histerectomia total abdominal. Após a cirurgia tornou-se possível prosseguir a quimioterapia e alcançar a remissão da doença. Outra paciente sangrava incoercivelmente mercê de extensa metástase vaginal, cuja hemostasia só foi conseguida mediante ligadura das artérias hipogástricas. A cura definitiva adveio com o prosseguimento da quimioterapia. Dois anos após o episódio, a paciente encontra-se novamente grávida. O terceiro exemplo - mola persistente - apresentava tecido trofoblástico aderido ao segmento inferior do útero, do colo e do fundo de saco lateral direito da vagina, que sangrava copiosamente a cada tentativa de remoção cirúrgica: curetagem ou vácuo-aspiração. Conseqüente à múltipla manipulação invasiva da genitália, sobreveio grave processo infeccioso que evolveu para septicemia que a antibioticoterapia e a histerectomia (tardia) não conseguiram debelar, culminando com o óbito da paciente. RESULTADO: as pacientes foram tratadas de modo excepcional: duas mediante histerectomia total abdominal e uma com ligadura das artérias hipogástricas. Daquelas submetidas à histerectomia uma sobreviveu e a outra veio a falecer de septicemia. A que foi tratada mediante ligadura das artérias hipogástricas alcançou remissão definitiva e, completado o seguimento, voltou a gestar, tendo gravidez de evolução normal. CONCLUSÃO: conquanto doença trofoblástica gestacional tenha, de hábito, curso tranqüilo e remissão espontânea freqüente, complicações inusitadas exigem condutas radicais com desfecho nem sempre favorável.
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OBJETIVO: comparar, macro e microscopicamente, cicatrizes uterinas pós-cesáreas, nas quais foram feitas suturas com pontos separados, contínuos e contínuos ancorados. MÉTODOS: utilizamos três coelhas prenhes, realizando parto cesáreo no 26º dia de prenhez, com três incisões em cada corno uterino. As histerorrafias foram realizadas com fio Vicryl® 00, com suturas distintas (pontos separados, sutura contínua e contínua ancorada). No 60º dia pós-parto, realizamos histerectomia total abdominal e anexectomia bilateral, para avaliação das cicatrizes cirúrgicas. Na macroscopia, avaliamos o grau de retração cicatricial (longitudinal e transversal), o depósito de fibrina, presença de aderências e integridade dos fios de sutura. Na microscopia, utilizamos coloração de hematoxilina-eosina, para contagem de vasos sangüíneos e fibroblastos, e a coloração do tricômio de Masson, para quantificação do colágeno. Para a análise comparativa das cicatrizes, utilizamos os testes de Friedman e exato de Fisher, adotando nível de significância de 5%. RESULTADOS: foram obtidas 18 cicatrizes, seis para cada tipo de sutura. Obtivemos as seguintes médias 0,5/0,4/0,5 (p=0,069) para os graus de retração longitudinal e 0,3/0,4/0,3 (p=0,143) para os graus de retração transversal, respectivamente para as suturas com pontos separados, contínuo e contínuo ancorado. Todas as suturas apresentaram depósito de fibrina regular, ausência de aderência e reabsorção integral dos fios. Na microscopia, apuramos a média de vasos sangüíneos (158,5/139,3/172,1; p=0,293), de fibroblastos (351,6/345,8/354,3; p=0,311) e da porcentagem de tecido colágeno (44,0/45,5/48,5; p=0,422), respectivamente para as suturas com pontos separados, contínuo e contínuo ancorado. CONCLUSÕES: a técnica de histerorrafia na cesárea de coelhas (pontos simples, sutura contínua e contínua ancorada) não determinou diferenças estatísticas significantes em relação aos parâmetros macroscópicos e microscópicos avaliados.
