983 resultados para Variabilidade Gen
Resumo:
Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Analise da variabilidade da frequencia cardiaca em mulheres na pos-menopausa sedentarias e treinadas
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O presente trabalho avaliou a variabilidade amostral dos parâmetros da distribuição gama, relativos a séries mensais de precipitação pluvial, nas regiões de Campinas-SP e Pelotas-RS, que têm dados para os períodos de 1890-2006 e 1890-2005, respectivamente. Assim, os espaços amostrais considerados foram de 58, 39 e 29 anos para Campinas e 58 e 29 anos para Pelotas. As análises foram feitas usando o teste da razão da máxima verossimilhança. Os resultados apontaram significativas alterações amostrais. Não houve indicações de tendências contínuas (redução ou aumento) no regime mensal de precipitação pluvial na região de Campinas-SP. Em contrapartida, esse teste indicou, para a localidade de Pelotas-RS, tendência de elevação no regime desse elemento meteorológico ocorrida entre as amostras relativas aos anos de 1948 a 1976 e 1977 a 2005.
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Este trabalho investiga a variabilidade do Sistema de Monções da América do Sul (SMAS) sobre o Brasil com particular interesse na região do cerrado brasileiro. O início, final e total de precipitação durante as monções de verão são examinados utilizando estimativas de precipitação por satélite (pêntadas) do Global Precipitation Climatology Project (GPCP) entre 1979-2004. Analogamente, as características do regime de monção simuladas pelo modelo climático global acoplado MIROC (Model for interdisciplinary Research on Climate) do IPCC (Intergovernmental Panel for Climate Change) são examinadas em dois cenários distintos: o clima do século XX (1981-2000) e o clima em uma condição com o dobro da concentração atual de CO2 (2xCO2) na atmosfera (2061-2080). Mostra-se que a variabilidade espacial do início da monção de verão sobre o cerrado na simulação do clima do século XX pelo MIROC corresponde bem às observações. Além disso, há indicação de uma mudança das caudas da distribuição sazonal da precipitação no Cerrado para um cenário com 2xCO2, comparativamente com o clima presente. Este resultado sugere uma mudança na probabilidade de ocorrência de eventos extremos (secos ou úmidos) em um cenário com 2xCO2 sobre o cerrado, o que de acordo com o MIROC, indica uma maior exposição da região às conseqüências de possíveis mudanças climáticas resultantes do aumento de gases de efeito estufa.
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This article includes a cladistic analysis of the tribe Hemirhipini. Are included 20 Hemirhipini genera (sensu Casari-Chen 1994), Saltamartinus Casari (1996b) (Hemirhipini), 6 genera excluded from Hemirhipini and kept in Agrypninae (formerly Pyrophorinae) (Casari-Chen 1993) and also, Aphileus Candèze (1857), Pyrophorus Billberg (1820) and Thoramus Sharp (1877). The type-species of the majority of genera and all species of the American genera (except Saltamartinus viduus (Chevrolat 1867)) are included. This analysis demonstrates that 30 genera belong to Hemirhipini: Abiphis Fleutiaux (1926), Alaolacon Candèze (1865), Alaomorphus Hauser (1900), Alaus Eschscholtz (1829), Aliteus Candèze (1857), Anthracalaus Fairmaire (1888), Aphileus Candèze (1857), Austrocalais Neboiss (1967), Calais Castelnau (1836), Catelanus Fleutiaux (1942), Chalcolepidius Eschscholtz (1829), Chalcolepis Candèze (1857), Conobajulus Van Zwaluwenburg (1940), Coryleus Fleutiaux (1942), Cryptalaus Ôhira (1967), Eleuphemus Hyslop (1921), Eumoeus Candèze (1874), Fusimorphus Fleutiaux (1942), Hemirhipus Latreille (1829), Lacais Fleutiaux (1942), Lycoreus Candèze (1857), Mocquerysia Fleutiaux (1899), Neocalais Girard (1971), Pherhimius Fleutiaux (1942), Phibisa Fleutiaux (1942), Propalaus gen. nov., Pseudocalais Girard (1971), Saltamartinus Casari (1996), Tetrigus Candèze (1857) and Thoramus Sharp (1877). The species included in Alaus do not make a monophyletic group and Propalaus gen. nov. is established to include Alaus alicii (Pjatakowa 1941) and A. haroldi (Candèze 1878). A description of Propalaus gen. nov. (type-species: Chalcolepidius haroldi Candèze, 1878) and a new key to Hemirhipini genera are also presented.
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FUNDAMENTO: A recuperação da freqüência cardíaca após o eletrocardiograma de esforço em esteira ergométrica é modulada pelo sistema nervoso autônomo. A análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) pode fornecer informações valiosas sobre o controle do sistema nervoso autônomo sobre o sistema cardiovascular. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi testar a hipótese de associação entre a recuperação da freqüência cardíaca após teste de esforço em esteira ergométrica e a variabilidade da freqüência cardíaca. MÉTODOS: Foram estudamos 485 indivíduos sem evidência de cardiopatia com média de idade de 42± 12,1 (faixa etária de 15 a 82) anos, 281 (57.9%) dos quais do sexo feminino, submetidos a um teste de esforço em esteira ergométrica e avaliação da VFC nos domínios do tempo (SDNN, SDANN, SDNNi, rMSSD e pNN50) e da freqüência (LF, HF, VLF e razão LF/HF) durante monitoramento eletrocardiográfico ambulatorial de 24 horas. RESULTADOS: A recuperação da freqüência cardíaca foi de 30 ± 12 batimentos no 1º minuto e 52± 13 batimentos no 2º minuto após o exercício. Os indivíduos mais jovens de recuperaram mais rápido do 2º ao 5º minuto após o exercício (r = 0,19-0,35, P < 0,05). As mulheres se recuperaram mais rápido que os homens (4 ± 1,1 batimentos a menos no 1º minuto, p < 0,001; 5,7 ± 1,2 batimentos a menos no 2º minuto, p < 0,01; e 4,1± 1,1 batimentos a menos no 3º minuto, p < 0.001). Não houve correlação significante entre a recuperação da freqüência cardíaca e a VFC no 1º e 2º minutos após o exercício. Os índices SDNN, SDANN, SDNNi, rMSSD e pNN50 só apresentaram uma correlação significante com a recuperação da freqüência cardíaca no 3º e 4º minutos. CONCLUSÃO: A hipótese de associação entre recuperação da freqüência cardíaca e VFC em 24 horas nos primeiros dois minutos após o exercício não foi comprovada neste estudo. A recuperação da freqüência cardíaca foi associada com idade e sexo.
