1000 resultados para Tipo ideal


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A eficácia dos processos de descentralização sanitária está fortemente condicionada por fatores econômico-financeiros. Na primeira parte deste trabalho se analisa uma classificação dos processos de descentralização de serviços de saúde que distingue 4 tipos ideais. Para cada um deles são identificados os intrumentos de repasse de recursos mais adequados, assím como os condicionantes financeiros da sua eficácia. Na segunda parte o estudo é focalizado na experiência brasileira da década de 80. São analisadas as políticas de descentralização sanitária identificándo-se o tipo ideal ao que se aproximam os instrumentos financeiros que foram adotados na sua formulação. Posteriormente, é examinada a implementação das políticas desentralizadoras avaliándo-se a medida em que cada uma cumpríu com os condicionantes correspondentes.

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O objetivo do trabalho é compreender a configuração atual da administração pública brasileira a partir da identificação dos seus atributos caracterizadores, tomando como ponto de partida a rejeição da ideia de modelos rígidos e de ruptura entre esses modelos. Os caminhos teóricos percorridos, e que culminaram com a construção de um quadro teórico preliminar, contemplaram inicialmente: a análise histórico-conceitual das relações entre sociedade, Estado e administração pública; a análise da formação do Estado brasileiro desde o período colonial até os dias atuais; a apresentação das configurações da administração pública brasileira, consagradas pela literatura e seus respectivos atributos. Em seguida, foram resgatadas as bases teóricas da administração pública patrimonial, desde a ideia weberiana de dominação patrimonial até as contribuições de alguns interpretes do pensamento social brasileiro à luz da experiência nacional. Foram apresentadas as bases teóricas da administração pública burocrática, desde o tipo ideal weberiano de dominação racional-legal até a releitura do seu processo de implementação e desenvolvimento no Brasil. Também foram expostas as bases teóricas da administração pública gerencial, desde sua origem a nível mundial até os efeitos de seu marco inaugural no Brasil, o Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado. A pesquisa, predominantemente qualitativa, assumiu três tipologias: bibliográfica, documental e de campo, permitindo o emprego da triangulação. A pesquisa de campo processou-se por meio de nove entrevistas, com roteiro semi-estruturado, com experts em administração pública brasileira. Para a pesquisa documental, foram selecionadas, primordialmente fontes primárias, com ênfase em documentos oficiais, mas também matérias e reportagens em sites, jornais e revistas. Após a análise do conteúdo das entrevistas e dos documentos, chegou-se a quatro eixos temáticos, cada qual com suas respectivas unidades de significado, que permitiram identificar os atributos presentes na administração pública brasileira e definir sua configuração, são eles: a) heranças patrimonialistas, sendo elas o mandonismo (a personalização do poder), o clientelismo, o favoritismo e a cultura da corrupção; b) (dis)funções burocráticas, sendo elas o formalismo, a hierarquia de cargos e funções, a profissionalização do quadro administrativo e a (im)pessoalidade); c) práticas gerenciais, sendo elas a busca da efetividade, as técnicas do management, a governança e a gestão transparente e participativa; e d) novos arranjos do Estado em rede, sendo elas o Estado Global, a cultura da virtualidade, a lógica das redes e o governo eletrônico. Esses eixos permitiram a construção de um quadro final de interpretações que demonstra a presença de atributos patrimonialistas, burocráticos e gerenciais na administração pública brasileira, e também atributos do que se chama de administração pública em rede, principal achado da pesquisa, o que explica a sua configuração múltipla.

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The Solidary Economy is an area that has shown unusual traits to what is preached in the traditional economic organizations, even organizations that have very similar principles, as some cooperatives. This trait is approaching the concept of isonomy proposed by Ramos (1989). Given this context, and the notion that the isonomy is like a ideal type, the objective this work was to evidence particulars of isonomic environment the in economic and solidarity experiences, taking as an empirical research area the Grupo de Mulheres Decididas a Vencer, considered a solidary economic enterprise. For this, we used the descriptive-exploratory research of qualitative nature, where the object of such research is the know enterprise, therefore, also characterized as a case study, which were taken as research subjects six associates, they being the most active in the enterprise. From the five categories that characterize isonomy - minimum standards prescribing, self-gratifying activity, activities undertaken as a vocation, wide system of making decision and primaries interpersonal relations - and from the traits of a solidary economic enterprise the data analysis was built, through content analysis, specifically the categorial analysis. Given this context and reality in which it is Grupo de Mulheres Decididas a Vencer, with minimal rules and procedures for conducting activities, comparing them to a therapy, women choosing to insert in that environment, faced with a democratic space and unfettered bureaucracy in professional interpersonal relationships, in others words, an organizational space where they were shown signs of substantive rationality was possible to conclude that the Group will share experiences and characteristics of isonomy. This disclosure meets the multidimensional social that presupposes Paraecomomic Paradigm, enabling man to enter in different social environments of the economy in order to search for self-actualization

