775 resultados para DUKE-UNC 11 Functional Social Support Questionnaire
Resumo:
Introdução: O interesse pela Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde (QVRS) é relativamente recente e na literatura são ainda poucos os estudos em idade pediátrica. Objetivos: Avaliar a QVRS em crianças e adolescentes de duas unidades dos cuidados de saúde primários portugueses. Material e métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico. Foi aplicado o questionário KIDSCREEN-27® a uma amostra de conveniência de utentes, com idades compreendidas entre os 8 e os 18 anos, que recorreram entre 1 de fevereiro e 31 de julho de 2013, ao Centro de Saúde (CS) Sete Rios e à Unidade de Saúde Familiar (USF) Infesta. Resultados: Responderam ao questionário 163 indivíduos (85 do CS Sete Rios e 78 da USF Infesta). A média de idades foi 11,59±2,54 anos, com um predomínio do sexo feminino (102/62,6%). Os scores QVRS calculados revelaram valores elevados e estatisticamente superiores aos dados europeus disponíveis (p<0,001). As raparigas obtiveram scores QVRS mais baixos, mas apenas significativo na avaliação do bem-estar físico (p<0,001). O Suporte Social e Grupos de Pares foi a área pior avaliada pelos pais (p=0,006). O Ambiente Escolar foi o as- peto onde os adolescentes manifestaram um score significativamente inferior às crianças (p=0,041). Apesar dos utentes da USF Infesta apresentarem scores ligeiramente mais baixos, esta diferença não foi estatisticamente significativa. Conclusões: Os dados demonstram uma boa QVRS nas duas populações pediátricas avaliadas. Os resultados da análise comparativa evidenciaram algumas diferenças que deverão ser alvo de análise mais aprofundada em estudos posteriores, no sentido de planear medidas para a melhoria da QVRS.
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Enquadramento: Actualmente existe um elevado números de pessoas em situação de dependência, com algum tipo de incapacidade funcional ou em risco de perda de funcionalidade, que necessitam ingressar na Rede Nacional de Cuidados Continuados com o intuito de se promover uma melhoria das condições de vida e bem-estar das pessoas, através da prestação de cuidados continuados de saúde e de apoio social. Aceitando a vulnerabilidade da pessoa humana, a doença revela-se como um período de fragilidade circunstancial às condições decorrentes da sua existência. O utente/família deparam-se com a desmoralização, a ameaça, o desamparo e a perda de sentido, podendo levar o mesmo a uma profunda tristeza, desespero e sofrimento. Neste sentido e tendo em conta que a esperança influencia o bem-estar e uma vez que se encontra ligada à existência, tanto física como emocional e espiritual é fundamental percebermos até que ponto a esperança pode ajudar a pessoa a lidar com o futuro. Objetivos: Avaliar níveis de esperança nos Doentes internados em Cuidados Continuados, e identificar determinantes socio-demográficos, clínicas e psicossociais correlacionadas com essa esperança. Métodos: O estudo foi realizado,na Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Seia, nas unidades de internamento de Média Duração e Reabilitação e Unidade de Longa Duração e Manutenção. O questionário foi aplicado a 46 doentes, com idades compreendidas entre os 46 e os 92 anos de idade ( x =74.39 anos). Trata-se de um estudo não experimental, quantitativo, do tipo transversal, descritivo e correlacional. O instrumento de recolha de dados integrou um Questionário de caracterização sócio-demográfica e clínica, a escala da Esperança (Herth Hope Index), uma escala para a avaliação da Qualidade de Vida – Functinal Assessement of Cancer Therapy – General e o Questionário de Sono de Oviedo. Resultados: Os dados mostram que 45,7% dos participantes apresenta esperança reduzida, 39,1% esperança elevada e 15,2% esperança moderada. Constatámos ainda que apenas o “bem-estar funcional” da escala da QDV e os “fenómenos adversos” da escala do sono se correlacionam significativamente (p=0,000; p=0,035) com a esperança explicando respetivamente 55,2% e 31,1% da variância explicada. Já o género, idade, estado civil, situação profissional, escolaridade, rendimento mensal, tipologia e número de internamentos, mostraram não estar relacionados com a esperança dos nossos doentes. Conclusão: A esperança é uma crença ou virtude inerente ao Homem, que pode assumir níveis diferenciados, que acompanha o ser humano no seu processo de viver e de morrer condicionando ajustes nos momentos de crise, afectando e/ou sendo afetada pelo bem-estar e a qualidade de vida. Palavras-chave: Cuidados Continuados, Esperança, Qualidade de Vida, Doentes, Sono.
