999 resultados para uso de medicamentos
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OBJETIVO: Estimar a prevalência da sonolência diurna excessiva (SDE) e identificar os fatores associados em mulheres de 35 a 49 anos de idade do "Projeto de Saúde de Pindamonhangaba" (PROSAPIN). MÉTODOS: O estudo foi observacional transversal com 372 mulheres com idade entre 35 e 49 anos selecionadas aleatoriamente da Estratégia Saúde da Família (ESF) do município de Pindamonhangaba, São Paulo, onde é desenvolvido o "Projeto de Saúde de Pindamonhangaba" (PROSAPIN). A SDE foi avaliada por entrevista utilizando a Escala de Sonolência de Epworth e os fatores associados por meio de questões que investigaram as características sócio-demográficas, a história ginecológica, a presença de comorbidades, o estilo de vida, a rotina de sono e o uso de medicamentos capazes de alterar o estado de alerta, além de mensuradas as variáveis antropométricas. Estimou-se a prevalência da SDE com intervalo de confiança de 95% (IC 95%) e foram identificados os fatores associados por meio de um modelo de regressão logística múltipla realizado no Programa Stata, versão 10.0. RESULTADOS: A prevalência da SDE foi de 18,5% (IC 95%: 14,7- 22,9) e os fatores associados foram: profissão relacionada a serviços domésticos (OR = 2,2; IC 95%: 1,1-4,3), nível de atividade física acima da média da população estudada (OR = 1,9; IC 95%: 1,1-3,4); e a presença de características sugestivas de ansiedade (OR = 1,9; IC 95%: 1,1-3,4). CONCLUSÃO: A prevalência da SDE em mulheres de 35 a 49 anos do PROSAPIN foi elevada e associada à característica sociodemográfica, à presença de comorbidades e ao estilo de vida.
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Objective: To evaluate the hearing status of patients being treated for pulmonary tuberculosis at referral hospitals in Brazil. Methods: This was a descriptive study involving 97 male and female inpatients/outpatients between 18 and 60 years of age who were undergoing treatment for active pulmonary tuberculosis at one of two referral hospitals in the state of Rio de Janeiro. After being interviewed, all of the patients underwent pure tone audiometry. Results: OF the 97 patients studied, 65 (67%) were male, 52 (54%) were receiving first-line treatment, and 45 (46%) were receiving second-line treatment, which included aminoglycosides. Smoking, alcohol consumption, exposure to noise, and ototoxic medication use were identified in 65 (67%), 51 (53%), 53 (55%), and 45 (46.4%) of the patients, respectively. The most common auditory and vestibular complaints were dizziness, in 28 patients (28.8%); tinnitus, in 27 (27.8%); and hypoacusis, in 23 (23.7%). Conclusions: Due to the great number of patients with hearing loss in the present study, we recommend that all patients under tuberculosis treatment be submitted to auditory monitoring.
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Estudo exploratório-descritivo que objetivou descrever variáveis sociodemográficas e de saúde dos cuidadores de idosos com Alzheimer, associando os cuidados realizados à resiliência. Participaram do estudo 101 cuidadores, maiores de 18 anos, que acompanhavam os idosos em unidade básica e em hospital público, no ano 2009. Foram aplicados questionários para perfil, Inventário de Depressão de Beck e Escala de Resiliência. Realizada análise estatística dos dados. A maioria dos cuidadores eram mulheres, sem depressão, recebia ajuda de outras pessoas para cuidar e possuía alto grau de resiliência. Houve associação significativa da resiliência com as variáveis: grau de parentesco, tratamento médico, uso de medicamentos, cansaço, esgotamento, desânimo e saúde mental do cuidador. Saúde física foi associada, significativamente, à experiência no cuidado, sendo que 82 idosos tinham prejuízos cognitivos graves. O idoso no contexto familiar pode ser beneficiado quando o cuidador é mais resiliente.