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Os parâmetros de análise social fornecidos pelos fundamentos da obra weberiana apontam algumas determinações necessárias à análise de fenômenos sociais. Defendendo uma sociologia capaz de compreender os sentidos e conexões presentes nas ações sociais, Weber propõe uma concepção específica de método e de objeto na sociologia, que se assenta na explicação de ações sociais individuais, sob condições determinadas, e busca, ao mesmo tempo, explicitar as significações das instituições sociais, nas quais os indivíduos agem, como resultantes também da ação humana. A partir de tais idéias, o breve ensaio ora apresentado, propõe-se a debater alguns elementos trabalhados nos conceitos weberianos de método e sociologia

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Pós-graduação em Educação - IBRC

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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O trabalho é um desdobramento de meu Trabalho de Conclusão de Curso e procura analisar padrões de escolha do cônjuge na interface entre teoria antropológica, literatura e etnografia, tendo como campo de análise a interação entre indivíduos em processo de casamento. O objetivo é compreender este fenômeno a partir da análise de 2376 registros de matrimônio, onde se estudou a estrutura e os perfis de casamentos ocorridos em Belém, entre 1995 e 2006. Busco, assim, avaliar os perfis dos cônjuges tendo como cenário as transformações sociais pelas quais passaram as sociedades ocidentais nos últimos séculos, cujo aparecimento da literatura romântica, do individualismo enquanto valor e de diferentes modelos de arranjos familiares, exerceu profunda influência no tipo de escolha afetivo-sexual dos indivíduos, e com isso no tipo ideal de parceiro com quem se quer/deve casar. Metodologicamente o trabalho se desenvolve a partir da revisão da literatura antropológica que trata do tema da escolha conjugal nas ciências sociais com ênfase nos estudos que abordam sua evolução histórica e conceitual, assim como numa análise pormenorizada do processo de escolha em três obras da romancista inglesa Jane Austen (Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, e Emma). Destaca também minha pesquisa junto ao Curso de Noivos da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém-PA, onde analisei, por meio das falas de seus freqüentadores, a experiência da escolha e o sentido de ser escolhido como cônjuge. Minha proposta com isto é tentar compreender não só os perfis de seleção e os discursos sobre o cônjuge preferencial, mas o porquê da escolha com vistas à união conjugal.

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En este artículo procuro elucidar el vínculo que David Hume establece entre religión y moral en los Diálogos sobre religión natural (1779). A la luz de esta temática pueden diferenciarse tres especies de religión: el teísmo mitigado, la religión vulgar y el teísmo moral. La primera variedad evita toda injerencia en la vida moral de las personas, en tanto que las dos últimas aspiran a regular el comportamiento. Por otra parte, si tomamos en cuenta el criterio de su existencia efectiva, el agrupamiento cambia: sólo los dos primeros tipos se dan en la realidad empírica, mientras que el tercero es un mero paradigma especulativo. Para esta clasificación tripartita resulta esencial, además, la disquisición acerca de la naturaleza divina. Ahora, en el marco de esta taxonomía, mi hipótesis central es que para Hume el teísmo moral es un mero tipo ideal con el cual algunos teólogos fantasean.

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La presente ponencia es una reflexión acerca de las formas de intervención de los sociólogos argentinos en el conflicto agropecuario patronal del año 2008 en argentina a través de los medios gráficos Clarín, La Nación y Página/12. Se parte de la idea de la profesionalización de la Carrera de Sociología en Argentina como un proceso histórico con avances y rupturas, donde el ejercicio de la disciplina se expresó en distintos roles y perfiles que, modo de tipo ideal se definen en intelectuales, expertos y militantes. A partir de un relevamiento de las intervenciones realizadas en los medios anteriormente mencionados por sociólogos y docentes universitarios de la Carrera en las distintas universidades públicas y privadas del país, se analizará el contenido de dichas intervenciones y la trayectoria biográfica de los sujetos identificados. Se propone realizar un abordaje descriptivo acerca de cómo los roles y perfiles de la sociología se imponen y entrecruzan en la producción de aquellos sociólogos que, a partir de los medios gráficos buscaron aportar herramientas sociológicas de comprensión y resolución en virtud del conflicto