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OBJECTIVE: To evaluate whether polymorphisms in the peroxisome proliferator-activated receptor-gamma coactivator-1 alpha (PPARGC1A) gene were related to body fat in Asian Indians. METHODS: Three polymorphisms of PPARGC1A gene, the Thr394Thr, Gly482Ser and +A2962G, were genotyped on 82 type 2 diabetic and 82 normal glucose tolerant (NGT) subjects randomly chosen from the Chennai Urban Rural Epidemiology Study using PCR-RFLP, and the nature of the variants were confirmed using direct sequencing. Linkage disequilibrium (LD) was estimated from the estimates of haplotypic frequencies using an expectation-maximization algorithm. Visceral, subcutaneous and total abdominal fat were measured using computed tomography, whereas dual X-ray absorptiometry was used to measure central abdominal and total body fat. RESULTS: None of the three polymorphisms studied were in LD. The genotype (0.59 vs 0.32, P=0.001) and allele (0.30 vs 0.17, P=0.007) frequencies of Thr394Thr polymorphism were significantly higher in type 2 diabetic subjects compared to those in NGT subjects. The odds ratio for diabetes (adjusted for age, sex and body mass index) for the susceptible genotype, XA (GA+AA) of Thr394Thr polymorphism, was 2.53 (95% confidence intervals: 1.30-5.04, P=0.009). Visceral and subcutaneous fat were significantly higher in NGT subjects with XA genotype of the Thr394Thr polymorphism compared to those with GG genotype (visceral fat: XA 148.2+/-46.9 vs GG 106.5+/-51.9 cm(2), P=0.001; subcutaneous fat: XA 271.8+/-167.1 vs GG 181.5+/-78.5 cm(2), P=0.001). Abdominal (XA 4521.9+/-1749.6 vs GG 3445.2+/-1443.4 g, P=0.004), central abdominal (XA 1689.0+/-524.0 vs GG 1228.5+/-438.7 g, P<0.0001) and non-abdominal fat (XA 18763.8+/-8789.4 vs GG 13160.4+/-4255.3 g, P<0.0001) were also significantly higher in the NGT subjects with XA genotype compared to those with GG genotype. The Gly482Ser and +A2962G polymorphisms were not associated with any of the body fat measures. CONCLUSION: Among Asian Indians, the Thr394Thr (G --> A) polymorphism is associated with increased total, visceral and subcutaneous body fat.
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Objetivos: avaliar a eficácia do acetato de medroxiprogesterona e do acetato de megestrol nas hiperplasias de endométrio. Métodos: foram incluídas, retrospectivamente 47 pacientes com sangramento uterino anormal, submetidas a curetagem uterina diagnóstica e/ou biópsia de endométrio, cujo achado histopatológico foi de hiperplasia de endométrio. Nas pacientes com hiperplasia sem atipia foi iniciado a terapêutica com acetato de medroxiprogesterona por via oral, na dose de 10 mg/dia durante 10-12 dias por mês. Nas com atipia, era utilizado o acetato de megestrol por via oral, dose de 160 mg/dia, uso contínuo. O período de tratamento variou de 3 a 18 meses. Biópsia de endométrio e/ou curetagem uterina de controle foram realizadas entre três e seis meses do início do tratamento e periodicamente para avaliar a resposta terapêutica. Resultados: foram analisadas 42 pacientes com hiperplasia endometrial sem atipia e cinco com atipia. A média de idade das pacientes foi de 49,5 ± 10,6 anos, sendo 70,2% com idade superior a 45 anos. O acetato de medroxiprogesterona foi eficaz em fazer regredir as hiperplasias sem atipias em 83,2% (35/42) e o acetato de megestrol em 80% (4/5) das hiperplasias com atipia. em 16,8% (7 casos) das hiperplasias sem atipia e em 20% (1 caso) das com atipia, ocorreu persistência das lesões, apesar do tratamento. em nenhum caso ocorreu progressão para câncer de endométrio, durante o período de seguimento que foi de 3 meses a 9 anos. No acompanhamento dessas pacientes, verificamos que 18 (38,3%) apresentaram amenorréia, em 12 (25,5%) ocorreu regularização do ciclo menstrual e 17 (36,2%) permaneceram com sangramento uterino anormal, sendo submetidas a histerectomia total abdominal. O exame anatomopatológico mostrou a persistência da lesão hiperplásica em oito casos, leiomioma em quatro, adenomiose em três, mio-hipertrofia uterina difusa em um caso e útero normal em outro, tendo havido regressão das lesões hiperplásicas nesses últimos nove casos. Conclusões: o tratamento das hiperplasias de endométrio com acetato de medroxiprogesterona e/ou acetato de megestrol, representa uma alternativa satisfatória para mulheres que desejam preservar o útero ou que tenham risco cirúrgico elevado. Entretanto, é necessário monitorização cuidadosa do endométrio, o que deve ser realizado pela avaliação dos sintomas, ultra-sonografia transvaginal e biópsia periódica.
