944 resultados para NOx O2


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Dissertao apresentada na Faculdade de Cncias e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obteno do grau de Mestre em Bioenergia

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The yeast Saccharomyces cerevisiae is a useful model organism for studying lead (Pb) toxicity. Yeast cells of a laboratory S. cerevisiae strain (WT strain) were incubated with Pb concentrations up to 1,000 mol/l for 3 h. Cells exposed to Pb lost proliferation capacity without damage to the cell membrane, and they accumulated intracellular superoxide anion (O2 .) and hydrogen peroxide (H2O2). The involvement of the mitochondrial electron transport chain (ETC) in the generation of reactive oxygen species (ROS) induced by Pb was evaluated. For this purpose, an isogenic derivative 0 strain, lacking mitochondrial DNA, was used. The 0 strain, without respiratory competence, displayed a lower intracellular ROS accumulation and a higher resistance to Pb compared to the WT strain. The kinetic study of ROS generation in yeast cells exposed to Pb showed that the production of O2 . precedes the accumulation of H2O2, which is compatible with the leakage of electrons from the mitochondrial ETC. Yeast cells exposed to Pb displayed mutations at the mitochondrial DNA level. This is most likely a consequence of oxidative stress. In conclusion, mitochondria are an important source of Pb-induced ROS and, simultaneously, one of the targets of its toxicity.

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Master Thesis to obtain the Master degree in Chemical Engineering - Branch Chemical Processes

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The cleaning of syngas is one of the most important challenges in the development of technologies based on gasification of biomass. Tar is an undesired byproduct because, once condensed, it can cause fouling and plugging and damage the downstream equipment. Thermochemical methods for tar destruction, which include catalytic cracking and thermal cracking, are intrinsically attractive because they are energetically efficient and no movable parts are required nor byproducts are produced. The main difficulty with these methods is the tendency for tar to polymerize at high temperatures. An alternative to tar removal is the complete combustion of the syngas in a porous burner directly as it leaves the particle capture system. In this context, the main aim of this study is to evaluate the destruction of the tar present in the syngas from biomass gasification by combustion in porous media. A gas mixture was used to emulate the syngas, which included toluene as a tar surrogate. Initially, CHEMKIN was used to assess the potential of the proposed solution. The calculations revealed the complete destruction of the tar surrogate for a wide range of operating conditions and indicated that the most important reactions in the toluene conversion are C6H5CH3 + OH <-> C6H5CH2 + H2O, C6H5CH3 + OH <-> C6H4CH3 + H2O, and C6H5CH3 + O <-> OC6H4CH3 + H and that the formation of toluene can occur through C6H5CH2 + H <-> C6H5CH3. Subsequently, experimental tests were performed in a porous burner fired with pure methane and syngas for two equivalence ratios and three flow velocities. In these tests, the toluene concentration in the syngas varied from 50 to 200 g/Nm(3). In line with the CHEMKIN calculations, the results revealed that toluene was almost completely destroyed for all tested conditions and that the process did not affect the performance of the porous burner regarding the emissions of CO, hydrocarbons, and NOx.

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Este trabalho centra-se no estudo do aproveitamento expectvel do macio rochoso da pedreira da Curvi N.o 2 (Joane, Vila Nova de Famalico, no N Portugal), atravs da obteno de um bloco unitrio tipo que fornea indicaes para a explorao do recurso geolgico para fins industriais e/ou ornamentais. Desta forma, investiga-se se num dado limite de zona geotcnica do macio rochoso e propicio a obteno de blocos com dimenso, avaliados apos o processo de transformao, nomeadamente, para enrocamento em obras martimas ou balastro em obras ferrovirias. Foram seleccionados diversos afloramentos, tendo-se recorrido a tcnica de amostragem linear as superfcies expostas do macio. Esta tcnica e uma das formas mais expeditas de coligir dados geolgico-geotcnicos relativos as descontinuidades. Procedeu-se, ainda, a um tratamento estatstico das descontinuidades, bem como dos parmetros geolgico-geotcnicos e geomecnicos a estas associadas, propostos pela Sociedade Internacional de Mecnica das Rochas (ISRM). Todos os dados foram representados cartograficamente numa base apoiada pelos Sistemas de Informao Geogrfica (SIG) e utilizadas as ferramentas de geologia estrutural, analise morfotectnica, modelao digital de terreno e cartografia de zonamento geotcnico. O zonamento geotcnico do macio grantico foi realizado sempre em estreita ligao com o conhecimento das caractersticas do macio in situ. Pretende-se que esta metodologia contribua para um melhor conhecimento da compartimentao dos macios rochosos em geral e, em particular, do modelo geotcnico comportamental do macio rochoso da Curvi N.o2.

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RESUMO: O objectivo deste trabalho foi avaliar se a exposio crnica neonatal hiperxia mo-derada induz alteraes funcionais e estruturais persistentes nas vias areas. Desenvolveu-se um modelo animal, no rato, a partir do qual se retiraram implicaes para a compreenso das repercusses crnicas da hiperxia neonatal sobre as vias areas de displasia broncopulmonar (DBP), em duas fases distintas: imediatamente aps a exposi-o neonatal a 50%O2 (grupo 50%O2) e aps trs semanas de recuperao em ar ambiente (grupo 50%O2+Ar).Compararam-se os resultados da resposta do msculo liso de traqueia (MLT) esti-mulao in vitro com metacolina e salbutamol e avaliaram-se as alteraes quantitativas da rea de MLT, bem como as alteraes qualitativas da estrutura da traqueia. Demonstrou-se que a exposio a 50% de oxignio no tinha repercusses imediatas sobre a resposta in vitro do MLT estimulao colinrgica, mas que induzia um aumento do relaxamento em resposta ao salbutamol. A contractilidade do MLT em resposta estimula-o com metacolina no grupo 50%O2+Ar foi significativamente superior do grupo de con-trolo da mesma idade e tambm superior observada no grupo 50%O2, enquanto que a resposta ao salbutamol se voltou a aproximar dos valores de controlo aps a recuperao em normxia. No se observaram diferenas estatisticamente significativas na rea de MLT entre os grupos experimental e de controlo, o que se deve provavelmente ao nmero reduzido de amostras avaliadas e variabilidade deste parmetro no grupo de controlo; contudo, verifi-cou-se um aumento mdio de 15% imediatamente aps a exposio hiperxia que persis-tiu aps o perodo de recuperao.As alteraes qualitativas sobre a arquitectura da traqueia, avaliadas por microscopia ptica, revelaram no grupo 50%O2 aumentos da espessura da matriz extracelular e da den-sidade de mastcitos desgranulados na submucosa e adventcia vizinhas do MLT, sem outras alteraes relativamente ao grupo de controlo com 15 dias. As alteraes da matriz extrace-lular foram reversveis aps a recuperao em ar ambiente. A densidade de mastcitos per-maneceu superior do grupo de controlo de 36 dias de idade, apresentando-se em maior contiguidade com o MLT relativamente ao grupo 50%O2. Em sntese, demonstrou-se que a hiperxia neonatal crnica em nveis moderados in-duz alteraes da resposta contrctil do MLT e da estrutura da traqueia que podem ter ex-presso funcional aps a exposio ter cessado. Assim, o contributo original do presente trabalho foi o desenvolvimento de um modelo animal que permite avaliar os mecanismos pelos quais a hiperxia capaz de induzir, isoladamente, alteraes crnicas da contracti-lidade, do relaxamento do ML e da estrutura das vias areas que podem ser responsveis pela HRB persistente em doentes sujeitos a oxigenioterapia neonatal.