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Erros médicos preveníveis(EMP) em hospitais excedem às mortes causadas por acidentes automobilísticos, câncer de mama e AIDS. O Institute of Medicine estima até 98.000 mortes causadas por EMP. O risco é aumentado quando os EMPs ocorrem em pacientes criticamente enfermos ou com medicações que variam com o peso do paciente. A demora da primeira prescrição é uma preocupação em UTI. Fadiga e sobrecarga podem comprometer a segurança numa UTI pediátrica. Objetivos: Comparar a funcionalidade de um Sistema Especialista(SE) experimental com a prescrição médica convencional Materiais/Métodos: Após termo de consentimento, pediatras de um hospital universitário são convidados a fazer a prescrição de 10 itens medicamentosos completos(soro de manutenção, adenosina, adrenalina, atropina, difenilhidantoína, vancomicina , ceftadizima, anfotericina_B, dobutamina, fentanil) para uma criança hipotética. Comparou-se a prescrição convencional com a prescrição feita no SE, após um treinamento prévio de 2 minutos. Uma equipe(médicos, enfermeiras e farmacêuticas) avaliaram os EMPs. Comparações feitas pelo X2, teste exato de fisher, teste t-student pareado ou Wilconson, quando aplicáveis. Significância considerada: p<0.05. Resultados:13 médicos residentes e 7 assistentes participaram do estudo com tempo médio de formação de 10,1+/-9 anos . Constatados 57 casos de EMP (9 ilegibilidades, 23 omissões, 6 erros de dose, 14 erros de diluição e 5 erros de velocidade de infusão) pela prescrição convencional comparado com 1 duplicação de medicação na prescrição por SE(p<0,001). O tempo médio de prescrição dos 10 medicamentos utilizando a abordagem ONE TOUCH do SE foi de 22,4 +/- 5,6 segundos_[13-36 segundos] e estava significantemente abaixo do tempo de prescrição convencional (média:557 +/- 164 segundos; p=0,00088). O tempo médio de prescrição com SE foi 27 vezes(IC95% 21,5- 32,5)) mais rápido que a convencional com economia de 89,1 minutos em uma UTI de 10 leitos. Conclusão:Embora não infalível, o uso de SE requer pouco tempo de treinamento e resulta em significante diminuição de erros e sobrecarga de trabalho.
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Introduction and Objectives: With the population ageing, there is a growing number of people who have several comorbidities and make use of a variety of drugs. These factors lead to a greater predisposition to adverse drug events, as well as to medication errors. The clinical pharmacist is the most indicated health professional to target these issues. The aims of this study were to analyze the profile of medication reconciliation and assess the role of the clinical pharmacist regarding medication adherence. Material and Methods: Prospective observational cohort study conducted from Jan-Mar 2013 at the Surgical Clinic of the University Hospital of the University of Sao Paulo. 117 admitted patients - over the age of 18 years, under continuous medication use and with length of hospitalization up to 120h - were included. Discrepancies were classified as intentional/unintentional and according to their risk to cause harm, and interventions were divided into accepted/not accepted. Medication adherence was measured by Morisky questionnaire. Results and Conclusions: Only 30% of hospital prescriptions showed no discrepancies between the medications that the patient was using at home and those which were being prescribed at the hospital and more than one third of those had the potential to cause moderate discomfort or clinical deterioration. One third of total discrepancies were classified as unintentional. About 90% of the interventions were accepted by the medical staff. In addition, about 63% of patients had poor adherence to drug therapy. The study revealed the importance of the medication reconciliation at patient admission, ensuring greater safety and therapeutic efficacy of the treatment during hospitalization, and orienting the patient at discharge, assuring the therapy safety.