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We report an unusual case of a 37-year-old woman who presented in 1980 with a serous papillary cystadenocarcinoma of the ovary. The patient refused any treatment and the patient was lost to follow-up for 6 years. After this period of time she returned with an extremely large, cutaneous, cauliflower-type of metastasis located in the lower abdominal wall and measuring 20 x 20 cm. She received two courses of chemotherapy treatment consisting of intraperitoneal cisplatin (100 mg/m2) and intravenous epirubicin (50 mg/m2) every 3 weeks. After the second course of chemotherapy she received cobalt radiotherapy (5000 cGy). Subsequently, she received four more courses of chemotherapy with dramatic remission of the cutaneous metastasis. Shortly after chemotherapy, the patient underwent a laparotomy consisting of the resection of the abdominal wall including the cutaneous metastasis completed by total abdominal hysterectomy, bilateral salpingo-oophorectomy, and omentectomy. The patient is well after the surgery and without any evidence of residual disease after 6 years of follow up. This description illustrates a rare example of ovarian cancer with skin metastases and favorable outcome. (C) 1994 Academic Press, Inc.
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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La hiperalgesia secundaria a la administración de remifentanil se ha documentado tanto en estudios animales como en estudios experimentales en humanos y ha aumentado su incidencia dado su uso cada vez más frecuente para el mantenimiento durante diferentes procedimientos anestésicos, anestesia general balanceada, anestesia total intravenosa y sedaciones. La hiperalgesia secundaria al uso de remifentanil es un proceso pro-nociceptivo relacionado pero que difiere de la tolerancia aguda, en el que los neurotransmisores excitatorios de N- metil D aspartato (NMDA) juegan un rol central. Por tanto la ketamina se ha utilizado en diferentes dosis para la prevención de dicha hiperalgesia sin que se haya establecido su efectividad para la prevención y tratamiento de esta condición. Se encontraron 8 estudios publicados en los últimos 10 años que proponen a la ketamina como una estrategia útil y efectiva el tratamiento de la hiperalgesia inducida por el uso de remifentanil. Los resultados demuestran que la ketamina es un tratamiento costo efectivo para el tratamiento de la hiperalgesia en diferentes poblaciones sometidas a diversos procedimientos quirúrgicos y anestésicos que incluyan la administración de remifentanil tanto en la inducción como en el mantenimiento anestésico sin generar efectos secundarios adicionales, así como que logra disminuir el consumo de opioides y la EVA en el posoperatorio.