-------------ABSTRACT: The aim of this work was to evaluate whether chronic neonatal exposure to hyperoxia in-duces persistent structural and functional airway changes. An animal model was developed, using neonatal rats, in order to understand the chronic effects of neonatal hyperoxia on the airways, in bronchopulmonary dysplasia, in two distinct phases: immediately after neonatal exposure to 50%O2 (50%O2 group) and after three weeks of recovery at ambient air (50%O2+Ar group).The results from the tracheal smooth muscle (TSM) response to in vitro stimulation with metacholine and salbutamol were compared and quantitative changes in TSM area, as well as qualitative changes in tracheal structure were evaluated. It was demonstrated that while exposure to 50% oxygen had no immediate effects on in vitro TSM response to cholinergic stimulation, it induced an increase in relaxation as a result of salbutamol administration. TSM contractility as a result of methacholine administration in the 50%O2 + Ar group was significantly higher than that of the same-age control group, and also higher than the one observed in the 50%O2 group, whereas the response to salbutamol admini-stration was once again closer to the control values after recovery in normoxia. There were no statistically significant differences in the TSM area between the experi-mental and control groups, which is most likely due to the reduced number of samples evalu-ated and to the variability of this parameter in the control group. However, there was an aver-age increase of 15% immediately after exposure to hyperoxia, which persisted after the recov-ery period. Qualitative changes in tracheal architecture, evaluated by optic microscopy, revealed that the 50%O2 group suffered an increase in the thickness of the extracellular matrix and degranu-lated mast cell density in the submucosa and adventitia adjacent to the TSM, without further changes when compared with the control group at 15 days of age. The changes in extracellular matrix were reversible after recovery in ambient air. Mast cell density remained higher than that of the control group at 36 days of age, and more contiguous to TSM than the 50%O2 group. In conclusion, it has been demonstrated that moderate levels of chronic neonatal hyperoxia in-duce changes in TSM contractile response and tracheal structure, which may be functionally ex-pressed after discontinuation of exposure. Therefore, the original contribution of the present work was the development of an animal model which allows the evaluation of the mechanisms through which hyperoxia alone can induce chronic changes in contractility and relaxation of SM and also in airway structure that can be responsible for the persistent airway hyperrespon-siveness found in patients who were submited to neonatal oxygen therapy.

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RESMO: Introduo: A anemia de clulas falciformes doena hereditria, com repercusso multi-orgnica, tem grande variabilidade na sua expresso clnica. Da o interesse do estudo de indicadores de prognstico. A investigao realizada foi precedida de um resumo histrico incidindo sobre a compreenso de aspectos fundamentais da doena ao longo dos tempos. Na primeira parte do estudo e aps reviso bibliogrfica, foram referidos dados da fisiopatologia como base para os estudos que integram a presente dissertao. Abordou-se o estado da arte relativamente s complicaes, aos indicadores de prognstico e teraputica utilizada. Objectivos: Constituram objectivos deste estudo realizado numa amostra populacional representativa: identificar as leses a nvel dos sistemas cardio-respiratrio e nervoso central, avaliando-se as respectivas repercusses; avaliar a presena de indicadores de prognstico entre as variveis seleccionadas; estudar a eficcia e toxicidade da HU nos doentes com as formas graves da ACF. Para a prossecuo destes objectivos foram delineados para alm do estudo global trs estudos especficos: Estudo 1- repercusso no sistema cardio-respiratrio; Estudo 2- repercusso no sistema nervoso central; Estudo 3- teraputica com hidroxiureia. Doentes e mtodos: Procedeu-se a um estudo prospectivo e multi-institucional durante um perodo de trs anos tendo-se seleccionado para a amostra, e de acordo com critrios pr-definidos, 30 doentes com ACF na fase estvel da doena, com idades compreendidas entre os sete e os 18 anos, todos de origem africana excepo de um caucasiano. O diagnstico baseou-se em tcnicas de electroforese e estudo molecular que definiu o genotipo da doena e a presena da deleco da -talassmia assim como os haplotipos da amostra populacional. Foram utilizadas diferentes metodologias para avaliar a existncia de leso pulmonar e cerebral. Atravs do estudo estatstico foram seleccionadas diversas variveis como hipotticos indicadores de prognstico. Estudo 1. Para determinar a existncia de leso a nvel pulmonar usaram-se duas metodologias diferentes, a avaliao da funo pulmonar com estudo da saturao da Hb em O2 no sangue arterial e a tomografia computadorizada de alta resoluo. Estudou-se tambm a possvel disfuno cardaca como repercusso da leso pulmonar, atravs do ecocardiograma, e os indicadores de prognstico com significado estatstico para a leso encontrada. Estudo 2. O desenho deste estudo foi sobreponvel ao anterior, mas com metodologia adequada para o SNC. Procedeu-se ao estudo das leses cerebrais por meio de exames imagiolgicos, (RMN-CE e DTC) e de testes psicolgicos. Correlacionaram-se as trs metodologias utilizadas e a importncia de cada uma para a deciso de atitudes teraputicas preventivas. Estudo 3. Consistiu num estudo aberto prospectivo no controlado com nove crianas e adolescentes com formas graves de ACF, com o objectivo de avaliar a eficcia da teraputica com hidroxiureia, durante um perodo de 24 meses. Todos os doentes completaram no mnimo 15 meses de teraputica, com uma dose final mdia de 194 mg/K/dia. Resultados globais: Durante o perodo anterior investigao caracterizou-se a amostra populacional estudada quanto ao fenotipo gentico, clnico e hematolgico de acordo com os critrios utilizados por outros investigadores. Verificou-se: predomnio do haplotipo Bantu na forma homozigtica em 53% dos doentes; nmero total de EVO 3/ano em 87,5% dos doentes; crises de sequestrao em 18,75%; dactilites no primeiro ano de vida em 31,2%; quadro de spsis grave apenas num doente; crises de hiper-hemlise em 50%; e STA em 59,38% dos doentes. Quanto ao fenotipo hematolgico evidenciaram-se como factores de risco reticulocitose (13,1x103/l) e hiperbilirrubinmia (2,5 mg/dl) e como factores de bom prognstico a presena de deleco de um gene da -talassmia em 46,9% dos doentes e valor mdio de Hb 8,1 g/dl. Resultados dos estudos parcelares: Estudo 1. Deste estudo infere-se que a DPR ligeira foi diagnosticada em 70% dos doentes, uma vez que as alteraes da difuso no foram estatisticamente significativas, o estudo dos gases no sangue no evidenciaram resultados anormais e a TCAR evidenciou alteraes em 43,3% dos doentes. Apenas num doente se verificou doena pulmonar obstrutiva relacionada com maior nmero da STA.O estudo da disfuno cardaca encontrada em 86,7% dos doentes no reflecte a repercusso da DPR a nvel cardaco, podendo estar associada s alteraes fisiopatolgicas da prpria anemia crnica. Encontraram-se indicadores de prognstico hematolgicos e clnicos. Entre os primeiros, valores de Hb 8,5 g/dl e de HbF 13% foram considerados indicadores de bom prognstico para a leso pulmonar. Em relao aos parmetros clnicos, as STA no foram consideradas indicadoras de prognstico para a DPR ao contrrio do que se verificou com o nmero de EVO. Pela anlise dos parmetros genticos e socio-econmicos provou-se a ausncia de relao estatisticamente significativa com leso pulmonar. Estudo 2. Pela RMN-CE foram diagnosticados ES em 33,3% com uma localizao preferencial na substncia branca profunda em 26,6% dos doentes. Relativamente aos parmetros hematolgicos seleccionados, o valor mdio da HbF 8,6% constituu um indicador de bom prognstico para o aparecimento de ES, enquanto o valor mdio de leuccitos 12.39x103/l foi considerado um indicador de mau prognstico. No estudo do DTC apenas um doente apresentou aumento da velocidade do fluxo cerebral na ACM igual a 196 cm/segundos, associado a vasculopatia grave. Os testes