953 resultados para Market share.
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National Highway Traffic Safety Administration, Washington, D.C.
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National Highway Traffic Safety Administration, Washington, D.C.
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Esta dissertação apresenta os principais aspectos da Teoria dos Jogos, mostrando sua aplicação como instrumento analítico na Gestão de Pessoas no que diz respeito à variável salário. Considera a organização e o trabalhador como conceitos gerais, sem identificar o setor de atuação, ramo de atividade, classificação jurídica em função do seu faturamento, total de empregados ou participação de mercado dessa organização. Da mesma forma o conceito trabalhador não recebe qualquer identificação em relação ao setor de atividade onde trabalha, função, salário ou formação profissional. A organização é toda estrutura que gera bens e serviços para a sociedade e o trabalhador é todo elemento que emprega sua força de trabalho na produção de bens e serviços. Os objetivos estabelecidos para este estudo são: identificar as possibilidades de aplicação da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas considerando a variável salário como elemento de conflito entre a organização e o trabalhador; mostrar se a forma de representação extensiva é mais apropriada ou não para analisar o cenário de embate na decisão de contratar ou não o trabalhador ou pagar mais ou menos salário e a existência do Equilíbrio de Nash. A metodologia qualitativa com apoio bibliográfico e documental caracteriza esta pesquisa qualitativa quanto a metodologia de pesquisa. Os métodos qualitativos contribuem para interpretar fenômenos do cotidiano, podendo ser composto por dados simbólicos situados em determinado contexto. A pesquisa documental é uma contribuição importante ao estudo do tema proposto, já que a pesquisa qualitativa não é uma proposta rigidamente estruturada e isto permite que o pesquisador use a imaginação e criatividade para atingir o objetivo. Os resultados obtidos pela pesquisa dão conta de que é possível a aplicação da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas considerando o embate entre os jogadores (o trabalhador e a organização) em torno do salário, discutido no capítulo 4 nas representações da matriz de payoff de um jogo estratégico e nas figuras 9,10,11,e 16. A representação na forma extensiva, outro objetivo, indicando os payoffs entre duas decisões centrais representadas por X = flexibilização com renúncia dos direitos pelos trabalhadores e Y = flexibilização/adaptação/negociação, conforme figura 16. O gestor de pessoas percebe as estratégias existentes para a organização e trabalhador para a tomada de decisão, ao mesmo tempo em que pode avaliar a situação que esteja vivendo e fazer simulações em busca de novas propostas. Por fim, o Equilíbrio de Nash para a aplicação na Gestão de Pessoas é discutido no item 4.1.3, sendo possível verificar que tanto o trabalhador como a organização podem chegar a uma decisão favorável para ambos e manter seus objetivos pretendidos inicialmente. Na figura 17, esse equilíbrio é apresentado depois da tomada de decisão do trabalhador pela proposta feita pela organização na sequência O2 e o trabalhador ficou com o ramo de sequência T2 com o valor de 20 moedas. A potencialidade da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas está no fato de que quem atua em uma organização compartilha resultados bons ou ruins obtidos pelas escolhas alheias, individuais e construídas coletivamente.
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Esta pesquisa tem por objetivo analisar a importância das relações e habilidades interpessoais para o contabilista em seu ambiente de trabalho. Aumenta-se a exigência na qualidade da informação e o contador evolui em seu papel como provedor, tendo que lidar com diferentes situações, agindo como um norteador para o administrador na captação de informações que mostre a situação real da empresa, as possibilidades, demandas e participação no mercado. (SÁ, 2004; MARION, 2009). Serviram de referencial teórico proposições de Iudicibus (2006); Marion (2009) e Sá (2004). Para o desenvolvimento desta dissertação adotou-se uma abordagem qualitativa de cunho exploratório com entrevistas semiestruturadas em profundidade. Constatou-se a importância que o relacionamento interpessoal ocupa nas dimensões de atuação do contador, que precisa saber o que fazer com a informação obtida, entender e colocar num formato mais adequado para os seus usuários, desta forma, as habilidades interpessoais aprimoram os relacionamentos que favorecem a qualidade das informações proporcionando aos usuários da contabilidade a visão da situação real da empresa.
