1000 resultados para Educação permanente
Resumo:
O vdeo apresenta os diversos atores envolvidos na execuo do Curso de "Gesto da Assistncia Farmacutica - Especializao a distncia": Ministrio da Sade (DAF/SGTES), UnASUS e UFSC (Reitoria, Centro de Cincias da Sade e Comisso Gestora do Curso), e os motivos que levaram a organizao do Curso em nvel nacional, com financiamento pblico.
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O vdeo apresenta os diversos atores envolvidos na organizao do Curso e a estrutura adotada para a oferta de 2000 vagas a farmacuticos atuantes no SUS para a formao em gesto da Assistncia Farmacutica.
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Perguntas de mltipla escolha que abordam a poltica de educação permanente do Ministrio da Sade, assim como o conceito, o mtodo e a aplicao do planejamento estratgico-participativo.
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Este mdulo busca contribuir para o desenvolvimento das habilidades voltadas compreenso, formulao e ao desenvolvimento do Projeto Teraputico Singular visando a ampliao da resolubilidade da assistncia na Ateno Bsica sade. Procuramos, tambm, contribuir para a sensibilizao quanto relevncia dessa ferramenta para a equipe do Ncleo de Apoio Sade da Famlia (NASF) na atuao na Ateno Bsica em associao com a Equipe de Sade da Famlia (ESF). Para isso, foram apresentadas habilidades individuais e coletivas que devem ser desenvolvidas, e enfatizou-se a compreenso da importncia da incluso da educação permanente na rotina profissional. Alm disso, foram apresentadas algumas experincias exitosas como forma de demonstrar a viabilidade dessa ferramenta na prtica profissional da equipe do NASF, desde que seja assumida uma postura de compartilhamento de saberes, com foco nas necessidades do usurio e de sua famlia. Mdulo 9 do Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Tpico 1 Bases conceituais do Apoio Matricial O tpico apresenta o apoio matricial como modelo de produo de sade de forma compartilhada, realizado por profissionais de ESF apoiados pelos NASFs, com intervenes teraputicas e pedaggicas, de modo a romper a viso fragmentada tradicional. Mostra a necessidade de trabalho interdisciplinar por parte das equipes de referncia, com enfoque na integralidade, na longitudinalidade e na formao de vnculo. So apontadas como base do trabalho a adscrio da clientela e a responsabilizao das ESFs, com apoio dos NASFs, pela sade de determinada populao. Tambm explicado o significado do termo Apoio Matricial, reforando a perspectiva de horizontalidade, das linhas de transversalidade, dos processos dialgicos e da interao de diferenas para a construo da anlise e da interpretao sinttica, acordando linhas de interao e distribuio de tarefas, na organizao de redes de ateno. Tpico 2 A proposta de Apoio Matricial O tpico aborda o novo arranjo organizacional de assistncia em sade para potencializar saberes e prticas de abordagem integral do ser humano. Mostra como o apoio matricial visa assegurar retaguarda especializada, tanto assistencial, quanto tcnico pedaggica s equipes de referncia para a construo compartilhada de diretrizes clnicas e sanitrias, prevendo critrios para acessar o apoio e definir o espectro de responsabilidades na rede de assistncia NASF, enfatizando a relevncia da ao tcnico pedaggica e da educação permanente, assim como de reunies multidisciplinares, exemplificando com situao real de atuao em Santa Catarina. Unidade 1 do mdulo 7 que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Tpico 1 Os desafios para a efetividade do Apoio Matricial O tpico prope que uma vez conhecidas por gestores, profissionais e comunidade, as barreiras podero ser transpostas e superadas: a formao universitria tradicionalmente fragmentada sendo substituda pela viso interdisciplinar buscando novos saberes gradativamente pelos profissionais de ESF; a corresposabilizao e horizontalidade promovendo maior abertura, melhoria e resolutividade em AB; o foco nas especialidades sendo vencido pela priorizao de espaos coletivo para educação permanente e discusso com profissionais compondo projetos teraputicos com outras racionalidades; a tica nas relaes cotidianas na utilizao do pronturio nico para repensar a questes ligadas ao sigilo. Tpico 2 Obstculos ao Apoio Matricial O tpico apresenta outros obstculos a serem vencidos para a plena implantao do apoio matricial, como o excesso de demanda e a carncia de recursos nessa fase de implantao parcial do SUS; obstculos de gesto e comunicao; obstculos subjetivos e culturais; obstculos