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Lesbianas y Feministas por la descriminalización del aborto y el Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS) presentaron hoy el Quinto Informe de atención de la línea Aborto: más información, menos riesgos, en la sede del CELS, ciudad de Buenos Aires. La presentación del informe estuvo a cargo de Luciana Sánchez y Cecilia Ruiz, de Lesbianas y Feministas, y luego se abrirá un espacio de debate con Gastón Chillier, director ejecutivo del CELS, Silvina Ramos, socióloga e investigadora titular del Centro de Estado y Sociedad (Cedes), y Mario Wainfeld, periodista de Página 12 y Radio Nacional. El informe busca dar cuenta de la realidad de las mujeres que abortan en la Argentina a través de los datos que arrojan los llamados que se reciben en la Línea... y también tiene como objetivo erradicar algunos mitos sobre el uso de medicamentos para interrumpir un embarazo.
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Se presentarán los resultados de un estudio denominado "Consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes de la Universidad Nacional de San Luis 2009". Investigaciones anteriores (OAD, 2006) evidencian el consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes universitarios, mostrando que la institución universitaria no se encuentra exenta de esta problemática. El estudio indagó la presencia de comportamientos de consumo de sustancias psicoactivas, la modalidad de presentación del fenómeno y las dificultades de los estudiantes para la consecución de sus estudios universitarios. Los resultados aportan información para el desarrollo de estrategias de prevención del consumo de sustancias psicoactivas en esta comunidad universitaria. Se siguió un diseño de tipo exploratorio descriptivo. La muestra, no aleatoria, estuvo conformada por 507 estudiantes de las diversas facultades y carreras de la UNSL. Para la recolección de datos se utilizó un 'Cuestionario autoadministrado' (Vavassori, D., 2003), anónimo y voluntario. Este instrumento indagó acerca de los datos que permitieron caracterizar sociodemográficamente a la muestra, sobre la situación académica de los sujetos, y acerca de la presentación de la conducta de consumo de una o varias sustancias psicoactivas. Los resultados dejan en evidencia que de la totalidad de la muestra (507 estudiantes) consumen algún tipo de sustancia tóxica 395 sujetos (77,9) Discriminados por el tipo de sustancia consumen alcohol el 70,2de los estudiantes, tabaco el 28,8, medicamentos el 14,6y sustancias ilegales el 9,9. Respecto a los datos en función de las variables sexo y edad de los sujetos, se observó que son los varones quienes más consumen sustancias psicoactivas legales, mientras que las mujeres consumen más sustancias ilegales en comparación con los primeros. El uso de alcohol es mayor en el grupo que tienen entre 19 y 26 años (72,9), el uso de tabaco tuvo una alta prevalencia en el grupo de 31 a 34 años; el uso de medicamentos en el grupo de sujetos que tienen más de 35 años (44,4); el mayor consumo de sustancias ilegales se observó en el grupo que tiene entre 19 y 22 años. Se observó un importante porcentaje de estudiantes que consumen alcohol durante los fines de semana El consumo de alcohol se asocia con el alivio de estados de malestar y tensión. El hecho que una gran cantidad de estudiantes consuman alcohol durante el fin de semana, se presentacomo un aspecto que podría llegar a considerarse un abuso de esta sustancia psicoactiva en la medida en que este consumo se regularice. Los resultados muestran que lasustancia psicoactiva ilegal de mayor consumo es la marihuana, en menor medida la ingesta de cocaína. El consumo de estas drogas adquiere características recreativas, en función de la frecuencia, modalidad y lugar de consumo. La mitad de los sujetos que usan sustancias ilegales no ha cursado deforma regular su carrera universitaria, tienen dificultades para rendir exámenes finales y no están satisfechos con su rendimiento