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Esta dissertação apresenta os principais aspectos da Teoria dos Jogos, mostrando sua aplicação como instrumento analítico na Gestão de Pessoas no que diz respeito à variável salário. Considera a organização e o trabalhador como conceitos gerais, sem identificar o setor de atuação, ramo de atividade, classificação jurídica em função do seu faturamento, total de empregados ou participação de mercado dessa organização. Da mesma forma o conceito trabalhador não recebe qualquer identificação em relação ao setor de atividade onde trabalha, função, salário ou formação profissional. A organização é toda estrutura que gera bens e serviços para a sociedade e o trabalhador é todo elemento que emprega sua força de trabalho na produção de bens e serviços. Os objetivos estabelecidos para este estudo são: identificar as possibilidades de aplicação da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas considerando a variável salário como elemento de conflito entre a organização e o trabalhador; mostrar se a forma de representação extensiva é mais apropriada ou não para analisar o cenário de embate na decisão de contratar ou não o trabalhador ou pagar mais ou menos salário e a existência do Equilíbrio de Nash. A metodologia qualitativa com apoio bibliográfico e documental caracteriza esta pesquisa qualitativa quanto a metodologia de pesquisa. Os métodos qualitativos contribuem para interpretar fenômenos do cotidiano, podendo ser composto por dados simbólicos situados em determinado contexto. A pesquisa documental é uma contribuição importante ao estudo do tema proposto, já que a pesquisa qualitativa não é uma proposta rigidamente estruturada e isto permite que o pesquisador use a imaginação e criatividade para atingir o objetivo. Os resultados obtidos pela pesquisa dão conta de que é possível a aplicação da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas considerando o embate entre os jogadores (o trabalhador e a organização) em torno do salário, conforme pode ser visto no capítulo 4 nas representações da matriz de payoff de um jogo estratégico e nas figuras 9,10,11,e 16. A representação na forma extensiva, constitui outro objetivo, indicando os payoffs entre duas decisões centrais representadas por X = flexibilização com renúncia dos direitos pelos trabalhadores e Y = flexibilização/adaptação/negociação, conforme figura 16. Ao analisar a figura, o gestor de pessoas percebe as estratégias existentes para a organização e trabalhador para a tomada de decisão, ao mesmo tempo em que pode avaliar a situação que esteja vivendo e fazer simulações em busca de novas propostas. Por fim, o Equilíbrio de Nash para a aplicação na Gestão de Pessoas é discutido no item 4.1.3, sendo possível verificar que tanto o trabalhador como a organização podem chegar a uma decisão favorável para ambos e manter seus objetivos pretendidos inicialmente. Na figura 17, esse equilíbrio é apresentado depois da tomada de decisão do trabalhador pela proposta feita pela organização na sequência O2 e o trabalhador ficou com o ramo de sequência T2 com o valor de 20 moedas. A potencialidade da Teoria dos Jogos na Gestão de Pessoas surge do fato de que quem atua em uma organização compartilha resultados bons ou ruins obtidos pelas escolhas alheias, escolhas individuais e pelas escolhas construídas coletivamente. Quando o trabalhador resolve produzir menos, a empresa sofre com a perda do lucro gerado pelo ritmo mais lento de trabalho. Para mudar esse quadro, a empresa toma a decisão de aumentar o salário e o trabalhador por sua vez desenvolve a tarefa com maior velocidade e em maior quantidade e ela pode retomar o seu lucro. Nesses jogos há cobranças de desempenho, exigência para atingir metas, pressões, conflitos com clientes e lideranças. Logo, a Teoria dos Jogos pode ser aplicada como instrumento para o gestor de Pessoas avaliar a situação vivida para a tomada de decisão que resolva a situação de embate.
