1000 resultados para Rodó, José Enrique - Crítica e interpretação
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La derrota del '98 (o "El triunfo de Calibán" según la crónica dariana) implicó para losmodernistas una revisión de los lazos con España que, luego de un largo período de rechazoiniciado con las independencias políticas de los países latinoamericanos, posibilitó no sólo unnuevo acercamiento a la cultura y la literatura españolas desde una posición culturalmente "independizada", sino un anclaje histórico y político para el imaginario latinoamericanista yreligador desplegado en su escritura. En este contexto (aunque habría que retrotraerse a laimagen de España elaborada por los latinoamericanos como resultado de los festejos del cuarto centenario de la Conquista en 1892), la lectura antiimperialista y "arielista" de LaTempestad de Shakespeare se transforma en un poderoso fenómeno de religación cultural para los latinoamericanos, tensionados entre la difícil búsqueda de autonomía estética y la intervención pública, pero conscientes de la necesidad de unión (simbólica y efectiva) para laformación de una literatura con caracteres propios en el mercado internacionalizado de lasletras.
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Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Música - Interpretação Artística
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Con el 'Desastre' del 98, la reacción antiimperialista del Modernismo implicó una revisión de sus afiliaciones culturales. Como se sabe, han sido frecuentes las críticas al hispanismo y al latinismo desplegados en la escritura modernista en tanto síntomas de un persistente 'colonialismo'. Este trabajo analiza las relaciones establecidas entre los escritores latinoamericanos y españoles a partir de la Derrota del 98 -las cuales eran promovidas a su vez por el Hispanismo peninsular desde los festejos del IV Centenario en 1892- y el modo en que los Modernistas piensan los lazos con España ante una situación que confirmaba la hegemonía sajona y la 'decadencia latina'. En este contexto la lectura 'antiimperialista' de La Tempestad de Shakespeare ('El triunfo de Calibán' de Darío, el Ariel de Rodó) se transforma en un poderoso fenómeno de religación en torno del cual se debaten las relaciones con la ex-Madre Patria. Para los modernistas, según nuestra lectura, la unión con la intelectualidad hispana implicaba el fortalecimiento de un sistema literario común en el mercado internacionalizado de la letras. En tal sistema, resultaba evidente hacia el fin de siglo el liderazgo de Darío y la posibilidad de que los latinoamericanos compititieran con los españoles en pie de igualdad
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La derrota del '98 (o "El triunfo de Calibán" según la crónica dariana) implicó para losmodernistas una revisión de los lazos con España que, luego de un largo período de rechazoiniciado con las independencias políticas de los países latinoamericanos, posibilitó no sólo unnuevo acercamiento a la cultura y la literatura españolas desde una posición culturalmente "independizada", sino un anclaje histórico y político para el imaginario latinoamericanista yreligador desplegado en su escritura. En este contexto (aunque habría que retrotraerse a laimagen de España elaborada por los latinoamericanos como resultado de los festejos del cuarto centenario de la Conquista en 1892), la lectura antiimperialista y "arielista" de LaTempestad de Shakespeare se transforma en un poderoso fenómeno de religación cultural para los latinoamericanos, tensionados entre la difícil búsqueda de autonomía estética y la intervención pública, pero conscientes de la necesidad de unión (simbólica y efectiva) para laformación de una literatura con caracteres propios en el mercado internacionalizado de lasletras.
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This flyer promotes the screening of the film "Cuban American" directed by José Enrique Pardo. The event was cosponsored by Univision. Screenings of the film were on May 31, 2014 and June 1, 2014.
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Fil: Devés Valdés, Eduardo.
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José Martí.--José Enrique Rodó.--Francisco García Calderón.--Rufino Blanco-Fombona.
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Cover title.
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Pós-graduação em Letras - FCLAS
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O presente estudo constitui-se em uma leitura fincada nos moldes estético-recepcionais do romance Grande sertão: veredas, do escritor João Guimarães Rosa (1908-1967). Após um estudo histórico-artístico das categorias de heróis apresentadas no decorrer da história literária universal e analisadas pela crítica, tais como na epopéia (herói épico), no medievo (herói medieval), na tragédia (herói trágico) e no romance (herói romanesco), incluindo a categoria de herói formulada por Georg Lukács: o herói demoníaco, bem como o herói na modernidade (herói moderno), apresentar-se-á um exame diferenciado da figura da persona baseado na tipologia teórico-crítica jaussiana de herói, que, por sua vez, será utilizado para consideração de um estudo interpretativo e de recepção crítica sobre a personagem na obra rosiana, sobretudo a partir de 1956. Dessa forma, demonstrar-se-á que a atualidade do tema é sustentada pelas obras literárias, que se oferecem como objetos de interrogação para o pensamento crítico, renovando os princípios teóricos de cada época. Para tanto, a análise volta-se para o estudo de importantes nomes da crítica literária no Brasil e no exterior, cuja seleção se deu em função da categoria do herói, tais como Manuel Cavalcanti Proença (1958), Mario Vargas Llosa (1966), Antonio Candido (1969), Walnice Nogueira Galvão (1972), Benedito Nunes (1982), Davi Arrigucci Jr (1994), José Antonio Pasta Jr (1999) e Ettore Finazzi-Agrò (2004), com a finalidade de compreender e explicitar a importância da reconstrução do horizonte de expectativa a partir da tríade hermenêutica que permite ao leitor participar da gênese do objeto estético, expandindo seu contexto e significações.
