950 resultados para Brown Swiss cattle.
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Brown shrimp (Farfantepenaeus aztecus) are abundant along the Louisiana coast, a coastline that is heavily influenced by one of the world’s largest rivers, the Mississippi River. Stable carbon, nitrogen, and sulfur (CNS) isotopes of shrimp and their proventriculus (stomach) contents were assayed to trace riverine support of estuarine-dependent brown shrimp. Extensive inshore and of fshore collections were made in the Louisiana coastal zone during 1999–2006 to document shrimp movement patterns across the bay and shelf region. Results showed an unexpectedly strong role for nursery areas in the river delta in supporting the offshore fishery, with about 46% of immigrants to offshore regions arriving from riverine marshes. Strong river influences also were evident offshore, where cluster analysis of combined CNS isotope data showed three regional station groups related to river inputs. Two nearer-river mid-shelf station groups showed isotope values indicating river fertilization and productivity responses in the benthic shrimp food web, and a deeper offshore station group to the south and west showed much less river inf luence. At several mid-shelf stations where hypoxia is common, shrimp were anomalously 15N depleted versus their diets, and this d15N difference or mismatch may be useful in monitoring shrimp movement responses to hypoxia.
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Size distribution within re- ported landings is an important aspect of northern Gulf of Mexico penaeid shrimp stock assessments. It reflects shrimp population characteristics such as numerical abundance of various sizes, age structure, and vital rates (e.g. recruitment, growth, and mortality), as well as effects of fishing, fishing power, fishing practices, sampling, size-grading, etc. The usual measure of shrimp size in archived landings data is count (C) the number of shrimp tails (abdomen or edible portion) per pound (0.4536 kg). Shrimp are marketed and landings reported in pounds within tail count categories. Statistically, these count categories are count class intervals or bins with upper and lower limits expressed in C. Count categories vary in width, overlap, and frequency of occurrence within the landings. The upper and lower limits of most count class intervals can be transformed to lower and upper limits (respectively) of class intervals expressed in pounds per shrimp tail, w, the reciprocal of C (i.e. w = 1/C). Age based stock assessments have relied on various algorithms to estimate numbers of shrimp from pounds landed within count categories. These algorithms required un- derlying explicit or implicit assumptions about the distribution of C or w. However, no attempts were made to assess the actual distribution of C or w. Therefore, validity of the algorithms and assumptions could not be determined. When different algorithms were applied to landings within the same size categories, they produced different estimates of numbers of shrimp. This paper demonstrates a method of simulating the distribution of w in reported biological year landings of shrimp. We used, as examples, landings of brown shrimp, Farfantepenaeus aztecus, from the northern Gulf of Mexico fishery in biological years 1986–2006. Brown shrimp biological year, Ti, is defined as beginning on 1 May of the same calendar year as Ti and ending on 30 April of the next calendar year, where subscript i is the place marker for biological year. Biological year landings encompass most if not all of the brown shrimp life cycle and life span. Simulated distributions of w reflect all factors influencing sizes of brown shrimp in the landings within a given biological year. Our method does not require a priori assumptions about the parent distributions of w or C, and it takes into account the variability in width, overlap, and frequency of occurrence of count categories within the landings. Simulated biological year distributions of w can be transformed to equivalent distributions of C. Our method may be useful in future testing of previously applied algorithms and development of new estimators based on statistical estimation theory and the underlying distribution of w or C. We also examine some applications of biological year distributions of w, and additional variables derived from them.
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Simulations based on a yield-per-recruit model were performed to analyze the impact ofg rowth overfishing on brown shrimp, Penaeus aztecus, and to assess the effects of a closed season inshore and offshore of the Mexican States of Tamaulipas and Veracruz. Closure of both the inshore and offshore fisheries could enhance cohort yield by more than 300%. Cohon yield enhancement would be only about 60-80% if only the offshore season were closed. The closed season of 1993 gave better results as it covered a larger part of the brown shrimp peak recruitment period. Catch per unit of effort (CPUE) after closure in 1993, compared with 1994, was 2.4 times higher than the mean CPUE of the month. Total annual offshore yield increased 72% in 1993 (3,800 metric tons (t)) and 10% in 1994 (506 t) with respect to the mean annual offshore catch during the 10-year period prior to the 1993 closure. Simulation results could help identify alternatives that permit the coexistence of the inshore and offshore fisheries while maintaining high profitability of the brown shrimp fishery.