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No presente trabalho foram colhidas amostras da aponeurose da linha alba abdominal de 26 pacientes com idades entre 26 e 75 anos, portadores de hérnias da parede abdominal anterior, para avaliação qualitativa e quantitativa do colágeno total, tipo I e III. Oito desses pacientes foram operados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), quatro no Hospital Pompéia de Caxias do Sul (HP) e 14 na Clínica Particular do autor (CPA) em Caxias do Sul. Todos os pacientes eram portadores de hérnias da parede abdominal anterior, sendo seis casos de hérnias incisionais, 11 casos de hérnias umbilicais e sete casos de hérnias epigástricas, um caso com duas hérnias: incisional e epigástrica e um outro caso também com duas hérnias, sendo uma epigástrica e outra umbilical. As amostras foram retiradas na linha média da linha alba, três centímetros acima da cicatriz umbilical e outra a dois centímetros abaixo dessa cicatriz. Uma vez no laboratório, as amostras foram subdivididas em duas. Em uma delas realizou-se a avaliação quantitativa do colágeno total e na outra a avaliação qualitativa dos colágenos tipo I e III. A avaliação quantitativa foi realizada por meio da coloração com picrosirius e contagem das fibras colágenas em microscópio de luz polarizada e análise digital por birrefringência, tendo sido utilizado o aplicativo Image Pro Plus (Media Cybernetics, Silver Spring, USA). A avaliação qualitativa foi feita por meio da imuno-histoquímica, com a utilização de anticorpos monoclonais anticolágeno tipo I e III. Os achados obtidos nesses pacientes foram comparados com os achados obtidos em um grupo-controle de cadáveres não formolizados do Instituto Médico Legal de Caxias do Sul. No grupo-controle de cadáveres sem hérnias, foram realizados os mesmos estudos dos pacientes cirúrgicos portadores de hérnias, para avaliar as diferenças das quantidades de colágeno total, tipo I e III entre os dois grupos. Os resultados mostraram que as quantidades de colágeno total eram 18,05% menores nos pacientes com hérnias da parede anterior do abdome, quando comparados com o grupo-controle de cadáveres sem hérnias (p 0,05). Já as quantidades do colágeno tipo I foram 20,50% menores nos pacientes (p 0,05). O mesmo ocorreu com o colágeno tipo III que apresentou uma percentagem 7,3% menor nesses mesmos pacientes (p = 0,383).
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Purpose: To test the hypothesis that ruptured abdominal aortic aneurysms (AAA) are globally weaker than unruptured ones. Methods: Four ruptured and seven unruptured AAA specimens were harvested whole from fresh cadavers during autopsies performed over an 18-month period. Multiple regionally distributed longitudinally oriented rectangular strips were cut from each AAA specimen for a total of 77 specimen strips. Strips were subjected to uniaxial extension until failure. Sections from approximately the strongest and weakest specimen strips were studied histologically and histochemically. From the load-extension data, failure tension, failure stress and failure strain were calculated. Rupture site characteristics such as location, arc length of rupture and orientation of rupture were also documented. Results: The failure tension, a measure of the tissue mechanical caliber was remarkably similar between ruptured and unruptured AAA (group mean +/- standard deviation of within-subject means: 11.2 +/- 2.3 versus 11.6 +/- 3.6 N/cin; p=0.866 by mixed model ANOVA). In post-hoc analysis, there was little difference between the groups in other measures of tissue mechanical caliber as well such as failure stress (95 +/- 28 versus 98 +/- 23 N/cm(2); p=0.870), failure strain (0.39 +/- 0.09 versus 0.36 +/- 0.09; p=0.705), wall thickness (1.7 +/- 0.4 versus 1.5 +/- 0.4 mm; p=0.470), and % coverage of collagen within tissue cross section (49.6 +/- 12.9% versus 60.8 +/- 9.6%; p=0.133). In the four ruptured AAA, primary rupture sites were on the lateral quadrants (two on left; one on left-posterior; one on right). Remarkably, all rupture lines had a longitudinal orientation and ranged from 1 to 6 cm in length. Conclusion: The findings are not consistent with the hypothesis that ruptured aortic aneurysms are globally weaker than unruptured ones. (C) 2011 Elsevier Ltd. All rights reserved.