psicolgicos alterados em 80% dos doentes mostraram ser o mtodo mais sensvel para detectar alteraes do neurodesenvolvimento, mas sem correlao com os ES em 10% dos doentes. Reala-se a baixa percentagem de DTC patolgicos encontrados neste estudo em relao ao nmero elevado de ES e de testes psicolgicos alterados, no se verificando concordncia entre os trs exames. Dos indicadores de prognstico estudados a -talassmia foi considerada um factor de proteco para o coeficiente de inteligncia da escala de Wechsler. Em relao a parmetros clnicos estudados os doentes com maior nmero de EVO, tem em mdia valores inferiores nos testes psicolgicos. Estudo 3. Neste estudo verificou-se que o valor mdio da HbF aumentou significativamente de 7,04% para 13,75,3% (p=0,028) ao fim de 15 meses de teraputica com hidroxiureia. Clinicamente todos os doentes responderam significativamente com uma reduo de 80% no nmero de EVO, 69% no nmero de internamentos, 76% no nmero de dias de hospitalizao e 67% no nmero de transfuses. Deste modo comprovou-se no s a eficcia desta teraputica neste grupo peditrico como tambm a falta de efeitos secundrios significativos. Considera-se a necessidade de estudos mais prolongados e em grande sries, para com segurana se usar a HU antes que a leso orgnica se estabelea, portanto logo nos primeiros anos de vida. Concluso: Na amostra populacional estudada foram evidenciadas leses pulmonares e cerebrais na grande maioria dos doentes que condicionaram a sua qualidade de vida. Foram identificados indicadores de prognstico que podero eventualmente ditar medidas teraputicas precoces com o objectivo de diminuir a morbilidade e a mortalidade neste grupo etrio. Demonstrou-se que a teraputica com a HU foi eficaz e bem tolerada----------ABSTRACT: Background: Sickle cell anemia (SCA), a hereditary disease characterized by pain and lifetime multi-organic lesion, is a challenge for all that work with carriers of this disease. The clinical expression variability of SCA is a constant reality and a problem to be solved in the current world of investigation, for which the knowledge of prognostic indicators responsible for the different aspects of clinical evolution diversity wiil be an added value. The study is preceded by a historical summary of the most important factors in the evolution of SCA, which are in themselves, an incentive for future research. In the first part of the study, after an extensive bibliographical revision, physiopathology data is referred to in general and specifically regarding the target organs, that constituted the base for the studies presented in the dissertation. The state of the art for the complications to be studied, the choice of prognostic indicators and the therapeutics application, were approached for the renewed interest in the theme. Aims: In regard to the investigation, the objective was to study the lesions in the most affected organs of a chosen pediatric group, to investigate prognostic indicators for lung and cerebral lesions and to evaluate the protective effect of hydroxyurea in children with severe outcomes. Patients and methods: A prospective and multi-institutional study was carried out during a three-year period, February 1998 to March 2001, with children and adolescents followed up at a Immunohematology Outpatient Clinic of Dona Estefnia's Hospital, Lisbon. Based in predefined criteria, 30 children with SCA were selected in a stable phase of the disease, aged from seven to 18 years old, all of whom were of African origin with exception of one who was Caucasian. The diagnosis was based on electrophoresis techniques and molecular study that allowed to define the genotype, the presence of deletional alpha-thalassemia as well as haplotypes in the population. Different methodologies were used to evaluate the existence of lung and cerebral lesion. Statistical study of the different variables selected the prognostic indicators. In Study 1, to determine the existence of lung lesion two different methodologies were used: pulmonar function study with arterial blood gases determination; and high resolution computerized tomography. Heart dysfunction as a repercussion of lung lesion was also studied through echocardiography, and prognostic indicators were statistically significant for lesions found. The design of Study 2 was similar to Study 1, but with the appropriate methodology for CNS. After neurological examination, which was normal in all patients (control group), cerebral lesions were studied with imagiologic exams (MRN-CE and TCD) and psychological tests. These three methodologies were correlated and the importance of each one in the decision of the therapeutic profilactic attitudes. Study 3 consisted of a controlled prospective open study in children with severe forms of SCA, with the aim of the evaluating therapeutic effectiveness of hydroxyurea, during a period of 24 months. Results: In the global overall study preceding the Studies 1,2 and 3, there were a prevalence of haplotype Bantu (53%) and other risk factors, namely the number of VOC (87,5%), sequestration crisis (18,75%), dactilytis in first year of life(31,2%), hyperhemolysis crisis (50%) and ATC in more than half of the patients (59,38%). This group of bad prognostic indicators, associated with the population of the lower class according to the Graffar scale, demonstrates the importance of primary health care services, information provided to the children and their relatives, as well as the interest in prophylactic therapeutics, specific screening and prenatal diagnosis. Study 1. It was evident from this study that slight RPD was diagnosed in 70% of the patients, because alterations of the diffusion had no statistical significance and arterial blood gases determinations were normal. Only one patient had restrictive lung disease related with numerous ACS. However ACS was not considered a prognostic indicator for RPD, contrary to the number of EVO. HRTC revealed discreet fibrotic lines that could be related with slight RPD, but the lack of correlation of these two exams (33%) supports the value of lung function tests for precocious diagnosis of RPD. Heart dysfunction was found in 86,7% of patients, does not reflect the repercussion of RPD, but with the physiopathology of chronic anemia. Hematologic and clinical prognostic indicators were found. Good prognostic indicators for the non-evolution of RPD with average Hb values of 8,5 g/dl and average HbF values of 13%, respectively. The genetic and social-economic factors had no statistical significance; nevertheless, they were more prevalent among Bantu haplotype (53,3%) in patients with RPD. Study 2. RMN-CE detected SI in 33,3% of the patients, with preferential location in deep white substance in 26,6% and in front lobe in 20%. This distribution can be related to structural aspects of the brain and with the high sensibility of this organ to hypoxia. From the hematological parameters selected, average HbF value 8,6% and average leucocyte count 12.39x103/l were prognostic indicators with different meaning to SI. The increase in the total bilirubin related to hyperhemolysis clinically explains the genesis of SI In the TCD study, only one patient had increased cerebral flow speed >196 cm/sec in CMA, which corresponded to serious vasculopathy in AngioMR. This patient never present previously neurological symptoms and had several hyperhemolysis crisis and VOC as risk factors. Low percentage of pathological TCD in this study, in relation to the high number of SI and altered tests, although without correlation among the three exams, is probably attributed to factors related to the methodology, aspects of cerebral physiopathology or perhaps a sign of good prognostic if the duration of study had not been so short. TCD should be used as a screening method in the age groups with higher risk of AVC and should never be considered separately in prophylactic therapeutics indication. Psychological tests were the most sensitive method to detect neurodevelopment impairment; in 80% of patients the neuropsychologics tests were altered, but without correlation with SI (10%). Since SI can become evident during the first two years of life and develop with