793 resultados para Dynamic factor analysis
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Interpretation of quantitative trait locus (QTL) studies of agronomic traits is limited by lack of knowledge of biochemical pathways leading to trait expression. To more fully elucidate the biological significance of detected QTL, we chose a trait that is the product of a well-characterized pathway, namely the concentration of maysin, a C-glycosyl flavone, in silks of maize, Zea mays L. Maysin is a host-plant resistance factor against the corn earworm, Helicoverpa zea (Boddie). We determined silk maysin concentrations and restriction fragment length polymorphism genotypes at flavonoid pathway loci or linked markers for 285 F2 plants derived from the cross of lines GT114 and GT119. Single-factor analysis of variance indicated that the p1 region on chromosome 1 accounted for 58.0% of the phenotypic variance and showed additive gene action. The p1 locus is a transcription activator for portions of the flavonoid pathway. A second QTL, represented by marker umc 105a near the brown pericarp1 locus on chromosome 9, accounted for 10.8% of the variance. Gene action of this region was dominant for low maysin, but was only expressed in the presence of a functional p1 allele. The model explaining the greatest proportion of phenotypic variance (75.9%) included p1, umc105a, umc166b (chromosome 1), r1 (chromosome 10), and two epistatic interaction terms, p1 x umc105a and p1 x r1. Our results provide evidence that regulatory loci have a central role and that there is a complex interplay among different branches of the flavonoid pathway in the expression of this trait.
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desenvolvem capacidades dinâmicas. Um tipo de inovação é a inovação gerencial que trata de mudanças na maneira de gerir a empresa. As capacidades dinâmicas são responsáveis pela percepção de oportunidades e ameaças e ajustamento da organização respondendo a elas. Tais capacidades causam o desenvolvimento de flexibilidade. Assim, o objetivo deste trabalho é relacionar a adoção de práticas de inovação gerencial à sua contribuição para o desenvolvimento de capacidades dinâmicas, medidas por meio da flexibilidade. O estudo é importante pela pequena atenção dada aos fatores organizacionais nos estudos de inovação, do pequeno número de pesquisas empíricas sobre capacidades dinâmicas e do desconhecimento dos mecanismos que atuam nessas capacidades. Para atender ao objetivo foi realizada uma pesquisa descritiva com etapas qualitativa e quantitativa. Na etapa qualitativa foram listadas práticas de inovação gerencial encontradas na bibliografia. Um painel de especialistas classificou essas práticas de acordo com os tipos de inovação gerencial. Na etapa quantitativa foi feito um levantamento usando questionário estruturado aplicado online no qual se mediu a adoção das práticas de inovação gerencial e uma escala pré-existente mediu a flexibilidade. A lista de respondentes foi obtida da Brasscom, do prêmio Great Place to Work, do Anuário Informática Hoje e Anuário Telecom. Compuseram a população da pesquisa 343 empresas escolhidas por conveniência. O questionário foi enviado para indivíduos do nível estratégico e foram obtidas respostas de 102 empresas. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva, análise fatorial exploratória e modelagem de equações estruturais. Os resultados mostram que entre as empresas do setor de TIC as práticas de organização do local de trabalho são as mais adotadas, e que as empresas que mais adotam inovação e são mais flexíveis são empresas entre 13 e 21 anos de idade, de capital estrangeiro ou misto, e que atuam também no Exterior. Verificou-se ainda que a flexibilidade estratégica, estrutural e operacional compõem as capacidades dinâmicas que por sua vez são afetadas pela adoção de inovação gerencial, especialmente das práticas de negócio. Para as empresas recomenda-se cuidado na adoção de práticas, para que estas não precisem ser abandonadas causando perda de flexibilidade. Nesse processo a atuação proativa dos gestores contribui para manter o ciclo de inovação gerencial funcionando. Como contribuição para a academia, destaca-se uma maior compreensão de como as capacidades dinâmicas são colocadas em prática e a medida dessa capacidade por meio da flexibilidade. Para pesquisas futuras recomendam-se estudos que identifiquem causas e consequências do abandono de práticas de inovação gerencial e a comprovação do modelo com dados de outros setores. Conclui-se que maior atenção deve ser dada ao estudo da inovação gerencial e seus efeitos sobre as capacidades dinâmicas.
