955 resultados para Proteínas proto-oncogênicas c-fos


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Utilizando as técnicas de imunoistoquímica e densitometria óptica, foi investigada a localização e a expressão da proteína c-Fos no SNC do caracol Megalobulimus abbreviatus. Neurônios imunorreativos foram encontrados nos gânglios cerebrais, pedais, parietal direito e visceral de caracóis submetidos ao estímulo térmico aversivo (50oC), e sacrificados em diferentes tempos (3, 6, 12, 18 e 24 h) após a estimulação. A análise da imunorreatividade à c-Fos através do método de medida da densidade óptica (DO) revelou uma diferença significativa no sentido de apresentar uma maior expressão (p<0,05) na área do lobo pedal do pós-cérebro do gânglio cerebral em relação às outras regiões analisadas no mesmo gânglio (mesocérebro, pró-cérebro e lobo pleural do pós-cérebro). Além disso, também houve expressão significativamente maior (p<0,05) quando comparada a densitometria da região do mesocérebro em relação ao lobo pleural do pós-cérebro nos grupos controle, 3h e 18h. O lobo pleural do pós-cérebro apresentou uma expressão significativamente menor (p<0,05) na imunorreatividade da proteína c-Fos quando comparado ao pró-cérebro em animais sacrificados 12h e 24h após e estímulo aversivo. Em relação ao grupo controle, a DO da proteína c-Fos não variou nos diferentes tempos de sacrifício quando comparada a mesma região do gânglio (cerebral, pedal, parietal direito ou visceral) ao longo do tempo na maioria das regiões. A única diferença estatisticamente significativa (p<0,05) foi encontrada no mesocérebro do gânglio de animais sacrificados 12 h após o estímulo térmico aversivo, mostrando uma diminuição da imunorreatividade. Nos animais tratados com salina (1ml) ou morfina (20mg/kg) 15 min antes do estímulo térmico aversivo, os mesmos grupos neuronais nos gânglios do SNC de M. abbreviatus mostraram imunomarcação à proteína c-Fos. Em relação ao grupo controle, observou-se uma expressão significativamente menor (p<0,01) na DO da imunorreatividade da proteína c-Fos nos neurônios anteriores do gânglio pedal nos animais sacrificados 3 h e 6 h após o estímulo térmico aversivo. No momento em que a comparação foi feita entre os grupos salina e morfina de animais sacrificados ao mesmo tempo, na grande maioria dos grupos observou-se uma diminuição na imunorreatividade da proteína c-Fos. Esta diferença, porém, mostrou-se significativa (p<0,01) no mesocérebro de animais do grupo 3h, no lobo pedal do pós cérebro de animais dos grupos 3 h, 6 h e 18 h, nos neurônios anteriores do gânglio pedal nos grupos 6 h e 12 h, nos neurônios mediais do gânglio pedal do grupo 3 h, nos neurônios posteriores do gânglio pedal do grupo 6 h, nos neurônios da região anterior do gânglio parietal direito no grupo 12 h e nos neurônios do gânglio visceral no grupo experimental 12 h. A diferença na DO da proteína c-Fos apresentou uma diminuição extremamente significativa (p<0,001) nos neurônios mediais do gânglio pedal de animais sacrificados 12 h após o estímulo térmico aversivo, nos neurônios posteriores do gânglio pedal dos animais sacrificados 12 h após o estímulo e nos neurônios do gânglio visceral dos animais do grupo experimental 6 h. A partir destes dados e da correlação com estudos realizados em M. abbreviatus para detecção de mediadores químicos envolvidos na nocicepção, podemos concluir que as áreas imunorreativas que apresentaram estas variações na densidade óptica da imunorreatividade à proteína c-Fos em diferentes tempos de sacrifício e tratamento com morfina estão envolvidas no processo nociceptivo neste caracol.