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La problemática ambiental emerge en los años '70 de la mano de los primeros movimientos ambientalistas que levantan las banderas del ecologismo y la conservación de especies. A partir de allí, desde los espacios de poder se pondrá en práctica un intento de cierre discursivo, a partir del cual sus postulados serán resignificados por la política y los intereses capitalistas. Su objetivo será despojar a estos discursos de su carácter disruptivo, que sin embargo no logran acallar. En este trabajo nos ocuparemos de las empresas vinculadas a la producción agrícola, para indagar cómo éstas se han apropiado de los preceptos ambientalistas, legitimando su accionar en base a los principios de una sustentabilidad entendida en términos de aumento de productividad. A su vez, en esta reconstrucción de sentidos, nos acercaremos a explorar en la voz de los productores para indagar en que medida acciona sobre éstos el discurso verde las empresas. La incorporación del 'discurso verde' por parte del sector empresario abarca un amplio espectro. Ya sea en términos de 'responsabilidad social empresaria' o como estrategia de marketing para la divulgación de sus productos, 'pensar en verde' se ha vuelto rentable. En el caso de la agricultura este fenómeno tiene características particulares por tratarse de una actividad directamente relacionada con el uso y producción de bienes naturales. Teniendo en cuenta que este escenario fue uno de los primeros frentes de batalla de las denuncias ambientalistas por el uso de pesticidas (Carson, 1962; Bookchin, 1962), es notable cómo las empresas proveedoras de insumos agrícolas han logrado incorporar a sus estrategias de venta la utilización de postulados ambientales para su propio beneficio. Ello, además, implica la construcción de un 'tipo ideal' de productor-consumidor agrícola sustentable, consumidor en términos de tecnología e insumos que las empresas proveen, un paquete tecnológico cada vez más cerrado y excluyente. Es necesario aclarar que estas estrategias no se llevan adelante sin oposición, el agro es un campo de tensión continua, donde se enfrentan posturas contrarias sobre qué se entiende por 'sustentabilidad'. Este contexto ofrece una variedad de discursos y tecnologías contrapuestas que se presentan al productor a la hora de tomar sus decisiones acerca del uso del suelo. La exigencia social de producir de manera sustentable recae sobre estos agentes, aunque los criterios de qué implica esta forma de producción es un debate abierto con posturas antagónicas, donde las empresas, legitimándose en la ciencia y el avance tecnológico, ganan terreno

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La presente ponencia es una reflexión acerca de las formas de intervención de los sociólogos argentinos en el conflicto agropecuario patronal del año 2008 en argentina a través de los medios gráficos Clarín, La Nación y Página/12. Se parte de la idea de la profesionalización de la Carrera de Sociología en Argentina como un proceso histórico con avances y rupturas, donde el ejercicio de la disciplina se expresó en distintos roles y perfiles que, modo de tipo ideal se definen en intelectuales, expertos y militantes. A partir de un relevamiento de las intervenciones realizadas en los medios anteriormente mencionados por sociólogos y docentes universitarios de la Carrera en las distintas universidades públicas y privadas del país, se analizará el contenido de dichas intervenciones y la trayectoria biográfica de los sujetos identificados. Se propone realizar un abordaje descriptivo acerca de cómo los roles y perfiles de la sociología se imponen y entrecruzan en la producción de aquellos sociólogos que, a partir de los medios gráficos buscaron aportar herramientas sociológicas de comprensión y resolución en virtud del conflicto

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La problemática ambiental emerge en los años '70 de la mano de los primeros movimientos ambientalistas que levantan las banderas del ecologismo y la conservación de especies. A partir de allí, desde los espacios de poder se pondrá en práctica un intento de cierre discursivo, a partir del cual sus postulados serán resignificados por la política y los intereses capitalistas. Su objetivo será despojar a estos discursos de su carácter disruptivo, que sin embargo no logran acallar. En este trabajo nos ocuparemos de las empresas vinculadas a la producción agrícola, para indagar cómo éstas se han apropiado de los preceptos ambientalistas, legitimando su accionar en base a los principios de una sustentabilidad entendida en términos de aumento de productividad. A su vez, en esta reconstrucción de sentidos, nos acercaremos a explorar en la voz de los productores para indagar en que medida acciona sobre éstos el discurso verde las empresas. La incorporación del 'discurso verde' por parte del sector empresario abarca un amplio espectro. Ya sea en términos de 'responsabilidad social empresaria' o como estrategia de marketing para la divulgación de sus productos, 'pensar en verde' se ha vuelto rentable. En el caso de la agricultura este fenómeno tiene características particulares por tratarse de una actividad directamente relacionada con el uso y producción de bienes naturales. Teniendo en cuenta que este escenario fue uno de los primeros frentes de batalla de las denuncias ambientalistas por el uso de pesticidas (Carson, 1962; Bookchin, 1962), es notable cómo las empresas proveedoras de insumos agrícolas han logrado incorporar a sus estrategias de venta la utilización de postulados ambientales para su propio beneficio. Ello, además, implica la construcción de un 'tipo ideal' de productor-consumidor agrícola sustentable, consumidor en términos de tecnología e insumos que las empresas proveen, un paquete tecnológico cada vez más cerrado y excluyente. Es necesario aclarar que estas estrategias no se llevan adelante sin oposición, el agro es un campo de tensión continua, donde se enfrentan posturas contrarias sobre qué se entiende por 'sustentabilidad'. Este contexto ofrece una variedad de discursos y tecnologías contrapuestas que se presentan al productor a la hora de tomar sus decisiones acerca del uso del suelo. La exigencia social de producir de manera sustentable recae sobre estos agentes, aunque los criterios de qué implica esta forma de producción es un debate abierto con posturas antagónicas, donde las empresas, legitimándose en la ciencia y el avance tecnológico, ganan terreno

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