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Este estudo visa pesquisar e compreender o impacto da memória organizacional em organizações que possuem um alto índice de rotatividade de pessoal. Com o advento de uma economia baseada em conhecimento, surge um novo trabalhador, chamado por Peter Drucker (1993) e "trabalhador do conhecimento". Nesta nova economia, as organizações enfrentam ambientes de incertezas e de intensa competição, onde o novo ativo intangível das organizações, o conhecimento, se torna a chave para a obtenção da vantagem competitiva, que permite que as empresas ganhem novos mercados e aumentem sua lucratividade. Porém, nestes ambientes competitivos, está se tornando freqüente a saída dos empregados das organizações, seja porque estão em busca de melhores colocações, ou porque as organizações passam por processos de reestruturação, que podem impactar em redução de pessoal, ou ainda, porque estão com seus conhecimentos obsoletos. Diante deste cenário, através de pesquisa exploratória junto às organizações do comércio varejista, foram investigadas as formas pelas quais as empresas armazenam o conhecimento das pessoas, de modo que quando estas deixem a organização seus conhecimentos permaneçam, bem como identificado os principais impactos sobre a qualidade e produtividade em seus processos. Além disso, também são ressaltadas algumas ações em que as empresas possam contribuir para aumentar a satisfação das pessoas em pertencerem a organização, visando contribuir para a maior retenção de profissionais, e conseqüentemente do conhecimento tácito, que é o mais valioso nas organizações.(AU)
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This paper draws on data from 73 UK Monopolies and Mergers Commission reports on monopoly between 1973 and 1995. It shows that there is a roughly two in three chance that the Commission will come to an adverse conclusion against the investigated firms in a given case. 75–80% of decisions can be explained purely in terms of the market share of the leading firm and knowledge of the broad nature of the alleged anti-competitive practice. An adverse finding is most likely in cases involving exclusive dealing, and least likely where other vertical restraints are involved.
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In this paper, we analyse the nature of the relationship between market power and technical efficiency for producers' cooperatives. More specifically we test two hypotheses: first, we evaluate the extent to which increasing market pressure may help producers' cooperatives to improve technical efficiency to guarantee positive profits; second, we test whether higher technical efficiency induces producers' cooperatives to have a larger market share. These hypotheses are tested on a sample of Italian conventional and cooperative firms for the Wine Production and Processing sector, using both frontier analysis and dynamic panel techniques. The results support the hypothesis that increasing market pressure can affect positively the cooperativeś efficiency, while gains in technical efficiency do not seem to have any impact on the cooperatives' market share. © 2008 Springer Science+Business Media, LLC.
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There is lots of evidence that innovating firms are persistently more profitable than non-innovators, but little agreement on why this is the case. It may be because innovators are somehow able to protect their new products from the competition which normally erodes profits, or because innovating firms have superior capabilities and are able to introduce multiple innovations over time. And very little is known about the relationship between innovation, external ownership and profitability, despite the fact that foreign-owned firms are frequently highly innovative and very profitable. This paper considers the relationship between innovation, ownership and profitability for a panel of manufacturing plants in Ireland and Northern Ireland. We consider the link between innovation and profits separately for innovators and non-innovators, and for indigenous innovators and non-innovators and externally-owned plants. We also consider the determinants of innovation over the distribution of plant-level profitability, and find that the determinants of profitability – including innovation and external ownership – are quite different for low and high-profitability plants. We find support for the view that innovators and non-innovators have different profitability determinants, and that externally-owned plants have their profitability determined in a quite different way from indigenous enterprises. For indigenous non-innovators only the sector matters. Profitability in these enterprises is dictated largely by the industry they are in, with plants having virtually no means of differentiating their profitability from the norms of the industry. By contrast, indigenously-owned innovators are able to differentiate their profit performance from industry norms to some extent. Absolute size matters (negatively) and they get a strong boost from product innovation, but having a high market share does not matter for the profitability of indigenously-owned innovators. Externally-owned plants have a quite different set of profitability determinants from both of these groups. What matters for these plants is not the boost they get from innovating (there is none) but instead their position in the domestic market – a high market share boosts profitability. In policy terms our results suggest both optimistic and cautionary messages. On the positive side our results suggest that efforts to promote innovation activity among indigenously-owned plants are likely to have significant longer term benefits through their capability effects. For the development agencies in Ireland this is a reassuring result. On the more negative side, the lack of any relationship in our models between the innovation activities of externally-owned plants and their (profitability) performance raises potential concerns. This finding may reflect the lack of linkages between externally-owned plants and their Irish resource base, in turn raising some worrying issues about the ‘embeddedness’ of much FDI into Ireland and therefore its ‘stickiness’ in the face of Ireland’s increasing high relative cost base.
