55 resultados para carvedilol


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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Carvedilol is an antihypertensive drug available as a racemic mixture. (-)-(S)-carvedilol is responsible for the nonselective beta-blocker activity but both enantiomers present similar activity on a1-adrenergic receptor. To our knowledge, this is the first study of carvedilol enantiomers in human plasma using a chiral stationary phase column and liquid chromatography with tandem mass spectrometry. The method involves plasma extraction with diisopropyl ether using metoprolol as internal standard and direct separation of the carvedilol enantiomers on a Chirobiotic T (R) (Teicoplanin) column. Protonated ions [M + H]+ and their respective ion products were monitored at transitions of 407 > 100 for the carvedilol enantiomers and 268 > 116 for the internal standard. The quantification limit was 0.2 ng ml-1 for both enantiomers in plasma. The method was applied to study enantioselectivity in the pharmacokinetics of carvedilol administered as a single dose of 25 mg to a hypertensive patient. The results showed a higher plasma concentration of (+)-(R)-carvedilol (AUC08 205.52 vs. 82.61 (ng h) ml-1), with an enantiomer ratio of 2.48. Chirality, 2012. (C) 2012 Wiley Periodicals, Inc.

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Cisplatin is a highly effective chemotherapeutic drug; however, its use is limited by nephrotoxicity. Studies showed that the renal injury produced by cisplatin involves oxidative stress and cell death mediated by apoptosis and necrosis in proximal tubular cells. The use of antioxidants to decrease cisplatin-induced renal cell death was suggested as a potential therapeutic measure. In this study the possible protective effects of carvedilol, a beta blocker with antioxidant activity, was examined against cisplatin-induced apoptosis in HK-2 human kidney proximal tubular cells. The mitochondrial events involved in this protection were also investigated. Four groups were used: controls (C), cisplatin alone at 25 mu M (CIS), cisplatin 25 mu M plus carvedilol 50 mu M (CV + CIS), and carvedilol alone 50 mu M (CV). Cell viability, apoptosis, caspase-9, and caspase-3 were determined. Data demonstrated that carvedilol effectively increased cell viability and minimized caspase activation and apoptosis in HK-2 cells, indicating this may be a promising drug to reduce nephrotoxicity induced by cisplatin.

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Background: The aim of this study was to determine the effects of carvedilol on the costs related to the treatment of severe chronic heart failure (CHF). Methods: Costs for the treatment for heart failure within the National Health Service (NHS) in the United Kingdom (UK) were applied to resource utilisation data prospectively collected in all patients randomized into the Carvedilol Prospective Randomized Cumulative Survival (COPERNICUS) Study. Unit-specific, per them (hospital bed day) costs were used to calculate expenditures due to hospitalizations. We also included costs of carvedilol treatment, general practitioner surgery/office visits, hospital out-patient clinic visits and nursing home care based on estimates derived from validated patterns of clinical practice in the UK. Results: The estimated cost of carvedilol therapy and related ambulatory care for the 1156 patients assigned to active treatment was 530,771 pound (44.89 pound per patient/month of follow-up). However, patients assigned to carvedilol were hospitalised less often and accumulated fewer and less expensive days of admission. Consequently, the total estimated cost of hospital care was 3.49 pound million in the carvedilol group compared with 4.24 pound million for the 1133 patients in the placebo arm. The cost of post-discharge care was also less in the carvedilol than in the placebo group (479,200 pound vs. 548,300) pound. Overall, the cost per patient treated in the carvedilol group was 3948 pound compared to 4279 pound in the placebo group. This equated to a cost of 385.98 pound vs. 434.18 pound, respectively, per patient/month of follow-up: an 11.1% reduction in health care costs in favour of carvedilol. Conclusions: These findings suggest that not only can carvedilol treatment increase survival and reduce hospital admissions in patients with severe CHF but that it can also cut costs in the process.