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A dor constitui uma experiência complexa, mediada por distintos sistemas de transmissão sendo integrados por diversos mecanismos neurais. Um dos modelos mais empregados para o estudo da dor neuropática é a secção nervosa periférica, a qual resulta em alterações neuroquímicas e neuroanatômicas em neurônios sensoriais primários e em seus territórios de projeção. Após a secção do nervo ciático, os mamíferos apresentam um aumento na expressão de genes precocemente expressos, como o c-Fos e o c-Jun, no corno dorsal da medula espinal. Animais não mamíferos, como os anfíbios, também vem sendo utilizados como modelos para os estudos dos mecanismos acerca da nocicepção. No presente estudo foi analisado o padrão de imunorreatividade à proteína c-Fos na medula espinal lombossacral e no gânglio da raiz dorsal (GRD) de rãs Rana catesbeiana em condições basais, bem como de rãs submetidas à manipulação e à secção do nervo ciático. Para isso foram utilizados animais adultos, de ambos os sexos, sendo que os mesmos foram sacrificados 3 dias após o procedimento cirúrgico. A técnica imunoistoquímica utilizada foi a do anticorpo não marcado de Sternberger (1979), sendo utilizado anticorpo primário do tipo policlonal, na concentração de 1:700. As alterações no padrão de imunorreatividade a esta proteína no GRD dos três grupos experimentais foram quantificadas através das técnicas de densitometria óptica e contagem neuronal. Para a quantificação da proteína c-Fos na medula espinal lombossacral dos 3 grupos experimentais, utilizou-se a técnica de western blot. Em GRD, a imunorreatividade foi mais pronunciada no citoplasma de neurônios de pequeno (10-20μm), médio (25-35μm), e grande 40-50μm) diâmetro dos 3 grupos experimentais. A manipulação e a secção do nervo ciático provocou aumento no número de núcleos imunorreativos de células de pequeno diâmetro. A densitometria óptica foi significativamente maior no citoplasma das células dos GRDs localizados ipsilateralmente quando comparada com aquela das células pertencentes aos GRDs localizados contralateralmente à lesão. Todavia, não houve diferenças estatisticamente significativa entre a imunorreatividade nuclear nos GRDs entre os 3 grupos experimentais. O número de células imunorreativas nestes gânglios não mostrou mudanças significativas nos 3 grupos experimentais. Na medula espinal, a imunorreatividade à proteína c-Fos ocorreu predominantemente em núcleos localizados nos campos terminais dorsal e ventral, na banda mediolateral, na região ventral medial do corno ventral e nos funículos lateral e ventral medial. Os neurônios motores sempre foram imunorreativos. A manipulação e a secção do nervo ciático resultaram em um acréscimo no número de núcleos imunorreativos localizados nos campos terminais dorsal e ventral, e banda mediolateral, sendo este aumento maior na região do campo terminal dorsal. As demais regiões não mostraram modificações significantes no padrão de imunorreatividade da proteína c-Fos. A expressão desta proteína não modificou significativamente nos 3 grupos experimentais. Estes resultados mostram que, em rãs, similar ao que ocorre em mamíferos, a ativação de fibras aferentes primárias ativam a proteína c-Fos. No entanto, diferente de mamíferos, esta proteína ocorre no citoplasma de células sensoriais. Assim, apesar das rãs constituírem excelentes modelos para o estudo do papel do c-Fos nos mecanismos da transmissão nociceptiva, os estudos futuros abordando esta questão deverão considerar esta particularidade das rãs.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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The inflation of an intravascular balloon positioned at the superior vena cava and right atrial junction (SVC-RAJ) reduces sodium or water intake induced by various experimental procedures (e.g. sodium depletion; hypovolaemia). In the present study we investigated if the stretch induced by a balloon at this site inhibits a rapid onset salt appetite, and if this procedure modifies the pattern of immunohistochemical labelling for Fos protein (Fos-ir) in the brain. Male Sprague-Dawley rats with SVC-RAJ balloons received a combined treatment of furosemide (Furo; 10 mg (kg bw)(-1)) plus a low dose of the angiotensin-converting enzyme inhibitor captopril (Cap; 5 mg (kg bw)(-1)). Balloon inflation greatly decreased the intake of 0.3 M NaCl for as long as the balloon was inflated. Balloon inflation over a 3 h period following Furo-Cap treatment decreased Fos-ir in the organum vasculosum of the lamina terminalis and the subfornical organ and increased Fos-ir in the lateral parabrachial nucleus and caudal ventrolateral medulla. The effect of balloon inflation was specific for sodium intake because it did not affect the drinking of diluted sweetened condensed milk. Balloon inflation and deflation also did not acutely change mean arterial pressure. These results suggest that activity in forebrain circumventricular organs and in hindbrain putative body fluid/cardiovascular regulatory regions is affected by loading low pressure mechanoreceptors at the SVC-RAJ, a manipulation that also attenuates salt appetite.