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O excesso ou a privação de nutrientes em períodos específicos do desenvolvimento, tais como a lactação, estimulam alterações no metabolismo celular, por exemplo. Estas modificações perpetuam-se ao longo da vida e em conseqüência tornam o organismo mais suscetível ao aparecimento de patologias na idade adulta (Programação Metabólica). Estudamos a influência da grelina na secreção de insulina em camundongos Swiss de 120 dias submetidos à hiperalimentação na lactação. Para induzir a hiperalimentação as ninhadas foram reduzidas a 3 filhotes machos por lactante no 3o dia de vida pós-natal. As ninhadas controle foram ajustadas para 9 filhotes machos por lactante. Na idade adulta os animais hiperalimentados (AH) exibiram em comparação aos animais controle (AC) um incremento de 20% no peso corporal, maior índice de Lee (1705,63 g/mm + 29,3 vs 1374,10 g/mm + 54,9; p< 0,001), elevação da gordura corporal (31,0% + 4,6 vs 21,5% + 3,6; p< 0,01), aumento da gordura retroperitoneal (0,79 g + 0,1 vs 0,44 g + 0,1; p< 0,001), hiperglicemia de jejum (151,83 mg/ dl + 8,3 vs 118,0 mg/ dl + 1,0; p< 0,001), hiperinsulinemia de jejum (54,06 UI/ml + 2,3 vs 19,28 UI/ml + 1,53; p< 0,001) e hipogrelinemia de jejum (98,64 pg/ml + 56,5 vs 201,14 pg/ml + 46,4; p< 0,05). Os AH apresentaram maior secreção de insulina in vitro em presença de glicose aos 10 minutos (209,66 UI/ml + 46,5; p< 0,05), 30 minutos (441,88 UI/ml + 30,2; p< 0,05) e 60 minutos (214,34 UI/ml + 29,8) em comparação aos AC, respectivamente 86,90 UI/ml + 9,5; 74,31 UI/ml + 7,7 vs 27,45 UI/ml + 6,1; p< 0,05. As ilhotas pancreáticas dos AH adultos demonstraram em relação aos AC diminuição do consumo de O2 (1,76 pmols O2/ s. ilhota-1 + 0,4 vs 4,85 pmols O2/ s. ilhota-1 + 1,5; p< 0,001) e elevação do conteúdo do receptor de grelina GHSR1A (3,05 % + 2,13 vs 0,95 % + 0,1; p< 0,05). A grelina acilada estimulou a secreção de insulina in vitro dos AC aos 30 minutos (controle com grelina: 208,50 UI/ml + 40,85 vs controle sem grelina: 74,31 UI/ml + 7,7; p< 0,05) e diminuiu a razão do controle respiratório (controle com grelina: 1,45 + 0,2 vs controle sem grelina: 2,51 + 0,7; p< 0,05). Nos AH, a grelina acilada elevou o conteúdo de GLUT2 nas ilhotas pancreáticas em relação aos AC (hiperalimentados com grelina: 2,07 % + 0,5 vs controle com grelina: 0,85 % + 0,4; p< 0,01); entretanto a grelina não foi capaz de estimular a secreção de insulina nestes animais. Concluímos que a hiperalimentação na lactação associou-se ao aumento da gordura corporal e elevou a secreção de insulina na fase tardia do desenvolvimento. A grelina acilada estimulou a secreção de insulina somente nos AC adultos.