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International audience
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Background: Despite growing acceptance of same-sex sexuality in Portugal, identity development of lesbian, gay and bisexual (LGB) individuals is still restricted by negative societal attitudes, which maintain the experience of stigmatization and discrimination. The purpose of this study is to document the frequency of discriminatory events experienced by sexual minorities and their association with indicators of physical and mental health in Portugal. Methods: A total of 610 LGB participants completed an online survey (mean age = 34.48, SD = 11.54). Most participants were single and self-identified as gay (73.8%). The survey included five categories of survey items: demographic information, social support, physical health, mental health, and discrimination experiences. Results: Physical and mental health results revealed that bisexual people were more likely to report higher levels of psychological distress than gay men. Overall, between one-fifth and one-fourth of the participants in this sample frequently felt the need to hide their sexual orientation to prevent discrimination experiences across the different settings. Regarding actual discrimination experiences, close to 20% reported having suffered from verbal abuse, followed by close to 10% who suffered from written threats, harassment, and physical threats. A hierarchical multiple regression analysis was performed to assess the effects of anticipated and actual discrimination on mental health. Possible confounding variables were added in the first block – age, sexual orientation, being in a relationship, body mass index, and HIV status. Anticipated and actual discrimination experiences were added in the second block. The first block of the analysis explained 6% of the overall variance, while the second block – discrimination experiences – explained an additional 17%. Conclusion: Portuguese culture and stigma/discrimination create discriminatory experiences which impact LGB people’s health. Unless policies are changed to allow for the acceptance of LGB people, they will continue to experience violence and discrimination as a result of homophobia.
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International audience
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Background In post-stroke patients, impairment of quality of life (QOL) has been associated with functional impairment, age, anxiety, depression, and fatigue. Good social support, higher education, and better socioeconomic status are associated with better QOL among stroke survivors. In Africa, studies from Nigeria and Tanzania have reported on post-stroke QOL. Aim The aim of this study was to describe QOL more than six months after first-ever stroke in Malawi. Methods This was an interview-based study about a stroke-surviving cohort. Adult patients were interviewed six or twelve months after their first ever stroke. HIV status, modified stroke severity scale (mNIHSS) score, and brain scan results were recorded during the acute phase of stroke. At the time of the interviews, the modified Rankin scale (mRS) was used to assess functional outcome. The interviews applied the Newcastle Stroke-specific Quality of Life Measure (NEWSQOL). All the data were analysed using Statview™: the X2 test compared proportions, Student’s t-test compared means for normally distributed data, and the Kruskal-Wallis test was used for nonparametric data. Results Eighty-one patients were followed up at least six months after the acute stroke. Twenty-five stroke patients (ten women) were interviewed with the NEWSQOL questionnaire. Good functional outcome (lower mRS score) was positively associated with better QOL in the domains of activities of daily living (ADL)/self-care (p = 0.0024) and communication (p = 0.031). Women scored worse in the fatigue (p = 0.0081) and cognition (p = 0.048) domains. Older age was associated with worse QOL in the ADL (p = 0.0122) domain. Seven patients were HIV-seroreactive. HIV infection did not affect post-stroke QOL. Conclusion In Malawi, within specific domains, QOL after stroke appeared to be related to patients’ age, sex, and functional recovery in this small sample of patients.
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"A perceção de suporte social familiar e dos amigos tem uma grande influência no desenvolvimento psicossocial saudável dos adolescentes. Desta forma, propusemo-nos adaptar e aferir para a população portuguesa as escalas de medida Perceção do Suporte Social da Família (PSS-Fam) e dos Amigos (PSS-Am) de Procidado e Heller (1983). Apresentamos os resultados obtidos a partir de uma amostra de 851 adolescentes com idades compreendidas entre os 11 e os 19 anos. Os resultados estão de acordo com os obtidos por Procidano e Heller (1983) que obtiveram uma solução com apenas um fator para cada escala. Os estudos psicométricos revelam, de forma global, bons índices de fiabilidade e validade dos instrumentos. Concluímos contribuindo com duas medidas adequadas para avaliar o suporte social percebido na população adolescente."