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Operational capabilities são caracterizadas como um recurso interno da firma e fonte de vantagem competitiva. Porém, a literatura de estratégia de operações fornece uma definição constitutiva inadequada para as operational capabilities, desconsiderando a relativização dos diferentes contextos, a limitação da base empírica, e não explorando adequadamente a extensa literatura sobre práticas operacionais. Quando as práticas operacionais são operacionalizadas no ambiente interno da firma, elas podem ser incorporadas as rotinas organizacionais, e através do conhecimento tácito da produção se transformar em operational capabilities, criando assim barreiras à imitação. Apesar disso, poucos são os pesquisadores que exploram as práticas operacionais como antecedentes das operational capabilities. Baseado na revisão da literatura, nós investigamos a natureza das operational capabilities; a relação entre práticas operacionais e operational capabilities; os tipos de operational capabilities que são caracterizadas no ambiente interno da firma; e o impacto das operational capabilities no desempenho operacional. Nós conduzimos uma pesquisa de método misto. Na etapa qualitativa, nós conduzimos estudos de casos múltiplos com quatro firmas, duas multinacionais americanas que operam no Brasil, e duas firmas brasileiras. Nós coletamos os dados através de entrevistas semi-estruturadas com questões semi-abertas. Elas foram baseadas na revisão da literatura sobre práticas operacionais e operational capabilities. As entrevistas foram conduzidas pessoalmente. No total 73 entrevistas foram realizadas (21 no primeiro caso, 18 no segundo caso, 18 no terceiro caso, e 16 no quarto caso). Todas as entrevistas foram gravadas e transcritas literalmente. Nós usamos o sotware NVivo. Na etapa quantitativa, nossa amostra foi composta por 206 firmas. O questionário foi criado a partir de uma extensa revisão da literatura e também a partir dos resultados da fase qualitativa. O método Q-sort foi realizado. Um pré-teste foi conduzido com gerentes de produção. Foram realizadas medidas para reduzir Variância de Método Comum. No total dez escalas foram utilizadas. 1) Melhoria Contínua; 2) Gerenciamento da Informação; 3) Aprendizagem; 4) Suporte ao Cliente; 5) Inovação; 6) Eficiência Operacional; 7) Flexibilidade; 8) Customização; 9) Gerenciamento dos Fornecedores; e 10) Desempenho Operacional. Nós usamos análise fatorial confirmatória para confirmar a validade de confiabilidade, conteúdo, convergente, e discriminante. Os dados foram analisados com o uso de regressões múltiplas. Nossos principais resultados foram: Primeiro, a relação das práticas operacionais como antecedentes das operational capabilities. Segundo, a criação de uma tipologia dividida em dois construtos. O primeiro construto foi chamado de Standalone Capabilities. O grupo consiste de zero order capabilities tais como Suporte ao Cliente, Inovação, Eficiência Operacional, Flexibilidade, e Gerenciamento dos Fornecedores. Estas operational capabilities têm por objetivo melhorar os processos da firma. Elas têm uma relação direta com desempenho operacional. O segundo construto foi chamado de Across-the-Board Capabilities. Ele é composto por first order capabilities tais como Aprendizagem Contínua e Gerenciamento da Informação. Estas operational capabilities são consideradas dinâmicas e possuem o papel de reconfigurar as Standalone Capabilities.
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Two late Quaternary sediment cores from the northern Cape Basin in the eastern South Atlantic Ocean were analyzed for their benthic foraminiferal content and benthic stable carbon isotope composition. The locations of the cores were selected such that both of them presently are bathed by North Atlantic Deep Water (NADW) and past changes in deep water circulation should be recorded simultaneously at both locations. However, the areas are different in terms of primary production. One core was recovered from the nutrient-depleted Walvis Ridge area, whereas the other one is from the continental slope just below the coastal upwelling mixing area where present day organic matter fluxes are shown to be moderately high. Recent data served as the basis for the interpretation of the late Quaternary faunal fluctuations and the paleoceanographic reconstruction. During the last 450,000 years, NADW flux into the eastern South Atlantic Ocean has been restricted to interglacial periods, with the strongest dominance of a NADW-driven deep water circulation during interglacial stages 1, 9 and 11. At the continental margin, high productivity faunas and very low epibenthic d13C values indicate enhanced fluxes of organic matter during glacial periods. This can be attributed to a glacial increase and lateral extension of coastal upwelling. The long term glacial-interglacial paleoproductivity cycles are superimposed by high-frequency variations with a period of about 23,000 yr. Enhanced productivity in surface waters above the Walvis Ridge, far from the coast, is indicated during glacial stages 8, 10 and 12. During these periods, cold, nutrient-rich filaments from the mixing area were probably driven as far as to the southeastern flank of the Walvis Ridge.