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Objective: To understand the basis of the effectiveness of carvedilol in heart failure by determining its specific properties at human heart and beta(2)-adrenoceptors. Methods: The positive inotropic effects of noradrenaline (in the presence of the beta(2)-selective antagonist ICI118551) and adrenaline (in the presence of the beta(1)-selective antagonist CGP20712), mediated through beta(1)- and beta(2)-adrenoceptors, respectively, were investigated in atrial and ventricular trabeculae. The patch-clamp technique was used to investigate effects of noradrenaline and adrenaline on L-type Ca2+ current in human atrial myocytes. Results: Carvedilol was a 13-fold more potent competitive antagonist of the effects of adrenaline at 1 2-adrenoceptors (-logK(B) = 10.13 +/- 0.08) than of noradrenaline at beta(1)-adrenoceptors (-logK(B) = 9.02 +/- 0.07) in human right atrium. Chronic carvedilol treatment of patients with non-terminal heart failure reduced the inotropic sensitivity of atrial trabeculae to noradrenaline and adrenaline 5.6-fold and 91.2-fold, respectively, compared to beta(1)-blocker-treated patients, consistent with persistent preferential blockade of beta(2)-adrenoceptors. In terminal heart failure carvedilol treatment reduced 1.8-fold and 25.1-fold the sensitivity of right ventricular trabeculae to noradrenaline and adrenaline, respectively, but metoprolol treatment did not reduce the sensitivity to the catecholamines. Increases of current (I-Ca,I-L) produced by noradrenaline and adrenaline were not different in atrial myocytes obtained from non-terminal heart failure patients treated with metoprolol or carvedilol, consistent with dissociation of both beta-blockers from the receptors. Conclusions: Carvedilol blocks human cardiac beta(2)-adrenoceptors more than beta(1)-adrenoceptors, thereby conceivably contributing to the beneficial effects in heart failure. The persistent blockade of beta-adrenoceptors is attributed to accumulation of carvedilol in cardiac tissue. (c) 2005 European Society of Cardiology. Published by Elsevier B.V. All rights reserved.

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A periodontite é uma doença crônica inflamatória mediada por marcadores inflamatórios, tais como as citocinas: IL-1β, IL-10 e TNF-α, que provoca a destruição dos tecidos gengivais e osso alveolar, causando perda de inserção dentária e posterior perda dental. A perda óssea é causada pela ativação de prostaglandinas oriundas do ácido araquidônico, através da ação da enzima ciclooxigenase 2 (COX-2), promovendo a liberação de enzimas proteolíticas, as metaloproteinases de matriz, principalmente a MMP-2 e MMP-9, que promovem reabsorção óssea. Além disso, ocorre o desequilíbrio entre a ação de RANKL e OPG, havendo uma maior ativação de RANKL, e por consequência a maior ativação de osteoclastos e maior reabsorção óssea. Mediadores inflamatórios e espécies reativas de oxigênio (ROS) produzidos localmente possuem potencial para disseminar na corrente sanguínea e iniciar ou exacerbar doenças sistêmicas como as cardiovasculares. O tratamento atual da doença consiste em terapêutica local, mas a necessidade de estudos sobre fármacos de atuação sistêmica culminou nesta pesquisa, que realizou a avaliação dos fármacos: atorvastatin, carvedilol, olmesartan e telmisartan, quanto a sua ação anti-inflamatória sobre a doença periodontal induzida por ligadura em ratos Wistar. Os animais foram divididos em 5 grupos, para cada fármaco, separadamente: (NL) grupo não ligado, (L) grupo ligado sem tratamento, (1mg/Kg) grupo ligado que recebeu dose de 1mg/Kg de fármaco, (5 ou 6 mg/Kg) grupo ligado que recebeu dose de 5 ou 6 mg/Kg de fármaco, (10 mg/Kg) grupo ligado que recebeu dose de 10mg/Kg de fármaco. Foram realizadas avaliações: histopatológica, perda óssea alveolar, imuno-histoquímica (para COX-2, MMP-2, MMP-9, RANK-L, RANK e OPG), e ELISA (para mieloperoxidase, glutationa, malonaldeído e as citocinas: IL-1β, IL-10 e TNF-α). Os grupos tratados com olmesartana a 6 mg/Kg, e atorvastatin, carvedilol e telmisartan a 10mg/Kg, mostraram diminuição da perda óssea, redução de: MPO, MDA, IL-1β, TNF-α, MMP-2, MMP-9, COX-2, RANKL/RANK, e aumento na expressão da OPG e da IL-10.