time, the first psychological tests should be carried out between 3 and 5 years of age to timely be referred to special education and stimulation programs. Prognostic indicators to psychological tests were also found: alpha-thalassemia was found to be a protection factor of the IQ, just as other hematologic factors (hematocrit, MGCV and erythrocytes count). In relation to clinical parameters, although without statistical significance, patients with larger number of VOC had average lower scores versus the average in tests, except in TP. Results from different studies were conclusive as to the type of lesion found and the importance of prognostic indicators. Study 3. All the patients completed a minimum of 15 months therapeutic treatment with the final average daily dose of 194 mg/kg/day. The average value of the fetal hemoglobin increased significantly from 7,03,9% to 13,75,3% (p=0.028). The HbF average values increased from 6% to 15% after 15 months of therapeutic treatment. Clinically there was a reduction of 80% in the number of VOE , 69% in the number of hospitalization, 76% in the number of days of hospitalization and 67% in the number of transfusions. Once again the effectiveness of this treatment in this pediatric group, as well as the lack of any significant secondary effects, was evident. The study confirms the need for further detailed research in order to safely effect the appropriate treatment prior to the development of organic lesions, which ideally should be in the first year of life. Conclusions: These results allow us to clarify the importance of either pulmonary lesions or either nervous central system impairment among patients, children and adolescents, with sickle cell anemia. These lesions were demonstrated in most of the patients studied compromising their quality of life and the mortality. The treatment with HU is proved to be effective and having low toxicity.

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RESUMO: A sndrome de apneia hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS), pela sua prevalncia e consequncias clnicas, nomeadamente as de natureza cardiovascular, actualmente considerada um problema de sade pblica. A patognese da doena cardiovascular na SAHOS no est ainda completamente estabelecida, mas parece ser multifactorial, envolvendo diversos mecanismos que incluem a hiperactividade do sistema nervoso simptico, a disfuno endotelial, a activao selectiva de vias inflamatrias, o stress oxidativo vascular e a disfuno metablica. A teraputica com CPAP diminui grandemente o risco de eventos cardiovasculares fatais e no fatais. O CPAP est inequivocamente indicado para o tratamento da SAHOS grave, no entanto, no consensual a sua utilizao nos doentes com SAHOS ligeira/moderada sem hipersonolncia diurna associada. Tendo em conta este facto, fundamental que as indicaes teraputicas do CPAP nestes doentes tenham uma relao custo-eficcia favorvel. Assim, dado o posicionamento do estado da arte relativamente ao estudo da disfuno endotelial e da activao do sistema nervoso simptico estar centrada maioritariamente nos doentes com SAHOS grave, desenvolvemos este estudo com o objectivo de comparar os nveis plasmticos de nitratos, os nveis de catecolaminas urinrias e os valores de presso arterial nos doentes com SAHOS ligeira/moderada e grave e avaliar a resposta destes parmetros ao tratamento com CPAP durante um ms. Realizmos um estudo prospectivo, incidindo sobre uma populao de 67 doentes do sexo masculino com o diagnstico de SAHOS (36 com SAHOS ligeira/moderada e 31com SAHOS grave). O protocolo consistia em 3 visitas: antes da teraputica com CPAP (visita 1), uma semana aps CPAP (visita 2) e um ms aps CPAP (visita 3). Nas visitas 1 e 3, eram submetidos a trs colheitas de sangue s 11 pm, 4 am e 7 am para doseamento dos nitratos plasmticos e na visita 2 apenas s 7 am. Nas visitas 1 e 3 era tambm efectuada uma colheita de urina de 24 horas para o doseamento das catecolaminas urinrias e eram submetidos a uma monitorizao ambulatria da presso arterial de 24 horas (MAPA). Foi ainda estudado um grupo controlo de 30 indivduos do sexo masculino no fumadores sem patologia conhecida e sem evidncia de SAHOS. Antes da teraputica com CPAP, verificou-se uma diminuio significativa dos nveis de nitratos ao longo da noite quer nos doentes com SAHOS ligeira/moderada, quer nos doentes com SAHOS grave. No entanto, esta reduo diferia nos 2 grupos de doentes, sendo significativamente superior nos doentes com SAHOS grave (27,620,1% vs 16,518,5%; p<0,05). Aps um ms de tratamento com CPAP, verificou-se um aumento significativo dos valores de nitratos plasmticos apenas nos doentes com SAHOS grave, mantendo-se os nveis de nitratos elevados ao longo da noite, j no existindo o decrscimo desses valores ao longo da mesma. Os valores de noradrenalina basais eram significativamente superiores nos doentes com SAHOS grave comparativamente com os doentes com SAHOS ligeira/moderada (73,930,1g/24h vs 48,519,91g/24h; p<0,05). Aps um ms de teraputica com CPAP, apenas se verificou uma reduo significativa nos valores da noradrenalina nos doentes com SAHOS grave (73,930,1g/24h para 55,421,8 g/24h; p<0,05). Os doentes com SAHOS grave apresentaram valores de presso arterial mais elevados do que os doentes com SAHOS ligeira/moderada, nomeadamente no que diz respeito aos valores de presso arterial mdia, sistlica mdia de 24 horas, diurna e nocturna e diastlica mdia de 24 horas, diurna e nocturna. Aps um ms de teraputica com CPAP, verificou-se uma reduo significativa dos valores tensionais apenas nos doentescom SAHOS grave, para a presso mdia (-2,32+5,0; p=0,005), para a sistlica mdia de 24 horas (-4,0+7,9mmHg; p=0,009), para a presso sistlica diurna (-4,3+8,8mmHg; p=0,01), para a presso sistlica nocturna (-5,1+9,0mmHg; p=0,005), para a presso diastlica mdia de 24 horas (-2,7+5,8mmHg; p=0,016), para a presso diastlica diurna (-3,2+6,3mmHg; p=0,009) e para a presso diastlica nocturna (-2,5+7,0mmHg; p=0,04). Os nveis tensionais dos doentes com SAHOS grave aps CPAP atingiram valores semelhantes aos dos doentes com SAHOS ligeira/moderada, relativamente a todos os parmetros avaliados no MAPA. Este estudo demonstrou que antes do tratamento com CPAP, existe uma reduo dos nveis de nitratos ao longo da noite no s nos doentes com SAHOS grave mas tambm nos doentes com SAHOS ligeira/moderada. No entanto, a teraputica com CPAP leva a um aumento significativo dos valores de nitratos plasmticos apenas nos doentes com SAHOS grave, mantendo-se os nveis de nitratos elevados ao longo da noite, j no existindo o decrscimo desses valores ao longo da mesma. O tratamento com CPAP durante um ms, apenas reduz os nveis de noradrenalina urinria e os valores de presso arterial nos doentes com SAHOS grave.------------ ABSTRACT: In severe obstructive sleep apnea (OSA) reduced circulating nitrate, increased levels of urinary norepinephrine (U-NE) and changes in systemic blood pressure (BP) have been described and are reverted by Continuous Positive Airway Pressure (CPAP). However, the consequences of mild/moderate OSA on these parameters and the CPAP effect upon them are not well known. We aimed to: 1) compare the levels of plasma nitrate (NOx) and U-NE of mild/moderate and severe male OSA patients 2) compare BP in these patient groups; and 3) determine whether CPAP improves sympathetic dysfunction, nitrate deficiency and BP in these patients. This prospective study was carried out in 67 consecutive OSA patients (36 mild/moderate and 31 severe patients) and NOx (11 pm, 4 am, 7 am), 24-h U-NE and ambulatory blood pressure monitoring were obtained before and after 4 weeks of CPAP. Baseline: NOx levels showed a significant decrease (p<0.001) during the night in both groups of patients. The U-NE and BP were significantly higher in the severe group. Post CPAP: After one month of CPAP, there was a significant increase of NOx, a reduction of U-NE and BP only in severe patients. This study shows that in contrast to severe OSA patients, those with mild/moderate OSA, which have lower values of BP and U-NE at baseline, do not benefit from a 4 weeks CPAP treatment as measured by plasma nitrate, 24-h U-NE levels and BP.