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Errata slip inserted.
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Objective: Expectancies about the outcomes of alcohol consumption are widely accepted as important determinants of drinking. This construct is increasingly recognized as a significant element of psychological interventions for alcohol-related problems. Much effort has been invested in producing reliable and valid instruments to measure this construct for research and clinical purposes, but very few have had their factor structure subjected to adequate validation. Among them, the Drinking Expectancies Questionnaire (DEQ) was developed to address some theoretical and design issues with earlier expectancy scales. Exploratory factor analyses, in addition to validity and reliability analyses, were performed when the original questionnaire was developed. The object of this study was to undertake a confirmatory analysis of the factor structure of the DEQ. Method: Confirmatory factor analysis through LISREL 8 was performed using a randomly split sample of 679 drinkers. Results: Results suggested that a new 5-factor model, which differs slightly from the original 6-factor version, was a more robust measure of expectancies. A new method of scoring the DEQ consistent with this factor structure is presented. Conclusions: The present study shows more robust psychometric properties of the DEQ using the new factor structure.
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Aims The aims of this study are to develop and validate a measure to screen for a range of gambling-related cognitions (GRC) in gamblers. Design and participants A total of 968 volunteers were recruited from a community-based population. They were divided randomly into two groups. Principal axis factoring with varimax rotation was performed on group one and confirmatory factor analysis (CFA) was used on group two to confirm the best-fitted solution. Measurements The Gambling Related Cognition Scale (GRCS) was developed for this study and the South Oaks Gambling Screen (SOGS), the Motivation Towards Gambling Scale (MTGS) and the Depression Anxiety Stress Scale (DASS-2 1) were used for validation. Findings Exploratory factor analysis performed using half the sample indicated five factors, which included interpretative control/bias (GRCS-IB), illusion of control (GRCS-IC), predictive control (GRCS-PC), gambling-related expectancies (GRCS-GE) and a perceived inability to stop gambling (GRCS-IS). These accounted for 70% of the total variance. Using the other half of the sample, CFA confirmed that the five-factor solution fitted the data most effectively. Cronbach's alpha coefficients for the factors ranged from 0.77 to 0.91, and 0.93 for the overall scale. Conclusions This paper demonstrated that the 23-item GRCS has good psychometric properties and thus is a useful instrument for identifying GRC among non-clinical gamblers. It provides the first step towards devising/adapting similar tools for problem gamblers as well as developing more specialized instruments to assess particular domains of GRC.
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The urge to gamble is a physiological, psychological, or emotional motivational state, often associated with continued gambling. The authors developed and validated the 6-item Gambling Urge Questionnaire (GUS), which was based on the 8-item Alcohol Urge Questionnaire (M. J. Bohn, D. D. Krahn, & B. A. Staehler, 1995), using 968 community-based participants. Exploratory factor analysis using half of the sample indicated a 1-factor solution that accounted for 55.18% of the total variance. This was confirmed using confirmatory factor analysis with the other half of the sample. The GUS had a Cronbach's alpha coefficient of .81. Concurrent, predictive, and criterion-related validity of the GUS were good, suggesting that the GUS is a valid and reliable instrument for assessing gambling urges among nonclinical gamblers.
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Morningness scales have been translated into several languages, but it lack of normative data and methodological differences make cross-cultural comparisons difficult. This study examines the psychometric properties and factor structure of the Composite Scale of Morningness (CSM) in samples from five countries: France (n = 627), Italy (n, = 702), Spain (n = 391), Thailand (n. = 503), and Australia (17 = 654). Strong national differences are identified. A quadratic relationship between age and CSM total score was apparent in the Australian data with a downward trend after age 35 yrs. There was no age effect in air), sample in the range from 18 to 29 yrs. Factor analysis identified a three-factor solution in all groups for both men and women. Tucker's congruence coefficients indicate that: (1) this solution is highly congruent between sexes in each culture, and (2) a morning affect factor is highly congruent between cultures. These results indicate there are national differences in factorial structure and that cut-off scores used to categorize participants as morning- and evening-types should be established for different cultural and age groups.