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Introdução: Nas últimas décadas o cancro e as doenças cardiovasculares têm constituído as principais causas de mortalidade e morbilidade. Com os avanços recentes no tratamento do cancro foi possível aumentar a taxa de sobrevivência. Porém, o aparecimento de doenças cardiovasculares nesta população também é maior devido ao efeito da quimioterapia. O Doxorrubicina (DOX) é um antineoplásico que atua especificamente ao nível das mitocôndrias cardíacas com a consequente produção de espécies reativas de oxigénio (ERO). O seu uso está frequentemente associado à ocorrência de cardiotoxicidade. As evidências disponíveis mostram que o beneficio da (DOX) é maior quando é co-administrado um protetor cardíaco. O carvedilol (CV) é um b-bloqueante não seletivo que, para além das suas propriedades neuro, vasculo e cardioprotetoras, é também um excelente antioxidante. Objetivo: Combinar os resultados de melhor evidência científica de forma a avaliar os efeitos da cardiotoxicidade em doentes neoplásicos, causada pela indução da DOX e determinar a influência do CV na proteção cardíaca deste grupo de doentes. Métodos: A pesquisa realizou-se nas bases de dados eletrónicas da PubMed, B-On e CENTRAL e de forma manual, incluindo ensaios clínicos controlados randomizados até novembro de 2013. Analisou-se a mortalidade total, cardiovascular, as alterações na linha de base da FEVE, FS, a relação E/A e outros valores ecocardiográficos avaliados. Resultados: Foram incluídos 5 estudos que envolveram 336 pacientes: 157 pacientes do grupo de controlo de DOX e 179 do grupo de intervenção com o CV. O grupo de controlo com DOX apresenta maior risco de mortalidade total e cardiovascular, comparativamente com o grupo de intervenção em CV (RR = 0,317; IC 95% (0,121 - 0,831), p = 0,019). Obteve-se desta forma um valor de SMD de 0,1619 (SE=0,791). Pela análise do intervalo de confiança de 95% (0,0615-3,176) e do valor do teste t de Student (t=2,046) verificou-se que existem diferenças significativas nos valores da fração de ejeção em ambos os grupos, sendo este um resultado estatisticamente significativo já que p<0,05 (p=0,042). Relativamente à fração de encurtamento, verificou-se que não existem diferenças estatisticamente significativas em relação a cada grupo (t=0,700; p=0,485). Quanto à relação E/A, obteve-se um SMD = 0,0350 (SE = 0,152), a que corresponde o intervalo de confiança de 95%, (0,264 a 0,334). As diferenças encontradas nos grupos não são estatisticamente significativas já que o valor obtido (t=0,230; p=0,818) é superior a 0,05. Conclusão: Os pacientes do grupo de controlo de DOX apresentaram a maior probabilidade de morte por todas as causas, comparativamente com os pacientes do grupo de intervenção com CV. Contudo, o benefício do CV foi significativamente maior em relação aos valores ecocardiográficos avaliados, como FEVE, FS e relação E/A.

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Material utilizado para atividade prática sobre o processo de trabalho da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT).

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beta-blockers, as class, improve cardiac function and survival in heart failure (HF). However, the molecular mechanisms underlying these beneficial effects remain elusive. In the present study, metoprolol and carvedilol were used in doses that display comparable heart rate reduction to assess their beneficial effects in a genetic model of sympathetic hyperactivity-induced HF (alpha(2A)/alpha(2C)-ARKO mice). Five month-old HF mice were randomly assigned to receive either saline, metoprolol or carvedilol for 8 weeks and age-matched wild-type mice (WT) were used as controls. HF mice displayed baseline tachycardia, systolic dysfunction evaluated by echocardiography, 50% mortality rate, increased cardiac myocyte width (50%) and ventricular fibrosis (3-fold) compared with WT. All these responses were significantly improved by both treatments. Cardiomyocytes from HF mice showed reduced peak [Ca(2+)](i) transient (13%) using confocal microscopy imaging. Interestingly, while metoprolol improved [Ca(2+)](i) transient, carvedilol had no effect on peak [Ca(2+)](i) transient but also increased [Ca(2+)] transient decay dynamics. We then examined the influence of carvedilol in cardiac oxidative stress as an alternative target to explain its beneficial effects. Indeed, HF mice showed 10-fold decrease in cardiac reduced/oxidized glutathione ratio compared with WT, which was significantly improved only by carvedilol treatment. Taken together, we provide direct evidence that the beneficial effects of metoprolol were mainly associated with improved cardiac Ca(2+) transients and the net balance of cardiac Ca(2+) handling proteins while carvedilol preferentially improved cardiac redox state. (C) 2008 Elsevier Inc. All rights reserved.