1000 resultados para Filosofia moderna Séc. XVIII


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Na primeira metade do século XVIII, duas revoltas sacudiram as capitanias do Par e do Maranho. A primeira delas teve como protagonista o procurador das cmaras de So Lus e Belm, Paulo da Silva Nunes que, no espao de quinze anos, acumulando documentos e renovando queixas apresentou um dos mais contundentes esboos de acusaes contra os jesutas, documento esse mais tarde utilizado por Pombal em sua campanha contra os regulares da Companhia. Nessa revolta, discutia-se a legalidade das formas de cativeiros dos ndios e o poder temporal dos aldeamentos indgenas por parte dos padres da Companhia, o que dificultava o acesso dos moradores mo-de-obra escrava. A segunda revolta teve como principal arquiteto um morador da cidade de So Lus chamado Gregrio de Andrade da Fonseca, que se rebelou contra alguns representantes da administrao local, especialmente os da Ouvidoria, que se opuseram aos privilgios que ele havia obtido graas s redes de clientela constitudas na regio. Essas revoltas possuem importncia capital por apresentar uma srie de elementos da cultura poltica que caracterizava as relaes entre os habitantes do Estado do Maranho com os segmentos estabelecidos na Corte.

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As capitanias do Maranho e do Piau foram palco de muitas guerras entre lusobrasileiros e ndios na primeira metade do século XVIII. Esta dissertao trata desses conflitos que aconteceram durante a expanso portuguesa nessa regio. A pesquisa procura analisar como o espao das capitanias do Maranho e Piau descrito nos relatos que tratam sobre as guerras, bem como a maneira pela qual as tropas contriburam para alterao na paisagem da regio. A dissertao reflete tambm sobre a composio dos espaos indgenas na paisagem colonial e as relaes que os grupos indgenas mantinham entre eles e com os luso-brasileiros. Outra discusso feita pela dissertao trata da maneira pela qual as guerras faziam parte das relaes de poder existentes no Estado do Maranho e Gro-Par e como a realizao delas dependia de interesses particulares.

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O objetivo deste trabalho discutir sobre o processo de militarizao da capitania do Gro-Par na primeira metade do século XVIII. Trata-se das polticas de defesa engendradas pela Coroa portuguesa para essa regio. Para a anlise utilizamos como objeto de estudo a tropa paga por ser esta a fora militar profissional na colnia, e ainda a responsvel por empreender aes de guerra e guarnio. Nesse sentido, este estudo procura desenvolver e discutir questes como: a representao das companhias pagas nas diversas correspondncias entre a colnia e o reino, e a partir disso perceber o estado militar da capitania; a composio da tropa por meio da anlise do recrutamento compulsrio e de seus mltiplos significados para os soldados e para a regio; e a mobilizao dessa fora de defesa atravs do mapeamento do destacamento de soldados e da movimentao de tropas no Gro-Par. Trata-se ainda, da implicao dessa mobilizao na famlia do recrutado.

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Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)

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O século XVIII Portugus foi, semelhana do resto da Europa, frtil em alteraes acadmicas, cientficas e ideolgicas. O desenvolvimento da cincia e da tcnica, o surgimento das primeiras mquinas, impulsionou a rea do saber, que atualmente chamamos de engenharia. Em Portugal ( poca ainda um imprio do qual fazia parte, entre outros, o Brasil), as escolas tcnicas e militares consolidam-se e surgem vrios engenheiros e militares de renome cujas obras se difundem pelo reino. Manuel de Azevedo Fortes (1660-1749), engenheiro-mor do reino Portugus, publicou, em 1728 e 1729, os dois tomos de uma das suas obras maiores, O Engenheiro Portugus, obra dedicada formao dos engenheiros na Academia Militar de Lisboa.. A primeira parte deste tratado aborda os conhecimentos matemticos que Azevedo Fortes considera essenciais na formao dos engenheiros. Na sua Geometria Especulativa, um manuscrito datado de 1724, aborda os elementos de geometria e trigonometria, sem esquecer as suas aplicaes. O Brigadeiro Jos Fernandes Pinto Alpoim (1700-1765), engenheiro que se destacou na arquitetura e fortificao do Brasil no século XVIII, publicou o Exame de Artilheiros em 1744 e Exame de Bombeiros em 1748, obras contendo os princpios da geometria e da trigonometria e as suas aplicaes engenharia militar que se destinavam ao ensino dos militares na Academia Militar do Rio de Janeiro, onde era professor. Nesta comunicao analisaremos a matemtica, em particular a geometria, presente nestas obras, salientando no s os contedos abordados mas a nfase dada s aplicaes desses contedos nos contextos militares da poca.

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L'exercici de l'arqueologia urbana a Tarragona ha perms la documentaci de restes arquitectniques del fort del Rei, bastit en el context de la Guerra de Successi. L'element ms significatiu s la documentaci d'una galeria i/o cam protegit que connectava aquest fort amb el de l'Oliva.

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O texto traz uma anlise sobre algumas das vrias interpretaes que defendem a existncia de uma relao entre a filosofia moderna e o experimentalismo e a fsica ockhamianas. Buscando esclarecer alguns dos pressupostos dessas interpretaes, o presente artigo sugere apontar alguns de seus limites, visando a uma descrio mais acurada do problema por elas enfrentado

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Universidade da Madeira

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Ce travail veut montrer que le scepticisme n‟est pas q‟un des principaux dfis pour la philosophie moderne jusqu‟a la dflagration da la Reforme Protestante, la redecouverte et la traduction des textes de Sexte Empirique. La reception de ce scepticisme n‟est q‟un des principaux facteurs qui determinent le noveau fondament da la philosophie moderne avec base dans la subjectivit. Dans ce contexte d‟un nouveau fondament de la philosophie sous la base de la subjectivit, Hegel aborde le problme du scepticisme. La pens developp par Hegel dans priode de Jena (1801-1807), principalement dans l‟crit de la Differance parmi les philosophies de Fichte e Schelling, et dans les articles du Journal Critic de Philosophie, Relation du scepticisme avec la philosophie et Foi et Savoir, part du dialogue avec la philosophie d‟idealisme allemand, qui est le point plus haut du subjectivisme dans la philosophie developp partir du retour du scepticisme. Hegel essaye travs l‟interpretation et la superation du scepticisme, tablir une nouvelle base pour la philosophie. Alors, le scepticisme, dans cette priode de la philosophie d‟Hegel, a la function d‟tre la negativit propre la authentique philosophie qui anante le point de vue des les philosophies de la subjectivit. Cette manire comme Hegel intgre la scepticisme sa philosophie, a son point plus haut dans la Phnomnologie de l Esprit. La figure du scepticisme parfait prsent dans l‟introduction de la Phnomnologie de l Esprit a la function de faire le passage du point de vue des philosophies de la subjectivit au point de vue espculatif da la raison

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Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)