académico. Se concluye que hay un grupo pequeño de estudiantes en situación de riesgo respecto al consumo y una serie de factores de riesgo que podrían incidir en el consumo de sustancias (personales, familiares y sociales), sobre los cuales debería focalizarse toda acción preventiva primaria. Es preciso reflexionar sobre el papel que debe cumplir la UNSL, como institución formadora de profesionales, en el desarrollo de políticas y acciones de prevención primaria. Los resultados de este estudio aportan la información necesaria para un diagnóstico situacional sobre el consumo de sustancias piscoactivas, punto de partida primordial para diseñar, planificar y ejecutar en conjunto acciones preventivas dirigidas a esta comunidad universitaria
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Se presentarán los resultados de un estudio denominado "Consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes de la Universidad Nacional de San Luis 2009". Investigaciones anteriores (OAD, 2006) evidencian el consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes universitarios, mostrando que la institución universitaria no se encuentra exenta de esta problemática. El estudio indagó la presencia de comportamientos de consumo de sustancias psicoactivas, la modalidad de presentación del fenómeno y las dificultades de los estudiantes para la consecución de sus estudios universitarios. Los resultados aportan información para el desarrollo de estrategias de prevención del consumo de sustancias psicoactivas en esta comunidad universitaria. Se siguió un diseño de tipo exploratorio descriptivo. La muestra, no aleatoria, estuvo conformada por 507 estudiantes de las diversas facultades y carreras de la UNSL. Para la recolección de datos se utilizó un 'Cuestionario autoadministrado' (Vavassori, D., 2003), anónimo y voluntario. Este instrumento indagó acerca de los datos que permitieron caracterizar sociodemográficamente a la muestra, sobre la situación académica de los sujetos, y acerca de la presentación de la conducta de consumo de una o varias sustancias psicoactivas. Los resultados dejan en evidencia que de la totalidad de la muestra (507 estudiantes) consumen algún tipo de sustancia tóxica 395 sujetos (77,9) Discriminados por el tipo de sustancia consumen alcohol el 70,2de los estudiantes, tabaco el 28,8, medicamentos el 14,6y sustancias ilegales el 9,9. Respecto a los datos en función de las variables sexo y edad de los sujetos, se observó que son los varones quienes más consumen sustancias psicoactivas legales, mientras que las mujeres consumen más sustancias ilegales en comparación con los primeros. El uso de alcohol es mayor en el grupo que tienen entre 19 y 26 años (72,9), el uso de tabaco tuvo una alta prevalencia en el grupo de 31 a 34 años; el uso de medicamentos en el grupo de sujetos que tienen más de 35 años (44,4); el mayor consumo de sustancias ilegales se observó en el grupo que tiene entre 19 y 22 años. Se observó un importante porcentaje de estudiantes que consumen alcohol durante los fines de semana El consumo de alcohol se asocia con el alivio de estados de malestar y tensión. El hecho que una gran cantidad de estudiantes consuman alcohol durante el fin de semana, se presentacomo un aspecto que podría llegar a considerarse un abuso de esta sustancia psicoactiva en la medida en que este consumo se regularice. Los resultados muestran que lasustancia psicoactiva ilegal de mayor consumo es la marihuana, en menor medida la ingesta de cocaína. El consumo de estas drogas adquiere características recreativas, en función de la frecuencia, modalidad y lugar de consumo. La mitad de los sujetos que usan sustancias ilegales no ha cursado deforma regular su carrera universitaria, tienen dificultades para rendir exámenes finales y no están satisfechos con su rendimiento académico. Se concluye que hay un grupo pequeño de estudiantes en situación de riesgo respecto al consumo y una serie de factores de riesgo que podrían incidir en el consumo de sustancias (personales, familiares y sociales), sobre los cuales debería focalizarse toda acción preventiva primaria. Es preciso reflexionar sobre el papel que debe cumplir la UNSL, como institución formadora de profesionales, en el desarrollo de políticas y acciones de prevención primaria. Los resultados de este estudio aportan la información necesaria para un diagnóstico situacional sobre el consumo de sustancias piscoactivas, punto de partida primordial para diseñar, planificar y ejecutar en conjunto acciones preventivas dirigidas a esta comunidad universitaria