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ABSTRACT: Carotid bodies (CB) are peripheral chemoreceptor organs sensing changes in arterial blood O2, CO2 and pH levels. Hypoxia and acidosis or hypercapnia activates CB chemoreceptor cells, which respond by releasing neurotransmitters in order to increase the action potential frequency in their sensory nerve, the carotid sinus nerve (CSN). CSN activity is integrated in the brainstem to induce a fan of cardiorespiratory reflex responses, aimed at normalising the altered blood gases. Exogenously applied adenosine (Ado) increases CSN chemosensory activity inducing hyperventilation through activation of A2 receptors. The importance of the effects of adenosine in chemoreception was reinforced by data obtained in humans, in which the intravenous infusion of Ado causes hyperventilation and dyspnoea, an effect that has been attributed to the activation of CB because Ado does not cross blood-brain barrier and because the ventilatory effects are higher the closer to the CB it is injected. The present work was performed in order to establish the functional significance of adenosine in chemoreception at the carotid body in control and chronically hypoxic rats. To achieve this objective we investigated: 1) The release of adenosine from a rat carotid body in vitro preparation in response to moderate hypoxia and the specificity of this release. We also investigated the metabolic pathways of adenosine production and release in the organ in normoxia and hypoxia; 2) The modulation of adenosine/ATP release from rat carotid body chemoreceptor cells by nicotinic ACh receptors; 3) The effects of caffeine on peripheral control of breathing and the identity of the adenosine receptors involved in adenosine and caffeine effects on carotid body chemoreceptors; 4) The interactions between dopamine D2 receptors and adenosine A2B receptors that modulate the release of catecholamines (CA) from the rat carotid body; 5) The effect of chronic caffeine intake i.e. the continuous blockage of adenosine receptors thereby simulating a caffeine dependence, on the carotid body function in control and chronically hypoxic rats. The methodologies used in this work included: molecular biology techniques (e.g. immunocytochemistry and western-blot), biochemical techniques (e.g. neurotransmitter quantification by HPLC, bioluminescence and radioisotopic methods), electrophysiological techniques (e.g. action potential recordings) and ventilatory recordings using whole-body plethysmography. It was observed that: 1) CB chemoreceptor sensitivity to hypoxia could be related to its low threshold for the release of adenosine because moderate acute hypoxia (10% O2) increased adenosine concentrations released from the CB by 44% but was not a strong enough stimulus to evoke adenosine release from superior cervical ganglia and arterial tissue; 2) Acetylcholine (ACh) modulates the release of adenosine/5-adenosine triphosphate (ATP) from CB in moderate hypoxia through the activation of nicotinic receptors with 4 and 2 receptor subunits, suggesting that the excitatory role of ACh in chemosensory activity includes indirect activation of purinergic receptors by adenosine and ATP, which strongly supports the hypothesis that ATP/adenosine are important mediators in chemotransduction; 3) adenosine increases the release of CA from rat CB chemoreceptor cells via A2B receptors; 4) the inhibitory effects of caffeine on CB chemoreceptors are mediated by antagonism of postsynaptic A2A and presynaptic A2B adenosine receptors indicating that chemosensory activity elicited by hypoxia is controlled by adenosine; 5) The release of CA from rat CB chemoreceptor cells is modulated by adenosine through an antagonistic interaction between A2B and D2 receptors, for the first time herein described; 6) chronic caffeine treatment did not significantly alter the basal function of CB in normoxic rats assessed as the dynamics of their neurotransmitters, dopamine, ATP and adenosine, and the CSN chemosensory activity. In contrast, the responses to hypoxia in these animals were facilitated by chronic caffeine intake because it increased the ventilatory response, slightly increased CSN chemosensory activity and increased dopamine (DA) and ATP release; 7) In comparison with normoxic rats, chronically hypoxic rats exhibited an increase in several parameters: ventilatory hypoxic response; basal and hypoxic CSN activity; tyrosine hydroxylase expression, CA content, synthesis and release; basal and hypoxic adenosine release; and in contrast a normal basal release and diminished hypoxia-induced ATP release; 8) Finally, in contrast to chronically hypoxic rats, chronic caffeine treatment did not alter the basal CSN chemosensory activity. Nevertheless, the responses to mild and intense hypoxia, and hypercapnia, were diminished. This inhibitory effect of chronic caffeine in CB output is compensated by central mechanisms, as the minute ventilation parameter in basal conditions and in response to acute hypoxic challenges remained unaltered in rats exposed to chronic hypoxia. We can conclude that adenosine both in acute and chronically hypoxic conditions have an excitatory role in the CB chemosensory activity, acting directly on adenosine A2A receptors present postsynaptically in CSN, and acting presynaptically via A2B receptors controlling the release of dopamine in chemoreceptor cells. We suggest that A2B -D2 adenosine / dopamine interactions at the CB could explain the increase in CA metabolism caused by chronic ingestion of caffeine during chronic hypoxia. It was also concluded that adenosine facilitates CB sensitisation to chronic hypoxia although this effect is further compensated at the central nervous system.