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Preoperative progressive pneumoperitoneum (PPP) is a safe and effective procedure in the treatment of large incisional hernia (size > 10 cm in width or length) with loss of domain (LIHLD). There is no consensus in the literature on the amount of gas that must be insufflated in a PPP program or even how long it should be maintained. We describe a technique for calculating the hernia sac volume (HSV) and abdominal cavity volume (ACV) based on abdominal computerized tomography (ACT) scanning that eliminates the need for subjective criteria for inclusion in a PPP program and shows the amount of gas that must be insufflated into the abdominal cavity in the PPP program. Our technique is indicated for all patients with large or recurrent incisional hernias evaluated by a senior surgeon with suspected LIHLD. We reviewed our experience from 2001 to 2008 of 23 consecutive hernia surgical procedures of LIHLD undergoing preoperative evaluation with CT scanning and PPP. An ACT was required in all patients with suspected LIHLD in order to determine HSV and ACV. The PPP was performed only if the volume ratio HSV/ACV (VR = HSV/ACV) was a parts per thousand yen25% (VR a parts per thousand yen 25%). We have performed this procedure on 23 patients, with a mean age of 55.6 years (range 31-83). There were 16 women and 7 men with an average age of 55.6 years (range 31-83), and a mean BMI of 38.5 kg/m(2) (range 23-55.2). Almost all patients (21 of 23 patients-91.30%) were overweight; 43.5% (10 patients) were severely obese (obese class III). The mean calculated volumes for ACV and HSV were 9,410 ml (range 6,060-19,230 ml) and 4,500 ml (range 1,850-6,600 ml), respectively. The PPP is performed by permanent catheter placed in a minor surgical procedure. The total amount of CO(2) insufflated ranged from 2,000 to 7,000 ml (mean 4,000 ml). Patients required a mean of 10 PPP sessions (range 4-18) to achieve the desired volume of gas (that is the same volume that was calculated for the hernia sac). Since PPP sessions were performed once a day, 4-18 days were needed for preoperative preparation with PPP. The mean VR was 36% (ranged from 26 to 73%). We conclude that ACT provides objective data for volume calculation of both hernia sac and abdominal cavity and also for estimation of the volume of gas that should be insufflated into the abdominal cavity in PPP.
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Background: The high missed occult small bowel injuries (SBI) associated with laparoscopy in trauma (LIT) is a major reason why some surgeons still preclude LIT today. No standardized laparoscopic examination for evaluation of the peritoneal cavity is described for trauma. The objective of this article is to verify if a systematic standardized laparoscopic approach could correctly identify SBI in the peritoneal cavity for penetrating abdominal trauma (PAT). Methods: Victims with PAT were evaluated in a prospective, nonrandomized study. A total of 75 hemodynamically stable patients with suspected abdominal injuries were operated by LIT and converted to laparotomy if criteria were met: SBI and lesions to blind spot zones-retroperitoneal hematoma, injuries to segments VI or VII of the liver, or injuries to the posterior area of the spleen. Inclusion criteria were equivocal evidence of abdominal injuries or peritonea] penetration; systolic blood pressure >90 mm Hg and <3 L of IV fluids in the first hour of admission; Glasgow Coma Scale score >12; and age >12 years. Exclusion criteria were back injuries; pregnancy; previous laparotomy; and chronic cardiorespiratory disease. Results: Sixty patients were males and there were 38 stab wounds and 37 gunshot wounds. No SBI was missed, but a pancreatic lesion was undiagnosed due to a retroperitoneal hematoma. Twenty patients (26.6%) were converted. Unnecessary laparotomies were avoided in 73.33%. Therapeutic LIT was possible in 22.7%. Accuracy was 98.66% with 97.61% sensitivity and 100% specificity. Conclusions: Standard systematic laparoscopic exploration was 100% effective to detect SBI in the peritoneal cavity. Conversion from LIT to laparotomy should be done if injuries to blind spot zones are found which are poorly evaluated by LIT. Therapeutic LIT is feasible in PAT.
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Aim Chagas` disease is an endemic parasitosis found in Latin America. The disease affects different organs, such as heart, oesophagus, colon and rectum. Megacolon is the most frequent long-term complication, caused by damage to the myoenteric and submucous plexus, ultimately leading to a functional barrier to the faeces. Patients with severe constipation are managed surgically. The study aimed to analyse the 10-year minimum functional outcome after rectosigmoidectomy with posterior end-to-side anastomosis (RPESA). Method A total of 21 of 46 patients were available for follow up. Patients underwent clinical, radiological and manometric evaluation, and the results were compared with preoperative parameters. Results Of the 21 patients evaluated, 81% (17) were female, with a mean age of 60.6 years. Good function was achieved in all patients, with significant improvement in defaecatory frequency (P < 0.0001), usage of enemas (P < 0.0001) and patient satisfaction. Barium enema also showed resolution of the colonic and rectal dilatation in 19 cases evaluated postoperatively. Conclusion Minimal 10-year follow up of RPESA showed excellent functional results, with no recurrence of constipation.