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Se presentarán los resultados de un estudio denominado "Consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes de la Universidad Nacional de San Luis 2009". Investigaciones anteriores (OAD, 2006) evidencian el consumo de sustancias psicoactivas en estudiantes universitarios, mostrando que la institución universitaria no se encuentra exenta de esta problemática. El estudio indagó la presencia de comportamientos de consumo de sustancias psicoactivas, la modalidad de presentación del fenómeno y las dificultades de los estudiantes para la consecución de sus estudios universitarios. Los resultados aportan información para el desarrollo de estrategias de prevención del consumo de sustancias psicoactivas en esta comunidad universitaria. Se siguió un diseño de tipo exploratorio descriptivo. La muestra, no aleatoria, estuvo conformada por 507 estudiantes de las diversas facultades y carreras de la UNSL. Para la recolección de datos se utilizó un 'Cuestionario autoadministrado' (Vavassori, D., 2003), anónimo y voluntario. Este instrumento indagó acerca de los datos que permitieron caracterizar sociodemográficamente a la muestra, sobre la situación académica de los sujetos, y acerca de la presentación de la conducta de consumo de una o varias sustancias psicoactivas. Los resultados dejan en evidencia que de la totalidad de la muestra (507 estudiantes) consumen algún tipo de sustancia tóxica 395 sujetos (77,9) Discriminados por el tipo de sustancia consumen alcohol el 70,2de los estudiantes, tabaco el 28,8, medicamentos el 14,6y sustancias ilegales el 9,9. Respecto a los datos en función de las variables sexo y edad de los sujetos, se observó que son los varones quienes más consumen sustancias psicoactivas legales, mientras que las mujeres consumen más sustancias ilegales en comparación con los primeros. El uso de alcohol es mayor en el grupo que tienen entre 19 y 26 años (72,9), el uso de tabaco tuvo una alta prevalencia en el grupo de 31 a 34 años; el uso de medicamentos en el grupo de sujetos que tienen más de 35 años (44,4); el mayor consumo de sustancias ilegales se observó en el grupo que tiene entre 19 y 22 años. Se observó un importante porcentaje de estudiantes que consumen alcohol durante los fines de semana El consumo de alcohol se asocia con el alivio de estados de malestar y tensión. El hecho que una gran cantidad de estudiantes consuman alcohol durante el fin de semana, se presentacomo un aspecto que podría llegar a considerarse un abuso de esta sustancia psicoactiva en la medida en que este consumo se regularice. Los resultados muestran que lasustancia psicoactiva ilegal de mayor consumo es la marihuana, en menor medida la ingesta de cocaína. El consumo de estas drogas adquiere características recreativas, en función de la frecuencia, modalidad y lugar de consumo. La mitad de los sujetos que usan sustancias ilegales no ha cursado deforma regular su carrera universitaria, tienen dificultades para rendir exámenes finales y no están satisfechos con su rendimiento académico. Se concluye que hay un grupo pequeño de estudiantes en situación de riesgo respecto al consumo y una serie de factores de riesgo que podrían incidir en el consumo de sustancias (personales, familiares y sociales), sobre los cuales debería focalizarse toda acción preventiva primaria. Es preciso reflexionar sobre el papel que debe cumplir la UNSL, como institución formadora de profesionales, en el desarrollo de políticas y acciones de prevención primaria. Los resultados de este estudio aportan la información necesaria para un diagnóstico situacional sobre el consumo de sustancias piscoactivas, punto de partida primordial para diseñar, planificar y ejecutar en conjunto acciones preventivas dirigidas a esta comunidad universitaria