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O conhecimento da variabilidade espacial dos atributos de um solo sob diferentes coberturas auxilia o estudo das alterações ocorridas em razão do manejo. O objetivo deste trabalho foi determinar, com uso da estatística clássica e geoestatística, a variabilidade espacial das frações texturais de um solo cultivado com pastagem e vegetação nativa. Amostras de solo foram coletadas na profundidade de 0-0,20m, nos pontos de cruzamento de uma malha, com intervalos regulares de 10m, totalizando 64 pontos em cada área. Na área de pastagem, as frações areia grossa e total apresentaram valores médios maiores em relação à vegetação nativa e correlações negativas com as altitudes dos pontos amostrais nas duas áreas. Todas as frações texturais apresentaram dependência espacial de moderada a alta nas duas áreas e com o patamar definido, com exceção da areia fina e do silte na pastagem. Grande parte dessa variabilidade ocorre em função da erosão hídrica.
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Sossego was the first Vale SAG mill operation to process copper-gold ore. It is located in the State of Para, southeastern Amazon region of Brazil. In the first three years of continuous operation, Vale investigated different alternatives for improving the circuit`s performance by investigating operating conditions, mainly focusing on the SAG mill. It was decided to further assess the performance of the comminution circuit as a function of ore characteristics. A comprehensive ore characterization program was then conducted, together with the calibration of mathematical models on the basis of surveys carried out at the industrial circuit. The simulator was then used to predict the throughput associated to each ore type, as well as to establish the optimized circuit configuration and tailored operating conditions. This paper describes in detail the main aspects of optimizing the industrial circuit performance, as well as the successful method for predicting the production as a function of ore characteristics and circuit configuration.
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Analysis of the 16S rDNA sequences of species currently assigned to the genus Herpetosiphon revealed intrageneric phylogenetic heterogeneity. The thermotolerant freshwater species Herpetosiphon geysericola is most closely related to the type species Herpetosiphon aurantiacus in the Chloroflexus Subdivision of the green non-sulfur bacteria, The marine species Herpetosiphon cohaerens, Herpetosiphon nigricans and Herpetosiphon persicus, on the other hand, were found to form a cluster with the sheathed bacterium Haliscomenobacter hydrossis in the Saprospira group of the Flexibacter-Bacteroides-Cytophaga (FBC) phylum. A proposal is made to transfer these marine species to the genus Lewinella gen. nov. as Lewinella cohaerens comb, nov., Lewinella nigricans comb. nov, and Lewinella persica comb. nov. The marine sheathed gliding bacterium Flexithrix dorotheae was also found to be a member of the FBC phylum but on a separate phylogenetic line to the marine herpetosiphons now assigned to the genus Lewinella.
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As a consequence of the transfer of the type species Conglomeromonas largomobilis subsp. largomobilis to the genus Azospirillum, the name of the genus Conglomeromonas must be changed in accordance with Rule 37a(1) of the International Code of Nomenclature of Bacteria. Consequently, it is proposed that the subspecies Conglomeromonas largomobilis subsp, parooensis be transferred to the genus Skermanella gen, nov. as the type species Skermanella parooensis gen, nov., sp, nov. This taxon belongs to an isolated subline of descent in the Azospirillum branch of the alpha-Proteobacteria. The spelling of the specific epithet of Azospirillum largomobile is corrected to Azospirillum largimobile.
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The phylogenetic relationships among members of the family Comamonadaceae and several unclassified strains were studied by direct sequencing of their PCR-amplified 16S rRNA genes. Based on the 16S rRNA gene sequence analysis, members of the family formed a coherent group. The closest relatives are species of the Rubrivivax sub-group: Leptothrix discophora, Ideonella dechloratans and Rubrivivax gelatinosus. The genus Hydrogenophaga formed two subclusters, as did the species of Acidovorax, whereas the five species of the genus [Aquaspirillum] were polyphyletic. Comamonas acidovorans was phylogenetically distant from the type species of Comamonas, Comamonas terrigena. On the basis of this work and previous studies, Comamonas acidovorans is removed from the genus Comamonas and renamed as Delftia acidovorans gen. nov., comb, nov. Descriptions of the new genus Delftia and of the type species Delftia acidovorans, for which the type strain is ATCC 15668(T), are presented.
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The new acanthocolpid genus Venusicola is erected for V. inusitatus sp, n. from the marine tuskfish Choerodon venustus from Heron Island on the southern Great Barrier Reef. This genus is unique in the family in having a greatly elongated ventral sucker with lateral apertural lips and a pavement of blunt spines lining the aperture.