-------- RESUMO: Os corpos carotdeos (CB) so pequenos orgos emparelhados localizados na bifurcao da artria cartida comum. Estes rgos so sensveis a variaes na PaO2, PaCO2, pH e temperatura sendo responsveis pela hiperventilao que ocorre em resposta hipxia, contribuindo tambm para a hiperventilao que acompanha a acidose metablica e respiratria. As clulas quimiorreceptoras (tipo I ou glmicas) do corpo carotdeo respondem s variaes de gases arteriais libertando neurotransmissores que activam as terminaes sensitivas do nervo do seio carotdeo (CSN) conduzindo a informao ao centro respiratrio central. Est ainda por esclarecer qual o neurotransmissor (ou os neurotransmissores) responsvel pela sinalizao hipxica no corpo carotdeo. A adenosina um neurotransmissor excitatrio no CB que aumenta a actividade elctrica do CSN induzindo a hiperventilao atravs da activao de receptores A2. A importncia destes efeitos da adenosina na quimiorrecepo, descritos em ratos e gatos, foi reforada por resultados obtidos em voluntrios saudveis onde a infuso intravenosa de adenosina em induz hiperventilao e dispneia, efeito atribudo a uma activao do CB uma vez que a adenosina no atravessa a barreira hemato-enceflica e o efeito quanto maior quanto mais perto do CB for a administrao de adenosina. O presente trabalho foi realizado com o objectivo de esclarecer qual o significado funcional da adenosina na quimiorrecepo no CB em animais controlo e em animais submetidos a hipoxia crnica mantida. Para alcanar este objectivo investigou-se: 1) o efeito da hipxia moderada sobre a libertao de adenosina numa preparao in vitro de CB e a especificidade desta mesma libertao comparativamente com outros tecidos no quimiossensitivos, assim como as vias metablicas de produo e libertao de adenosina no CB em normoxia e hipxia; 2) a modulao da libertao de adenosina/ATP das clulas quimiorreceptoras do CB por receptores nicotnicos de ACh; 3) os efeitos da cafena no controlo perifrico da ventilao e a identidade dos receptores de adenosina envolvidos nos efeitos da adenosina e da cafena nos quimiorreceptores do CB; 4) as interaces entre os receptores D2 de dopamina e os receptores A2B de adenosina que modulam a libertao de catecolaminas (CA) no CB de rato e; 5) o efeito da ingesto crnica de cafena, isto , o contnuo bloqueio e dos receptores de adenosina, simulando assim o consumo crnico da cafena, tal como ocorre na populao humana mundial e principalmente no ocidente, na funo do corpo carotdeo em ratos controlo e em ratos submetidos a hipoxia crnica. Os mtodos utilizados neste trabalho incluram: tcnicas de biologia molecular como imunocitoqumica e western-blot; tcnicas bioqumicas, tais como a quantificao de neurotransmissores por HPLC, bioluminescncia e mtodos radioisotpicos; tcnicas electrofisiolgicas como o registro de potenciais elctricos do nervo do seio carotdeo in vitro; e registros ventilatrios in vivo em animais no anestesiados e em livre movimento (pletismografia). Observou-se que: 1) a especificidade dos quimiorreceptores do CB como sensores de O2 est correlacionada com o baixo limiar de libertao de adenosina em resposta hipxia dado que a libertao de adenosina do CB aumenta 44% em resposta a uma hipxia moderada (10% O2), que no entanto no um estmulo suficientemente intenso para evocar a libertao de adenosina do gnglio cervical superior ou do tecido arterial. Observou-se tambm que aproximadamente 40% da adenosina libertada pelo CB provm do catabolismo extracelular do ATP quer em normxia quer em hipxia moderada, sendo que PO2 reduzidas induzem a libertao de adenosina via activao do sistema de transporte equilibrativo ENT1. 2) a ACh modula a libertao de adenosina /ATP do CB em resposta hipoxia moderada sugerindo que o papel excitatrio da ACh na actividade quimiossensora inclui a activao indirecta de receptores purinrgicos pela adenosina e ATP, indicando que a adenosina e o ATP poderiam actuar como mediadores importantes no processo de quimiotransduco uma vez que: a) a activao dos receptores nicotnicos de ACh no CB em normxia estimula a libertao de adenosina (max 36%) provindo aparentemente da degradao extracelular do ATP. b) a caracterizao farmacolgica dos receptores nicotnicos de ACh envolvidos na estimulao da libertao de adenosina do CB revelou que os receptores nicotnicos de ACh envolvidos so constitudos por subunidades 42. 3) a adenosina modula a libertao de catecolaminas das clulas quimiorreceptoras do CB atravs de receptores de adenosina A2B dado que: a)a cafena, um antagonista no selectivo dos receptores de adenosina, inibiu a libertao de CA quer em normxia quer em resposta a estmulos de baixa intensidade sendo ineficaz na libertao induzida por estmulos de intensidade superior; b) o DPCPX e do MRS1754 mimetizaram os efeitos da cafena no CB sendo o SCH58621 incapaz de induzir a libertao de CA indicando que os efeitos da cafena seriam mediados por receptores A2B de adenosina cuja presena nas clulas quimiorreceptoras do CB demonstramos por imunocitoqumica. 4) a aplicao aguda de cafena inibiu em 52% a actividade quimiossensora do CSN induzida pela hipxia sendo este efeito mediado respectivamente por receptores de adenosina A2A ps-sinpticos e A2B pr-sinpticos indicando que a actividade quimiossensora induzida pela hipxia controlada pela adenosina. 5) existe uma interaco entre os receptores A2B e D2 que controla a libertao de CA do corpo carotdeo de rato uma vez que: a) os antagonistas dos receptores D2, domperidona e haloperidol, aumentaram a libertao basal e evocada de CA das clulas quimiorreceptoras confirmando a presena de autorreceptores D2 no CB de rato que controlam a libertao de CA atravs de um mecanismo de feed-back negativo. b) o sulpiride, um antagonista dos receptores D2, aumentou a libertao de CA das clulas quimiorreceptoras revertendo o efeito inibitrio da cafena sobre esta mesma libertao; c) a propilnorapomorfina, um agonista D2 inibiu a libertao basal e evocada de CA sendo este efeito revertido pela NECA, um agonista dos receptores A2B. O facto de a NECA potenciar o efeito do haloperidol na libertao de CA sugere que a interaco entre os receptores D2 e A2B poderia tambm ocorrer ao nvel de segundos mensageiros, como o cAMP. 6) a ingesto crnica de cafena em ratos controlo (normxicos) no alterou significativamente a funo basal do CB medida como a dinmica dos seus neurotransmissores, dopamina, ATP e adenosina e como actividade quimiossensora do CSN. Contrariamente aos efeitos basais, a ingesto crnica de cafena facilitou a resposta hipxia, dado que aumentou o efeito no volume minuto respiratrioapresentando-se tambm uma clara tendncia para aumentar a actividade quimiossensora do CSN e aumentar a libertao de ATP e dopamina.7) aps um perodo de 15 dias de hipxia crnica era evidente o fenmeno de aclimatizao dado que as respostas ventilatrias hipxia se encontram aumentadas, assim como a actividade quimiossensora do CSN basal e induzida pela hipxia. As alteraes observadas no metabolismo da dopamina, assim como na libertao basal de dopamina e de adenosina poderiam contribuir para a aclimatizao durante a hipoxia crnica. A libertao aumentada de adenosina em resposta hipxia aguda em ratos hipxicos crnicos sugere um papel da adenosina na manuteno/aumento das respostas ventilatrias hipxia aguda durante a hipxia crnica. Observou-se tambm que a libertao de ATP induzida pela hipxia aguda se encontra diminuda em hipxia crnica, contudo a ingesto crnica de cafena reverteu este efeito para valores similares aos valores controlo, sugerindo que a adenosina possa modular a libertao de ATP em hipxia crnica. 