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Introdução O nível de atividade física (NAF) insuficiente e estado nutricional (EN) inadequado conferem risco de desenvolvimento de hipertensão arterial e diabete, bem como dificultam o controle destas doenças. Assim, infere-se que os custos despendidos pelo SUS com medicamentos, internações e consultas de hipertensos e diabéticos apresentem relação inversa com NAF, incluindo a prática de caminhada e EN. Entretanto, estudos epidemiológicos que descrevam estes custos e analisem essas associações na população idosa são inexistentes no Brasil, o que dificulta a fundamentação para a implementação de políticas publicas para a economia de recursos. Objetivo Descrever os custos com procedimentos de saúde de idosos hipertensos e diabéticos e verificar qual a sua associação com NAF e EN, segundo sexo e grupos etários. Métodos A amostra foi constituída por 806 idosos com autorreferência à hipertensão e/ou diabete ( 60 anos) residentes no município de São PauloSP, participantes das três coortes do Estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento SABE - em 2010. A variável dependente custo total anual (em Reais), foi estimada com base nos dados autorreferidos sobre uso de medicamentos, uso dos serviços ambulatoriais e internações hospitalares, retroativos a um ano da coleta de dados. A variáveis explanatórias: i) NAF foi estimada a partir de entrevista utilizando o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ, versão curta), classificando os idosos segundo duração da realização de atividades físicas moderada, em ativos ( 150 minutos/semana) e insuficientemente ativos (< 150 minutos/semana); ii) Prática de caminhada, categorizada segundo frequência semanal: a) 4 dias/ semana; b) 1 a 3 dias/semana; c) não caminha. iii) EN, identificado pelo índice de massa corporal (IMC), classificando os idosos em dois grupos: a) IMC < 28 kg/ m²; b) IMC 28 kg/ m² (excesso de peso); as variáveis de controle foram o sexo, grupos etários (a. 70 anos; b. 65 a 69 anos; c. 60 a 64 anos); estado civil (a. casado; b. outros) e, escolaridade (a. sem escolaridade; b. 1 ano). A descrição dos custos segundo as NAF e EN foi representada pelos valores de média e IC95 por cento , mediana e P25 P75, valores mínimos e máximos. Modelos de regressão logística múltipla foram empregados para analisar as associações entre variáveis dependentes e explanatórias. O nível de significância foi estabelecido em 5 por cento e todas as análises foram realizadas considerando amostras complexas, por meio do software Stata, 13.0. 9 Resultados: A média de custo total anual por pessoa foi de R$ 732,54 e a soma dos custos relativa a 12 meses para os 806 idosos foi de R$ 609.587,20, sempre superiores para idosos em excesso de peso, com NAF insuficiente e para idosos que não caminham. Idosos em excesso de peso apresentaram chance 50 por cento superior de estarem no grupo de maior custo total anual (OR 1.49, IC95 por cento 1.01 2.18) e mais de 70 por cento superior de maior custo com medicamentos (OR 1.71, IC95 por cento 1.18 2.47). A ausência de caminhada significou a chance superior para maiores custos anuais com medicamentos (OR 1.63, IC95 por cento 1.06 2.51) e custos totais (OR 1.82, IC95 por cento 1.17 2.81). Todas as análises ajustadas por sexo e idade. O NAF não se associou aos custos totais e custo com medicamentos (p>0.05). Conclusão: Os custos para o controle de HAS e DM em idosos são altos e se associam inversamente à prática de caminhada e ao estado nutricional, especialmente em relação ao custo com o uso de medicamentos antihipertensivos e hipoglicemiantes.