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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We recently reported that brief, remotely controlled intrameal hepatic-portal vein infusions of glucagon-like peptide-1 (GLP-1) reduced spontaneous meal size in rats. To investigate the neurobehavioural correlates of this effect, we equipped male Sprague-Dawley rats with hepatic-portal vein catheters and assessed (i) the effect on eating of remotely triggered infusions of GLP-1 (1 nmol/kg, 5 min) or vehicle during the first nocturnal meal after 3 h of food deprivation and (ii) the effect of identical infusions performed at dark onset on c-Fos expression in several brain areas involved in the control of eating. GLP-1 reduced (P < 0.05) the size of the first nocturnal meal and increased its satiety ratio. Also, GLP-1 increased (P < 0.05) the number of c-Fos-expressing cells in the nucleus tractus solitarii, the area postrema and the central nucleus of the amygdala, but not in the arcuate or paraventricular hypothalamic nuclei. These data suggest that the nucleus tractus solitarii, the area postrema and the central nucleus of the amygdala play a role in the eating-inhibitory actions of GLP-1 infused into the hepatic-portal vein; it remains to be established whether activation of these brain nuclei reflect satiation, aversion, or both.

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Human peripheral blood monocytes (HPBM) were isolated by centrifugal elutriation from mononuclear cell enriched fractions after routine plateletapheresis and the relationship between maturation of HPBM to macrophage-like cells and activation for tumoricidal activity determined. HPBM were cultured for various times in RPMI 1640 supplemented with 5% pooled human AB serum and cytotoxicity to $\sp{125}$IUDR labeled A375M, a human melanoma cell line, and TNF-$\alpha$ release determined by cytolysis of actinomycin D treated L929 cells. Freshly isolated HPBM or those exposed to recombinant IFN-$\gamma$(1.0 U/ml) were not cytolytic and did not release TNF-$\alpha$ into culture supernatants. Exposure to bacterial lipopolysaccharide (LPS, 1.0 $\upsilon$g/ml) stimulated cytolytic activity and release of TNF-$\alpha$. Maximal release of TNF-$\alpha$ protein occurred at 8 hrs and returned to baseline by 72 hrs. Expression of TNF-$\alpha$ protein was determined by Western blotting. Neither freshly isolated nor IFN-$\gamma$ treated HPBM expressed TNF protein at any time during in vitro culture. LPS treated HPBM maximally expressed the 17KD TNF-$\alpha$ protein at 8 hrs, and protein was not detected after 36 hrs of in vitro culture. Expression of TNF-$\alpha$ mRNA was determined by Northern blotting. Freshly isolated HPBM express TNF-$\alpha$ mRNA which decays to basal levels by 6 hrs of in vitro culture. IFN-$\gamma$ treatment maintains TNF-$\alpha$ mRNA expression for up to 48 hrs of culture, after which it is undetectable. LPS induces TNF-$\alpha$ mRNA after 30 minutes of exposure with maximal accumulation occurring between 4 to 8 hrs. TNF mRNA was not detected in control HPBM at any time after 6 hrs or IFN-$\gamma$ treated HPBM after 48 hrs of in vitro culture. A pulse of LPS the last 24 hrs of in vitro culture induces the accumulation of TNF-$\alpha$ mRNA in HPBM cultured for 3, 5, and 7 days, with the magnitude of induction decreasing approximately 10 fold between 3 and 7 days. Induction of TNF-$\alpha$ mRNA occurred in the absence of detectable TNF-$\alpha$ protein or supernatant activity. Maturation of HPBM to macrophage-like cells controls competence for activation, magnitude and duration of the activation response. ^

