1000 resultados para violência simbólica
Resumo:
O presente trabalho monográfico intitulado “Desistindo da denúncia: experiências de mulheres vítimas da violência por parceiros íntimos”, analisa os factores que influenciam as mulheres a não-denunciar e a desistir do processo das denúncias de violência com base no género, particularmente a violência infringidas por parceiros íntimos bem como conhecer os reais factores que estão na origem dessa problemática. A investigação teve dois momentos ser destacados: a pesquisa teórica (revisão bibliográfica e documental sobre Violência Baseada no Género); a pesquisa empírica, com a aplicação das entrevistas às mulheres vítimas da Violência Baseada no Género. Os resultados obtidos permitem considerar que as mulheres vítimas Violência Baseada no Género não-denúnciam e desistem da denúncia devido os factores diversos designadamente a situação económica, laços afectivos e status social.
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Tota anàlisi integral de la violència ha de començar per definir les diverses formes que aquesta adopta amb la finalitat de facilitar-ne el mesurament científic. Hi ha moltes maneres possibles de definir la violència. Tradicionalment, l’adolescència s’ha associat amb un moment de crisi, inestabilitat i immaduresa. L’adolescència comença amb una forma de violència produïda per la naturalesa, que són els canvis físics de la pubertat. Aquest és també un període de profunds canvis psicològics (pèrdues del món infantil, confirmació dels caràcters sexuals distintius del gènere). En definitiva, una etapa d’incertesa a l’espera d’arribar a una identitat on el jo fràgil i insegur tem quedar atrapat en la situació infantil i atribueix a l’entorn les seves dificultats per progressar. Ataca buscant uns límits externs que el continguin i li serveixin per regular-se i trobar-se. Altres vegades per por anticipada al fracàs busca com a identitat una posició on no hi ha exigències, ni perill de fracassar, perquè és la identitat del fracàs mateix (fracàs escolar, addiccions, marginalitat, violència). Així la conducta violenta és una defensa davant amenaces externes i internes a un jo fràgil en perill de ser diluït i aixafat en la seva identitat poc sòlida i definida. La sensació de no ser considerat com a subjecte pot ser objectiva o imaginària, present o ancorada en el passat (JEAMET 2003) però, en qualsevol cas, és una pressió real per l’individu que l’afecta notablement
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Aquest quadern està adreçat als professionals de medi obert que intervenen amb joves que presenten una problemàtica de violència neonazi. És un resum del document que es va lliurar durant la segona jornada de gestió del coneixement el passat 29 de novembre de 2007. Es pretén amb aquest quadern donar vida a unes idees que s’han recollit mitjançant la feina del dia a dia dels tècnics de medi obert. Volem que aquest quadern sigui un instrument més de comunicació entre tècnics, motiu pel qual trobareu una part final on podeu anotar els suggeriments que vulgueu fer arribar per a futures revisions del quadernet. En aquest quadern hi trobareu: - una breu explicació sobre a què ens referim quan parlem de violència neonazi. - una exposició esquemàtica i exhaustiva d’objectius, actuacions i recursos, que es basa en el coneixement dels professionals sobre la pràctica diària. És important que, a partir d’aquesta exposició, assenyaleu els objectius i actuacions que treballareu en els vostres casos. - una part final d’observacions i suggeriments, on s’espera la vostra aportació per millorar el dossier 2007 i la nostra intervenció en els casos de violència neonazi.
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Aquest quadern està adreçat als professionals de medi obert que intervenen amb joves que presenten una problemàtica de violència cap als pares. És un resum del document que es va lliurar durant la segona jornada de gestió del coneixement el 29 de novembre de 2007. Volem que sigui un instrument més de comunicació entre tècnics, motiu pel qual trobareu una part final on podeu anotar els suggeriments que vulgueu fer arribar per a futures revisions del quadernet. Per tant, hi trobareu: - Una breu explicació sobre a què ens referim quan parlem de violència fills-pares - Una exposició esquemàtica i exhaustiva d’objectius, actuacions i recursos, que té el suport en el coneixement dels professionals sobre la pràctica diària. - Una part final d’observacions i suggeriments, on s’espera la vostra aportació per millorar el dossier 2007 i la nostra intervenció vers els casos de violència fills–pares.