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A adesão ao tratamento ocorre quando o conselho médico ou de saúde coincide com o comportamento do indivíduo, ao uso de medicamentos, cumprimento da dieta e mudanças no estilo de vida, não sendo, portanto, um ato não passivo do paciente. Em pacientes com hipertensão arterial sistêmica a adesão ao tratamento pode ser definida como o grau de cumprimento das medidas terapêuticas indicadas, sejam elas medicamentosas ou não, com o objetivo de manter a pressão arterial em níveis pressóricos normais. A não adesão em pacientes com doenças crônicas em tratamento a longo prazo em países desenvolvidos é em média de 50%, revelando a importância de serem avaliados os motivos que levam a esse comportamento. O estudo teve como objetivo avaliar a não adesão em idosos hipertensos de uma unidade pública de saúde de Ribeirão Preto - SP. Trata-se de um estudo de corte transversal, desenvolvido com uma amostra de 196 pessoas. A coleta de dados ocorreu entre agosto de 2014 até junho de 2015, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Para essa etapa foram utilizados os instrumentos Brief Medication Questionnaire, Medical Outcomes Studies 36-item Short Form Survey, Escore de Risco Global e Escore de Risco pelo Tempo de Vida. Após a coleta dos dados, as entrevistas foram codificadas, os dados foram tabulados e foi realizada a análise estatística descritiva e de correlação. Como resultado, constatou-se que houve predomínio de mulheres, com idade média de 69,4 anos, casados/união estável, não moravam sozinhos, com 1,85 pessoas na casa em média, de cor branca, com ensino fundamental incompleto, renda de até dois salários mínimos e aposentados/pensionistas, atendidos pelo SUS. Apresentaram hábitos de vida razoáveis, sem predomínio de consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, uso excessivo de sal e sedentarismo. A mais frequente comorbidade associada à HAS foi a dislipidemia. Foi observado elevado predomínio de fatores de risco cardiovasculares como obesidade abdominal, obesidade geral, comorbidades, razão de lipídeos e fatores agravantes como proteína c reativa ultrassensível, microalbuminúria e síndrome metabólica. A maioria da amostra foi classificada como sendo portador de risco cardiovascular alto após estratificação do risco. A percepção da qualidade de vida relacionada à saúde foi considerada baixa na maioria principalmente devido a limitações emocionais. A não adesão esteve presente em quase metade dos idosos, relacionada principalmente à complexidade da farmacoterapia e dificuldade em lembrar sobre o uso de seus medicamentos. Não foi observada correlação entre a não adesão e as variáveis estudadas. Conclui-se que o comportamento de não adesão observado não esteve relacionada às variáveis estudadas nessa amostra e que são necessárias intervenções urgentes para reduzir o risco cardiovascular e prevenir doenças cardiovasculares e mortalidade, bem como melhora da percepção da qualidade de vida relacionada à saúde.
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Se estudia la relación entre variables sociodemográficas, médicas y psicológicas y el comportamiento de fumar y los intentos de dejar de fumar. La muestra (n=291) se ha extraído al azar de una población comunitaria rural de 4300 habitantes. Todas las variables se han medido con un único cuestionario, a través de entrevista personal domiciliaria. Mediante análisis discriminantes las variables sexo, consumo de bebidas alcohólicas y el uso de medicamentos son las que más explican estadísticamente el comportamiento de fumar. Sorprendentemente, sólo una variable, haber visitado al médico en los últimos 12 meses, se asoció, bivariadamente, con los intentos de dejar de fumar, y no se procedía, lógicamente, con el análisis multivariante. Por último, se discuten los hallazgos a la luz de la literatura internacional y nacional.
Resumo:
A sociedade moderna tem instituído novos valores, crenças e formas de vida. Estamos sempre à procura de novas maneiras de tornar a vida do ser humano mais fácil e prática, privilegiando o menor esforço, o conforto e o sedentarismo. No entanto, este tipo de vida tem as suas consequências. Uma das principais decorre do facto de haver uma diminuição da atividade física, enquanto a ingestão calórica habitual do indivíduo pouco ou nada varia. Isto vai levar a que a maior parte da capacidade energética da comida que ingerimos não seja gasta e, como tal, vai depositar-se e acumular-se nos tecidos, originando aos poucos camadas de gordura cuja formação, não sendo controlada (o que é possível com uma mudança de hábitos), pode conduzir à obesidade. A obesidade não é só um problema estético, mas também um factor de risco para muitas doenças. São-nos apresentadas muitas opções para solucionar este problema, sendo que a grande maioria dos utentes prefere a opção que implica menos esforço: uso de medicamentos. Neste artigo são exploradas as vantagens e as contrapartidas deste tipo de ajuda, expondo factos que talvez o público desconheça e que devem ser considerados na hora da decisão.