de tica. Tpico 3 Desafio: construo coletiva do Apoio Matricial O tpico trata do desafio da integrao entre os profissionais para o trabalho em equipe que implica o estmulo reflexo e ampliao de perspectiva de conhecimento e ao, resgatando a produo de sade como responsabilidade coletiva e interdisciplinar, sendo imprescindvel a atuao dos NASFs para a formao de grupos de apoio s ESFs e a criao de espaos de dilogo coletivo, assim como a ruptura da hierarquia tradicional. Mostra, tambm, situaes que podem fragilizar o apoio matricial, a saber: a viso especialista; os atendimentos sem discusso prvia; a no realizao de encontros peridicos e a fora do modelo atual na forma como se apresenta a organizao da estrutura do servio. Unidade 3 do mdulo 7 que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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O tpico trata da atuao da Clnica Ampliada, preconizando o processo de aprendizagem contnua e constante das equipes e dos usurios, realizando pactos de gesto e construindo espaos de educação permanente para superar o modelo biolgico/curativo. Trata da importncia das redes de apoio para o profissional rever valores e conceitos, da nova postura relacional entre profissionais de sade, gestores e usurios, da organizao da agenda dos profissionais, incluindo espaos para reunies de discusso e o matriciamento na rotina do servio. Unidade 3 do mdulo 8 que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Tpico 1 Premissas iniciais O tpico apresenta as trs premissas condicionantes da possibilidade de construo do SUS: a primeira origina-se do movimento da Medicina Social, no sculo XIX, estabelecendo a determinao social das condies de sade e da viso contrria, que veio a se constituir o modelo hegemnico unicausal, advinda da teoria pasteuriana, estabelecendo como causa das doenas, exclusivamente, contaminao por bactrias, dissociando as condies de sade de suas causas sociais; a segunda est na base do modelo mdico norte americano do incio do sculo XX, ao criar um novo paradigma de ensino da medicina, baseado na unicausalidade, biologista, hospitalocntrico, fragmentrio e positivista, possibilitando o surgimento do complexo mdico industrial; a terceira decorre da contestao do Crculo de Viena, pondo abaixo a teoria positivista, por meio do entendimento de que existe um processo permanente de desvelamento, do qual decorre o princpio do conhecimento mximo, que permite explorar, superar e incorporar novos conhecimentos ao saber anteriormente constitudo. Tpico 2 Condies de instalao do modelo brasileiro O tpico historia que: na dcada de 1960, coexistiam no Brasil a incipiente medicina sanitarista de campanhas, a cargo do MS e a medicina previdenciria, oferecida s categorias profissionais pelos seus IAPs, ficando a populao pobre dependente dos hospitais de caridade, ligados Igreja; o advento do Golpe Militar, a diminuio de verbas para o MS, e as mudanas de orientao provocam crescimento de epidemias e decrscimo das condies de sade; o retrocesso no ensino da medicina, formando profissionais segundo a lgica capitalista de mercado, conforme o modelo flexneriano, suprimindo a disciplina de teraputica, tornando mdicos refns do tecnicismo da indstria de frmacos e equipamentos, fortalecendo o complexo mdico industrial, capaz de influenciar os trs poderes por meio de lobby. apresentado, tambm, o contra movimento que, na dcada de 1970, devido crise mundial do petrleo e necessidade de novas sadas para crescentes problemas de na rea de sade abriram espao para uma corrente de profissionais dispostos a lutar contra o modelo unicausal e o complexo mdico industrial o Movimento de Reforma Sanitria proveniente da Medicina Social, reivindicando recursos para a medicina preventiva e denunciando gastos indevidos apenas com a ateno curativa em esquemas altamente corrompidos. Juntamente com outros grupos, obtm conquistas como REME, CEBES, a 1 Residncia em Sade Comunitria, em Porto Alegre, e o 1 Encontro, em So Paulo. Tpico 3 Ventos de Mudana O tpico demonstra que, de 1976, at hoje, verifica-se uma tenso entre as foras do complexo mdico industrial e o movimento sanitarista, sendo apontados como marcos de vitrias desse ltimo: as 7 e 8 Conferncia Nacional de Sade, propiciando o debate multidisciplinar e inclusivo; a proposta da PREV-Sade; a fuso MPS/MS; a criao dos Postos de Sade, como orientao para a medicina social; o PAIS, a criao do INAMPS, sob a presidncia de Hsio Cordeiro e a reativao da FIOCRUZ, sob a direo de Srgio Arouca figuras emblemticas das lutas da Medicina Social e