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Rapport de stage présenté en vue de l’obtention du grade Maître ès sciences (M.Sc.) en criminologie option stage en intervention clinique.
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Attachment and interpersonal theory suggest a sequential pattern of relationships beginning in the earliest stage of development and progressing to social and eventually romantic relationships. Theoretically, cross-sex experiences have an important role in the progression of interpersonal relationships. Despite the prevalence of these theories about the nature of romantic relationship development, the linkage of cross-sex experience (CSE) to romantic relationships has not been established. Indeed, it is an intuitive assumption, especially within Western society and these theories do not consider socio-cultural factors that may influence CSE and relationship satisfaction. This study addresses the varying contextual factors that may contribute to relationship satisfaction and adjustment, aside from CSE, and is divided into two parts. Study 1, addresses CSE, relationship satisfaction, and adjustment in a unique population, ultra-Orthodox Jews. Among this population, social or romantic CSE is limited and sexes are effectively segregated. Study 2, expanded the study to a larger sample of U.S. college students, to assess the linkage of CSE to romantic relationship satisfaction in a more typical Western population. It included social norm and support variables to address the contextual nature of relationship development and satisfaction. Results demonstrated clear differences in the relation between CSE and relationship satisfaction in the two samples. In the first sample CSE was unrelated to relationship satisfaction; nevertheless, relationship satisfaction was associated with adjustment as it is for more typical populations with greater CSE. These results suggested the importance of specifying how social norms and social support relate to CSE, relationship satisfaction and adjustment. The results from the second sample were consistent with the theoretical framework upon which the social/romantic literature is based. CSE was directly connected to relationship satisfaction. As anticipated, CSE, relationship satisfaction, and adjustment also varied as a function of social norms and support. These findings further validate the influence of socio-cultural factors on relationship satisfaction and adjustment. This study contributes to the romantic relationship literature and broadens our understanding of the complex nature of interpersonal and romantic relationships.^
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Rapport de stage présenté en vue de l’obtention du grade Maître ès sciences (M.Sc.) en criminologie option stage en intervention clinique.
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Tese de Doutoramento em Gerontologia apresentada à Universidade de Extremadura, Espanha
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BACKGROUND: The Life-Space Assessment (LSA), developed in the USA, is an instrument focusing on mobility with respect to reaching different areas defined as life-spaces, extending from the room where the person sleeps to mobility outside one's hometown. A newly translated Swedish version of the LSA (LSA-S) has been tested for test-retest reliability, but the validity remains to be tested. The purpose of the present study was to examine the concurrent validity of the LSA-S, by comparing and correlating the LSA scores to other measures of mobility. METHOD: The LSA was included in a population-based study of health, functioning and mobility among older persons in Sweden, and the present analysis comprised 312 community-dwelling participants. To test the concurrent validity, the LSA scores were compared to a number of other mobility-related variables, including the Short Physical Performance Battery (SPPB) as well as "stair climbing", "transfers", "transportation", "food shopping", "travel for pleasure" and "community activities". The LSA total mean scores for different levels of the other mobility-related variables, and measures of correlation were calculated. RESULTS: Higher LSA total mean scores were observed with higher levels of all the other mobility related variables. Most of the correlations between the LSA and the other mobility variables were large (r = 0.5-1.0) and significant at the 0.01 level. The LSA total score, as well as independent life-space and assistive life-space correlated with transportation (0.63, 0.66, 0.64) and food shopping (0.55, 0.58, 0.55). Assistive life-space also correlated with SPPB (0.47). With respect to maximal life-space, the correlations with the mobility-related variables were generally lower (below 0.5), probably since this aspect of life-space mobility is highly influenced by social support and is not so dependent on the individual's own physical function. CONCLUSION: LSA was shown to be a valid measure of mobility when using the LSA total, independent LS or assistive LSA.