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Systemic Arterial Hypertension – SAH – is defined as the syndrome which its main feature is the presence of high tensional levels, associated with alterations of functional or structural levels in the organs that it strikes. Its specific causes are not very well bounded and have an asymptomatic character. Due to its chronicity it requires adherence to the treatment plan in a systematic and permanent manner, implicating in lifestyle changes, combined or not with the use of medication. The personality inventories have been largely used in the lineation of indicative traits of difficulties with the adherence to the treatment. In this sense, developed by Theodore Millon, the Millon Behavioural Medicine Diagnostic – MBMD is an instrument made from the consensus among healthcare professionals, aiming at identifying psychological factors that may compromise medical treatment so that they can be conducted in a way to enable a better adherence. Objective: evaluation of the evidence of validity of the Millon Behavioural Medicine Diagnostic – MBMD for a public of patients with hypertension, aiming at investigating the indicators implicated in the adherence or not to the anti-hypertensive treatment. Method: there was a group of 200 participants in a university hospital in the city of Natal/RN, males and females, ranging from 20 to 70 years old. An interview protocol was administered in order to obtain information about socio-demographic data, clinical history, healthcare habits and way of conducting treatment, and after, the administration of the MBMD followed. Results: by means of Factor Analysis it was verified that the organization proposed by the factors is favorable and it adjusts to the theory, allowing the visualization of other underlying constructs to the scales, with adequate adjustment indexes and satisfactory Cronbach’s alpha indicators. Besides, the MBMD revealed itself sensitive to the intragroup differences relative to the sex, age, schooling, marital status, profession, income, SAH history, diagnostic time, medication use, comorbidity presence, hyposodic diet, social support and adherence criteria variables. The utilization of such instrument in the evaluation of the adherence to the anti-hypertensive treatment show, therefore, indicators of validity.
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The insomnia disorder is defined as a difficulty initiating or maintaining sleep or waking up earlier than expected unable to return to sleep, followed by a feeling of nonrestorative and poor quality sleep, present for at least three months, with consequences on daytime functioning. Studies have shown that insomnia affects cognitive function, especially executive functions. However, researches that sought to investigate the relationship between primary insomnia and executive functioning were quite inconsistent from a methodological point of view, especially in regard to the variability of the used methods, the heterogeneity of diagnostic criteria for insomnia and the control of sleep altering drugs. In this sense, the present study aimed to investigate the relationship between insomnia and executive functions in adults. The participants were 29 people, from both genders, aged 20-55 years old. Participants were divided into three groups, one composed of 10 people with primary insomnia who used sleep medication (GIM), nine people with primary insomnia who did not use medication (GInM) and 10 healthy people who composed the control group (CG). The research was conducted in two stages. The first one involved a diagnostic evaluation for insomnia disorder through a clinical interview and the application of the following protocols: the Athens Insomnia Scale, the Insomnia Severity Index, Sleep Journal (for 14 days), Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI), the Stanford Sleepiness Test, depression and anxiety Beck inventories, and Lipp’s Iventory of stress symptoms for adults. After this stage, the evaluation of executive functions was performed by applying a battery of neuropsychological tests composed by the following tests: Wisconsin, Stoop Test, Colored trails Test, the Tower of London Test, Iowa Gambling Task (IGT) and WAIS III subtest digit span, which measured selective attention, inhibitory control, cognitive flexibility, planning, problem solving, decision making and working memory, respectively. The results showed that insomniacs (GIM and GInM) showed higher sleep latency, shorter sleep duration and lower sleep efficiency compared to the CG. In regard to the performance in executive functions, no statistically significant difference between groups was observed in the evaluated modalities. However, the data show evidence that, compared to GInM and GC, the performance of GIM was lower on tasks that required quick responses and changes in attention focus. On the other hand, GInM, when compared to GIM and GC, showed a better performance on tasks involving cognitive flexibility. Furthermore, impaired sleep measures were correlated with the worst performance of insomniacs in all components evaluated. In conclusion, people with the insomnia disorder showed a performance similar to healthy people’s in components of the executive functioning. Thus, one can infer that there is a relationship between primary insomnia and executive functions in adults.