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Background: Despite the extensive published data regarding the use of drains in surgery, it is still controversial. Most bariatric surgeons use drains as routinely. However, drains have sometimes have been shown to be unhelpful and even to increase the anastomotic leak rates. The purpose of the present study was to evaluate the peritoneal inflammatory response in the presence of a drain left in place until the seventh postoperative day after bariatric surgery. Methods: All patients who underwent open Roux-en-Y gastric bypass from February 2007 to August 2008 were prospectively evaluated. A 24F Blake drain was left in place for 7 days. The peritoneal effluent from the drain was collected for the determination of cytokine levels and for microbiologic analysis. Results: A total of 107 obese patients were studied. A marked increase in the levels of tumor necrosis factor-alpha and interleukin-1 beta was observed by the seventh postoperative day, even in patients without any abdominal complications. Bacterial contamination of the peritoneal effluent was also demonstrated. Conclusion: The results of our study have shown that at 7 days after surgery, a marked peritoneal inflammatory response and bacterial contamination are present. These findings could have resulted from the use of the drain for 7 postoperative days. (Surg Obes Relat Dis 2010;6:648-652.) (C) 2010 American Society for Metabolic and Bariatric Surgery. All rights reserved.
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A acumulação de tecido adiposo abdominal apresenta associação positiva com eventos cardiovasculares, pressão arterial e alterações metabólicas. Dentre os fatores de risco para o aumento da obesidade abdominal está o alto consumo de bebidas alcoólicas, particularmente a cerveja. O objetivo deste estudo foi identificar associação entre consumo de bebidas alcoólicas (CBA) e adiposidade abdominal. Trata-se de uma investigação de corte transversal conduzida a partir da linha de base do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil, composta por 15.105 indivíduos (35 a 74 anos). Foram analisadas variáveis antropométricas, socioeconômicas e consumo de bebidas alcoólicas e utilizados, para diagnóstico de obesidade abdominal, os pontos de corte da circunferência da cintura (CC) e relação cintura/quadril (RCQ) preconizados pela Organização Mundial de Saúde. O CBA foi categorizado em quintis. Teste de Kolmogorov-Smirnov foi utilizado para avaliar a normalidade das variáveis. A associação entre variáveis antropométricas e o CBA foi avaliada utilizando-se teste Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e teste qui-quadrado. Foram testados modelos de regressão linear e Poisson, ajustados por idade, sexo, IMC, tabagismo, atividade física, renda e escolaridade. A CC inadequada foi associada a maior CBA em toda amostra (1,03, IC95% 1,01-1,05) e em homens (1,05, IC95% 1,03-1,08). A RCQ inadequada foi associada a maior CBA tanto para o total da amostra (1,04, IC95% 1,01-1,06) como para mulheres (1,07, IC95% 1,03-1,12). Homens no quinto quintil de consumo de cerveja apresentaram chance 1,05 maior (IC95% 1,02-1,08) de ter a CC inadequada quando comparados aos que se encontravam no primeiro quintil. Já entre as mulheres a chance foi 1,16 (IC95% 1,13-1,20). Homens e mulheres no quinto quintil de consumo de cerveja tinham, respectivamente, 1,03 (IC95% 1,00-1,07) e 1,10 (IC95%1,04-1,15) vezes mais chance de apresentar RCQ inadequada. O consumo de vinho só foi associado a maior chance de ter CC aumentada entre mulheres (β=0,026, p<0,027). Neste estudo, o consumo de álcool foi associado positivamente com obesidade abdominal, sendo mais importante a contribuição da cerveja para aumento da CC e da RCQ.