8) a ingesto crnica de cafena em ratos hipxicos crnicos induziu o aumento do metabolismo de CA no CB, medido como expresso de tirosina hidroxilase, contedo, sntese e libertao de CA. 9) a ingesto crnica de cafena no provocou quaisquer alteraes na actividade quimiossensora do CSN em ratos hipxicos crnicos no entanto, as respostas do CSN hipxia aguda intensa e moderada e hipercapnia encontram-se diminudas. Este efeito inibitrio que provm da ingesto crnica de cafena parece ser compensado ao nvel dos quimiorreceptores centrais dado que os parmetros ventilatrios em condies basais e em resposta hipoxia aguda no se encontram modificados em ratos expostos durante 15 dias a uma atmosfera hipxica. Resumindo podemos assim concluir que a adenosina quer em situaes de hipoxia aguda quer em condies de hipoxia crnica tem um papel excitatrio na actividade quimiossensora do CB actuando directamente nos receptores A2A presentes ps-sinapticamente no CSN, assim como facilitando a libertao de dopamina pr-sinapticamente via receptores A2B presentes nas clulas quimiorreceptoras. A interaco negativa entre os receptores A2B e D2 observadas nas clulas quimiorreceptoras do CB poderia explicar o aumento do metabolismo de CA observado aps a ingesto crnica de cafena em animais hipxicos. Conclui-se ainda que durante a aclimatizao hipxia a aco inibitria da cafena, em termos de resposta ventilatria, mediada pelos quimiorreceptores perifricos compensada pelos efeitos excitatrios desta xantina ao nvel do quimiorreceptores centrais.------- RESUMEN Los cuerpos carotdeos (CB) son rganos emparejados que estn localizados en la bifurcacin de la arteria cartida comn. Estos rganos son sensibles a variaciones en la PaO2, en la PaCO2, pH y temperatura siendo responsables de la hiperventilacin que ocurre en respuesta a la hipoxia, contribuyendo tambin a la hiperventilacin que acompaa a la acidosis metablica y respiratoria. Las clulas quimiorreceptoras (tipo I o glmicas) del cuerpo carotdeo responden a las variaciones de gases arteriales liberando neurotransmissores que activan las terminaciones sensitivas del nervio del seno carotdeo (CSN) llevando la informacin al centro respiratorio central. Todava esta por clarificar cual el neurotransmisor (o neurotransmisores) responsable por la sealizacin hipxica en el CB. La adenosina es un neurotransmisor excitatrio en el CB ya que aumenta la actividad del CSN e induce la hiperventilacin a travs de la activacin de receptores de adenosina del subtipo A2. La importancia de estos efectos de la adenosina en la quimiorrecepcin, descritos en ratas y gatos, ha sido fuertemente reforzada por resultados obtenidos en voluntarios sanos en los que la infusin intravenosa de adenosina induce hiperventilacin y dispnea, efectos ests que han sido atribuidos a una activacin del CB ya que la adenosina no cruza la barrera hemato-encefalica y el efecto es tanto ms grande cuanto ms cercana del CB es la administracin. Este trabajo ha sido realizado con el objetivo de investigar cual el significado funcional de la adenosina en la quimiorrecepcin en el CB en animales controlo y en animales sometidos a hipoxia crnica sostenida. Para alcanzar este objetivo se ha estudiado: 1) el efecto de la hipoxia moderada en la liberacin de adenosina en una preparacin in vitro de CB y la especificidad de esta liberacin en comparacin con otros tejidos no-quimiosensitivos, as como las vas metablicas de produccin y liberacin de adenosina del rgano en normoxia y hipoxia; 2) la modulacin de la liberacin de adenosina/ATP de las clulas quimiorreceptoras del CB por receptores nicotnicos de ACh; 3) los efectos de la cafena en el controlo perifrico de la ventilacin y la identidad de los receptores de adenosina involucrados en los efectos de la adenosina y cafena en los quimiorreceptores del CB; 4) las interacciones entre los receptores D2 de dopamina y los receptores A2B de adenosina que modulan la liberacin de catecolaminas (CA) en el CB de rata y; 5) el efecto de la ingestin crnica de cafena, es decir, el bloqueo sostenido de los receptores de adenosina, simulando la dependencia de cafena observada en la populacin mundial del occidente, en la funcin del CB en ratas controlo y sometidas a hipoxia crnica sostenida. Los mtodos utilizados en este trabajo incluirn: tcnicas de biologa molecular como imunocitoqumica y western-blot; tcnicas bioqumicas, tales como la cuantificacin de neurotransmissores por HPLC, bioluminescencia y mtodos radioisotpicos; tcnicas electrofisiolgicas como el registro de potenciales elctricos del nervio do seno carotdeo in vitro; y registros ventilatrios in vivo en animales no anestesiados y en libre movimiento (pletismografia). Se observ que: 1) la sensibilidad de los quimiorreceptores de CB esta correlacionada con un bajo umbral de liberacin de adenosina en respuesta a la hipoxia ya que en respuesta a una hipoxia moderada (10% O2) la liberacin de adenosina en el CB aumenta un 44%, sin embargo esta PaO2 no es un estimulo suficientemente fuerte para inducir la liberacin de adenosina del ganglio cervical superior o del tejido arterial; se observ tambin que aproximadamente 40% de la adenosina liberada del CB proviene del catabolismo extracelular del ATP en normoxia y en hipoxia moderada, y que bajas PO2 inducen la liberacin de adenosina va activacin del sistema de transporte equilibrativo ENT1. 2) la ACh modula la liberacin de adenosina /ATP del CB en respuesta a la hipxia moderada lo que sugiere que el papel excitatrio de la ACh en la actividad quimiosensora incluye la activacin indirecta de receptores purinrgicos por la adenosina y el ATP, indicando que la adenosina y el ATP pueden actuar como mediadores importantes en el proceso de quimiotransduccin ya que: a) la activacin de los receptores nicotnicos de ACh en el CB en normoxia estimula la liberacin de adenosina (max 36%) que aparentemente proviene de la degradacin extracelular del ATP. Se observ tambin que este aumento de adenosina en el CB en hipoxia ha sido antagonizado parcialmente por antagonistas de estos mismos receptores; b) la caracterizacin farmacolgica de los receptores nicotnicos de ACh involucrados en la estimulacin de la liberacin de adenosina del CB ha revelado que los receptores nicotnicos de ACh involucrados son constituidos por sub-unidades 42. 3) la adenosina modula la liberacin de CA de las clulas quimiorreceptoras del CB a travs de receptores de adenosina A2B ya que: a) la cafena, un antagonista no selectivo de los receptores de adenosina, ha inhibido la liberacin de CA en normoxia y en respuesta a estmulos de baja intensidad siendo ineficaz en la liberacin inducida por estmulos de intensidad superior; b) el DPCPX y el MRS1754 ha mimetizado los efectos de la cafena en el CB y el SCH58621 ha sido incapaz de inducir la liberacin de CA lo que sugiere que los efectos de la cafena son mediados por receptores A2B de adenosina que estn localizados pr-sinapticamente en las clulas quimiorreceptoras del CB. 4) la aplicacin aguda de cafena ha inhibido en 52% la actividad quimiosensora del CSN inducida por la hipoxia siendo este efecto mediado respectivamente por receptores de adenosina A2A ps-sinpticos y A2B pr-sinpticos lo que indica que la actividad quimiosensora inducida por la hipoxia es controlada por la adenosina. 