do Movimento de Reforma Sanitria. Tais eventos so, assim, considerados bero de uma poltica ministerial que veio a se tornar a matriz do SUS e da atual orientao poltica traduzida pelo lema: Sade: direito de todos e dever do Estado. Tpico 4 O SUS No tpico, historiada a origem do SUS, a partir da 8 Conferncia Nacional de Sade, na qual discutido o conceito ampliado de sade, como resultante das condies alimentares, habitacionais, ambientais, de renda, trabalho e emprego, posse e cultivo da terra, transporte e assistncia dos servios de sade, ou seja, das formas de organizao social e produo, defendendo sua contextualizao histrica e a determinao social. , tambm, apontado que, na Constituio de 1988, pela 1 vez, na Carta Magna, a sade declarada direito universal, em 1992, so criados os NOBs, e, em 1993, aps o impeachment de Collor, o 1 Programa de Sade da Famlia (PSF) d forma ateno bsica; em 1996 so criados os Polos de Capacitao Formao e Educação Permanente, responsveis pela rpida multiplicao de equipes capazes de atender s premissas do SUS de: ateno bsica, promoo de sade, acolhimento, visitas domiciliares, educação em sade, trabalho em equipes multidisciplinares de alta resolutividade, rumo a universalidade e equidade. Tpico 5 O SUS na ltima dcada O tpico mostra a atuao, desde 2002, de grandes equipes no PSF que, embora com problemas, ampliou o nmero de residncias multiprofissionais em Sade da Famlia para 20, com Polos de Capacitao e 50 cursos de especializao. Mostra, tambm: a necessidade de modificar a formao acadmica na rea de sade de modo a romper com o paradigma flexneriano unicausal, apontando, como passo importante nesse sentido, a nova lei de Diretrizes Curriculares nos Cursos de Graduao em Sade, formando profissionais crticos, reflexivos e humanistas de alta resolutividade; o redimensionamento, em 2003, no MS, do Departamento de Ateno Bsica e da Secretaria de Gesto do Trabalho em Educação de Sade (SGTES); o foco na integralidade em ateno bsica, disseminando uma nova cultura de consensos, posturas e escuta da populao por meio de iniciativas como os Polos de Educação Permanente, Pr-Sade, Departamento de Gesto da Educação na Sade (DGES com suas 3 dimenses: educação popular, educação tcnica e educação superior), Humaniza SUS, Ver SUS e Aprender SUS; a poltica conjunta MS/MEC que, em 2004, realiza a mudana na formao universitria por meio do eixo Prticas de Integralidade em Sade, para mudana curricular, destronando o pensamento hegemnico e direcionado a nfase dos cursos para a formao de recursos humanos multidisciplinares, para atuar em equipes com 14 diferentes formaes profissionais, residncias em Medicina da Famlia e da Comunidade, programa Telessade, Rede de Atendimento Bsico, expanso do quadro e da variedade de profissionais dos Ncleos de Ateno a Sade da Famlia (NASFs). Tpico 6 ltimos avanos e embates para a consolidao do SUS Neste tpico, so mostrados os ltimos grandes avanos, como a regulamentao de aspectos centrais para a consolidao das diretrizes organizativas da Rede de Ateno Sade (RAS) a regulamentao dos NASFs, assim como novos parmetros de financiamento e servios, ressaltando tambm a existncia de diversos embates revelando diferentes concepes e interesses, como por exemplo, os relacionados destinao de verbas federais para a sade. O tpico refora, tambm, que, para o Programa Nacional de Ateno Bsica, a Sade da Famlia estratgia e linha de atuao prioritria, que deve se configurar como processo progressivo e singular, considerando e incluindo as especificidades locorregionais, resgatando a ideia da rede hierarquizada e regionalizada de sade, para o cuidado integral e direcionado s necessidades de sade da populao, sendo o primeiro ponto de ateno e principal porta de entrada do sistema, com equipe multidisciplinar de base resolutiva, coordenando o cuidado e ordenando as redes. Unidade 3 do mdulo 2 que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Tpico 1 Educação Permanente como meio de mudana O tpico aborda a necessidade de romper com o modelo de formao profissional em sade, especializado e fragmentado, mostrando NASF e ESF com a nova abrangncia das equipes multiprofissionais e da necessidade de form-las e instrumentalizar profissionais por meio da Educação Permanente em Sade (EPS), promovendo aprendizagem com significado, reflexo crtica e capacitao cujo referencial so as necessidades da populao atendida. Trata, tambm, da gesto setorial dos servios e do controle social em sade, sendo a EPS o marco processual descentralizador, ascendente e transdisciplinar, que necessita