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Propõe-se um estudo acerca da recepção da obra de Paulo Coelho pela crítica literária e pelo leitor, envolvendo a indústria cultural, sob a perspectiva da Sociologia da Literatura. A pesquisa justifica-se pela grande proporção de leitores que a obra atinge: traduzida para 81 idiomas e lida em 168 países, tendo boa aceitação por diferentes perfis de leitores e por muitos críticos literários de outros países. No Brasil, a produção do escritor é recebida com uma certa reserva pela crítica literária. As intervenções da indústria cultural são discutidas por meio de um diálogo estabelecido entre Theodor W. Adorno, Max Horkheimer, Pierre Bourdieu, Umberto Eco, Luiz Costa Lima e Muniz Sodré. Em seguida, estabelece-se uma discussão sobre valor estético em relação à literatura contemporânea. Posteriormente, são mostradosos elementos temáticos recorrentes e a proximidade da narrativa coelhana com a oralidade, a partir da influência das canções compostas em parceria com Raul Seixas e da operação dos gêneros parábola e fábula.A recepção da crítica é analisada, baseando-se em estudos de Mário Maestri, Eloésio Paulo, teses e dissertações, artigos, entre outros. A recepção do leitor tem como aporte teórico Antonio Candido e Roger Chartier, dentre outros, apoiando-se na Estética da Recepção, especificamente nos estudos de Hans Robert Jauss e Regina Zilberman. É analisada a recepção da obra de Paulo Coelho pelos leitores da rede social Skoob, a fim de verificar o gênero, a idade,o nível de escolaridade, a condição socioeconômica e cultural e as impressões de leitura destes. Compreendendo esses sujeitos-leitores, historicamente, e valendo-se de outros aspectos (em vez dos estéticos) apontados pela Sociologia da Literatura, é possível estabelecer diálogos entre as preferências desses leitores com obras já legitimadas pela teoria e crítica literárias, ampliando o repertório destes e contribuindo para a mediação e a promoção da leitura, no Brasil.
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A reflexão sobre o conhecimento produzido pelos autores que marcaram e influenciaram gerações de pesquisadores no Brasil é um instrumental teórico importante para o avanço do pensamento científico na Sociologia. Neste sentido, propõe-se analisar a problemática agrária a partir do Sociólogo brasileiro José de Souza Martins. Esse autor, em uma série de livros e artigos ao longo da sua trajetória intelectual, forneceu-nos vários conceitos e interpretações significativas sobre o mundo rural brasileiro. Assim, dada a importância da contribuição de José de Souza Martins para o tema dos processos agrários, este estudo procura analisar parte da obra do autor, especialmente aquela que trata da reforma agrária, do papel dos mediadores nesse processo e os conceitos-chave principais presentes em sua obra. Os capítulos que se seguem analisam algumas fases do autor, a partir do final da década de 1970 até período recente, buscando evidenciar e analisar, em sua trajetória intelectual, as suas inspirações teóricas, ou seja, os autores que se tornaram referências para a construção do seu conhecimento, os conceitos-chave que marcaram sua obra, o papel dos mediadores – como a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, os Partidos Políticos – e, finalmente, ao longo dessa trajetória, os fatos, acontecimentos que interferiram em suas análises Duas hipóteses nortearam este trabalho, sendo a primeira a importância de alguns conceitos-chave como a “renda fundiária”, na análise do autor, e a segunda dizendo respeito à atuação dos mediadores principais da reforma agrária. Tais hipóteses foram, ao longo do trabalho, comprovadas, pois o conceito de “renda fundiária” permanece como referencial na obra de Martins, refletindo os interesses conflitantes existentes no espaço rural. Além disso, segundo a análise do autor, os mediadores continuam a exercer, de uma forma ou de outra, a condução da reforma agrária baseados em concepções do marxismo ortodoxo, que tem como sujeito principal da História a classe operária. Finalmente, esta investigação pôde ser realizada através da seleção de algumas obras emblemáticas do autor.