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El objetivo de este estudio fue describir el Síndrome de Burnout y la Calidad de Vida Laboral en el personal asistencial en una institución de salud de segundo nivel ubicada en Bogotá, y observar si existe relación entre estos constructos. Se aplicó el Inventario de Burnout de Maslach [MBI] y el Cuestionario de Calidad de Vida Profesional [CVP-35] a 62 participantes, pertenecientes a distintos campos del área de la salud. Los resultados indicaron que el 38,7% de los participantes presentaron severidad alta y moderada del síndrome, no obstante, con un nivel de realización personal alto, que unido a la fuerte motivación intrínseca encontrada, constituye un factor protector ante la alta carga laboral y el escaso apoyo directivo. El cansancio emocional correlacionó directamente con la carga laboral e inversamente con la motivación intrínseca. Se resalta la importancia de una eficiente gestión en las organizaciones de salud y la necesidad de una dirección más centrada en las personas a fin de garantizar su bienestar, lo que redundará en su calidad de vida y en la atención ofrecida.
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Teniendo en cuenta el drástico aumento en Colombia y el mundo de la población adulta mayor la pirámide poblacional se ha invertido. Lo que ha generado que cada vez haya más adultos mayores y la esperanza de vida sea mayor. Motivo por el cual surge la importancia de conocer diversos aspectos del envejecimiento, entre ellos los estereotipos. Adicionalmente hay muy poca investigación relacionada con los estereotipos sobre el envejecimiento según el género y el periodo de desarrollo. Levy (2009) encontró que son los jóvenes quienes tienen más estereotipos negativos sobre el envejecimiento pues estos sienten que la vejez está muy lejos de su realidad actual y no es en una amenaza personal. Por otro lado Bodner, Bergman y Cohen (2012), encontraron que son los hombres quienes tienen más estereotipos negativos sobre el envejecimiento. La presente investigación tuvo como objetivo describir el efecto del periodo del desarrollo y el género en los estereotipos sobre el envejecimiento en 860 adultos colombianos. Se midió la variable de estereotipos sobre el envejecimiento a través del cuestionario de Ramírez y Palacios (2015) y el periodo del desarrollo y el género a través de un cuestionario de datos sociodemograficos. Contrario a lo esperado, los resultados mostraron que no existe relación entre los estereotipos negativos con el género, el periodo del desarrollo, ni en la interacción de estos. En cambio, se encontraron diferencias entre los estereotipos positivos el género y el periodo de desarrollo. Se considera importante continuar realizando investigaciones relacionadas con esta temática pues cada vez son más los adultos mayores y la manera en que nos relacionemos con ellos, va a determinar un mejor proceso de envejecimiento para ellos.
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Esta revisión sistemática de la literatura tuvo como objetivo investigar sobre la depresión en personas con epilepsia en la última década (2005-2015), enfocándose en identificar en el paciente con epilepsia: características sociodemográficas, prevalencia de la depresión, tipos de intervención para el manejo de la depresión, factores asociados con la aparición y el mantenimiento de la depresión y por último, identificar las tendencias en investigación en el estudio de la depresión en pacientes con epilepsia. Se revisaron 103 artículos publicados entre 2005 y 2015 en bases de datos especializadas. Los resultados revelaron que la prevalencia de depresión en pacientes con epilepsia es diversa y oscila en un rango amplio entre 3 y 70 %, por otro lado, que las principales características sociodemográficas asociadas a la depresión está el ser mujer, tener un estado civil soltero y tener una edad comprendida entre los 25 y los 45 años. A esto se añade, que los tratamientos conformados por terapia psicológica y fármacos, son la mejor opción para garantizar la eficacia en los resultados del manejo de la depresión en los pacientes con epilepsia. Con respecto a los factores asociados a la aparición de la depresión en pacientes con epilepsia, se identificaron causas tanto neurobiológicas como psicosociales, asimismo los factores principales asociados al mantenimiento fueron una percepción de baja calidad de vida y una baja auto-eficacia. Y finalmente los tipos de investigación más comunes son de tipo aplicado, de carácter descriptivo, transversales y de medición cuantitativa.