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Activation by growth factors of the Ras-dependent signaling cascade results in the induction of p90 ribosomal S6 kinases (p90rsk). These are translocated into the nucleus upon phosphorylation by mitogen-activated protein kinases, with which p90rsk are physically associated in the cytoplasm. In humans there are three isoforms of the p90rsk family, Rsk-1, Rsk-2, and Rsk-3, which are products of distinct genes. Although these isoforms are structurally very similar, little is known about their functional specificity. Recently, mutations in the Rsk-2 gene have been associated with the Coffin–Lowry syndrome (CLS). We have studied a fibroblast cell line established from a CLS patient that bears a nonfunctional Rsk-2. Here we document that in CLS fibroblasts there is a drastic attenuation in the induced Ser-133 phosphorylation of transcription factor CREB (cAMP response element-binding protein) in response to epidermal growth factor stimulation. The effect is specific, since response to serum, cAMP, and UV light is unaltered. Furthermore, epidermal growth factor-induced expression of c-fos is severely impaired in CLS fibroblasts despite normal phosphorylation of serum response factor and Elk-1. Finally, coexpression of Rsk-2 in transfected cells results in the activation of the c-fos promoter via the cAMP-responsive element. Thus, we establish a link in the transduction of a specific growth factor signal to changes in gene expression via the phosphorylation of CREB by Rsk-2.

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Estrogen has been implicated in brain functions related to affective state, including hormone-related affective disorders in women. Although some reports suggest that estrogen appears to decrease vulnerability to affective disorders in certain cases, the mechanisms involved are unknown. We used the forced swim test (FST), a paradigm used to test the efficacy of antidepressants, and addressed the hypotheses that estrogen alters behavior of ovariectomized rats in the FST and the FST-induced expression of c-fos, a marker for neuronal activity, in the rat forebrain. The behaviors displayed included struggling, swimming, and immobility. One hour after the beginning of the test on day 2, the animals were perfused, and the brains were processed for c-fos immunocytochemistry. On day 1, the estradiol benzoate-treated animals spent significantly less time struggling and virtually no time in immobility and spent most of the time swimming. Control rats spent significantly more time struggling or being immobile during a comparable period. On day 2, similar behavioral patterns with still more pronounced differences were observed between estradiol benzoate and ovariectomized control groups in struggling, immobility, and swimming. Analysis of the mean number of c-fos immunoreactive cell nuclei showed a significant reduction in the estradiol benzoate versus control groups in areas of the forebrain relating to sensory, contextual, and integrative processing. Our results suggest that estrogen-induced neurochemical changes in forebrain neurons may translate into an altered behavioral output in the affective domain.

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Mechanically stressed cells display increased levels of fos message and protein. Although the intracellular signaling pathways responsible for FOS induction have been extensively characterized, we still do not understand the nature of the primary cell mechanotransduction event responsible for converting an externally acting mechanical stressor into an intracellular signal cascade. We now report that plasma membrane disruption (PMD) is quantitatively correlated on a cell-by-cell basis with fos protein levels expressed in mechanically injured monolayers. When the population of PMD-affected cells in injured monolayers was selectively prevented from responding to the injury, the fos response was completely ablated, demonstrating that PMD is a requisite event. This PMD-dependent expression of fos protein did not require cell exposure to cues inherent in release from cell–cell contact inhibition or presented by denuded substratum, because it also occurred in subconfluent monolayers. Fos expression also could not be explained by factors released through PMD, because cell injury conditioned medium failed to elicit fos expression. Translocation of the transcription factor NF-κB into the nucleus may also be regulated by PMD, based on a quantitative correlation similar to that found with fos. We propose that PMD, by allowing a flux of normally impermeant molecules across the plasma membrane, mediates a previously unrecognized form of cell mechanotransduction. PMD may thereby lead to cell growth or hypertrophy responses such as those that are present normally in mechanically stressed skeletal muscle and pathologically in the cardiovascular system.

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Integrin-mediated adhesion induces several signaling pathways leading to regulation of gene transcription, control of cell cycle entry and survival from apoptosis. Here we investigate the involvement of the Janus kinase (JAK)/signal transducers and activators of transcription (STAT) pathway in integrin-mediated signaling. Plating primary human endothelial cells from umbilical cord and the human endothelial cell line ECV304 on matrix proteins or on antibody to β1- or αv-integrin subunits induces transient tyrosine phosphorylation of JAK2 and STAT5A. Consistent with a role for the JAK/STAT pathway in regulation of gene transcription, adhesion to matrix proteins leads to the formation of STAT5A-containing complexes with the serum-inducible element of c-fos promoter. Stable expression of a dominant negative form of STAT5A in NIH3T3 cells reduces fibronectin-induced c-fos mRNA expression, indicating the involvement of STAT5A in integrin-mediated c-fos transcription. Thus these data present a new integrin-dependent signaling mechanism involving the JAK/STAT pathway in response to cell–matrix interaction.