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Cabo Verde, situado acerca de 550 kms a Oeste da Costa do Senegal, na Costa Ocidental de África, com uma superfície de 4033 km2, constituído por dez ilhas, das quais nove são habitadas, foi achado no século XV, por navegadores portugueses e italianos ao serviço da coroa portuguesa. A povoação das ilhas começou em 1462, com muitas dificuldades, devidas, por um lado, às condições climáticas e, por outro, à distância em relação ao reino. Deste modo, a melhor forma de atrair os colonizadores às ilhas foi aliciá-los com a liberdade de poderem navegar e explorar a Costa da Guiné, privilégios esses reduzidos dez anos mais tarde, tendo em conta as diversas irregularidades e abusos cometidos (Santos/Torrão/Soares 2007). De qualquer forma, uma vez iniciada a colonização e os contactos culturais entre os portugueses, alguns europeus e nativos da Costa Ocidental da África tomados como escravos, começa uma coexistência nas ilhas de dois tipos de civilização diferentes entre si, contexto no qual se produz o mestiço. Segundo Mariano (1991), a colonização das ilhas realizou-se a partir do padrão sobrado2/funco3, o qual, longe da sua função estritamente arquitectónica, simbolizava espacialmente o lugar a que pertencia cada um dos segmentos da população (o senhor e o escravo). Chama no entanto a atenção o facto dessa estrutura social, apesar de aparentemente antagonista, jamais ter desembocado em conflitos de maior envergadura, que pudessem ter ameaçado o progresso e a cultura cabo-verdiana.
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Este artigo apresenta algumas ações do Poder Público que buscaram reduzir a violência em meio escolar. Tomando como exemplo as cidades de São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte, examina algumas das modalidades de práticas que nascem a partir da década de 80, início do processo de democratização política do Brasil. Oscilando entre medidas de caráter educativo e iniciativas relacionadas à área de segurança, as ações ainda demandam continuidade e maior capacidade de impacto nas escolas públicas dessas cidades. No entanto, já é possível, a partir dessas experiências, traçar a trajetória emergente das políticas públicas destinadas à diminuição da violência nos estabelecimentos de ensino na sociedade brasileira.
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O objetivo dessa investigação é compreender as possibilidades e limites de uma experiência de formação continuada de professores de ensino fundamental que lidam com adolescentes de periferia. Realizada em 2002, com 10 professores, em 15 reuniões, a pesquisa pretendeu compartilhar momentos de reflexão e diálogo, buscando minimizar a violência na escola. Discutimos teorias do desenvolvimento da moralidade e trabalhamos com os professores ações educativas (dramatização, dilemas morais e dinâmicas de grupo) que visam a favorecer a emergência de interação social construtiva. As reuniões foram analisadas com procedimentos hermenêuticos. Na sistematização dos resultados, examinamos, inicialmente, a experiência como um todo. A seguir, destacamos momentos pedagógicos significativos, em que os professores compartilharam conosco experiências educativas realizadas no período dos encontros.
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Esta pesquisa exploratória teve como objetivo captar as percepções de adolescentes matriculados em estabelecimentos educacionais do Distrito Federal sobre as violências nas escolas e nas comunidades. Considerando que a literatura constata que as violências são comuns às escolas públicas e particulares, embora com diferentes ocorrências, o trabalho focalizou em particular as diferenças entre alunos dos dois tipos de escolas. Para tanto foi utilizada a técnica de grupos focais. Os resultados indicam que, embora se confirme a presença de violências nas escolas públicas e particulares, cada uma é tratada de modo diferente, as primeiras apoiando-se, em parte, no trabalho da polícia, e as últimas mantendo controle preventivo de pessoas e seus movimentos. As conclusões remetem às teorias sociológicas conflituais da Sociologia da Educação e ao seu maior poder explicativo. Enfatizam a necessidade de a escola considerar as sociedades dos adolescentes e o seu protagonismo e dinamismo próprios, abrindo os olhos para as mudanças dentro de si e ao seu redor.