5) existe una interaccin entre los receptores A2B y D2 que controla la liberacin de CA del CB de rata ya que: a) el sulpiride, un antagonista de los receptores D2, ha aumentado la liberacin de CA de las clulas quimiorreceptoras revertiendo el efecto inhibitorio de la cafena sobre esta misma liberacin; b) los antagonistas de los receptores D2, domperidona y haloperidol, han aumentado la liberacin basal e evocada de CA de las clulas quimiorreceptoras confirmando la presencia de autorreceptores D2 en el CB de rata que controlan la liberacin de CA a travs de un mecanismo de feed-back negativo; c) la propilnorapomorfina, un agonista D2, ha inhibido la liberacin basal e evocada de CA sendo este efecto revertido por la NECA, un agonista de los receptores A2B. Ya que la NECA potencia el efecto del haloperidol en la liberacin de CA la interaccin entre los D2 y A2B puede tambin ocurrir al nivel de segundos mensajeros, como el cAMP. 6) la ingestin crnica de cafena en ratas controlo (normxicas) no ha cambiado significativamente la funcin basal del CB medida como la dinmica de sus neurotransmisores, dopamina, ATP y adenosina y como actividad quimiosensora del CSN. Al revs de lo que pasa con los efectos bsales, la ingestin crnica de cafena facilit la respuesta a la hipxia, ya que ha aumentado la respuesta ventilatria medida como volumen minuto presentando tambin una clara tendencia para aumentar la actividad quimiosensora del CSN y aumentar la liberacin de ATP y dopamina. 7. Despus de un perodo de 15 das de hipoxia crnica se puede observar el fenmeno de climatizacin ya que las respuestas ventilatrias a la hipoxia estn aumentadas, as como la actividad quimiosensora del CSN basal e inducida por la hipoxia. Los cambios observados en el metabolismo de la dopamina, as como en la liberacin basal de dopamina y de adenosina podran contribuir para la climatizacin en hipoxia crnica. El aumento en la liberacin de adenosina en respuesta a la hipoxia aguda en ratas sometidas a hipoxia crnica sugiere un papel para la adenosina en el mantenimiento/aumento de las respuestas ventilatrias a la hipoxia aguda en hipoxia crnica sostenida. Se ha observado tambin que la liberacin de ATP inducida por la hipoxia aguda est disminuida en hipoxia crnica y que la ingestin crnica de cafena reverte este efecto para valores similares a los valores controlo, sugiriendo que la adenosina podra modular la liberacin de ATP en hipoxia crnica. 8. la ingestin crnica de cafena ha inducido el aumento del metabolismo de CA en el CB en ratas hipxicas crnicas, medido como expresin de la tirosina hidroxilase, contenido, sntesis y liberacin de CA. 9. la ingestin crnica de cafena no ha inducido cambios en la actividad quimiosensora del CSN en ratas hipxicas crnicas sin embargo las respuestas do CSN a una hipoxia intensa y moderada y a la hipercapnia estn disminuidas. Este efecto inhibitorio que es debido a la ingestin crnica de cafena es compensado al nivel de los quimiorreceptores centrales ya que los parmetros ventilatrios en condiciones bsales y en respuesta a la hipoxia aguda no estn modificados en ratas expuestas durante 15 das a una atmsfera hipxica. Resumiendo se puede concluir que la adenosina en situaciones de hipoxia aguda as como en hipoxia crnica tiene un papel excitatrio en la actividad quimiosensora del CB actuando directamente en los receptores A2A localizados ps-sinapticamente en el CSN, as como controlando la liberacin de dopamina pr-sinaptica va receptores A2B localizados en las clulas quimiorreceptoras. Las interacciones entre los receptores A2B y D2 observadas en las clulas quimiorreceptoras del CB podran explicar el aumento del metabolismo de CA observado despus de la ingestin crnica de cafena en animales hipxicos. Por fin, pero no menos importante se puede concluir que durante la climatizacin a la hipoxia la accin inhibitoria de la cafena, medida como respuesta ventilatria, mediada por los quimiorreceptores perifricos es compensada por los efectos excitatrios de esta xantina al nivel de los quimiorreceptores centrales.

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BACKGROUND: Some studies have reported an inverse association between dairy product (DP) consumption and weight or fat mass loss. OBJECTIVES: The objective of our study was to assess the association between DP intake and abdominal obesity (AO) among Azorean adolescents. SUBJECTS/METHODS: This study was a cross-sectional analysis. A total of 903 adolescents (370 boys) aged 15--16 years was evaluated. Anthropometric measurements were collected (weight, height and waist circumference (WC)) and McCarthys cut-points were used to categorize WC. AO was defined when WC was X90th percentile. Adolescent food intake was assessed using a self-administered semiquantitative food frequency questionnaire and DP intake was categorized in o2 and X2 servings/day. Data were analyzed separately for girls and boys, and logistical regression was used to estimate the association between DPs and AO adjusting for potential confounders. RESULTS: The prevalence of AO was 54.9% (boys: 32.1% and girls: 70.7%, Po0.001). For boys and girls, DP consumption was 2.31.9 and 2.11.6 servings/day (P0.185), respectively. In both genders, the proportion of adolescents with WC o90th percentile was higher among individuals who reported a dairy intake of X2 servings/day compared with those with an intake o2 servings/day (boys: 71% vs 65% and girls: 36% vs 24%, Po0.05). After adjustments for confounders, two or more DP servings per day were a negative predictor of AO (odds ratio, 0.217; 95% confidence interval, 0.075 -- 0.633) only in boys. CONCLUSION: We found a protective association between DP intake and AO only in boys.

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A thesis submitted in fulfilment of the requirements for the Degree of Doctor of Philosophy in Sanitary Engineering in the Faculty of Sciences and Technology of the New University of Lisbon

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Dissertao para obteno do grau de Mestre em Engenharia Qumica e Bioqumica

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Dissertao para obteno do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurana Alimentar na rea de especializao de Qualidade Alimentar

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Dissertation submitted to obtain the phD degree in Biochemistry, specialty in Physical- Biochemistry, by the Faculdade de Cincias e Tecnologia from the Universidade Nova de Lisboa