continuamente de pactuao da qual depende a qualidade da interao entre cada equipe em seu territrio por meio do respeito, da tolerncia e da aceitao. Tpico 2 Humanizao como parte do processo de trabalho O tpico trata da Poltica Nacional de Humanizao da Ateno e da Gesto PNH e de sua importncia como instrumento para a AB, criando vnculos afetivos com o usurio e profissionais da rede por meio da corresponsabilidade e da efetivao da integralidade. Apresenta os princpios da PNH: autonomia e protagonismo; corresponsabilidade; vnculos solidrios, redes de cooperao e gesto coletiva como parmetros para efetiva humanizao. Tpico 3 Acolhimento em Sade O tpico mostra como o acolhimento, conforme a PNH fundamental, como postura tica, para o processo de produo de sade, abrangendo trs dimenses: relacional, organizacional e tica de modo a colocar em prtica integralidade, equidade e resolutividade. Mostra, tambm, que o acolhimento se estende de forma contnua a todo o processo. Tpico 4 Participao Social O tpico mostra o processo de trabalho em sade, proposto pelo SUS, como aquele em que diversos grupos e atores tomam parte nas decises, sendo seu pilar a participao da organizao social. Mostra, tambm, como a lei 8142/90 prev o exerccio do controle social em sade, por meio dos conselhos, conferncias e suas subdivises, garantindo o direito de tomar o Estado como coisa pblica, redistribuindo o poder. Analisa, tambm, como essa meta ainda est distante de ser alcanada. Unidade 3 do mdulo 6 que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Tpico 1 Atividades em escolas e creches O tpico mostra que uma das primeiras aes coletivas em Odontologia no Brasil foi a ateno aos escolares, sendo que hoje tais aes se do a partir de novos pressupostos, de acordo com os PCNs e PSE, necessitando, todavia, ainda de amadurecimento. A seguir apresenta possibilidades de atividades coletivas usando como exemplo a escovao, mostrando a importncia de ressignificar tais aes por meio do trabalho em equipes interdisciplinares, conforme parmetros de prticas pedaggicas de educação em sade. Apresenta, tambm: os princpios metodolgicos para realizao de atividades de educação em sade, enfatizando a necessidade de estabelecer relaes de dilogo; sugestes de atividades de educação em sade bucal, associadas proposta curricular de ensino e ao projeto poltico pedaggico, necessidade de avalio do trabalho realizado; as diretrizes da Poltica Nacional de Sade Bucal; a importncia do trabalho em equipe com ASB e ACS. Tpico 2 Trabalho em escolas e creches: consideraes gerais O tpico apresenta a importncia da realizao de atividades de educação em sade bucal, de forma dialgica e integrativa com demais profissionais ESF, e de seus registros para avaliao e redirecionamento, os questionamentos que devem permear o processo com vistas a romper resistncias e promover novas linhas de ao. Tpico 3 Mtodo de preveno de cries O tpico trata da aplicao, em mbito coletivo, de mtodos de preveno de cries: fluoretao das guas de abastecimento pblico, flor gel acidulado, verniz fluoretado, soluo para bochecho, conforme previsto na Poltica Nacional de Sade Bucal. Apresenta, tambm, dados numricos sobre esse trabalho preventivo conforme faixa etria, informaes sobre dentifrcios e escovao. Tpico 4 Aes de educação em Sade Bucal O tpico aborda as aes coletivas de educação em sade bucal dirigidas aos pais e cuidadores familiares, assim como as aes desenvolvidas nas UBS, a importncia e eficcia do trabalho em grupos, seus principais objetivos e diferentes formatos, as parcerias com NASF e outros atores sociais, visando todas as fases do desenvolvimento da criana. Trata, tambm, das aes de acompanhamento familiar, em parceria com ACS, aes programticas e diferentes estratgias. Tpico 5 Trabalho coletivo na comunidade O tpico aborda o trabalho integrado com ACS em diferentes espaos da comunidade, da necessidade de ampliao do acesso informao, da importncia de medidas para motivar, sensibilizar acompanhar e divulgar a educação em sade bucal. Trata, tambm, da formao tcnica para aes em sade bucal, do trabalho conjunto com ACS em visitas programticas e de acompanhamento, com rotinas facilitadoras, da necessidade de educação permanente, monitoramento e avaliao das atividades desenvolvidas, terminando com uma reflexo sobre o tema. Contedo Online do mdulo de Ateno integral sade da criana: Aes coletivas voltadas promoo da sade da criana preveno de doenas bucais na infncia para dentista. Unidade 3 do mdulo 11 para dentista que compe o Curso de Especializao Multiprofissional em Sade da Famlia.