Bioenergética mitocondrial do coração na obesidade induzida por dieta ocidental em camundongos Swiss
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A obesidade, doença resultante do acúmulo excessivo de gordura corporal, é importante fator de risco para diabetes mellitus tipo 2, dislipidemias e doenças cardiovasculares, doenças de alta prevalência em todo o mundo. O processo de transição nutricional decorrente da globalização contribuiu para o crescente número de indivíduos com obesidade, principalmente pela modificação nos hábitos alimentares da população, com ampla inclusão de produtos industrializados ricos em gordura saturada, sal e açúcar, denominada dieta ocidental. Os mecanismos pelos quais a obesidade induzida por dieta leva ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares ainda não estão completamente esclarecidos na literatura, porém sabe-se que a obesidade leva ao comprometimento da função cardíaca e do metabolismo energético, aumentando a morbidade e mortalidade. Em grande parte dos estudos relacionados à obesidade, o metabolismo energético celular comprometido associa-se à disfunção mitocondrial. Neste contexto, torna-se importante avaliar a função mitocondrial na obesidade, visto que as mitocôndrias são organelas com funções-chave no metabolismo energético. No presente estudo, avaliamos inicialmente o efeito obesogênico da dieta ocidental em camundongos Swiss por 16 semanas a partir do desmame. Para tal, analisamos a ingestão alimentar, evolução da massa corporal, Índice de Lee, peso das gorduras epididimal e retroperitoneal, peso e morfologia do fígado, relação entre o peso do fígado/massa corporal, peso do ventrículo esquerdo (VE)/massa corporal, glicemia de jejum e teste intraperitoneal de tolerância à glicose. Avaliamos também o consumo de oxigênio das fibras cardíacas através da respirometria de alta resolução. Além disso, o conteúdo das proteínas envolvidas no metabolismo energético: Carnitina Palmitoil Transferase 1 (CPT1), proteína desacopladora 2 (UCP2), Transportadores de glicose 1 e 4 (GLUT1 e GLUT4), proteína quinase ativada por AMP (AMPK), proteína quinase ativada por AMP fosforilada (pAMPK), receptor de insulina β (IRβ) e substrato do receptor de insulina 1 (IRS-1) foi determinado por western blotting. Nossos resultados confirmaram o caráter obesogênico da dieta ocidental, visto que os camundongos submetidos a esta dieta (GO), apresentaram-se hiperfágicos (P<0,001) e obesos (72,031,82, P<0,001), com aumento progressivo no ganho de massa corporal. Além do aumento significativo dos parâmetros: Índice de Lee (362,902,44, P<0,001), gorduras epididimal e retroperitonial (3,310,15 e 1,610,11, P<0,001), relação entre o peso do fígado/massa corporal (0,060,003, P<0,001) e peso de ventrículo esquerdo (VE)/massa corporal (0,080,002, P<0,01), hiperglicemia de jejum (192,1014,75, P<0,01), intolerância à glicose (P<0,05, P<0,01) e deposição ectópica de gordura no fígado. A respirometria de alta resolução evidenciou disfunção mitocondrial cardíaca no grupo GO, com reduzida capacidade de oxidação de carboidratos e ácidos graxos (P<0,001) e aumento do desacoplamento entre a fosforilação oxidativa e a síntese de ATP (P<0,001). Os resultados de western blotting evidenciaram aumento nos conteúdos de CPT1 (1,160,08, P<0,05) e UCP2 (1,080,06, P<0,05) e redução no conteúdo de IRS-1 (0,600,08, P<0,05). Não houve diferença significativa nos conteúdos de GLUT1, GLUT4, AMPK, pAMPK, pAMPK/AMPK e IRβ. Em conclusão, o consumo da dieta ocidental resultou no desenvolvimento de obesidade com disfunção mitocondrial associada a alterações no metabolismo energético.
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This is the Brown trout habitat assessment on the River Bela catchment produced by the Environment Agency North West in 1997. The Environment Agency (EA) and its predecessor the National Rivers Authority undertook strategic fish stock assessments in 1992 and 1995 on the River Bela catchment. These surveys found low numbers of brown trout {Salmo trutta) at some sites. Following this, habitat evaluation assessments were undertaken on the eleven poorest sites Factors probably responsible for declining trout populations on the three main tributaries of the Bela catchment include: Overgrazing by farm stock; Lack of suitable cover for parr; the absence of suitable spawning areas; existing potential of certain areas within the catchment not being utilised, due to poor dispersal. Habitat Improvement Schemes (H.I.S) are discussed and prioritised.