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Este artigo procura estudar a associação entre auto-estima e violências que ocorrem no ambiente escolar. Apresenta resultados obtidos em pesquisa realizada em escolas públicas e particulares de São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro. Emprega basicamente metodologia quantitativa (inquérito epidemiológico com uma amostra de 1.686 alunos) com alunos das 7ª e 8ª séries do ensino fundamental e 1º e 2º anos do ensino médio. Os resultados indicam que alunos com baixa auto-estima relacionam-se de forma pior com colegas e professores que os pares de elevada auto-estima, além de se colocarem mais freqüentemente na posição de vítimas de violência na escola e terem mais dificuldade de se sentir bem no espaço escolar. São apontados alguns programas nacionais que têm tentado abordar o problema da violência na escola.
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Esta pesquisa teve como principal objetivo investigar a associação entre intimidação entre pares e violência intrafamiliar. Participaram do estudo 239 estudantes, com idades entre 11 e 15 anos, sendo que 34,7% eram meninos e 65,3%, meninas. Construiu-se um questionário baseado em outros instrumentos que continha: questões sobre variáveis sociodemográficas; itens que investigavam a exposição dos estudantes à violência interparental e questões que mediam a violência física e psicológica cometida por mães e pais contra os participantes. O envolvimento em bullying foi avaliado por meio de 26 itens, desenvolvidos especialmente para os propósitos do estudo, baseados em uma versão modificada do questionário de Olweus. Foram encontradas associações entre violência doméstica e bullying, com peculiaridades de acordo com o sexo dos participantes. Estar exposto à violência interparental esteve associado com ser alvo/autor de bullying na escola, especialmente para as meninas, mas não com ser vítima de intimidação. A violência parental direta, por sua vez, aumentou a probabilidade de os meninos relatarem envolvimento em bullying como vítima e também a chance de ser vítima-agressora. Entre as meninas, sofrer violência por parte dos pais mostrou-se um fator associado somente com atuar em intimidação como alvo/autor.
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El dominio de los hombres sobre las mujeres es un fenómeno histórico que caracteriza las formaciones sociales estatales de Grecia y Roma, del Próximo Oriente antiguo y del Egipto faraónico, y son los distintos tipos de violencia —física, sexual y simbólica— sus herramientas principales de construcción y de permanencia.Este libro reúne las ponencias presentadas en el simposio internacional Violencia deliberada. Sus autoras y autores analizan las violencias sexistas que, desde la antigüedad, como si se tratara de un hecho ineluctable, impregnan las vidas de muchas mujeres, como Neera, la extranjera; Pacula Annia, la sacerdotista, y Agripina, la madre de Nerón, o Aurelia Atiena, la ninfa Io y la virgen asceta Principia. Ellas y otras muchas, cuyos nombres desconocemos, son las verdaderas protagonistas de este libro. Del valor y la determinación de las mujeres nombradas y evocadas en estas páginas, y de tantas otras con las que compartimos hoy nuestras vidas, surgen la luz y el aliento para (re)accionar frente a las violencias patriarcales.
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El dominio de los hombres sobre las mujeres es un fenómeno histórico que caracteriza las formaciones sociales estatales de Grecia y Roma, del Próximo Oriente antiguo y del Egipto faraónico, y son los distintos tipos de violencia —física, sexual y simbólica— sus herramientas principales de construcción y de permanencia.Este libro reúne las ponencias presentadas en el simposio internacional Violencia deliberada. Sus autoras y autores analizan las violencias sexistas que, desde la antigüedad, como si se tratara de un hecho ineluctable, impregnan las vidas de muchas mujeres, como Neera, la extranjera; Pacula Annia, la sacerdotista, y Agripina, la madre de Nerón, o Aurelia Atiena, la ninfa Io y la virgen asceta Principia. Ellas y otras muchas, cuyos nombres desconocemos, son las verdaderas protagonistas de este libro. Del valor y la determinación de las mujeres nombradas y evocadas en estas páginas, y de tantas otras con las que compartimos hoy nuestras vidas, surgen la luz y el aliento para (re)accionar frente a las violencias patriarcales.