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Mostra a Reduo de Danos como conjunto de estratgias, ferramenta que amplia a possibilidade do cuidado em sade pblica para minimizar as consequncias adversas do uso de drogas, na linha do direito cidadania, combatendo a invisibilidade e a discriminao, substituindo as estratgias repressivas pelas preventivas visando autonomia. Mostra, tambm: a necessidade de ampliar o nvel de informao dos profissionais em sade a respeito dessa estratgia e da educação permanente, integral, verdadeira e eficiente, para a abertura de campo; a realidade do momento atual, dados numricos sobre uso de drogas e agravos decorrentes, os desafios de desdobrar estratgias e perspectivas para construo do cuidado em parceria com usurio, famlia e comunidade, os avanos polticos, tecnolgicos normativos e financeiros. Unidade 3 do mdulo 6 que compe o Curso de Atualiza o em lcool e Outras Drogas, da Coero Coeso.
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Este material compe a disciplina obrigatria " Prticas educativas e tecnologias em sade" do Curso de Especializao Estratgia Sade da Famlia (2014). Esta disciplina apresenta a oportunidade de refletir e conhecer um pouco mais sobre dois temas que fazem parte do cotidiano dos profissionais de sade: as prticas educativas em sade e as tecnologias para abordagem ao indivduo, famlia e comunidade. Procura-se apresentar os principais conceitos pertinentes a cada um deles a partir de situaes vivenciadas no dia a dia de trabalho. A disciplina est dividida em duas sees nas quais sero desenvolvidos os seguintes contedos: Seo 1 - Prticas educativas em sade : Parte 1 - Contextualizando a prtica educativa em sade; Parte 2 - Quem aprende e quem ensina; Parte 3 - Aprendendo a aprender - Educação Permanente em Sade; Parte 4 - Bases tericas de uma prxis educativa. - Seo 2 - Tecnologias para a abordagem ao indivduo, famlia e comunidade: Parte 1 - Acolhimento; Parte 2 - O trabalho com grupos; Parte 3 - Visita domiciliar; Parte 4 - Consulta
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Prope atender as necessidades de formao e de educação permanente para consolidao da Estratgia Sade da famlia
Telenfermagem e teledontologia: relato da experincia do Telessade Brasil Redes em Mato Grosso do Sul
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O presente trabalho tem por objetivo relatar as experincias em telenfermagem e teleodontologia, desenvolvidas por meio de teleconsultorias assncronas e teleducação, no Ncleo Tcnico-Cientfico do Programa Nacional Telessade Brasil Redes em Mato Grosso do Sul, no ano de 2012. O programa, do Ministrio da Sade, faz uso de modernas tecnologias de informao e comunicao (TIC) para atividades a distncia, para o fortalecimento da Ateno Primria Sade (APS). Em Mato Grosso do Sul, dentre os servios disponveis de teleassistncia e teleducação, evidenciou-se, tanto na telenfermagem quanto na teleodontologia, a tendncia crescente de uso da teleconsultoria assncrona e a participao em aes de educação permanente em sade. o tcnico-assistencial, ampliando o acesso dos profissionais s aes de educação permanente em sade, evitando o deslocamento geogrfico desnecessrio de usurios do Sistema nico de Sade (SUS), aumentando a capacidade de resoluo de problemas de sade pelas equipes, bem como contribuindo para a garantia da integralidade do cuidado, ao favorecer o encaminhamento de casos que precisavam de cuidados de outros nveis da ateno.
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O objetivo deste trabalho relatar a experincia do Ncleo Tcnico-Cientfico do Programa Nacional Telessade Brasil Redes em Mato Grosso do Sul (MS), bem como das atividades desenvolvidas atravs de teleconsultorias assncronas e webconferncias.Tm se revelado como potentes ferramentas de educação permanente em sade capaz de ampliar o acesso dos profissionais da APS informao, promovendo a atualizao de prticas e fomentando a discusso acerca da melhoria do acesso e da qualidade da assistncia prestada.