187 resultados para Morcegos vampiros
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Pterothominx pulchra (Freitas, 1934) are little known gastric nematodes of Nyctinomops laticaudatus (Chiroptera: Molossidae). Information about the occurrence and host range of these parasites in Neotropical region is still scanty, and the only two morphological descriptions available in the literature are divergent about the presence or absence of a spiny spicular sheath in males, which may lead to incorrect taxonomical positioning, since this feature represents the main difference between the genera Pterothominx and Aonchotheca. Based on the absence of this morphological feature in specimens of this nematode obtained from N. laticaudatus and Nyctinomops macrotis bats captured in two municipalities in the state of Sao Paulo, Brazil, the present study reclassifies the aforementioned species in the genus Aonchotheca and allocates it to the subgenus Aonchotheca. Additional morphometric data and new host and locality records are also provided.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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In the semiarid of the state of Paraíba, the anti-rabies vaccination is not common, most of the local inhabitants who deal with the animals do not know the incidence of the disease in the region. In this study, samples of foxes (Pseudalopex vetulus), insectivorous bats (Molossus molossus), raccoons (Procyon cancrivorous) and domestic animals brains were submitted to the diagnosis of rabies, by using the direct fluorescent antibody technique (d-FAT) and mouse inoculation test (MIT). Of the 581 examined materials, 50 (8.60 %) were positive for d-FAT and 47 (8.09 %) for MIT. From the positive samples for rabies, RNAs were extracted and transformed to cDNA, at the Laboratory of Rabies/Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USP, SP. The phylogenetic characterization of the N gene was performed at the Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal, Universidade Nihon, Faculdade de Ciências Bioresource, Fujisawa, Kanagawa, Japão. Based on the results of genotyping and phylogenetic analyzes, it is concluded that the epidemiology of rabies is complex in the semiarid of Paraíba, with different viral variants being maintained in domestic dogs, foxes, insectivorous bats and vampire bats. All the isolates examined belong to the genotype I of the genus Lyssavirus and it is possible to state that in the region, foxes are important sylvatic reservoirs of the rabies virus.
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BACKGROUND: Bat trypanosomes have been implicated in the evolutionary history of the T. cruzi clade, which comprises species from a wide geographic and host range in South America, Africa and Europe, including bat-restricted species and the generalist agents of human American trypanosomosis T. cruzi and T. rangeli. METHODS: Trypanosomes from bats (Rhinolophus landeri and Hipposideros caffer) captured in Mozambique, southeast Africa, were isolated by hemoculture. Barcoding was carried out through the V7V8 region of Small Subunit (SSU) rRNA and Fluorescent Fragment Length barcoding (FFLB). Phylogenetic inferences were based on SSU rRNA, glyceraldehyde phosphate dehydrogenase (gGAPDH) and Spliced Leader (SL) genes. Morphological characterization included light, scanning and transmission electron microscopy. RESULTS: New trypanosomes from bats clustered together forming a clade basal to a larger assemblage called the T. cruzi clade. Barcoding, phylogenetic analyses and genetic distances based on SSU rRNA and gGAPDH supported these trypanosomes as a new species, which we named Trypanosoma livingstonei n. sp. The large and highly polymorphic SL gene repeats of this species showed a copy of the 5S ribosomal RNA into the intergenic region. Unique morphological (large and broad blood trypomastigotes compatible to species of the subgenus Megatrypanum and cultures showing highly pleomorphic epimastigotes and long and slender trypomastigotes) and ultrastructural (cytostome and reservosomes) features and growth behaviour (when co-cultivated with HeLa cells at 37°C differentiated into trypomastigotes resembling the blood forms and do not invaded the cells) complemented the description of this species. CONCLUSION: Phylogenetic inferences supported the hypothesis that Trypanosoma livingstonei n. sp. diverged from a common ancestral bat trypanosome that evolved exclusively in Chiroptera or switched at independent opportunities to mammals of several orders forming the clade T. cruzi, hence, providing further support for the bat seeding hypothesis to explain the origin of T. cruzi and T. rangeli.
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Trabalho apresentado à 23ª Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2012, São Paulo
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A doença pelo vírus Ebola é classificada como uma zoonose e de acordo com as evidências científicas disponíveis, os morcegos frugívoros são considerados os prováveis reservatórios naturais do vírus Ebola. A infecção acomete gorilas, chimpanzés, antílopes, porcos, roedores, outros mamíferos e os seres humanos. Há cinco espécies do vírus Ebola, que diferem em sua virulência, denominadas Bundibugyo, Tai Forest (anteriormente denominado Costa do Marfim), Sudão, Zaire e Reston, nomes dados a partir de seus locais de origem. Apenas o vírus Ebola Reston não está relacionado à doença em humanos, embora haja evidência de infecção assintomática, estando associado à doença em primatas não humanos. Não há transmissão durante o período de incubação, que só ocorre após o aparecimento dos sintomas e se dá por meio do contato direto da pele não integra ou membranas mucosas com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos infectados (incluindo cadáveres) ou animais silvestres infectados (sangue, secreções, tecidos ou carcaças). A transmissão ocorre também através do contato com superfícies e materiais contaminados com esses fluidos (agulhas, peças de vestiário, lençóis). Durante surtos as pessoas com maior risco de infecção são os familiares, profissionais de saúde e aqueles em contato próximo com pessoas doentes ou falecidas, incluindo os profissionais envolvidos nos enterros. Não há evidência de transmissão aérea, a não ser durante procedimentos que gerem aerossol. O quadro clínico consiste em febre, fraqueza, mialgias, cefaleia, dor de garganta, vômitos, diarreia. Frequentemente evolui com erupção cutânea, disfunções hepática e renal, e hemorragias em vários sítios. No Brasil e nos países onde não ocorre a doença, a história de viagem a países onde ocorre a transmissão é de fundamental importância. O diagnóstico deve ser feito a partir do isolamento viral em soro ou vísceras, através de detecção de antígenos, PCR e anticorpos, em laboratório de referência (Instituto Evandro Chagas de Belém, Pará). Não há vacina disponível, nem tratamento específico com eficácia comprovada por estudos clínicos.