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This thesis focuses on the theoretical examination of the exchange rate economic (operating) exposure within the context of the theory of the firm, and proposes some hedging solutions using currency options. The examination of economic exposure is based on such parameters as firms' objectives, industry structure and production cost efficiency. In particular, it examines an hypothetical exporting firm with costs in domestic currency, which faces competition from foreign firms in overseas markets and has a market share expansion objective. Within this framework, the hypothesis is established that economic exposure, portrayed in a diagram connecting export prices and real exchange rates, is asymmetric (i.e. the negative effects depreciation are higher than the positive effects of a currency depreciation). In this case, export business can be seen as a real option, given by exporting firms to overseas customer. Different scenarios about the asymmetry hypothesis can be derived for different assumptions about the determinants of economic exposure. Having established the asymmetry hypothesis, the hedging against this exposure is analysed. The hypothesis is established, that a currency call option should be used in hedging against asymmetric economic exposure. Further, some advanced currency options stategies are discussed, and their use in hedging several scenarios of exposure is indicated, establishing the hypothesis that, the optimal options strategy is a function of the determinants of exposure. Some extensions on the theoretical analysis are examined. These include the hedging of multicurrency exposure using options, and the exposure of a purely domestic firm facing import competition. The empirical work addresses two issues: the empirical validity of the asymmetry hypothesis and the examination of the hedging effectiveness of currency options.
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This study examines how product attribute typicality and brand commitment influence the effects of comparative versus non-comparative ads on brand attitudes. Employing perspectives from the literatures on typicality and commitment, the study examines the effects of commitment to the comparison brand on the effectiveness of comparative versus non-comparative advertising. A between-informants experiment uses data from 466 student informants. It is hypothesized that (a) when the attribute under consideration is typical (atypical), among comparison brand committed informants, a non-comparative ad is more (no more) persuasive than a comparative ad, (b) when the attribute under consideration is typical, among comparison brand non-committed informants, a comparative ad is more persuasive than a non-comparative ad, and (c) when the attribute under consideration is atypical, among comparison brand non-committed informants, a comparative ad is likely to be more persuasive than a non-comparative ad, but the effect will be weaker than in the case of a typical attribute. Hypothesis (a) is supported while (b) has directional support. The results support a three-way interaction between consumer commitment, attribute typicality, and type of advertisement. The findings are relevant to a variety of contexts, such as markets characterized by high levels of market share and commitment for the market leader as well as fragmented markets where market share and commitment levels are low.
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Marketing managers increasingly recognize the need to measure and communicate the impact of their actions on shareholder returns. This study focuses on the shareholder value effects of pharmaceutical direct-to-consumer advertising (DTCA) and direct-to-physician (DTP) marketing efforts. Although DTCA has moderate effects on brand sales and market share, companies invest vast amounts of money in it. Relying on Kalman filtering, the authors develop a methodology to assess the effects from DTCA and DTP on three components of shareholder value: stock return, systematic risk, and idiosyncratic risk. Investors value DTCA positively because it leads to higher stock returns and lower systematic risk. Furthermore, DTCA increases idiosyncratic risk, which does not affect investors who maintain well-diversified portfolios. In contrast, DTP marketing has modest positive effects on stock returns and idiosyncratic risk. The outcomes indicate that evaluations of marketing expenditures should include a consideration of the effects of marketing on multiple stakeholders, not just the sales effects on consumers.